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Trials Evolution vende 500 mil cópias em 3 semanas

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Microsoft


O jogo Trials Evolution, desenvolvido pela Red Lynx e publicado pela Microsoft Studios, ultrapassou a marca de 500 mil cópias digitais vendidas no XBox Live Arcade, e isso apenas nas primeiras três semanas desde o seu lançamento, no dia 18 de abril deste ano.

O jogo bateu um recorde no XBLA, detendo por pouco mais de vinte dias o recorde de vendas nas primeiras 24hs de lançamento de um jogo em toda a história do XBox Live, com mais de 100 mil cópias no período. No entanto, este recorde foi recentemente batido pela versão para XBox 360 de Minecraft, que no mesmo período estima-se que tenha vendido mais de 400 mil cópias, ultrapassando a marca de 1 milhão de cópias nos 5 dias seguintes. O predecessor de Trials Evolution foi Trials HD, lançado em 2009 também via XBox Live, que vendeu até agora mais de 2 milhões de cópias.

Trials Evolution é um jogo de plataforma e corrida que utiliza gráficos em 3D com jogabilidade em 2D. Os jogadores devem, pilotando motocicletas, ultrapassar obstáculos e completar percursos, com o menor tempo e número de faltas possíveis. É vendido no XBLA por 1200 Microsoft Points, cerca de 15 dólares.

Com a aquisição da Red Lynx pela Ubisoft, em novembro de 2011, presume-se que o sucessor de Trials HD possa ganhar versões para outras plataformas, como o PlayStation 3. Uma nota da Ubisoft em um relatório financeiro anual, diz que os títulos da Red Lynx tem grande potencial multiplataforma, e isso incluiria Trials Evolution.

[via Eurogamer]

Mirror’s Edge 2 e Bad Company 3 podem estar em desenvolvimento

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Rumores


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Ultimamente um dos melhores lugares para ficarmos sabendo da existência de novos jogos são os currículos publicados por alguns profissionais na internet e depois de um deles ter vazado o Dead Space 3, chegou a vez de outros dois possíveis títulos da EA terem sido revelados, o Mirror’s Edge 2 e o Battlefield: Bad Company 3.

A informação pode ser encontrada na página de Michael Joseph C. no LinkedIn, onde o programador garante ter trabalhado entre 2009 e 2011 “desenvolvendo protótipos, design e feedback para vários títulos AAA,” incluindo os dois previamente citados, além do Dead Space 2, Devil May Cry 5 e outro não anunciado.

Esta é pelo menos a terceira vez que um funcionário da editora diz ter trabalhado no Mirror’s Edge 2, continuação há muito aguardada pelos fãs do original, mas que a EA não parece muito disposta a investir devido as baixas vendas. Já em relação ao Bad Company 3, não chega a ser uma surpresa que ele seja anunciado em breve, afinal é quase certo que a série Battlefield receberá um novo capítulo este ano (e no próximo, e no próximo…).

Por achar que o primeiro trouxe um pouco de inovação para os jogos de tiro em primeira pessoa, gostaria muito de ver um novo Mirror’s Edge sendo lançado, ainda mais se ele usar a poderosa Frostbyte 2, então, tomara que na E3 a confirmação seja feita.

[via Gamerzines]

Título multiplataforma impediu continuação de Titan Quest

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


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O Diablo III já está entre nós, mas durante muito tempo algumas desenvolvedoras tentaram concluir a dura missão de lançar um game que conseguisse divertir os fãs da série da Blizzard e uma das que obteve um bom resultado foi a Iron Lore com o seu Titan Quest.

Aquele jogo manteve muita gente ocupada ao nos colocar num mundo tridimensional onde deveríamos aniquilar hordas e mais hordas de monstros em ambientes como a Grécia Antiga ou mesmo sobre as muralhas da China e embora ele tenha conquistados um bom número de fãs e ganhado uma expansão, uma verdadeira continuação nunca existiu. Agora Arthur Bruno, ex-funcionário do extinto estúdio explica o motivo.

Eles [a Iron Lore] esperavam fazer uma sequência e estavam preparando o terreno para isso quando a THQ basicamente lhes disse que não tinham interesse em outro jogo exclusivo para PC e queriam ver uma nova propriedade intelectual multiplataforma. Então eles mudaram o rumo, começaram a trabalhar num novo RPG de ação multiplataforma em terceira pessoa. Era como um Oblivion misturado com Gears of War. Era semelhante ao recém lançado Kingdoms of Amalur, com uma ambientação mais sombria.

