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Quem cria se diverte?

Por: em 13/02/08 na(s) categoria(s): Miscelâneas


Qual gamer nunca pensou em fazer seus próprios jogos? Com certeza poucos. Embora na minha adolescência eu tenha tido este sonho também, acabei desistindo de trabalhar na área por dois fatores: Primeiro que nunca consegui gostar de programação, minha área sempre foi mais a parte visual e as linhas de código sempre me causaram calafrios. O segundo e mais importante foi a idéia que sempre tive de que os desenvolvedores de jogos não poderem aproveitar suas criações.

Sempre acreditei que a área do entretenimento é composta por dois tipos de pessoas, as que criam e as que usufruem. Imagine um grande diretor de cinema. O sujeito precisa pensar em todos os detalhes, coordenar as filmagens, muitas vezes às escuras, já que depois os efeitos especiais farão aparecer todos aqueles detalhes fantásticos que vemos nos filmes. Enquanto nós podemos sentar na cadeira do cinema e presenciar guerras fantásticas, boa parte da brincadeira é produzida em um computador. Com os games não é diferente.

doriprata_13.02.08

Fico pensando o quanto traumático deve ser para uma pessoa como Shigeru Miyamoto não poder aproveitar plenamente um jogo como Super Mario Bros. ou The Legend of Zelda, já que o mesmo foi o responsável por muitas idéias dos títulos. É óbvio que as grandes mentes da indústria não trabalham sozinhas, mesmo assim, muito da magia de presenciar algumas partes memoráveis dos games se perde para estas pessoas.

Um exemplo claro é a parte final do jogo Shadow of the Colossus, quem jogou sabe do que estou falando e tenho certeza que passou por uma situação pouco esperada. Agora pense em Fumito Ueda e Kenji Kaido, desenvolvedores do game, com certeza sua satisfação em criar o dito momento deve ser imensa, mas é evidente que a nossa sensação eles não vivenciaram.

Trazendo ainda os exemplos para algo mais próximo, cito o jogo desenvolvido pelo pessoal da CubaGames que publicamos essa semana, a seleção da maioria das imagens foi feita por mim e não pude aproveitar o desafio como você, caro  leitor.

Mesmo assim, temos que lembrar que algumas criações permitem que mesmo os seus mentores as apreciem. Basta pensar nos puzzles como Tetris, Lumines e Meteos. Sem falar nos títulos de estratégia ou nos jogos de corrida.

doriprata2_13.02.08 Quero deixar claro que com este texto não tenho a mínima intenção de desmotivar os futuros game designers, muito pelo contrário. Gostaria apenas de levantar a questão em relação a esses seres de outro planeta que conseguem desenvolver verdadeiras pérolas, mas que talvez não possam tirar tirar proveito delas tanto quanto nós.

Aqui no Meio Bit Games temos vários leitores que trabalham na área, assim como alguns colaboradores que poderiam nos dar opiniões mais embasadas sobre o assunto, talvez eles consigam me convencer de que criar um Sim City é mais divertido do que jogar um Fable =)

Jogue o demo de Professor Layton

Por: em 13/02/08 na(s) categoria(s): Portáteis


romulo_13.02.08 E fique igual a mim, morrendo de vontade de jogar a versão completa. O jogo foi lançado oficialmente no dia 10 de Fevereiro nos Estados Unidos pelo estúdio japonês Level 5.

Entre no site oficial do jogo, veja as fotos e os vídeos. Os personagens e a cidade foram muito bem desenhados. Esse é um jogo que desde a primeira vez que bati os olhos deu vontade de jogar. O estilo de jogo lembra muito os antigos jogos da Lucas Arts que utilizavam a SCUMM engine. Tenho muita saudade e vontade de jogá-los novamente. Outro jogo neste estilo que adorei foi o jogo "Scooby-Doo Mystery" lançado para Mega Drive e Super Nintendo.

O jogo consiste uma parte em resolver pequenos puzzles clássicos e a outra em solucionar os segredos para encontrar um misterioso tesouro e solucionar um assassinato. Com personagens e um trabalho de arte de primeira linha, animações e desenhos que lembram algumas séries que fizeram parte da minha infância como "Doug" e "As aventuras de Tintim". Professor Layton têm tudo para ser um grande sucesso de vendas no ocidente, pois lá pelas terras do sol nascente já vendeu mais de 500 mil cópias.

No site oficial também diz que o jogo é o primeiro de uma trilogia, será que as histórias se cruzam? Isso seria fantástico! Segundo o Fábio do Continue, existe uma senha no primeiro jogo que só poderá ser aberta com informações da segunda versão. Que, aliás, já foi lançada no Japão.

Acesse o site oficial do jogo, veja a "intro" e jogue a versão demo, feita em flash no próprio site. Vale a pena!

