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[Hands-on] Primeiras impressões do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus

Por em 15 de novembro de 2014

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A Apple lançou sexta passada no Brasil o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus, seus novos smartphones. Estou testando os dois aparelhos desde quinta-feira, e este texto é para falar sobre as minhas primeiras impressões sobre cada um, mas vocês podem aguardar dois reviews completos, assim que tiver testado eles por mais tempo. A primeira que chama a atenção nos dois é como eles são redondos, e como o iPhone 6 se encaixa bem na mão. A segunda coisa é a espessura, os dois são realmente muito finos, o 6 com apenas 6,9 mm e o iPhone 6 Plus com 7,1 mm; contra 7,6 mm do iPhone 5s.

O iPhone 6 tem tela de 4,7 polegadas que é bem maior do que a do iPhone 5s, mas nada que se compare aos 5,5 do modelo maior, que realmente parece um pequeno tablet. Olhando os dois lado a lado, todas as atenções se voltam para a imensa tela do 6 Plus. A resolução da tela do iPhone 6 Plus é Full HD, e apesar da concorrência já ter telas com resolução Quad HD, na prática isto não faz diferença. Já testei o LG G3, e posso dizer que a tela do iPhone não faz feio na comparação.

Se levarmos em conta o tamanho das telas, os novos iPhones são relativamente leves, o iPhone 6 pesa 129 gramas, enquanto o iPhone 6 Plus, 172 gramas. Como o 6 Plus é maior e mais pesado, e tem uma superfície reta e lisa de alumínio, é preciso ter cuidado e atenção para (horror dos horrores) não derrubá-lo no chão. O uso de uma capa é altamente recomendável nos dois aparelhos, mas no maior é quase uma necessidade.

Indo direto ao ponto, se você está disposto a comprar um iPhone, qual dos dois deve escolher? Bem, isto depende do seu gosto pessoal. Eu gostei muito dos dois smartphones, mas ando numa fase de telas grandes, então realmente aprecio todo o potencial de espaço que o 6 Plus oferece, além da possibilidade de usar apps adaptados para o uso na horizontal, como acontece com os iPads. Também é impossível não pensar em como seria um iPhone intermediário, com digamos 5 ou até 5,2 polegadas; como o Moto X modelo 2014. Outra razão para a minha preferência pessoal é a câmera.

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Review: iPad Mini 2, será que ainda vale a pena comprar?

Por em 3 de novembro de 2014

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O iPad Mini 3 já foi anunciado pela Apple, mas trouxe poucas diferenças em relação ao iPad Mini 2, modelo do ano passado e que ainda segue a venda no Brasil. Testei o iPad Mini 2 na versão preta por mais de um mês no dia a dia, deixando o iPad Air totalmente de lado, e este post vai mostrar as minhas impressões sobre o aparelho, e tentar responder a pergunta, vale a pena comprar o iPad Mini 2 agora, ou é melhor esperar pelo novo modelo com Touch ID ou até mesmo pelo novo iPhone 6 Plus, que já é praticamente um tablet?

A resposta é simples, mas depende do caso. Se você não aguenta esperar, vá em frente, mas é provável que ele baixe de preço com o lançamento do novo iPad Mini 3. O Mini 2 não tem Touch ID, mas fora isto é absolutamente idêntico ao novo modelo, a não ser por não ter uma versão com acabamento dourado e 128 GB de capacidade. Seu processador A7 dual-core (1,3 GHz) de 64 bits dá conta do recado e funciona muito bem inclusive com o novo iOS 8.1, lançado dia 20/10 pela Apple. Se você está acostumado com o Mini original, a diferença com processador A7 e o processador M7 é realmente bem grande.

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Desde a sua primeira versão, o iPad Mini é um ótimo companheiro para viagens, e também para andar na mochila ou até mesmo no bolso de trás, algo que não recomendamos para não causar acidentes. O Mini 2 tem exatamente com o mesmo formato da primeira versão, mas é um pouco mais pesado com 23 ou 29 gramas a mais nas versões Wi-Fi e 4G. Ele também é um pouco menos fino que o original, com 7,5 mm de espessura contra 7,2 mm; mas isto é compensado e muito pela tela Retina. Com a mesma resolução do iPad Air em 7,9 polegadas, a tela oferece a melhor taxa de densidade de toda a linha iPad, com 326 pixels por polegada, e é a grande vantagem do Mini 2 em relação ao modelo original, pois ela é perfeita para ler textos, ver fotos e navegar pela web. Quando você olha de longe, a tela Retina pode até não fazer muita diferença, mas de perto é outra história, além das cores serem mais nítidas e fiéis do que as do Mini original.

O grande trunfo da linha iPad é a App Store, e suas opções de aplicativos de alto nível criados especialmente para tablets. Eu poderia citar uma infinidade de aplicativos que uso no dia a dia, mas vou ficar com o mais importante deles, o app Notability, eu gravo palestras e apresentações fazendo anotações em palavras chave, e posso ouvir tudo depois, ou apenas as frases que realmente quero usar no texto. Qualquer dono de iPad certamente teria uma resposta diferente, mas garanto que seria algum aplicativo tão interessante ou útil quanto este. Outra razão para optar pela Apple são os programas iWork e que merecem aplausos, especialmente o iMovie, Garage Band e o Keynote.

