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Por que eu troquei meu Magic Mouse da Apple por um Logitech m570?

Por em 10 de julho de 2015 - 144 Comentários

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Depois de muita raiva e dores no braço usando um Magic Mouse da Apple por vários meses, resolvi que minha dignidade vale mais que um logotipo da maçã e passei a testar outros mouses, de outros fabricantes, pra tentar achar algum que se encaixe mais com o que eu faço. E foi justamente o encaixe (ui) que fez com que o Logitech m570 se destacasse e fosse escolhido. Mas vamos por partes…

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Review: Novo Moto E, o smartphone sem público definido

Por em 13 de abril de 2015 - 20 Comentários

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A Motorola até então havia dedicado seus dispositivos mobile a perfis de consumidores bem distintos. O Moto X, tanto em sua primeira quanto na segunda versão é voltado ao usuário premium, o Moto G de primeira e segunda geração são destinados ao mercado intermediário e o Moto Maxx por sua vez é um produto para o hard user.

O Moto E era a opção barata, um aparelho criado para concorrer com os Androids de entrada (principalmente os da Samsung). Só que sua mais nova versão traz um pequeno problema de identidade: ele foi atualizado, o que é bom para todo mundo, mas as inúmeras novidades e recursos que ele traz hoje fizeram seu preço dar um salto nada modesto, o fazendo ser bem mais caro do que um low-end típico.

Por isso surge a dúvida: para quem o Novo Moto E é uma boa pedida?

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Resenha: SanDisk Ultra Dual USB Drive 3.0, um pendrive para dispositivos Android

Por em 10 de abril de 2015 - 24 Comentários

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Meu primeiro smartphone Android foi uma bela porcaria, um LG p500 de míseros 170 MB de memória interna. Tudo bem que eu vim de um feature phone Nokia que aguentou o tranco desde 2007 (detalhe: ambos ainda funcionam) mas mesmo em 2011, ter um dispositivo mobile com tão pouca memória era um desafio e tanto, eu tinha que selecionar a dedo quais apps eu iria instalar. E jogá-los para o cartão não era uma opção muito boa.

Hoje os tempos são outros. Eu possuo um monstrinho de bolso com 64 GB de espaço, mas memória nunca é demais. Nem todo mundo pode contar com um SSD externo de 1 TB, mas um pendrive de 32 ou 64 GB não é mais nenhuma fortuna hoje em dia. E o Ultra Dual USB Drive 3.0 da SanDisk ainda traz a vantagem de poder ser utilizado junto com seu Android.

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[Review] iPhone 6 Plus é perfeito para mim, mas não é um smartphone para todos

Por em 25 de março de 2015 - 147 Comentários

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O iPhone 6 Plus é um smartphone com tela gigantesca de 5,5 polegadas, mas é tão fino e leve que não incomoda. Por dentro, o iPhone 6 Plus é equipado com o processador A8, a segunda geração de processadores de 64 bits mobile da Apple, e tem o apoio do coprocessador de movimento M8. Não gosto de fazer um review com pouco tempo de uso, procuro usar o aparelho pelo menos por um mês antes de escrever o texto, mas neste caso foram vários, então aproveito para pedir desculpas pela demora na entrega do post.

Como geralmente acontece com produtos da Apple, não basta simplesmente compararmos as especificações com seus concorrentes, e sim a experiência de uso, e no caso do iPhone 6 Plus, a minha foi excelente. Embora não seja um aparelho para todos, graças ao seu tamanho e preço, o iPhone 6 Plus é perfeito para o meu gosto pessoal. Desde 2007, eu tive todos os modelos de iPhone já lançados, e este é o melhor de todos eles, superando até mesmo o iPhone 6 nos quesitos tela, bateria e estabilização de imagens na câmera. Testei ele por vários meses em todas as situações, com uso constante no dia a dia, e posso dizer sem qualquer exagero que ele é o melhor smartphone que eu já usei, pelo menos até hoje.

O iPhone 6 Plus pesa 172 gramas, mas sinceramente na mão parece até leve, levando se em conta seu considerável tamanho (158,1 mm × 77,8 mm). Ele também é bem fino, com espessura de 7,1 mm. Na lateral esquerda, os botões de volume e o botão de silenciar o volume ou trocar a opção de rotação da tela. Na lateral direita, o slot do nano-SIM e o novo botão de ligar, que saiu do topo por uma questão de necessidade, já que seria impossível de alcançar com uma só mão.

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Em termos de design, não tem nem o que dizer, as bordas arredondadas e o vidro que se integra na lateral tornam o iPhone 6 Plus confortável de usar, mesmo sendo na prática uma peça finíssima de metal, algo essencial para um aparelho que você mais vai usar durante o dia. O único porém é a câmera que se sobressai, mas isto não chega a incomodar e, além de ter um precedente na Apple com o iPod Touch, também é o caso de vários concorrentes. Como eu não recomendo que você ande com um smartphone tão caro sem estar devidamente protegido por um case, esta diferença na espessura deixa de ser uma questão. Mesmo que prefira usar o aparelho sem case, a câmera é protegida por safira, então você pode ficar tranquilo que ela não irá arranhar, pelo menos não em condições normais de uso.

Depois que você se acostuma a usar um aparelho tão grande, até a tela de 4,7 polegadas do iPhone 6 se torna pequena. A tela de 4 polegadas do iPhone 5s então, nem se fala, e a minúscula tela de 3,5″ do iPhone 4 parece de brinquedo. Pra quem gosta de espaço como eu, não é sacrifício nenhum usar uma tela tão grande, muito pelo contrário, mas o iPhone 6 Plus não é para qualquer um, e muitos usuários já vão ficar plenamente satisfeitos com a tela do iPhone 6. Dito isto, ele tem suas vantagens. Com o iPhone 6 Plus, você pode girar a home para usar o smartphone sempre na horizontal, se assim preferir, e vários aplicativos já estão otimizados para melhor aproveitar todo o espaço disponível.

