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HP anuncia mega-passaralho, 27 mil demitidos até 2014

Por: em 24/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


passaralhoA HP não vai mal das pernas como um Yahoo da vida, mas está longe de ser saudável. Claro, dado o tamanho da empresa, receita de US$30.7 bilhões no 1o Trimestre de 2012, acima da estimativa dos analistas, de US$29.9 bilhões, a situação não é periclitante, mas a longo prazo a empresa não está se mostrando muito atraente.

A impressão é que a HP quer entrar no “futuro” mas não sabe por onde, e usando de uma estratégia mais apropriada à IBM, decidiu “subornar” esse ingresso, achando que todo problema é solúvel se jogarmos bastante dinheiro nele.

Não funciona assim, como a HP descobriu, depois de comprar a Palm pra nada, lançar smartphones e tablets que ninguém comprou a não ser quando o preço caiu vergonhosamente, e no final das contas foram US$3,3 bilhões torrados no Touchpad.

Sem uma cabeça de ponte no futuro, a HP precisa se reinventar, mas decidiu fazer isso da forma menos criativa possível: Através de cortes de pessoal. Em um comunicado avisam que 27 mil funcionários, 8% dos quadros da empresa irão rodar até o final do ano-fiscal de 2014.

Como sempre acontece os melhores, mais brilhantes e mais empregáveis irão aproveitar os pacotes de demissão incentivada (esqueci o termo em português) e quando os gerentes perceberem estarão presos aos funcionários mais ineptos, incapazes de arrumar emprego em outro canto, que não poderão demitir pois a cota já foi atingida.

O resto do plano de reestruturação é um primor do óbvio: Irão investir em pesquisa e desenvolvimento, marketing e vendas, investirão em soluções de nuvem, virtualização e data mining, além de serviços. Sim, você já viu esse mesmo papo em 5421 outros releases.

A HP quer se reinventar sendo mais do mesmo.

Pelo visto o Mercado não gostou muito.

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Com receita anual de US$127 bilhões, a HP tem lastro de sobra para se reinventar, mas quem vive de louros é empresário dos Paquitos. Não importa o tamanho da sua montanha de dinheiro, se você ficar sentado nela sem fazer nada, em algum momento acaba. RIM que o diga.

Fonte: ATD

RIAA surta completamente, encarna Dr Evil e pede US$72 TRILHÕES de indenização


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A única função real da RIAA – Recording Industry Association of America é fazer com que o ECAD, Hitler, o Imperador Palpatine e o Capitão Gancho, que perseguia os Brasinhas do Espaço não pareçam tão ruins em comparação.

A entidade (e-hê) representa uma indústria falida que come na mão da Apple e da Amazon, mas insiste em viver no século passado, um mundo de jabá, Restarts, Milli-Vanillis e outras porcarias pré-fabricadas. Em suas táticas terroristas a RIAA resolveu ir atrás de indivíduos. Alguns casos:

Fred Lawrence – Processado pela MPAA (a RIAA de Hollywood) por pirataria. O neto de 12 anos baixou QUATRO filmes (3 dos quais eles tinham em DVD). A MPAA exigiu US$4 mil de indenização. O coroa achou um absurdo. Corrigiram para US$600 mil.

Sarah Ward – Professora aposentada de 66 anos, acusada de baixar milhares de músicas via Kazaa, em especial Snopp Dogg. Só que ela era usuária de um Mac antigo, Kazaa só existia pra Windows. Não que a RIAA, os juízes ou alguém se importasse.

Gertrude Walton – Outra das avós que a RIAA ama perseguir. Essa tinha 83 anos, processada em 2005 por baixar 700 músicas. Só não deu muito certo por dois atenuantes menores: Gertrudes não tinha um computador, e estava morta desde 2004.

A lista segue adiante, mas com este caso a RIAA se superou. Processando o LimeWire, aquele site/serviço P2P que nem usuários do eDonkey usavam, resolveram extrapolar o valor aleatório e irreal dos “danos” causados pela pirataria, provavelmente argumentando que toda entidade sensiente da galáxia iria eventualmente comprar 10 CDs do Justin Bieber,

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IBM repete 2001 e declara ter medo da Siri

Por: em 23/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


ibm2001

Nas primeiras versões do roteiro do clássico de Stanley Kubrick e Arthur Clarke, 2001 – Uma Odisséia no Espaço o computador inteligente HAL9000 se chamava Athena e era uma criação da IBM.

Fazia sentido. Na época –1968- não havia Apple, Microsoft, Sun. A IBM era “A” referência em computadores. Não era sequer merchandising, a associação de HAL com a empresa era algo natural.

Natural e desejado, afinal o computador que até hoje, mais de 40 anos depois continua sendo sinônimo de inteligência artificial, o computador que definiu como todos os outros iriam se comportar, o computador que é a meta de todo pesquisador de inteligência artificial. Ser associado ao HAL9000 é algo que todo fabricante de computadores gostaria, certo?

Errado. Os GÊNIOS de marketing da IBM entenderam que o HAL era o vilão de 2001 e não acharam bom associar a IBM com um computador maléfico. Todas as referências à empresa foram removidas (exceto em uma cena, onde a logo aparece no painel do ônibus espacial Orion) e o computador mudou de nome.

Arthur Clarke jurou até o dia de sua morte que HAL vem de Heuristic ALgorithm, e não por ser “um passo adiante da IBM”. Nós, fãs, fingimos que acreditamos.

