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Criadora do Limbo critica venda física

Por: em 04/11/11 na(s) categoria(s): Indústria


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Você clica em dois ou três botões e o jogo já é seu, bastando apenas esperar alguns minutos (ou horas) para que o download termine e possa começar a jogar. Sem atravessadores, cobrança de impostos absurdos ou o risco de perder por aquilo que pagou. Deu algum problema, basta baixar de novo.

Mas não, eu gosto de ter a caixinha e folhear o manual, algo que faz (ou fazia) parte do ritual de ter um game, aí compro um jogo fisicamente e quando o abro, a empresa colocou duas folhas praticamente sem nenhuma informação sobre, algo muito comum hoje em dia, apenas nos dizendo que o manual digital está na internet ou no próprio disco do jogo.

Quer saber? Está cada vez mais difícil defender as mídias físicas, opinião compartilhada por Dino Patti, responsável pelo estúdio Playdead Games.

O modelo de vendas físicas sempre esteve e continua ultrapassado. Transportar os discos em grandes vans ao redor do mundo é realmente ineficiente. Não consigo entender como alguém pode lucrar com isso. Porque levar um caminhão ao Japão apenas para entregar um jogo quando as pessoas podem obtê-lo através da internet? Espero que os novos consoles abracem o espaço digital ainda mais.

Haverá discos por um longo período ainda, mas o mundo adotou o download. Quando sua mãe e seu pai começarem a baixar coisas, será quando perceberão que todos fazem isso.

[via VG247]

Após demissões, Silicon Knights quer voltar às origens

Por: em 03/11/11 na(s) categoria(s): Indústria, Museu


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Fundada em 1992, o portfólio da Silicon Knights está recheado de grandes jogos. Além de terem ficado responsáveis pelo remake do Metal Gear Solid para o GameCube, os caras trabalharam em títulos como o Gex para o 3DO e criaram jogos que marcaram época, como o Blood Omen: Legacy of Kain e Eternal Darkness: Sanity’s Requiem.

No entanto, muitos só conseguem associar seu nome da empresa ao dos seus dois últimos lançamentos, Too Human, que ficou anos em desenvolvimento e decepcionou ao chegar com exclusividade ao Xbox 360 e o X-Men: Destiny, que também obteve avaliações horríveis, e esta semana o estúdio canadense sofreu outro duro golpe.

Após ver o projeto em que estavam trabalhando (provavelmente para a Activision) ser cancelado, a desenvolvedora viu-se obrigada a demitir 45 funcionários, passando a atuar agora com menos de 40 e de acordo com um representante, a ideia é que eles possam dedicar todas as forças em voltar às suas raízes, trabalhando em um jogo para a nova geração que há muito vem sendo pedido pelos fãs.

O comentário levanta  dúvida se o tal projeto poderia ser um novo Eternal Darkness ou mesmo um Blood Omen: Legacy of Kain, já que eles poderiam ter adquiridos os direitos junto a Square Enix, que não parece ter intenção de trabalhar novamente com a marca, o que seria simplesmente fantástico.

De qualquer forma, torço para que tenham sucesso, pois se a próxima criação deles não for bem sucedida, provavelmente a Silicon Knights virará apenas um nome que um dia teve alguma relevância.

[via VG247]

Quais as principais influências na indústria de games?

Por: em 03/11/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Celulares, Games, Indústria


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Que Steve Jobs teve uma forte influência na vida de todos nós é algo inquestionável, mas uma pesquisa causou uma grande polêmica ao revelar que de acordo com 1000 pessoas que foram questionadas sobre os principais nomes responsáveis por influenciar a indústria de games, o dele ficou em primeiro, com 26%, a frente de Gabe Newell com 16%, Shigeru Miyamoto com 7%, Tim Berners-Lee com 4% e por fim, Mark Zuckerberg, com 3%.

Outro resultado que causou um certo espanto foi sobre os cinco produtos que ajudaram a moldar os jogos eletrônicos e novamente a Apple ficou no topo, com o iPhone conquistando 17% dos votos, seguido pelo Wii com 11%, a Xbox Live e o primeiro Playstation com 3% cada um e o Steam com 2%.

O mais curioso é que a enquete não foi feita com pessoas que teoricamente não possuem conhecimento da indústria, já que são profissionais com trabalham com games e que visitarão a London Games Conference, que começa no próximo dia 10. Isso pode sugerir que muitos dos entrevistados são desenvolvedores de jogos casuais e/ou independentes, o que explicaria o iPhone, Xbox Live, Jobs e Zuckerberg, mas não é porque eles supostamente defenderam seu mercado que a história deva ser ignorada.

