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MEDIC!!!!!!

Por: em 08/02/12 na(s) categoria(s): Hardware


bigMedic

A medicina de combate é um campo que tem mudado de forma assustadora (para o bem). Hoje entre 90% e 95% das baixas em combate são não-fatais, e toda a tecnologia e treinamento envolvidos acabam sendo usados no mundo civil também.

Uma dessas tecnologias é o BattleView, um “trans-Iluminador vascular infravermelho”.

O conceito é simples. Já colocou o dedo em cima de uma lanterna bem forte, reparou como a carne fica transparente e você praticamente consegue ver o osso? Com infravermelho isso também funciona, mas é uma faixa de frequência que reage especialmente bem com o Ferro na corrente sanguínea, assim uma potência relativamente baixa é suficiente para fazer com que suas veias saltem aos olhos, assim:

battleview2

O paciente não sofreu envenenamento severo por raios gama, está verde pois a imagem está vindo de um sistema de visão noturna. Os poderosos LEDs do BattleView funcionam, como já foi dito, na faixa do infravermelho, então você só verá as veias em destaque se usar um daqueles visores de combate.

Qual a vantagem disso?

Digamos que se você estiver atendendo um ferido em uma montanha do Afeganistão, não quer acender sua lanterna normal, seria um convite irrecusável a uma chuva de morteiros talibãs. Com o BattleView um médico de combate pode pegar uma veia e aplicar uma linha de soro em segundos, sem risco de atrair fogo inimigo (nota: O termo fogo inimigo é pleonasmo, não existe fogo amigo)

Agora a facada: No site oficial o BattleView, que foi testado em combate por 2 anos custa US$499,00.

Explicado como o Pentágono financia Área 51, Stargates, Projeto Filadélfia e festas de fim de ano? Pelo menos US$470,00 devem voltar para programas secretos, por baixo dos panos.

Na vida civil essa tecnologia tem tudo para ser usada em acidentes, e até em hospitais normais, em pacientes com “veias ruins”. Claro, esperemos que a Deal Extreme ou outro fornecedor de equipamentos médicos de igual qualidade produza modelos mais em conta, até lá.

Fonte: MG

Olho Mágico Digital. Nem de longe tão inútil quanto parece

Por: em 07/02/12 na(s) categoria(s): Hardware


zoiomagicoA primeira impressão quando se vê o Visualizador de Olho Mágino Brinno no post do Techcrunch é que ele é mais uma solução à procura de um problema. US$90,00 por um negócio desses? Não é mais fácil OLHAR no olho mágico? Daqui a pouco vão lançar um controle remoto para controlar controles remotos.

Aí entram DUAS  colocações importantes: Primeiro, nem todo mundo tem visão perfeita além do alcance como geeks, essa categoria notoriamente longe de ser estereotipada usando óculos. Algumas pessoas, principalmente idosos têm dificuldade em enxergar.

Uma telinha de LCD, iluminada, com 2,5 polegadas de tamanho e um sensor de 1,3Megapixels é muito, muito melhor e mais confortável do que aquele Buraco do Demônio que é um olho mágico.

Adicione a isso o fato da imagem aparecer sem distorção e tudo fica melhor ainda.

O segundo ponto, é que Olho Mágico é uma bela droga. Lentes vagabundas feitas com baba de cachorro cristalizada, ou algo assim, passando 0,3% da luz e com uma distorção tão grande que a única forma de alguém ser reconhecível é ter passado antes pelas cercanias de um buraco negro.

Não temos que nos habituar com porcaria. Vivemos no futuro, bolas. Temos tecnologia no bolso que nos permite assistir ao vivo astronautas em órbita da Terra, e não podemos usar tecnologia para tornar aceitável um equipamento medieval que já deveria inclusive ter sido abandonado?

Ah, e é facinho de instalar!

Outro dia, outro filme ruim se torna realidade. Hoje: Balas teleguiadas de Runaway

Por: em 31/01/12 na(s) categoria(s): Hardware


Embora lembre bastante o rastro acima não é da railgun de Doom, que no caso é o jogo. O filme ruim que falo é outro.

Em 1984 Michael Crichton (sorry, Kid) escreveu e dirigiu um de seus trabalhos menos memoráveis, de fazer Prey parecer Enigma de Andrômeda: O filme de ficção Runaway. Estrelado por Tom Selleck, quando ainda achavam que ele conseguiria fazer outro papel além de Magnum, é uma espécie de Blade Runner misturado com assistência técnica autorizada da Brastemp.

A trama envolve robôs domésticos programados para matar, corporações malignas, bla bla bla e uma unidade da polícia especializada em crimes cibernéticos de máquinas que parecem saídas da seção de brinquedos da Deal Extreme, veja o trailer: (Bônus: Kirstie Alley durante os 2 anos da vida onde foi edificante e não um edifício) Continue lendo »

Asus deverá lançar notebook com Kinect embutido

Por: em 30/01/12 na(s) categoria(s): Computadores, Hardware


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Se para boa parte dos jogadores hardcore o Kinect ainda deve um grande jogo, no PC o acessório parece bastante promissor, facilitando a realização de algumas tarefas e em um dispositivo portátil o sensor de movimentos poderia ser ainda mais útil. Pensando nisso a Microsoft estaria fazendo o possível para que alguns aparelhos que utilizem o Windows 8 possam aproveitar o Kinect e claro, uma das melhores opções seriam os notebooks.