Com o iPad Mini 2, jogar é uma diversão, já que a tela e o processador fazem bonito até com os jogos mais recentes, e ele é bem mais leve que o iPad Air. Para filmes e séries, o formato 4:3 não ajuda muito, mas como a tela tem resolução suficiente para ficar bem perto dos olhos, dá pra assistir muito bem.

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Review: LG G3, o smart com uma tela que é um desbunde

Por em 17 de outubro de 2014

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O LG G3 chegou ao mercado com a promessa de pelo segundo ano consecutivo, superar todos os seus concorrentes top de linha e se posicionar como o mais moderno smartphone disponível. Após duas semanas de testes com ele, venho aqui e digo o seguinte: eles conseguiram. O aparelho realmente é incrível (com alguns probleminhas), e aqui estão nossas impressões.

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Ocenaudio: um editor de arquivos de áudio gratuito, rápido, simplificado e feito no Brasil

Por em 2 de agosto de 2014

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Se você está procurando um editor de áudio leve, rápido, que funcione no Windows, no Mac ou até mesmo no Linux, e tá cansado da interface estranha do Audacity, eu te apresento o ocenaudio.

Não é Ocean Audio. Não é Ocê Naldo. É ocenaudio. E ele foi feito no Brasil.

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Esperando tempo demais em um restaurante? A culpa pode ser sua!

Por em 24 de julho de 2014

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Calma, eu não estou acusando ninguém e nem dizendo que você é culpado por todas as vezes pelas quais você já teve que esperar para ser atendido em um estabelecimento assim, mas você pode estar contribuindo para eventuais atrasos. E explico.

Um restaurante de Nova Iorque, funcionando há mais de 10 anos, estava recebendo várias reclamações em sites de avaliações à respeito da demora no atendimento e do tempo necessário para se conseguir uma mesa.

Mesmo com mais pessoas na equipe e mesmo com um número médio de clientes estável há anos, tudo parecia mais lento no serviço, portanto algo estava muito estranho nessa equação.

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China abre mercado de videogames e faz a Nintendo valer mais que a Sony

Por em 9 de janeiro de 2014

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Nesta terça-feira, o governo chinês suspendeu o banimento dos videogames estrangeiros, medida adotada há 14 anos para evitar que os jovens chineses desperdiçassem suas vidas jogando. Uma medida aparentemente em vão pois o mercado cinza continuou abastecendo a China com o contrabando dos consoles da Sony, Microsoft e Nintendo.

Muito provavelmente graças à tal banimento, dois terços do mercado chinês de jogos (avaliado por volta dos US$ 13 bilhões) foram dominados pelos PCs e, muito provavelmente, a outra boa parte do terço oficial restante foi dominada pelos smartphones e tablets Xing-Ling.

O governo chinês permitirá que empresas estrangeiras fabriquem consoles na zona franca de Xangai e os vendam no país após passar pela inspeção do órgão estatal, que seria equivalente ao nosso Ministério da Cultura: os jogos vendidos não podem ter conteúdo subversivo tipo “libertem o Tibet” ou menção à praça Tiananmen‎.

Lembrando que os jogos mais populares na China são no modelo free-to-play (aka freemium) e a renda mensal de 70% da população é menor que 4.000 yuan (US$ 660), o tio Laguna fica a imaginar o desafio que será para as principais hardwarehouses tentarem convencer pelo marketing toda uma geração de jogadores que cresceram sem pagar 50, 60 dólares por um jogo de PlayStation, XBox ou Wii. E isso tudo supondo que os potenciais gamers chineses não farão uso de consoles modificados para rodar jogos piratas, prática que é absolutamente normal no Brasil.
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O dia em que investidores norte-americanos kibaram hackers brasileiros

Por em 5 de outubro de 2013

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Não que tenha ofuscado o pessoal na rua com máscara de Guy Fawkes, mas um dos grandes momentos Vergonha Alheia da juventude brasileira em 2013 foi quando hackers script kiddies, defendendo o nerd fofoqueiro Edward Snowden invadiram a NASA, deixando uma mensagem de protesto. Seria válido, se a agência do governo responsável pela espionagem não fosse a NSA.

Agora nossos amigos imperialistas ianques capitalistas mostram que conseguem nos superar até em antices como essa dos tais hackers brasileiros. O Twitter, como você sabe, abriu o capital, começará a vender ações na bolsa de valores. Investidores estão se estapeando, pois embora a empresa esteja no vermelho e tenha uma receita pífia. US$ 316,9 M em 2012, está avaliada em mais de US$ 1 bi, é o futuro, bla bla bla, e renderá uma boa grana.

Quando começarem a ser vendidas, as ações do Twitter usarão o símbolo TWTR. Isso ainda não aconteceu, há toda uma burocracia envolvida, o que não impediu gente burra metida a esperta de sair comprando papéis da empresa.

Só que da empresa errada. No caso, a TWEETER.

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