Embora eu ache que daqui há alguns anos esse resultado possa ser razoavelmente aceitável, desconsiderar a importância de Miyamoto ou a maneira como a marca Playstation popularizou os games é um grande erro e ou os entrevistados desconhecem o passado da indústria em que estão trabalhando, ou essa foi uma grande piada de mau gosto.

[via Eurogamer]

Engine do Doom3 prestes a virar Open Source

Por: em 02/11/11 na(s) categoria(s): Games, Games, Indústria, Indústria


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Como é tradição a ID Software vai liberar mais um engine como open source. Dessa vez é o id Tech 4, que estreiou no Doom 3 e foi usado em diversos outros jogos, como Quake 4, Prey e aquele Wolfenstein chato pra caramba.

John Carmack (o nome correto é Deus mas ele não gosta de ser chamado assim) em pessoa avisou, via Twitter que está tudo empacotado e só esperando a liberação do Jurídico.

Para quem estudo programação de jogos a sério é um prato cheio. Dá pra passar semanas estudando o código, vendo como os jedis da ID resolveram os problemas, comparando com os engines mais antigos e, claro, portando para Android, iPhone, Javascript…

Fonte: Engadget

Jogos de zumbis movimentam 2,5 bilhões de dólares

Por: em 01/11/11 na(s) categoria(s): Indústria


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Você já está cansado dos jogos de zumbis? Pois saiba que a moda ainda deverá demorar bastante para passar, já que de acordo com um relatório publicado pelo WallStreet 24/7, este é um gênero responsável por um mercado avaliado em dois bilhões e meio de dólares, com potencial para crescer muito mais.

O artigo cita como os principais colaboradores para tamanho sucesso marcas como Resident Evil, cuja série já vendeu mais de 46 milhões de cópias e diversas expansões que levaram os mortos-vivos a franquias “normais”, como Call of Duty e Red Dead Redemption, sem falar em jogos para celulares e tablets como Plants vs. Zombies.

Segundo o autor, chegar aos valores exatos é algo bastante difícil, já que muitas empresas não gostam de revelar os lucros, mas ele afirma que a quantia movimentada pelos games de zumbis pode ser bem maior que a do cinema, também avaliada em 2,5 bilhões de dólares e faz um cálculo jogando o valor de cada Resident Evil vendido como sendo de US$ 29,99, o que daria 1,3 bilhões de dólares, que segundo ele é um chute baixo e representaria apenas uma série.

Como pode ver, depois dos títulos sobre a Segunda Guerra e os jogos musicais, parece que o que dá dinheiro atualmente é colocar os jogadores para combater zumbis e enquanto o gênero estiver dando lucro, pode esperar pois muitos outros jogos serão feitos.

[via Gamepro]

Battlefield 3 vendeu 5 milhões de cópias em uma semana

Por: em 01/11/11 na(s) categoria(s): Indústria, Meio Bit


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As chances do Battlefield 3, megaprodução da Electronic Arts se tornar o jogo mais vendido do ano são muito pequenas, afinal, esta tem sido uma temporada fantástica para os jogos eletrônicos, cheia de títulos fantásticos e ainda por cima teremos a chegada na semana que vem do Call of Duty: Modern Warfare 3, que provavelmente venderá horrores. Mesmo assim, o pessoal da EA não deve estar nem um pouco insatisfeito com as vendas e a revelação dos números atingidos pelo FPS impressiona.

De acordo com um levantamento interno, este já é o maior lançamento da companhia e das 10 milhões de cópias enviadas paras as lojas, metade foi vendida apenas na primeira semana, fazendo com que o título vendesse mais do que a maior parte dos games consegue em meses, anos. A empresa afirma ainda que os jogadores já executaram mais de 73 milhões de savior kills (quando matamos um inimigo antes dele matar alguém da nossa equipe), reviveram 48 milhões de companheiros e destruíram mais de 67 milhões de veículos.

É extremamente gratificante entregar uma experiência que agrade nossos fãs e ter a oportunidade de introduzir novas pessoas à franquia,” afirmou Patrick Soderlund, executivo da EA, que concluiu, “Já estamos vendo tempos de jogo e atividade online sem precedente, o que é muito recompensador. Esse lançamento solidifica o Battlefield como uma marca líder de entretenimento.

Mesmo com tudo isso, as análises que tenho lido por aí tem me desanimado bastante por dizerem que a campanha singleplayer é bastante sem graça e entediante. Como praticamente não jogo as porções online dos games, acho que deixarei para adquirir o Battlefield 3 quando ele estiver mais barato.

[via VG247]