Google faz pirraça, se recusa a obedecer Leis locais e encerra vendas de Apps Android em Taiwan
A Internet é chique, é Universal, é Odara, é Maravilhosa, mas ela não está acima da Lei, isso vale também para as Leis locais. Isso vale tanto para as Lojas Americanas, que foram proibidas de vender no Rio de Janeiro até melhorarem aquele lixo que chamam de logística, quanto para todo mundo que quer vender qualquer coisa em Taipei, Taiwan.
Uma legislação local de Direitos do Consumidor diz que você pode devolver qualquer compra em até 7 dias, recebendo seu dinheiro de volta. No mundo online isso não é muito comum. A Microsoft diz quaquaqua, Steve Jobs volta da cova só pra rir se alguém tentar devolver App no iTunes e o próprio Google dá apenas 15 minutos para que você se arrependa do que comprou no Market.
Mesmo assim, quando um monte de empresas receberam notificações em Junho do Ano passado, todo mundo se adaptou. Apple e Microsoft oferecem 7 dias para você devolver Apps, DLCs, etc.
Já o Google decidiu que NÃO ia mudar o Android Market. Bateu pé, foi pro pau, tomou uma multa de NT$1 milhão –algo em torno de US$34 mil- e parou de vender Apps. Simples assim. Ninguém em Taiwan compra Apps no Android Market.
O recurso do Google foi julgado, e eles perderam. Resta agora saber se vão abaixar a cabeça e alterar o campo de 15min para 7 dias, e respeitar as Leis locais ou se vão fazer pirraça e privar os usuários do conteúdo de qualidade do Android Market.
A questão toda é que empresas não são organizações revolucionárias. Leis existem para ser obedecidas, principalmente por empresas. Desobediência civil é um conceito que não se aplica a empresas, exceto nos EUA, onde corporações também são pessoas, meu amigo.
Fonte: TV
Robôs-Androids Jedi no Espaço? A NASA tem.
A NASA está transformando a Estação Espacial Internacional no quintal no George Lucas. Já não bastasse o Robonauta 2, descaradamente kibado do Boba Fett, agora estão testando também os droids de treinamento jedi. Logo logo alguém cola um cartaz na parede da ISS, dizendo “This is no moon!”
A idéia foi de David Miller, professor do MIT que mostrou a cena clássica de Guerra Nas Estrelas onde Luke treina com uma esfera flutuante. “Quero que vocês construam um desses”. A maioria dos alunos deve ter dado um pulo de alegria achando que ele se referia ao sabre de luz, mas David queria a esfera.
Funcionando como uma espécie de assistente pessoal para os astronautas, o conceito do robô é uma unidade autônoma, giroestabilizada, movendo-se com o uso de microjatos de CO2, respondendo a comandos de voz e provavelmente se negando a abrir as portas do hangar.
O projeto cresceu, hoje as esferas pesam (na Terra) 3,5Kg, se conectam à rede WIFI da Estação Espacial e recebem até comandos da Terra. Por enquanto fazem vôos em formação dentro da área pressurizada, mas no futuro irão voar do lado de fora.
Chamadas de SPHERES – Synchronized Position Hold, Engage, Reorient, Experimental Satellites, os robôs estão sendo usados para desenvolver e testar algoritmos de vôo autônomo, acoplagem, navegação e segurança.
Agora o mais legal: Desde o projeto original os robôs ganharam um upgrade para Android. Agora seu cérebro é um smartphone Samsung Nexus S.
Foi escolhido por ser facilmente hackeável, assim podem desconectar os rádios de celular, manter o WIFI e mexer em tudo que for necessário no sistema operacional, otimizando o aparelho para uso onde nenhum Android jamais esteve. Exceto o Marvin. E o R2. E o 3PO… OK, onde nenhum smartphone Samsung jamais esteve.
Fonte: FCD
Samsung rouba da Motorola título de Nazista do Android e diz: NO UPGRADE FOR YOU!
Lembram quando a Motorola avisou que não soltaria atualização para vários celulares Android vendidos no Brasil, inclusive o Dext, com menos de um ano de lançados? O pessoal xingou tanto no Twitter que mudaram de idéia, soltaram um calaboca pro Milestone, prometeram pros outros e no final desistiram, deixando os otários que compraram o Dext chupando dedo?
Agora é a vez da Samsung, colaborando para detonar a imagem do Android junto aos consumidores.
Seguindo a linha de que pós-venda significa dizer pro consumidor “SE F@&@* AÍ”, avisaram que nem o insanamente popular celular Galaxy S nem o tablet Galaxy Tab receberão o Android Ice Cream Sandwich.
A desculpa é que o hardware não comporta, sabe como é, aparelhos muito velhos, blá blá blá.
O problema é que os consumidores não consideram esses aparelhos tão descartáveis quanto os fabricantes. Tirando os macfags mais inveterados, usuários normais não trocam de tablet ou celular todo ano.
A falta de respeito dos fabricantes de equipamentos Android está vergonhosa, e só tende a piorar.