Como citei no começo do texto, outra grande diferença entre o iPhone 6 e o 6 Plus é a estabilização óptica de imagens. A câmera do iPhone 6 Plus usa o processador A8, o coprocessador M8 e o giroscópio para tirar fotos de ótima qualidade, mesmo em condições de baixa luminosidade. Se você preferir usar o flash, ele tem tecnologia True Tone, assim as fotos ficam com cores mais naturais.

A câmera de 8 megapixels tem lente de 5 elementos com abertura ƒ/2,2 e grava vídeos em Full HD em 30 ou 60 frames por segundo, em câmera lenta com 120 ou até 240 frames por segundo, além de fazer timelapses e panoramas com até 43 megapixels. O 6 Plus também conta com câmera frontal HD de 1,2 megapixels com abertura ƒ/2,2.

Se você pensa em comprar o iPhone 6 Plus, vale destacar que é impossível usar o aparelho com uma só mão sem ter que apelar para o recurso que a Apple chama de “alcançabilidade”, ou “reachability”. Esta “alcançabilidade” traz o conteúdo para perto dos dedos com dois toques no botão home, algo que depois que você se acostuma, é difícil viver sem, e que torna o 6 Plus mais fácil de usar do que aparelhos com telas menores, mas também grandes demais para serem usados com uma só mão.

Quem sabe em uma próxima versão, o conceito possa ser melhorado para que você possa incluir alguns apps que usa no dia a dia, permitindo que você navegue pela tela em destaque, ou quem sabe até possa rodar outro aplicativo no espaço que fica sobrando, mas por enquanto ele já é suficiente para você clicar no botão de enviar um tweet ou post no Facebook, por exemplo, e faz a diferença na prática.

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Análise: ASUS Zenbook UX301, o ultrabook para quem tem bala na agulha

Por em 13 de janeiro de 2015 - 23 Comentários

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A ASUS não deve conhecer minha fama: sou extremamente estabanado, do tipo que sai dando trombadas em tudo (até em mim mesmo). Isso ou não mandariam esse produto para que eu o testasse. O Zenbook UX301 é incrível, um ultrabook pra lá de parrudo, leve, bonito e que dá conta do recado em qualquer situação.

O único porém é o preço: 11 mil reais. Agora imaginem se eu tivesse danificado o bichinho, o que não ocorreu.

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Review: ASUS Zenfone 6, o foblet que é quase um tablet

Por em 11 de dezembro de 2014 - 19 Comentários

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A chegada da ASUS no mercado brasileiro de smartphones teve bastante pompa e circunstância. A linha Zenfone desembarcou com preços agressivos e hardware decente, sendo seus modelos equipados com processadores Intel. O Zenfone 5 foi o primeiro disponibilizado por aqui, e antes do Natal a ASUS disponibiliza o Zenfone 6, um foblet muito próximo de seu irmão menor, mas com alguns atrativos que possam fazer valer a compra.

Após passar duas semanas com esse aparelho, vamos ver onde a ASUS acertou e errou com ele.

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[Hands-on] Primeiras impressões do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus

Por em 15 de novembro de 2014 - 113 Comentários

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A Apple lançou sexta passada no Brasil o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus, seus novos smartphones. Estou testando os dois aparelhos desde quinta-feira, e este texto é para falar sobre as minhas primeiras impressões sobre cada um, mas vocês podem aguardar dois reviews completos, assim que tiver testado eles por mais tempo. A primeira que chama a atenção nos dois é como eles são redondos, e como o iPhone 6 se encaixa bem na mão. A segunda coisa é a espessura, os dois são realmente muito finos, o 6 com apenas 6,9 mm e o iPhone 6 Plus com 7,1 mm; contra 7,6 mm do iPhone 5s.

O iPhone 6 tem tela de 4,7 polegadas que é bem maior do que a do iPhone 5s, mas nada que se compare aos 5,5 do modelo maior, que realmente parece um pequeno tablet. Olhando os dois lado a lado, todas as atenções se voltam para a imensa tela do 6 Plus. A resolução da tela do iPhone 6 Plus é Full HD, e apesar da concorrência já ter telas com resolução Quad HD, na prática isto não faz diferença. Já testei o LG G3, e posso dizer que a tela do iPhone não faz feio na comparação.

Se levarmos em conta o tamanho das telas, os novos iPhones são relativamente leves, o iPhone 6 pesa 129 gramas, enquanto o iPhone 6 Plus, 172 gramas. Como o 6 Plus é maior e mais pesado, e tem uma superfície reta e lisa de alumínio, é preciso ter cuidado e atenção para (horror dos horrores) não derrubá-lo no chão. O uso de uma capa é altamente recomendável nos dois aparelhos, mas no maior é quase uma necessidade.

Indo direto ao ponto, se você está disposto a comprar um iPhone, qual dos dois deve escolher? Bem, isto depende do seu gosto pessoal. Eu gostei muito dos dois smartphones, mas ando numa fase de telas grandes, então realmente aprecio todo o potencial de espaço que o 6 Plus oferece, além da possibilidade de usar apps adaptados para o uso na horizontal, como acontece com os iPads. Também é impossível não pensar em como seria um iPhone intermediário, com digamos 5 ou até 5,2 polegadas; como o Moto X modelo 2014. Outra razão para a minha preferência pessoal é a câmera.

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