Smartphone Motorola RAZR XT910 – [Análise]
Alguém precisava trazer um concorrente à altura para o Samsung Galaxy S II, que estava reinando por muito tempo no país dos Androids. E a Motorola acertou em cheio com o RAZR XT910, que traz características muito semelhantes – quando não idênticas – ao bambambam da Samsung. Um aparelho parrudo para entretenimento e para quem procura aparelhos de alta qualidade.
Design
Ele é no mínimo diferente. Quando pegamos ele nas mãos, logo o consideramos desengonçado. Não que ele seja feio, mas sua tela grande e a pequena espessura o deixam parecendo uma fina placa enorme para ser colocada na orelha. Ele parece, na verdade, um mini Xoom 2.
A frente é toda tomada por vidro chanfrado, e não há nenhum botão físico, sendo que todos os botões padrão do sistema são de toque, e só aparecem quando se interage com o aparelho. O formato dele é quase um retângulo, com as bordas ligeiramente “apertadas”. Ele é leve, apenas 127 gramas, e tem proteção contra água, mas apenas “splashes”.
Tablet Asus Eee Pad Slider SL101 – [Análise]
Esse ano foi o ano de navegarmos em uma opção enorme de tablets. O Eee Pad Slider chegou como uma aposta da Asus nesse mercado, oferecendo preços (um pouco mais) baixos e também a opção de um teclado físico, para diferenciá-lo do mesmo sistema Android de todas os outros.
Design
Entre a atual mesmice dos tablets com Android, é no design que o Slider se sobressai. Para aqueles que reclamavam do teclado na tela de toque, o slider funciona como um celular com teclado QWERTY, já que também possui um. Basta empurrar a tela que ele se arma em um esquema tela/teclado, apresentando um pequeno mas completo teclado físico, ideal para escrever grandes textos. Por causa disso, acaba sendo muito pesado, com quase um quilo, perdendo um pouco de sua portabilidade.
No visual em geral ele também tenta se diferenciar. Assim como seu irmão Transformer, ele é da cor marrom acobreado, dando um ar bem elegante, exceto pela faixa prateada brilhante e fosca e pela espessura, que é de 1,7 centímetros. As bordas prateadas e a traseira são emborrachadas. Suas laterais são arredondadas, tirando um pouco o aspecto quadrado que o deixaria parecido com outros modelos de tablets.
Quanto a entradas e botões, temos muitos. Em cima fica a conexão de tablets, utilizada para recarga e para a conexão de acessórios, juntamente com uma HDMI e a entrada para abrir o teclado. Abaixo fica uma grande saída para som externo. No lado esquerdo encontramos a entrada para cartões microSD, o botão reset, volume, energia e microfone. Na direita ficam a conexão USB convencional e a entrada para fones. Atrás ficam apenas os pezinhos de borracha e a câmera e na frente, junto à tela, ficam o sensor de luz e a câmera frontal.
Tela
O ânuglo da tela quando aberta com o teclado é muito bom, não machuca o pescoço. A tela dele é bem semelhante a todas os outros, uma tela de LED multitouch com 10.1 polegadas, trazendo definição de 1280 x 800 pixels. Ele também tem tecnologia IPS para um ângulo de visão de até 178º sem perda de qualidade e gorilla glass, tecnologia que previne riscos.
No geral, é uma tela bem luminosa e grande, ótima para assistir a vídeos ou trabalhar. Não é muito boa para leitura, como veremos mais a seguir.
App Store fatura 6x mais que Android Market. Motivo?
Em diversos artigos, como esse aqui da Reuters, fala-se do sucesso de vendas de celulares/smartphones com Android em comparação com o iPhone. É um pouco óbvio que isso aconteça, considerando que até minha tia fabrica celular com Android. Quando você tem todo o resto do mundo concorrendo com uma única empresa, se você não for a Microsoft é pouco provável que ao menos em números você fique em primeiro lugar. No caso de iPods/iPhones/iPads x Celulares/Smartphones/Tablets Android a briga numérica é injusta e desnecessária. É como colocar a torcida do Corinthians pra brigar com a da Portuguesa.
