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40% dos que jogam games Free-to-Play gastam dinheiro

Por: em 27/04/12 na(s) categoria(s): Indústria, MMO


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O NPD Group realizou uma pesquisa de mercado sobre os hábitos das pessoas que jogam games gratuitos e o resultado serve como uma bela demonstração do porque modelo Free-to-Play tem conquistado tantas desenvolvedoras e feito com que muitos MMOs aumentassem consideravelmente o lucro ao abandonarem a cobrança de mensalidade.

De acordo com o relatório, 40% das pessoas que encaram esse tipo de jogo acabam gastando dinheiro real com eles e são os homens que mais fazem esses investimentos, mesmo com a mulheres sendo as que mais se dedicam aos games gratuitos.

A pesquisa também descobriu que normalmente essas compras são feitas dentro de um mês após a pessoa ter começado a jogar. Isso não significa no entanto que esses jogadores desistem rápido dos games, já que a taxa de permanência é muito grande, ficando na casa dos 84%. Já em relação aos que abandonam os F2P, os homens entre 13 e 34 anos são a maioria, com as mulheres continuando “presas” ao game por mais tempo.

Eu sou um dos que nunca conseguiu dedicar muito tempo aos Free-to-Play, talvez porque a maioria desses jogos sejam voltados ao multiplayer e acho que no fundo estou esperando o lançamento de um título com uma ótima campanha para um jogador, o que segundo alguns, está perto de se tornar realidade.

[via VG247]

Levine reclama que games não tem a mesma exposição de outras mídias

Por: em 27/04/12 na(s) categoria(s): Indústria


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A indústria de games cresceu muito nos últimos anos e conseguiu se tornar um dos ramos mais lucrativos do entretenimento, fazendo com que muitas pessoas de outros setores se aventurassem na criação de jogos eletrônicos. Porém, de acordo com o conceituado game designer Ken Levine, os games ainda não recebem a mesma atenção por parte da mídia na mesma proporção que o cinema, por exemplo, e isso está impedindo que um público mais amplo seja alcançado.

Compare como os games são divulgados em relação aos filmes. Veja o Jogos Vorazes, um grande filme e o BioShock Infinite, um grande jogo. Ou o Call of Duty, veja os exemplos extremos… Nós não recebemos cobertura do New York Times de uma maneira mais importante, a maneira que um filme pode receber. Nós não estamos na capa da Entertainment Weekly. As pessoas superestimam o quanto os jogos são expostos, em relação a outras mídias.

Nós pedimos aos jogadores para gastar muito dinheiro num game: US$ 60, isso é muito dinheiro. É nossa responsabilidade dar-lhes a informação que precisam para tomar uma decisão de compra, mas no fim das contas, a última pessoa que você deveria ouvir sobre tomar uma decisão em relação ao BioShock Infinite é o Ken Levine. Eu sou suspeito para falar.

Acho que Levine tem razão, mas temos que considerar que estamos falando de uma indústria relativamente nova. Só acho curioso que quando se trata de jogar a culpa nos games por causa de atitudes violentas de algumas pessoas a velha mídia não faz a menor cerimonia ao dedicar capas de jornais ou revista a eles.

[via VG247]

Nintendo pela primeira vez registra prejuízo anual

Por: em 26/04/12 na(s) categoria(s): Indústria, Nintendo


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Quando a Nintendo lançou o Wii, muitos criticaram (e criticam até hoje) o console por causa da sua inferioridade técnica em relação ao Xbox 360 e Playstation 3, mas não há como dizer que a estratégia da empresa de tentar alcançar um público mais casual foi errada, afinal o aparelho vendeu mais que seus concorrentes e fez ressurgiu uma das maiores companhias da indústria, já que para muitos ela não sobreviveria a outro fracasso comercial.

O problema é que com o anúncio do Wii U as vendas do antecessor caíram drasticamente, com o mesmo acontecendo com o DS e como o portátil que o substitui só passou a ter um desempenho melhor há alguns meses, a BigN confirmou algo que de certa forma era esperado, um prejuízo anual de enormes proporções, ou para ser mais preciso, de 43,2 bilhões de ienes, aproximadamente 532 milhões de dólares.

Entre os principais responsáveis por esta primeira perda na sua história estão as vendas não muito boas de hardware nos Estados Unidos e na Europa, além do corte no preço do 3DS e do enfraquecimento da moeda japonesa e para reverter a situação no ano fiscal recém começado, a expectativa recai sobre nomes de peso como o New Super Mario Bros. 2, novas versões das franquias Animal Crossing e Brain Age e claro, o lançamento do Wii U.

A revelação do prejuízo certamente acendo uma luz amarela em relação a chegada do novo console, pois caso ele não conquiste os jogadores, será complicado a BigN sustentar-se apenas com o possível sucesso do 3DS, que por hora enfrenta a fortíssima concorrência dos smarthphones e tablets e não seria nenhuma surpresa se a Sony e a Microsoft anunciassem os sucessores do Xbox 360 e Playstation 3 com um poderio técnico muito superior ao do Wii U.

E aí, será que a enorme fortuna conquistada pela Nintendo nesta geração será o suficiente para lhe fazer aguentar um novo par de fracassos?