Agora a IBM demonstra que sua fobia de sistemas inteligentes continua firme e forte. A prórpia CIO da empresa, Jeanette Horan, confirmou que Siri está banida em todas as redes internas.

A justificativa é que as informações pesquisadas são enviadas para a Apple, que não diz quanto tempo elas permanecem em seus servidores, e os funcionários da IBM poderiam pesquisar termos e frases sigilosos e/ou estratégicos, aos quais a Apple teria acesso.

Isso mesmo. Acham que a Apple vai monitorar as consultas Siri vindas das IBM, e deduzir projetos secretos a partir do que os funcionários pesquisam.

Curioso é que não falaram em banir o Google, Gmail, Hotmail, incredimail, Wolfram Alpha, Bing e trocentos milhares de serviços que recebem informações pesquisadas e as guardam (ou não) por tempo indeterminado.

Mesmo descontando a acusação séria e leviana de que a Apple monitoraria a empresa, banir o acesso à Siri só serve para demonstrar uma falta de disciplina e treinamento entre os funcionários da IBM, que aparentemente dariam com a língua nos dentes.

Fonte: Wired

Windows 8 não parecerá mais penteadeira de dama que troca favores por dinheiro

Por: em 21/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Houve uma época em que era modinha papagaiar desktop. Havia programas que animavam ícones, havia uma maldita ovelhinha que andava pela tela, e nem vou chegar naquele abominável macaco roxo. De olho nesse mercado de gosto questionável a Microsoft lançou o Aero, que encheu a tela de janelas semi-transparentes, efeitos desnecessários e tornou placa 3D algo obrigatório.

O Linux como sempre veio atrás, bateu pé e mostrou que conseguia ser mais brega ainda, com efeitos 3D de troca de desktop, tela dissolvendo e outras baitolagens.

Na prática esses efeitos só eram usados para mostrar que o Linux era superior ao Windows e –no caso dos usuários Windows- para impressionar quem não conhecia o Linux. Em todos esses anos nessa indústria vital em nunca, NUNCA vi ninguém usar Windows+TAB exceto em demonstrações.

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Hoje o foco do Linux mudou de gerenciadores de tela 3D e outras frescuras para usabilidade real, e o Windows 8 segue o mesmo caminho. Segundo os previews liberados por Redmond o Aero MOR-REU, bateu as botas. O foco é o Metro. Nas aplicações com interface tradicional as janelas são muito mais sóbrias, simples e objetivas.

Isso significa que CPU e GPU ficarão liberadas para usos mais nobres, o que será essencial principalmente em tablets, que não tem processamento para esbanjar.

Claro, não imagino que vão abandonar as boas idéias do Aero, como o Aero Snap, mas em uma indústria onde a cada ano as interfaces ficam mais e mais pesadas (oi, KDE!) é um alívio ver alguém focar no conteúdo e na leveza.

Só continuo sem entender como resolverão o Metro em interfaces mouse/teclado.

Fonte: EG

Filho feio não tem pai, mas tem mãe, é a RIM.

Por: em 03/05/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Celular, Indústria


Em um momento vergonha alheia ÉPICO um ônibus com a inscrição WAKE UP (acorde!) parou em frente a uma loja da Apple em Sidney, Austrália. (não, não fica em Wallaby Way, 42)

De dentro saiu um bando de gente fina elegante e sincera, todos de preto, portanto cartazes também com o texto WAKE UP. Com uma animação digna de aspirantes a atrizes trabalhando no Cheeskake Factory os manifestantes ficaram gritando “acordem! acordem!” para dentro da loja da Apple, depois saíram em micro-passeata. Sério, é Vergonha Alheia MASTER, veja o vídeo que um cidadão fez do “evento”:

Ninguém assumiu o “atentado”, mas dada a ficha pregressa, foi-se atrás dos suspeitos habituais, e como a Samsung tem histórico de pagar mico em frente a Apple Stores, alguns sites já foram logo metendo dedo na cara.

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Confirmado: O Futuro Chegou: Planetary Resources fará mineração de asteroides

Por: em 26/04/12 na(s) categoria(s): Ciência, Indústria


Ontem durante a apresentação da Planetary Resources o sentimento no Twitter era de incredulidade. Não pela proposta, mas por estarmos testemunhando uma iniciativa dessas, algo que todo geek sempre entendeu como inevitável mas que precisou de um bando de Tony Starks para agarrar o mundo pelo pescoço e força-lo a aceitar o Futuro.

Arthur Clarke dizia, não com essas palavras, que a exploração comercial do espaço estava presa no paradoxo Tostines: Ninguém explorava por ser muito caro e era muito caro por ninguém explorar. É preciso que alguém com visão de longo, longo alcance, quase no nível da Espada Justiceira para colocar uma quantidade absurda de dinheiro em um plano que levará anos para começar a sonhar em talvez algum dia trazer algum retorno financeiro, mas que pode abrir as portas do Sistema Solar para a Humanidade.

Peter Diamandis e outros investidores têm essa visão. Eles já viabilizaram o Prêmio X, que levou Burt Rutan e Paul Allen a construirem a SpaceShip One, que se tornou a primeira nave privada a chegar no limiar do espaço. Criaram a Space Adventures, levando turistas até a Estação Espacial Internacional e não vamos esquecer de James Cameron, apenas o 3o humano a chegar ao fundo da Fossa das Marianas.

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