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Novo CoD poderá piorar relacionamento entre Activision e Infinity Ward

Por: em 09/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Que a Infinity Ward e a Treyarch não se dão muito bem nunca foi segredo, já que existe uma espécie de competição entre os estúdios para saber qual deles faz os melhores capítulos da série Call of Duty. Tal corrida poderia até ser boa para as empresas e os jogadores, fazendo com que os envolvidos na produção deem o melhor de si, mas com a confirmação de que Black Ops 2 se passará no futuro, nós podemos estar diante de uma enorme briga.

O problema é que o site GameInformer teve acesso a alguns arquivos do processo travado entre Infinity Ward e Activision na época em que Frank West e Vince Zampella deixaram a desenvolvedora e que diz que existia uma espécie de contrato entre as companhias para que qualquer Call of Duty ambientado em um período pós Guerra do Vietnã só poderia ser feito por eles. Isso explicaria porque a Treyarch sempre colocou a série no passado e deixa um ponto de interrogação em relação ao lançamento deste ano.

O curioso em toda esta história é que tanto a Infinity Ward quanto a Treyarch pertencem à Activision, o que nos leva a crer que não seria muito difícil a gigante ignorar tal acordo, porém, a situação poderá ficar muito complicada caso os dois ex-funcionários consigam ganhar na justiça algum direito sobre o estúdio em que trabalhavam, talvez até impedindo que o CoD: BO 2 seja lançado, embora o mais provável é que neste caso eles apenas sejam recompensados financeiramente.

É difícil imaginar que o pessoal da Activision tenha esquecido esse contrato e por isso desconfio que eles estejam bem amparados, mas também não me surpreenderia caso essa novela se arrastes por vários meses e durante este tempo nos apresente algumas reviravoltas.

EA Games investirá 80 milhões de dólares nos Next-Gen

Por: em 08/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


A Electronic Arts – distribuidora de títulos como Battlefield, Mass Effect, Need for Speed e The Sims, prometeu um investimento de 80 milhões de dólares destinados ao desenvolvimento de jogos para os consoles da nova geração, durante o ano fiscal de 2013 – que vai de 1° de abril de 2012 a 31 de março de 2013 – deixando claro que vai competir neste novo mercado.

“Acreditamos muito que os consoles retornarão a um sólido crescimento, representando excelente oportunidade, que caminha lado a lado com os nossos planos digitais.” – comentou John Riccitiello, CEO da EA Games.

Este compromisso é firmado apesar da empresa assumir que suas vendas no mercado de produtos físicos teve uma queda de 7% no último ano, e ainda esperam que caia um pouco mais no próximo. E apesar da Electronic Arts prever um crescimento de 40% nas vendas de seus produtos digitais este ano, esperam que sua estratégia para os consoles – incluindo os next-gen – acabe gerando um crescimento nas vendas.

No entanto, com os principais títulos para os consoles excedendo em média os 80 milhões de dólares gastos para seu desenvolvimento, este investimento não representará uma grande quantidade de títulos para a próxima geração, e a EA Games não deu maiores detalhes, nem sobre a quantidade de títulos, nem para que plataformas eles serão desenvolvidos a princípio.

Ao saber da notícia, Cliff Bleszinski – da Epic Games, escreveu em seu twitter: “Nós temos a engine para eles!” – referindo-se provavelmente a Unreal Engine 4, que já foi demonstrada a portas fechadas, em março deste ano, na Game Developers Conference em San Francisco.

[via Gamesindustry]

Hardware pode estar impedindo evolução dos jogos de corrida

Por: em 03/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Você já parou para pensar o quanto a chegada de uma nova geração poderá tornar os games melhores? Com aparelhos muito mais poderosos, poderemos ter jogos de  estratégia com ainda mais personagens na tela, títulos como o Grand Theft Auto com cidades ainda maiores ou FPSs com gráficos mais realistas, porém, para o gerente de design Gareth Wilson, ex-funcionário da Bizarre Creation e atualmente responsável pelo Sonic & Sega All-Stars Racing Transformed, serão os jogos de corrida que mais se beneficiarão dos novos videogames.

Precisamos de um novo console… Os jogos de corrida sempre se saem bem quando um novo console é lançado e você faz uma nova engine de física e gráficos melhorados, mas no fim do ciclo de vida de um console é sempre difícil levar o gênero adiante. Eu penso, porque você tem o DiRT 1 você precisa do DiRT 3? Se você tem o PGR3, precisa do PGR4? Eu não tenho certeza. O gênero de corrida, ele realmente depende da tecnologia, talvez mais do que outros gêneros.

Com os próximos hardwares nós conseguiremos criar coisas com um outro nível de imersão e qualidade. Há coisas que podemos fazer nesta geração que não podíamos fazer antes e com a próxima poderemos fazer tudo um pouco mais incrível. Os jogos de corrida precisam disso.

Pensando bem, tirando a natural evolução gráfica ou mesmo a física mais apurada, os jogos de corrida nunca mudaram muito, mesmo de uma geração para a outra e não tenho tanta certeza de que consoles mais poderosos farão com que algo incrivelmente novo seja criado.

Ao longo da história podemos apontar alguns poucos títulos que realmente trouxeram inovações à indústria, como um Super Mario Kart ou Burnout, mas de resto, se trata sempre do básico do automobilismo, apenas alguns carros dando voltas na pista.