[via The Verge]

Para Newell, Origin ainda tem muito a melhorar

Por: em 23/04/12 na(s) categoria(s): Computadores, Indústria


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Eu sempre acho complicado quando o executivo de uma empresa quer dar pitacos sobre outras, mas é difícil não concordar com o comentário feito por Gabe Newell ao ser perguntando sobre o desempenho do Origin, um dos seus principais concorrentes no ramo de distribuição digital.

Eles precisam trabalhar muito para estar onde precisam estar e onde como consumidor eu gostaria que estivessem. Não acho que estejam fazendo algo muito bem.

Eles possuem várias pessoas inteligentes trabalhando nisso, mas acho que estão brincado de pega-pega com muitas pessoas que estão nesse espaço há um bom tempo. Acho que eles estão reconhecendo os desafios e ainda construindo e escalando esse tipo de sistema. Isso não quer dizer que não conseguirão criar coisas no futuro que seja útil para as desenvolvedoras ou para os gamers, mas eles ainda não fizeram.

Newell também falou sobre a ausência dos último lançamento da EA no Steam, reafirmando que adorariam ter os jogos deles no seu catálogo e que um acordo entre as empresas seriam ótimo para os consumidores. Ele declarou ainda que a intenção da Valve é facilitar a vida dos estúdios, citando como exemplo a Epic Games, que não anda por aí reclamando do serviço de distribuição digital e disse esperar que a EA coloque a cabeça no lugar.

Em partes eu até concordo com algumas críticas feitas ao Origin, mas o Steam já possui tantas características que me agradam que em outras lojas em só procuro preços baixos, faço a compra e acabo gerenciado os games pelo serviço da Valve mesmo, então, nem me incomodo muito com a deficiências do Origin, do GOG ou qualquer outro lugar.

[via Eurogamer]

Zynga promete fazer mais aquisições nos próximos meses

Por: em 20/04/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Quando uma grande empresa começa a adquirir várias desenvolvedoras menores é natural que os jogadores não aprovem a situação, principalmente por medo de a liberdade criativa desses estúdios ser afetada e quando essa gigante atende pelo nome de Zynga, a antipatia aumenta exponencialmente.

Recentemente vimos a principal criadora de jogos para o Facebook comprar por US$ 180 milhões a OMGPop, aquela que ganhou destaque pelo viciante Draw Someting e nos últimos dois anos eles gastaram mais US$ 147,2 milhões na aquisição de outras 22 companhias e de acordo com o CEO Mark Pincus, essas investidas não aconteceram por acaso e deverão continuar pelos próximos meses.

Adoramos encontrar grandes e comprometidas equipes que compartilham da nossa missão e visão,” declarou o executivo. “Se um dia virmos oportunidades que acelerem socialmente os jogos da Zynga, nós também as perseguiremos agressivamente.

E quando eles dizem que farão o possível para aumentar seu público, parecem estar falando sério, pois de acordo com um rumor que circulou há alguns dias na internet, a Zynga teria feito uma impressionante oferta de quase 2 bilhões de dólares pela Rovio, criadora do Angry Birds e que a teria recusado prontamente.

Já para Barry Cottle, presidente executivo da Zynga, atualmente eles se encontram em uma posição muito vantajosa por possuírem uma significativa quantidade de dinheiro e nenhuma dívida e tais comentários um tanto arrogantes tem feito com que muitas pessoas apontem a empresa como a “EA dos jogos casuais”, o que não seria um elogio.

[via GamesIndustry]

Molyneux declara apoio à distribuição digital

Por: em 20/04/12 na(s) categoria(s): Indústria


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A distribuição digital é algo que parece ter vindo mesmo para ficar e cada vez mais as pessoas estão se convencendo de que adquirir jogos desta maneira traz uma série de vantagens, da velocidade de aquisição até a eliminação de atravessadores e em muitos casos, redução no preço.

Quem também está muito receptivo a esta (não tão) nova tendência é Peter Molyneux, que após deixar a Microsoft por estar se sentido limitado criativamente, disse o quanto prefere comprar jogos digitalmente.

Eu certamente não estou interessado em comprar jogos em lojas e muitos outros desenvolvedores podem pensar da mesma forma.

Toda a indústria está evoluindo rapidamente. Há todo esse relacionamento que os game designers estão tendo com os jogadores através dos portais digitais. Se você irá fazer algo que durará mais do que algumas poucas horas, então você precisará ter um relacionamento digital com o seu consumidor e isso torna as cosias no varejo muito difíceis.

Os incentivos para me tirar da cadeira e ir a uma loja estão ficando cada vez mais limitados. Eu não vou a uma loja comprar um filme, não vou a uma loja comprar música, não vou mais a uma loja comprar livros e certamente não estou interessado em comprar jogos em lojas.

Só discordo um pouco de Molyneux em relação a esta última parte, pois há muito podemos comprar algo físico em uma loja online e receber o produto em casa, mas acho que ele tem razão sobre todo o resto e a aproximação entre desenvolvedores e jogadores foi sem dúvida uma das grandes vantagens da distribuição digital.

[via MCV]