Como a gigante de Redmond não estaria disposta a lançar seus próprios computadores portáteis, uma opção seria licenciar a tecnologia para fabricantes de hardware e uma que já estaria realizando alguns testes é a Asus, que inclusive já possui o protótipo de um notebook trazendo diversos sensores na parte em cima da tela, onde normalmente estão localizadas as câmeras dessas máquinas.

Caso seja confirmado o rumor, o objetivo seria permitir que os usuários interagissem com a interface Metro apenas com movimentos e comandos de voz, mas os jogos para a plataforma também poderia aproveitar a novidade.

Com a possibilidade da tecnologia proposta pelo Kinect passar a ser embutida em vários aparelhos, como as televisões por exemplo, talvez o sensor de movimentos acabe mostrando-se neles muito melhor do que nos jogos, mas mesmo que isso aconteça, não podemos dizer que ele foi um fracasso, já que continuará dando lucro aos seus criadores.

[vai The Daily]

Robôs-Androids Jedi no Espaço? A NASA tem.

Por: em 16/01/12 na(s) categoria(s): Ciência, Google, Hardware, Open-Source


luke

A NASA está transformando a Estação Espacial Internacional no quintal no George Lucas. Já não bastasse o Robonauta 2, descaradamente kibado do Boba Fett, agora estão testando também os droids de treinamento jedi. Logo logo alguém cola um cartaz na parede da ISS, dizendo “This is no moon!”

A idéia foi de David Miller, professor do MIT que mostrou a cena clássica de Guerra Nas Estrelas onde Luke treina com uma esfera flutuante. “Quero que vocês construam um desses”. A maioria dos alunos deve ter dado um pulo de alegria achando que ele se referia ao sabre de luz, mas David queria a esfera.

Funcionando como uma espécie de assistente pessoal para os astronautas, o conceito do robô é uma unidade autônoma, giroestabilizada, movendo-se com o uso de microjatos de CO2, respondendo a comandos de voz e provavelmente se negando a abrir as portas do hangar.

O projeto cresceu, hoje as esferas pesam (na Terra) 3,5Kg, se conectam à rede WIFI da Estação Espacial e recebem até comandos da Terra. Por enquanto fazem vôos em formação dentro da área pressurizada, mas no futuro irão voar do lado de fora.

Chamadas de SPHERES – Synchronized Position Hold, Engage, Reorient, Experimental Satellites, os robôs estão sendo usados para desenvolver e testar algoritmos de vôo autônomo, acoplagem, navegação e segurança.

Agora o mais legal: Desde o projeto original os robôs ganharam um upgrade para Android. Agora seu cérebro é um smartphone Samsung Nexus S.

Foi escolhido por ser facilmente hackeável, assim podem desconectar os rádios de celular, manter o WIFI e mexer em tudo que for necessário no sistema operacional, otimizando o aparelho para uso onde nenhum Android jamais esteve. Exceto o Marvin. E o R2. E o 3PO… OK, onde nenhum smartphone Samsung jamais esteve.

Fonte: FCD

Só falta dizerem que esse Skate do Kinect não é realista

Por: em 13/01/12 na(s) categoria(s): Hardware, Microsoft


Chaotic Moon Labs’ Board of Awesomeness from Chaotic Moon Studios on Vimeo.

O Kinect continua um fracasso total para os gamers hardcore, coisa que seria terrível se duas pequenas condições fossem verdadeiras: Que o Kinect tivesse sido sequer projetado pensando em gamers hardcore, e que o mundo girasse em torno desses gamers.

Como isso não acontece crianças e jogadores casuais adoram o Kinect, mas principalmente hackers (no sentido nobre e original da palavra) se apaixonaram pelas possibilidades de brincar com uma tecnologia antes inacessível.

Mesmo não oficialmente suportado pela Microsoft muita coisa surgiu em termos de hacks, mas poucas são tão legais quanto esse skate motorizado criado pelo pessoal da Chaotic Moon.

Utilizando um tablet Windows 8 e um Kinect eles criaram uma interface simples para controlar a aceleração do skate, enquanto a direção é alterada segundo as técnicas normais de inclinar o corpo.

O brinquedo atinge  51Km/h, o que é mais rápido que jamais cheguei em um skate, mas sempre preferi patins, inclusive no nada memorável dia em que resolvi tentar descer uma ladeira com eles.

A tendência agora é surgir mais e mais coisa legal, pois a Microsoft começará a vender oficialmente o Kinect para Windows dia 1o de Fevereiro. A principal diferença é que o hardware é otimizado para reconhecer e rastrear objetos a 50cm de distância do sensor, com “degradação graciosa” (ou seja: com sorte, funciona) para até 40cm.

O SDK é gratuito, já o hardware custará US$250,00. Bem mais caro que o Kinect para XBox, mas no caso não há o subsídio comum ao mercado de Games. Você não comprará US$700,00 em jogos licenciados e royalteados pela Microsoft no decorrer da vida útil do aparelho.

Para estudantes e pesquisadores o preço cai para US$149,00, mesma faixa de preço da versão XBox. Developers, Developers, Developers.

PS: O Kinect para Windows será lançado dia primeiro de Fevereiro em 12 países. Valendo um iPad imaginário para o primeiro que adivinhar qual gigante salve salve deitado em berço explêndido que não está na lista.

Fonte: GM, AT