[via Gamefront]

DICE fala sobre os prós e contras do fim dos jogos usados

Por: em 03/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Você provavelmente viu nas últimas semanas diversos comentários de várias pessoas da indústria em relação aos rumores de que a próxima geração de consoles poderá ter algum sistema para combater o comércio de jogos usados, na maioria das vezes dizendo que isso sério ótimo para as desenvolvedoras, mas Patrick Bach, produtor executivo na DICE, tem uma visão um pouco mais abrangente sobre o assunto.

Acho que isso pode ser um ganho e uma perda. Penso que será uma perda se apenas significar que você poderá ter menos jogos pela mesma quantidade de dinheiro, mas na teoria você pode olhar para isto de outra maneira, porque muitas companhias que fazem jogos atualmente estão lutando contra as vendas de segunda mão.

Ou em outras palavras, Bach acredita que o fim do comércio de usados pode fazer com que as empresas tenham menos medo e novas propriedades intelectuais surjam, já que o risco desses títulos serem revendidos diminuirá, especialmente os voltado para a campanha single player. Para ele, esse risco é o que tem feito com que os modos online de muitos jogos sejam tão parecidos.

Por outro  lado, para aquelas pessoas que gostam de comprar a maior quantidade possível de jogos, isso claramente será um problema, mas ele reforça a ideia de que se você procura uma maior diversidade de jogos, o fim dos usados pode ter um efeito mais positivo do que negativo. Por fim, o executivo afirma ter certeza de que as empresas não iriam fazer isso por serem más ou estúpidas e sim apenas buscando alguns benefícios para os consumidores.

A explicação até faz um certo sentido, mas será mesmo que o simples fim do comércio de usados será o suficiente para trazer mais variedade à indústria? Eu custo a acreditar nisso, infelizmente.

[via CVG]

De acordo com a Nintendo, PSVita está mal na Europa

Por: em 30/04/12 na(s) categoria(s): Indústria, Microsoft, Nintendo, Portáteis, Sony


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Semana passada ficamos sabendo que pela primeira vez na sua história a Nintendo registrou uma perda anual e devido a uma pesquisa realizada pela companhia japonesa, agora chega a informação sobre as vendas de diversos videogames nos principais mercados, sendo a situação mais preocupante a do Playstation Vita.

De acordo com Satoru Iwata, os dados são baseados nos números de vendas obtidos por empresas de pesquisa de mercado em vários países da Europa e mostram que por lá o novo portátil da Sony está na frente apenas do DS, vendendo menos até que o PSP e o Wii. Em primeiro lugar está o Playstation 3, seguido pelo 3DS e o Xbox 360. Para termos uma melhor noção, enquanto cerca de 25 mil Vitas são vendidos semanalmente, o PS3 aparece com 70 mil unidades.

O presidente da companhia no entanto admitiu que embora as vendas do 3DS estejam aumentando, elas estão longe de um nível satisfatório e ainda afirmou que o Reino Unido é o único lugar no Velho Mundo onde o Xbox 360 tem se saído bem. Por outro lado, nos Estados Unidos a situação é bem diferente, com o videogame da Microsoft liderando, sendo seguido pelo PS3 e logo após o 3DS. O Vita por sua vez aparece na quarta posição.

Como a Nintendo alega que no Japão o seu portátil tem se saído muito bem e já que o mercado norte-americano é cerca de três vezes maior, eles acreditam que ainda há muito a ser conquistado na Terra do Tio Sam, embora o DS ainda esteja vendendo razoavelmente bem por lá.

Ou seja, apesar do Vita ser um aparelho fantástico, ele ainda parece não ter caído nas graças dos jogadores e embora ainda seja cedo, talvez a Sony já esteja planejando uma redução de preço, quem sabe para ser anunciado durante a E3. Dado o histórico da companhia, eu não apostaria muito nisso e o mais provável é que eles invistam numa forte linha de exclusivos. Mas será o suficiente?

[via Eurogamer]

Splash Damage mostra como o mundo dos games não é perfeito

Por: em 27/04/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Qualquer pessoa que jogue videogame há um bom tempo certamente conhece algum título que mesmo tendo sido muito elogiado pela crítica e conquistado vários fãs, não conseguiu se tornar um sucesso comercial. Por outro lado, de vez em quando ficamos sabendo de jogos que viraram alvo de reclamações, mas que ainda assim tiveram bom desempenho nas prateleiras e um dos casos mais recentes é o Brink, da Splash Damage.

Depois de criar uma razoável expectativa entre os apaixonados por FPSs, o game distribuído pela Bethesda teve como melhor desempenho uma média 72 na versão para Playstation 3, mas de acordo com Paul Wedgewood, CEO dos estúdio, as vendas foram muito boas.

Com a Splash Damage, nós terminamos o Brink e estimamos ter vendido mais de 2,5 milhões de unidades mundialmente, o que no varejo pode significar que ele gerou entre 120 e 140 milhões e dólares.Mas é claro, como uma desenvolvedora independente, nós não recebemos todo esse faturamento, pois não somos a editora do título…

Eu até cheguei a dar uma chance ao Brink durante um final de semana gratuito que rolou no Steam, mas poucos minutos depois de começar a jogá-lo acabei desistindo por ter achado sua jogabilidade horrível e a maneira como as partidas se desenrolavam muito sem graça. Até desconfio que ele tenha vendido tanto por ter o nome da Bethesda por trás e acho que muita gente acabou se arrependendo da aquisição.

[via Gamasutra]