AMD espera que as APUs (inclusive as da Intel) matem o mais lucrativo mercado de placas de vídeo da nVidia?
No mercado de processadores gráficos dedicados, a fatia de mercado com maior volume de vendas é, de longe, o segmento de entrada (low-end): a maioria dos consumidores compravam placa de vídeo apenas para que a tela utilizada (TV, monitor, etc…) exibisse o que o computador estava a fazer, não necessariamente jogos.
Muitas placas-mãe traziam uma IGP bem simplória que compartilhava os canais de dados da memória principal e tais processadores gráficos low-end obtinham desempenho sofrível perante uma placa de vídeo qualquer.
Não raro o pessoal comprava uma humilde placa de vídeo com Radeon 9250/X300 ou GeForce 5200/6200 da vida só para poder desativar a IGP (no caso da Intel, as GMAs sempre foram desprezadas) e utilizar a memória do processador central a 100 %. ![]()
Houve uma época em que podíamos colocar as IGPs como o nível mais baixo do processamento gráfico via hardware… Entretanto, após a aquisição da ATi pela AMD, a Intel investiu pesado em seus processadores gráficos e, embora não tenha lançado quaisquer modelos comerciais de GPUs dedicadas em placas de vídeo, conseguiu a primazia de unir o processador central ao processador gráfico.
Num primeiro momento, tal união era realizada colocando-se os dois chips num mesmo encapsulamento. Logo depois vieram as primeiras APUs propriamente ditas da Intel, que juntavam CPU e GPU numa mesma pastilha de silício. Embora mais fraca economicamente, a AMD não ficou muito para trás e acabou por colocar suas primeiras APUs, tanto no mercado mobile quanto nos desktops. Continue lendo »
Motorola Xoom atinge número impressionante de vendas
“Bonito”, diriam os acionistas da Motorola. Só que “Bonito” do mesmo jeito que sua mão falava quando você desmontava o gato e puxava o rabo do videocassete. Saíram os números de venda do último trimestre, e a situação do iPad Killer Com Flash é impressionante. No sentido usado para descrever aviões com árabes malucos se chocando contra torres.
Mesmo com um desconto caprichado, cortando o preço do Xoom de US$800 para US$500 a Motorola só conseguiu desencalhar 440 mil unidades. PIOR, foram unidades entregues para os pontos de venda, não as unidades efetivamente compradas, muito menos as compradas e devolvidas, na faixa de 7%.
Comparar com o iPad e suas 9.250.000 unidades vendidas no mesmo período, com taxa de devolução de 2% seria covardia no nível de uma briga Snarf vs Galactus, mas mesmo entre tablets Android o Xoom passa vergonha. A Samsung depois de ensaiar com o Celulão que era o primeiro Galaxy Tab, acertou a mão com o de 10 polegadas, e se não oferece a experiência de uso uniforme e sem sobressaltos do iPad, nem de longe é frustrante como o Xoom.
a boa notícia é que a Foxconn não irá mais maltratar os novos funcionários. A má é que serão todos robôs
Depois que a mídia histérica resolveu transformar a Foxconn em uma espécie de tecelagem inglesa da aurora da Revolução Industrial, e criou a falsa histeria de suicídios na empresa (quando na verdade a média da Foxconn é metade da taxa de suicídios normal na China) eles viraram alvo.
Há algumas opções que a empresa pode tomar para gerir seus empregados segundo os padrões ocidentais, mas nenhuma delas consegue manter o preço dos produtos tão baixo quanto nós gostamos de pagar, e ninguém quer um iphone custando 60% mais caro.
A solução da Foxconn foi se livrar do problema, no melhor estilo Mr Burns: Livrando-se dos empregados.
A empresa hoje tem 1,7 milhão de funcionários e 10 mil robôs. Agora decidiram que em 3 anos terão 1 milhão de robôs.
Como um robô faz o trabalho de vários homens (principalmente se for o Jude Law) esse exército digno do Império Cilônio não se justifica, a menos que venham para principalmente substituir mão-de-obra humana.
Parabéns aos envolvidos, agora o pessoal que ganhava bem pros padrões de funcionários chineses vai passar a ostentar toda a dignidade de desempregados, enquanto continuamos comprando nossos iPhones, feitos pelos nossos Futuros Mestres, e acreditando que as fábricas do Ocidente são todas iguais a do Willy Wonka.
Homenagens lucrativas ou ações comerciais de mau gosto?

Tweet indecoroso?
Tão certo quanto uma mega-reportagem no Fantástico sobre a vida e a obra de uma celebridade que morre, são as ações comerciais que se aproveitam do acontecimento visando lucro.
No último sábado a cantora inglesa Amy Winehouse foi encontrada sem vida em seu apartamento, na cidade de Londres. A partida precoce da moça ecoou no mundo inteiro, a mega-reportagem foi ao ar ontem e, claro, muita gente tenta faturar em cima do legado da cantora.
Alguém faça o favor de avisar a Capcom que não estamos mais em 1991…
No começo da década de 1990, a Capcom era “a” desenvolvedora de games. Seu Street Fighter II lotava casas de jogos e, quando foi lançado para Super Nintendo, fez muita, mas muita gente mesmo comprar o console só para ter o jogo em casa.
Naquela época não existiam muitas das facilidades de hoje, mas uma coisa já era presente: a pirataria. Não demorou muito e começaram a surgir variações não autorizadas de Street Fighter II, os famosos “Street Fighter de rodoviária”, com poderes absurdos, como magias durante os saltos, mais velocidade e roupas diferentes.
Não que tenha sido apenas esse o motivo, mas também colaborou para as incontáveis variações oficiais de Street Fighter II. Do original World Warrios à celebração HD Remix, foram sete versões, cada uma delas tratada com pompa de lançamento AAA.
Lenovo apresenta seus tablets: ThinkPad, IdeaPad K1 e P1
Antes tarde do que nunca, a Lenovo anunciou oficialmente seus modelos de estreia no disputado segmento de tablets.
Já era sabido que a fabricante chinesa preparava algo nesse sentido — créditos ao furo para o pessoal do ZTOP! O que não sabíamos é que seriam três tablets numa tacada só! Eles têm algumas diferenças marcantes e focam em públicos diferentes.