A Apple não está preocupada em vender mais dispositivos que o Android. O iPhone, iPod Touch e o iPad são caros o bastante pra restringir o seu acesso, enquanto há smartphones e tablets com Android a preço de Bala Juquinha. Um usuário dono de um iPhone 3GS continua consumindo apps e gerando receita. Já no Android a coisa muda um pouco de figura. O que pode explicar tamanha discrepância entre as duas lojas on-line para as plataformas concorrentes? Fazendo uma pesquisa rápida, as explicações mais recorrentes foram:
- Alto índice de pirataria no Market;
- Preços muito caros das apps na App Store (juro);
- Celulares low-end com Android não suportam apps;
- Preço muito baixo ou gratuito das apps no Android Market;
Me parece bem pouco provável que a pirataria sozinha pudesse justificar uma diferença tão grande no faturamento (pesquisa feita com as 200 apps mais rentáveis). Como se sabe também é perfeitamente possível piratear no iOS. Com relação ao preço das apps, observando este outro artigo que possui uma série de métricas, nota-se que o preço médio da app na App Store é de US$1,98. Convertendo em reais isso dá exatamente 1 toddynho e meio. E desconsiderei totalmente o fato de que não se deve converter moeda pra esse tipo de conta, a não ser que os americanos estejam recebendo salário em reais e não fiquei sabendo.
Não é muito sábio enfiar Android em qualquer cacareco eletrônico que faz e recebe chamadas e se gabar das vendas se esses celulares de baixo custo não permitem o consumo de apps. Quem consome apps está constantemente instalando coisas novas. Quem compra um celular barato além de não consumir apps naturalmente não vai trocar de celular de 6 em 6 meses para assim gerar uma nova receita. A possível receita com apps que não existe pelo último argumento, de que as apps do Market são muito baratas ou de graça também é furada. Alguns dos jogos mais rentáveis da App Store como Cut The Rope custam estritamente a mesma coisa na App Store e no Android Market.
Considerando tudo isso fica a pergunta: o Google está fazendo algo errado ou donos de Smartphones Android são mãos-de-vaca?
iPhone 4S Eike Batista Edition
Agora que o iPhone 4S chegou oficialmente ao Brasil, podemos analisar com calma quais os impactos de tudo isso no mercado nacional. Sempre que um produto da Apple é lançado aqui a euforia, ou falta dela é a mesma. Basicamente quem tem o dinheiro pra comprar fica no meio. Nenhuma empolgação exacerbada, tampouco frustração com o preço. Os que não tem o dinheiro pra comprar começam a discursar e ridicularizar quem pega fila só pra ter o iPhone 4S “antes de todo mundo” (aspas, afinal o telefone já foi lançado há 2 meses nos EUA e o que mais tem por aí é iPhone importado). E os que quase tem dinheiro pra comprar, ou seja, aquele grupo de consumidores que vai dividir o iPhone em 12x, ou negociar (leia-se chorar as pitangas) num plano com a operadora fica revoltado com o país, em como a carga tributária é absurda ou em como a Apple é malvada por cobrar tão caro pelo iPhone.
[Análise] Tablet Positivo Ypy 7″ Wi-Fi
Ao pegar a Ypy para testes, tive a oportunidade de conversar com representantes da Positivo para saber mais sobre a primeira tablet brasileira – Ypy, em tupi-guarani, quer dizer primeiro. Eles me explicaram que todas as decisões tomadas a respeito dela passaram por uma série de pesquisas, e que tudo foi planejado para o brasileiro que não entende muito de tecnologia mas que quer ter uma tablet. Ao longo do texto explico melhor algumas dessas decisões.
Design
O visual da Ypy não é dos mais caprichados. Ela parece um pouco “grosseira”, com arestas largas e detalhes bem aparentes. Isso não prejudica de forma alguma seu desempenho, mas ainda assim, ele comparado ao Galaxy Tab 10.1 da Samsung é até estranho. Talvez essa carcaça menos frágil tenha como propósito justamente a resistência, para que o produto dure mais.
[Análise] Motorola Milestone 3
A linha Milestone faz sucesso no mundo todo. O design quadradão, acompanhado de um teclado QWERTY físico e alto desempenho fazem com que a Motorola sempre renove seu aparelho mais querido, acompanhado de um sistema renovado e muita tradição.
Design
Não há como saber como isso é feito, mas a Motorola tem o dom de sempre melhorar o design quadradão e tradicional da linha Milestone. Agora ele está mais moderno, e o tom azulado da segunda versão se transformou em um prateado escuro, muito sóbrio. A tela é mais larga e por isso o Milestone 3 é menos esticado. Os cantos ainda são arredondados, mas está tudo mais sólido, puxando mais para os ângulos do iPhone 4.






