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Digital Drops Blog de Brinquedo

Acordo põe fim à guerra de patentes entre Apple e Google

Por em 21 de novembro de 2014

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Em 2011 o Google deu um passo errado que acabou por lhe custar muito caro: quando as patentes da Nortel estavam à venda foi-lhe oferecido um acordo pelo consórcio Rockstar, formado por empresas como Apple, Sony, Microsoft, Ericsson e Blackberry a fim de adquirir os papéis em conjunto, numa negociação que privilegiaria todo mundo.

Pois bem, Mountain View não quis. Quando a Rockstar adquiriu o pacote por US$ 4,5 bilhões, US$ 100 milhões a mais do que a empresa de buscas ofereceu ela começou o mimimi, dizendo que o grupo queria destruí-la. A resposta foi sensacional, foi revelado que o Google não só recusou o acordo como o fez na intenção de adquirir as patentes sozinha e usá-las contra todo mundo.

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Encontre facilmente suas chaves e seu smartphone com o Motorola Keylink

Por em 20 de novembro de 2014

Keylink da Motorola

Quantas vezes você não passou pela situação a seguir? Você está em algum lugar, se preparando para sair, bate as mãos nos bolsos, olha pra mesa, tem um mini-ataque cardíaco e se pergunta: “Cara, onde estão minhas chaves / está meu celular?!” Comigo acontece direto, qualquer dia desses eu empacoto.

Bom, existem alguns produtos no mercado, como o HTC Fetch, que prometem resolver esse problema. Chegou a hora da Motorola entrar nesse mercado.

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DOJ dos EUA volta a apelar para o FUD contra criptografia de smartphones

Por em 20 de novembro de 2014

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Depois da dor de cabeça que Edward Snowden causou em 2013, boa parte das empresas de tecnologia decidiu que não vão mais deixar seus dados e o de seus usuários ao Deus-dará, com livre acesso para órgãos governamentais fuçarem a torto e direito. Só que o passo dado por Apple e Google não agradou o FBI, a polícia e o procurador-geral dos Estados Unidos.

O ofendido da vez é o vice-procurador-geral James Cole, que assim como os anteriores está apelando para o FUD afim de convencer a opinião pública de que monitoramento de dados é necessário.

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[Hands-on] Primeiras impressões do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus

Por em 15 de novembro de 2014

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A Apple lançou sexta passada no Brasil o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus, seus novos smartphones. Estou testando os dois aparelhos desde quinta-feira, e este texto é para falar sobre as minhas primeiras impressões sobre cada um, mas vocês podem aguardar dois reviews completos, assim que tiver testado eles por mais tempo. A primeira que chama a atenção nos dois é como eles são redondos, e como o iPhone 6 se encaixa bem na mão. A segunda coisa é a espessura, os dois são realmente muito finos, o 6 com apenas 6,9 mm e o iPhone 6 Plus com 7,1 mm; contra 7,6 mm do iPhone 5s.

O iPhone 6 tem tela de 4,7 polegadas que é bem maior do que a do iPhone 5s, mas nada que se compare aos 5,5 do modelo maior, que realmente parece um pequeno tablet. Olhando os dois lado a lado, todas as atenções se voltam para a imensa tela do 6 Plus. A resolução da tela do iPhone 6 Plus é Full HD, e apesar da concorrência já ter telas com resolução Quad HD, na prática isto não faz diferença. Já testei o LG G3, e posso dizer que a tela do iPhone não faz feio na comparação.

Se levarmos em conta o tamanho das telas, os novos iPhones são relativamente leves, o iPhone 6 pesa 129 gramas, enquanto o iPhone 6 Plus, 172 gramas. Como o 6 Plus é maior e mais pesado, e tem uma superfície reta e lisa de alumínio, é preciso ter cuidado e atenção para (horror dos horrores) não derrubá-lo no chão. O uso de uma capa é altamente recomendável nos dois aparelhos, mas no maior é quase uma necessidade.

Indo direto ao ponto, se você está disposto a comprar um iPhone, qual dos dois deve escolher? Bem, isto depende do seu gosto pessoal. Eu gostei muito dos dois smartphones, mas ando numa fase de telas grandes, então realmente aprecio todo o potencial de espaço que o 6 Plus oferece, além da possibilidade de usar apps adaptados para o uso na horizontal, como acontece com os iPads. Também é impossível não pensar em como seria um iPhone intermediário, com digamos 5 ou até 5,2 polegadas; como o Moto X modelo 2014. Outra razão para a minha preferência pessoal é a câmera.

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Começa a venda do iPhone 6 no Brasil e adivinha? Continua sendo o mais caro do mundo

Por em 14 de novembro de 2014

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O tio Laguna gostaria de pedir desculpas pela pauta óbvia: mais um gadget desejado por um nicho de consumidores brasileiros possui o preço mais elevado do mundo quando vendido pela representante oficial no Brasil. Isso ocorre por vários motivos, desde o Lucro Brasil até o fato de que certos aparelhos ainda não são fabricados e/ou montados por aqui. Inclua na conta a recente desvalorização do real no pacote: se você converter os US$ 35 de um Chromecast para um valor de venda aqui no Brasil, por exemplo, o resultado é de no mínimo uns 160 reais.

A mesma lógica de preço do Chromecast caiu como luva para os smartphones mais desejados pelos fãs da Maçã. Na loja brasileira da Apple um iPhone 6 sai por no mínimo R$ 3.199,00. Por mais 400 reais, você leva o iPhone 6 Plus. E estamos falando dos modelos mais básicos, com apenas 16 GB de armazenamento. Se formos comparar tais preços com os que são praticados no restante do mundo, o melhor a fazer é rir da própria desgraça: pagar quatro mil reais num PlayStation 4 já não parece mais tão absurdo.
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É usuário de Office no iPad? Você pode ter direito a uma grana

Por em 10 de novembro de 2014

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Quando o Office para iPad foi introduzido há alguns meses, foi decisão da Microsoft que ele seria a única plataforma que ainda exigiria uma assinatura do Office 365 para que os apps fossem utilizados nele: quando de seu lançamento as versões para iPhone e Android foram libertadas, e muito se questionou se um dia as versões para o tablet da Apple também teriam o mesmo destino.

Pois bem, bastaram oito meses e o fato se concretizou: desde a última semana usuários de dispositivos móveis em geral têma acesso a todas as funcionalidades do Office sem ter que enfiar a mão no bolso, fazendo a cobrança exclusiva dos usuários de desktop. Só que há um detalhe: há a possibilidade de os usuários de iPads receberem um reembolso parcial caso não queiram mais manter a assinatura do serviço, se atenderem algumas exigências.

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Surface Pro 3 é reduzido a suporte de iPad. Culpa da Microsoft

Por em 6 de novembro de 2014

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Eu já deixei claro aqui mais de uma vez que acho o Surface Pro um produto sensacional. Se as duas primeiras gerações do notebook disfarçado de tablet já eram excelentes, sua terceira encarnação mata a pau a maioria dos ultrabooks a tablets a se propor fazer tudo de forma excelente. Sim, ele é uma incrível ferramenta de produção por acaso também serve para consumo de mídia, o que faz dele um inimigo natural da linha Macbook.

O grande, enorme problema da Microsoft é que o departamento de marketing insiste em posicioná-lo como um tablet, e nesse quesito não interessa se ele calcula órbitas baixas de satélites e faz café ao mesmo tempo, pois o iPad é imbatível. E isso leva a saias justas como aconteceu na CNN nesta semana.

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