A coisa foi para o espaço de vez quando a THQ começou a se interessar em comprar a Big Huge Games e com a contratação de Ken Rolston, game designer responsável por alguns capítulos da série The Elder Scroll, o estúdio foi incumbido de desenvolver um RPG que depois se tornaria o próprio Kingdoms of Amalur, fazendo com que o projeto Titan Quest 2 fosse engavetado. Como os diretos da marca pertencem à THQ e sem dinheiro no caixa, restou à Iron Lore fechar as portas.

Sei que lamentar uma sequência para um jogo assim pouco após o lançamento do Diablo III é pedir para ser criticado, mas ainda assim, eu gostaria de jogar um novo capítulo da franquia.

Série Tales Of terá jogo de estratégia para Android

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Celulares, Jogos


A Namco Bandai revelou uma bela surpresa para os fãs da série Tales of, a produção de um jogo de estratégia por turnos e ao contrário do que muitos poderiam imaginar, ele não será lançado para os consoles, portáteis ou mesmo para dispositivos iOS, mas para aparelhos que trazem o Android como sistema operacional.

Previsto para chegar ao Japão no dia 2 de julho, Tales of the World: Tactics Union trará diversos personagens conhecidos da franquia, como Lloyd Irving do Tales of Symphonia e Guy Cecil do Tales of the Abyss, além de dois novos mascotes, um parecido com uma estrela e outro com uma meia lua.

O game utilizará a tela sensível ao toque dos celulares e tablets para permitir que o jogador movimente as unidades pelos cenários e será distribuído gratuitamente, com itens diversos podendo ser adquiridos com dinheiro real, porém, será necessário assinar um serviço da distribuidora KDDI, que custa US$ 5 por mês, para ter acesso ao título.

Nenhuma informação foi dada sobre um possível lançamento no ocidente, mas como a franquia não é tão popular por aqui como é no Japão e dado o modelo de distribuição, é pouco provável que um dia possamos jogar o Tales of the World: Tactics Union, infelizmente.

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[via Siliconera]

Erros com PS3 podem ter feito Xbox 360 dar certo

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Microsoft, Sony


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Acho que todos ainda se lembram das dificuldades que a Sony enfrentou na época do lançamento do Playstation 3 e para Robbie Bach, ex-presidente da divisão de entretenimento e dispositivos da Microsoft, foram os erros cometidos pela fabricante japonesa que fizeram com que a marca Xbox pudesse se consolidar no mercado de games.

Parte do sucesso do Xbox 360 se deve ao fato de a Sony ter feito algumas coisas pouco inteligentes. Eles administraram mal os 70% do mercado que mantinham. A transição para o Playstation 3 foi muito, muito ruim. Eles não administraram seus parceiros, não administraram corretamente o custo de estrutura. Fizeram a sua próxima plataforma tão complicada que as empresas não conseguiam desenvolver jogos para ela.

O comentário foi feito durante um evento para empresários, onde Bach também declarou que é muito importante as companhias saberem tirar proveito das decisões equivocadas de seus concorrentes e ainda afirmou que outro ponto que ajudou muito a Microsoft foi o fato deles terem convencido gigantes como Activision e Electronic Arts de que seria um bom negócio a fabricante do Xbox obter sucesso, já que ampliaria o mercado.

O executivo porém não esqueceu o problema com as três luzes vermelhas que tanto infernizou quem adquiriu um Xbox 360, descrevendo o episódio como “a coisa mais dolorosa de sua vida,” sensação que, acredito, tenha sido também a de muitos gamers (eu incluso).

[via CVG]

Enquanto você criava seu personagem, coreanos terminavam Diablo III

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


As desvantagens que nos são proporcionadas por um fuso horário de 12 horas para trás não se resumem apenas a um desajuste biológico ferrado
de uma viagem à Ásia. Enquanto por aqui Diablo III não vai muito além da criação de personagens, lá na terra-dos-olhos-quase-fechados, também conhecida como Coréia, o jogo já foi “terminado” em período aproximado de cinco horas.

O chamado “SP Mode” foi finalizado por lá pelo fato de os servidores de Diablo III serem abertos antecipadamente, mais uma vez, devido ao fuso horário. Cada “ato” da história de Diablo III foi finalizado em cerca de uma hora. Apesar da velocidade com que os coreanos terminaram o modo de jogo porque, bem, eles são coreanos, é importante dizer que eles apenas fizeram as quests mandatórias para o progresso do enredo do título. No caso de uma partida normal, estima-se pelo menos um dia para terminar esse mesmo modo, inclua aí as quests opcionais.

Para evitar o spoiler, não vamos publicar o screengrab que mostra o final do jogo – ele é visível para quem for membro dos fóruns oficiais da Blizzard, ou no link de nossa fonte, logo abaixo.

Fonte: DSO Gaming