[via Continue]

Já era de se esperar

Por: em 13/02/08 na(s) categoria(s): Computadores


rafael_13.02.08 Mais um jogo “exclusivo” do XBox 360 vai ganhar uma versão para PC. Adivinha Qual ? Mass Effect.

Segundo o site Joystiq é certo que a Eletronic Arts irá publicar Mass Effect em Maio e é apenas o primeiro de vários jogos que entraram num acordo entre a EA e a Microsoft.

O que eu acho engraçado é como o pessoal da Bioware se irritava e dizia que não iria comentar o assunto e como os admins do fórum oficial do jogo também se irritavam com tópicos sobre o assunto dizendo “Mass Effect foi planejado como u título exclusivo do Xbox 360. E como isso foi perguntado e respondido muitas vezes, o tópico será fechado. TRANCADO !!!”

Pois é meus amigos, isso só me faz ter mais certeza que eu já tenho meu Xbox 360.

[via Joystiq]

Gilberto Gil: Vocês tem que protestar!

Por: em 12/02/08 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Indústria


rodrigo5_12.02.08 Numa atitude inesperada, na cerimônia de abertura da Campus Party, o ministro Gilberto Gil comentou sobre a proibição de Counter-Strike. Apesar de ter ficado neutro, ele falou algo interessante (retirado de uma matéria da Folha Online:

"Vocês é que precisam reclamar. A Justiça se acha no direito de proibir… A proibição veio de um juiz que considerou que a proibição era válida. Ele tem um papel social que permite isso. Cabe à sociedade protestar, caso considere que a decisão não é válida".

Concordo em gênero, número e grau! O problema é que o primeiro protesto só reuniu 30 pessoas, um número insignificante para fazer a sociedade ver sobre isso. Já vi muita gente reclamando: "vocês deveriam é protestar contra coisas mais sérias!" Concordo, mas a maioria faz isso? Duvido que muitos aqui tentariam montar um mutirão contra a corrupção e protestar na porta de Brasília, já que a maioria das pessoas são acomodadas. Agora quando um grupo pequeno tenta fazer algo, todo mundo reclama, mas ninguém tem coragem de fazer. Quando a proibição for derrubada (esperemos que seja, por ela ser absurda), a maioria vai agradecer a estas ações e protestos, mesmo não tendo coragem de mover um músculo a favor.

Vamos ver se com esta declaração o pessoal toma ânimo para fazer algo decente e legal (no sentido jurídico).

Muito bonito, mas pouco ergonômico

Por: em 12/02/08 na(s) categoria(s): Portáteis


Quando a Sony anunciou que iria lançar uma nova versão do PSP, a maioria pensou que o design do aparelho iria mudar radicalmente. Isso não aconteceu e algumas pessoas com muita criatividade e um bom conhecimento de softwares de animação 3d puseram a mão na massa.

Um destes trabalhos você pode conferir na imagem a abaixo (clique para ampliar). Nela o designer criou um PSP onde os botões ficam escondidos atrás da tela quando o portátil não está sendo usado, possui duas alavancas analógicas, quatro botões "L" e "R" e um visual mais parecido com o do GBA SP.

Apesar de achar que ficou muito bonito, não gostei do modelo. Primeiro que apesar da tela ter ficado bem grande, perdeu sua característica widescreen. Segundo que o "aparelho" não parece nem um pouco ergonômico. Terceiro que os botões "L" e "R" seriam horríveis de serem apertados devido a sua posição lateral.

doriprata2_12.02.08

[via PSP Fanboy]

Os games mais raros e valiosos do Super Nintendo

Por: em 12/02/08 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Museu


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O Racket Boy montou uma lista com vários games do Super Nintendo e mostrou uma média de preços e um grau de raridade. Bom, quanto a esta lista, vamos levar em consideração o valor colecionável do objeto. Tudo bem que existem os emuladores, mas ter um game original e raro não é para qualquer um, principalmente se ele ainda estiver funcionando. Também tem aquele velho lance de que “eu tenho sim o cartucho original e raro do Final Fantasy VI e sou um cara bom! Valeu!”, onde o gamer se gaba de ter algo difícil de achar, e isso acaba virando mais um enfeite do que um game propriamente dito (ou você acha que vou ficar colocando demais num console empoeirado (nem todos tem muito cuidado com consoles antigos) aquele game que paguei uma fortuna no ebay? Nunca!).

Por fim (e voltando à lista do Racket Boy), alguns games chegam a ter valores absurdos, como o Kunio-kun no Dodge Ball Zenin Shuugou Tournament (que nome…) que custa mais de 1000 dólares, e o Chrono Trigger, que, apesar de não ser um game raro, todo mundo gosta dele: o preço pode variar entre 53 e 1200 dólares! Realmente, gastar muito com um game é pra quem pode, e como a maioria dos americanos são consumistas e tem condições, pode ter um que desembolse essa quantia por um game raro.