Hoje tem Google+ Hangout? TEM SIM SENHOR!
Que tal botar pra fora aquele Felipe Neto que existe dentro de você? (ok, isso não soou NADA legal. <apagar>) O MeioBit foi convidado a participar do Projeto 100 Hangouts, e a honra de ser o responsável caiu na minha mão.
A idéia em si é bem legal, vão transmitir nada menos que 100 Hangouts (isso você já deduziu, imagino) todos no dia 15, hoje. O elenco é de primeira, tem Beto Largman, Lenine, Ricardo Noblat, Inagaki, Marina Santa-Helena e muitos outros.
Batendo de frente com essa turma, tem eu.
É, 15h estarei aqui com um hangout sobre mobilidade. A idéia, SE tudo der certo, é levar o Mac para o bar, pedir uma cerveja e ficar conversando com os participantes, vocês, trocando causos de mobilidade.
Também levarei alguns gadgets interessantes para mostrar, e se tudo der certo pode até pintar um convidado-surpresa.
Provavelmente você conseguirá acessar o hangout por este link aqui, mas de qualquer jeito tentarei também embedar o YouTube, pra quem quiser acompanhar de fora.
Não tem idéia do que seja um Google+ Hangout? Assista o vídeo abaixo:
Ah sim: vou logo avisando: É Google+ Hangout e não chat roulette. Pintos, bilaus, bráulios e similares não serão tolerados. Annie´s Boobs são bem-vindos.
Steve Mahan – Primeiro “motorista” do Google Self-Driving Car
Steve Mahan é um morador de Nevada e é o primeiro “motorista” do Google Self-Driving Car, já que o estado de Nevada autorizou o uso de carros “sem motoristas”. Steve Mahan perdeu 95% da visão, e digamos… ele não pode dirigir. Mas o Google Self-Driving Car fez todo o trabalho para ele. O vídeo abaixo mostra um pouco de uma pequena “viagem” que os dois fizeram através do carro do Google e eu posso lhe dizer uma coisa: chorei.
E tem gente que ainda diz que a ciência (e a tecnologia) só servem para causar “dor e sofrimento” para a humanidade. Se o Google quer “dominar o mundo” eu não sei, mas que nesse caso, ele está implementando seu lema, ele está “Don’t Be Evil”.
Por sinal, esse carro já sofreu acidente. Só que ele estava no modo piloto manual, ou seja, quem “bateu” o carro era um motorista e não o sistema. Assim como o piloto automático de um avião pode pousar aviões em determinados aeroportos sem a necessidade de um piloto me corrijam se eu estiver errado (vi isso numa série, vai que…).
Fonte: As Novidades
Mimimi do Dia: Google Invade privacidade publicando… números das casas.
Que o “do no evil” do Google já foi pras pápricas faz tempo todo mundo sabe. Foram inclusive multados recentemente depois que descobriu-se que gravavam informações de identificação dos Access Points WIFI nas vizinhanças dos carros do Google Street View.
O serviço aliás é cercado de controvérsia, com direito a questões válidas, como o correto caso onde um sujeito foi fotografado pelado dentro de casa pela câmera do Google, ou o caso besta onde um sujeito não-identificado apareceu no canto de uma imagem vomitando, entrou com uma ação, processou e ganhou, apesar de até então ninguém saber que ele era o vomitão.
Uma cidade na Inglaterra chegou a proibir que os carros do Google fotografassem as ruas, mas o pior caso é obra da Big Brother Watch. organização especializada em Direitos Civis, Privacidade, etc.
Eles estão acusando o Google de uma grave violação de privacidade, além de uso indevido de imagem.O porta-voz e diretor. um tal de Boninho Nick Pickles.
Diz ele que o Google está ganhando dinheiro com uso indevido de imagens de propriedade dos moradores ao mesmo tempo que invade a privacidade deles. Como? Com isto:
Com tecnologia OCR o Google está identificando e usando os números dos prédios e casas fotografados pelo Street View para gerar CAPTCHAS, diminuindo a eficiência de scripts e bots usados para envio de spam e hackeagens em geral.
Reconheceu o número do seu prédio? Legal. E daí?
É um uso tão, tão tangencial de uma fração da imagem que não dá para acreditar que alguém se importe com isso, mas estão fazendo um escândalo. O tal Pickles diz:
“Há um sério problema de segurança em identificar individualmente os números das casas das pessoas”
Então, meu caro, é melhor TIRAR os números dos prédios, pois toda foto do planeta, mostrando uma rua fatalmente exibirá a numeração das casas.
Privacidade é bom e eu gosto, mas como todas as minhas vizinhas descobriram da pior forma, quem não quer ser visto fecha as cortinas.
Fonte: Telegraph
Óculos Google–Uma visão realista
A Internet consegue ser uma mula teimosa de vez em quando, e altamente previsível. Ela NUNCA aprende, adora repetir os mesmos erros, e as empresas espertas se beneficiam e exploram esses erros.