O Galaxy S foi lançado em Março de 2010, com respeitáveis 1GHz de clock e 512MB de RAM. O Galaxy Tab foi lançado em Setembro de 2010, com o mesmo clock e RAM.
Ambos são considerados obsoletos pela Samsung.
Já o iPad foi lançado em JANEIRO de 2010, com uma CPU A4 de 1GHz e pífios 256MB de RAM.Mesmo assim o iPad 1 roda a última versão do iOS e ainda tem pelo menos mais um ano de atualizações garantidas.
Pior ainda: O iPhone 3GS, com 256MB de RAM e clock de 600MHz, lançado em Junho de 2009 TAMBÉM recebeu a versão mais atual do iOS.
Gostaria de entender a lógica dos haters em afirmar que os produtos da Apple são descartáveis. O que vemos aqui é um profundo respeito pelo usuário, ao suportar um aparelho de 2,6 anos, enquanto a concorrência joga no lixo celulares com menos de 1 ano de vida.
Talvez o Android é que seja celular de rico, de gente que pode trocar de aparelho toda hora e não se preocupa se ficarem obsoletos. Já quem quer um celular que dure bastante e não vá ser abandonado pelo fabricante, aí recomendo um iPhone mesmo.
Fonte: BI
MAME, agora também no Chrome

Se você estava procurando mais um bom motivo para passar o tempo jogando algo pelo navegador, saiba que a Chrome Web Store recebeu uma versão do MAME que havia aparecido para dispositivos iOS recentemente (e já removido da App Store). Caso não conheça, este é principal emulador de fliperamas já criado, permitindo que você possa jogar gratuitamente uma infinidade de títulos que marcaram a infância de muita gente.
O problema aqui estaria na legalidade de podermos ter esses jogos, mas isso já foi discutido inúmeras vezes na internet e caso você não esteja disposto a transgredir as leis de direitos autorais, há alguns games gratuitos que podem ser encontrados no site oficial do projeto, mas não espere encontrar por lá algo como um Cadillac & Dinosaurs ou um Street Fighter II, mas sim criações bem simples que servirão para mostrar que o emulador funciona corretamente, apesar de algumas limitações.
A adaptação do MAME para o Chrome foi feita por Robert Muth e as dificuldades encontradas por ele podem ser conferidas nesta página e embora teoricamente a maioria das ROMs possa rodar nele, eu não obtive muito sucesso nos testes que fiz, mas mesmo assim, não deixa de ser fantástico perceber que quando era moleque, nunca imaginaria que um dia seria possível jogar aqueles clássicos sem ter que guardar o dinheiro do lanche da escola para gastar tudo escondido em fichas em um muquifo qualquer.
[via Gizmodo]
Google Currents: quase, mas não totalmente, inteiramente diferente do Flipboard
A reação Macfag normal é desconsiderar o Google Currents como mais uma das versões kibadas do Flipboard, ignorando-o e mantendo a pureza racial do iPad, mas o que parecem imperfeições são na verdade diferenças de filosofia, e o Currents tem tudo para se tornar uma excelente aplicação nos tablets da vida, lado-a-lado com o Flipboard.
O Currents ainda está numa versão preliminar, então é preciso perdoar alguns erros básicos, como a falha na integração com o Google Reader, mas mesmo assim ele já atendem bem a necessidade que se propõe suprir.
A idéia aqui é um agregador de informação voltado para conteúdo, não quantidade. As fontes de informação são poucas mas de qualidade. O foco também difere do Flipboard, que essencialmente é um agregador de twitter com recursos para lidar com RSS. O Currents é um agregador de blogs e sites.
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Gameloft lança jogo de corrida para o Google+

A Gameloft pode não ser a desenvolvedora favorita daqueles que gostam de jogos originais, mas os franceses conseguiram surpreender muita gente ao disponibilizar através do Google+ o bom jogo de corrida GT Racing: Motor Academy.
Rodando no Firefox ou Chrome, ele é apontado pelo estúdio como o primeiro jogo desenvolvido em HTML 5 com gráficos em 3D, oferecendo mais de 100 carros de 26 montadoras diferentes, incluindo por exemplo Audis, Nissans e Ferraris, além de permitir que jogadores do mundo inteiro se enfrentem em corridas multiplayer.
Lançado originalmente para dispositivos iOS e Android, no computador o jogo exige pelo menos um processador dual-core de 1.8GHz e uma placa de vídeo com 512MB, além de uma boa dose de paciência na primeira vez que formos jogar, já que uma grande quantidade de dados precisa ser previamente carregada e dependendo da sua conexão, isso pode demorar bastante.
Graficamente ele está muito bonito, mas a física é estranha e é claro que o título não consegue chegar perto de jogos como um Forza Motorsport ou Gran Turismo, mas estamos falando de algo gratuito (com microtransações) que roda direto do navegador e que pelo menos mostra que jogos bastante complexos via browser não estão longe de se tornar realidade.