Uma das manias mais bestas é se maravilhar com vídeos-conceito. Se a GE, que tem design de 60 anos atrás e nunca lançou nada que preste em termos de internet/consumidor final publicar um vídeo-conceito de uma torradeira online WIMAX geolocalizada, um monte de gente achará o máximo e replicará.
Agora o Google anunciou que está trabalhando em um projeto de óculos de realidade aumentada. Não disseram desde quando, nem para quando, nem COMO. Só mostraram um vídeo-conceito.
Pronto, saíram anunciando a morte do iPhone e do iPad nas Interwebs. Teve gente gritando, histérica “CHUPA APPLE”, outros elogiando a “interface limpa”, outros já entrando na fila da GoogleStore.
Depois que a gente fica macaco velho de Internet (+- seis meses de uso) aprende a não dar bola para conceito. É ótimo aquele vídeo da Microsoft com todo mundo usando Windows 12 e esfregando telas, mas é um futuro fluído, e uma coisa que aprendemos é que o mundo real não é fluído e nunca tudo funciona tão bem. Como diria a Irmã Cleyceanne, MURPHY É MÁS!
No caso dos óculos do Google, lembro um detalhe muito importante: Eles são uma empresa de propaganda. Eles vivem de veiculação de anúncios. Você não é o cliente do Google, o cliente são os anunciantes. Você é o PRODUTO.
Esses óculos representam uma fonte IMENSA de informações demográficas, anunciantes pagarão fortunas para anunciar para gente que está literalmente às suas portas.
Para mim o vídeo do Google é só mais um produto-conceito. “ah, eles tem um monte de gente trabalhando nisso”. Beleza, mostra o protótipo. Fora isso é artiguinho “Como Viveremos no Ano 2000 2100” da Galileu.
De resto, esse vídeo representa de forma mais “realista” o conceito dos óculos do Google.
Dica do vídeo: Twitter do xará.
Quanto o Google paga pra ser buscador-padrão da Apple? US$1 bilhãozinho…
Não é a fonte de renda principal da Apple, mas como disse Everett Dirksen, “um milhão aqui, um bilhão ali e logo você está falando de dinheiro de verdade”, por isso apesar de estarem upgradeando o relacionamento de desafetos para inimigos, Google e Apple tentam não mexer onde dói mais, no bolso.
A Apple discretamente removeu o Google Maps do iPhoto para iOS, passando a usar uma versão do OpenMaps. A comunidade chiou, mas a licença permite tudo que a Apple está fazendo com os dados do serviço, então… obrigado esparro.
Já na parte da busca a coisa é séria. O Google não gostou NADA quando a Apple passou a oferecer o Bing como opção, e provavelmente isso agilizou o fechamento de novos e longos contratos de busca, tanto que hoje a busca-padrão em tudo que é iOS e MacOS vem de Mountain View.
O curioso é que segundo uma análise do pessoal da Business Insider, se o acordo micar quem perde é a Apple. Com um custo de aquisição de 75%, para o Google faturar US$1,3 bilhões, tem que gastar US$1 bi com a Apple. Sem o acordo Tio Cook deixaria de fatura 1 bijon de doláres americanos, mas a perda do Google seria de míseros, pífios US$355 milhões. Troco de pinga.
Claro, também explicam que a longo prazo, com a dominância do mobile, principalmente do iPad e do iPhone, um afastamento seria prejudicial para o Google. Ao mesmo tempo, a Apple tem fixação em fornecer a melhor experiência possível, e sabe que não há nenhum serviço tão bom quanto o Google em buscas. Usar outro como default tornaria a experiência de uso menos que ideal e Jobs voltaria pra puxar o pé de quem tomasse essa decisão.
No final, é uma situação agradável. Todo mundo ganha dinheiro e o usuário recebe o melhor. Não deixa de ser uma demonstração de maturidade de uma indústria geralmente passional até demais.
Fonte: GG
Google Play é a nova plataforma de conteúdo do Google

O Google anunciou hoje algo que já deveria ter acontecido há muito tempo, a unificação dos seus serviços de distribuição de entretenimento e agora quando quisermos adquirir jogos, filmes, música e livros, teremos que acessar apenas o Google Play.
Além da centralização do conteúdo, outra característica que deverá agradar aos consumidores é o armazenamento de todo o conteúdo na nuvem. Desta forma quando comprarmos uma música, por exemplo, poderemos acessá-la através do nosso celular ou ouví-la no computador, bastando acessar nossa conta. O serviço possui ainda uma opção para recomendarmos aos nossos amigos aquele filme do qual gostamos e como os diversos dispositivos como celulares e tablets estarão interligados, adquirir cópias digitais dos produtos será algo bastante simples (desde que estivermos conectados, é claro).
Quem adquiriu algum item antes dessa mudança não precisa se preocupar, já que como eles estão atrelados à sua conta, serão mantidos, mas o grande problema é que aqui no Brasil ainda não teremos acesso as mais de 8 milhões de músicas, mais de 4 milhões de eBooks e centenas de filmes, nos restando apenas os aplicativos e jogos vendidos na loja, que vale mencionar, passam de 400 mil.

