Gamers cheio de mimimi destróem Diablo III no Metacritic
P**** da cara por causa da queda de servidores de Diablo III, alguns jogadores resolveram reclamar dessa falta de sacanagem da melhor forma possível: levar a briga para o Metacritic. Não entendeu? O Meio Bit explica:
Diablo III, possivelmente o maior jogo da Blizzard para o ano de 2012, não está fazendo jus ao hype. Isso porque, bem, as pessoas não conseguem jogar. Motivo: como medida de prevenção à pirataria, a Blizzard instalou no jogo um recurso que exige conexão constante com a internet. O problema é que, se os servidores da empresa caíssem – e caíram -, nem quem quisesse jogar sozinho poderia aproveitar a chance. O sistema interpretaria desconexão e não iniciaria. Por isso, diversos usuários foram para o Metacritic, um site especializado em reunir reviews de usuários e da indústria, e bombardearam críticas ao jogo, o que inevitavelmente reduziu a nota dele.
Até a finalização deste post, 2639 reviews de usuários foram publicados no site, sendo a nota média 3,7 (ver “user score”, na imagem acima). Obviamente, a maior parte das críticas se resume a incapacidade de jogar algo que você pagou, mas está impedido por má estruturação empresarial, mas há quem esteja destilando veneno para fatores como gráficos e mecânica de jogo.
E você, o que acha? Estão certos os usuários em reclamar desta forma, ou isso tudo não passa de mimimi?
Fonte: Destructoid e Metacritic
Project CARS já arrecadou € 1 milhão com a comunidade

Em se tratando de jogos de corrida, poucas produções tem chamado tanto a atenção quanto o Project CARS, da Slightly Mad Studios. Responsáveis pelo braço SHIFT da série Need for Speed, o estúdio já mostrou ser capaz de criar bons títulos mais voltados para a simulação e para o seu próximo game resolveram utilizar uma tática diferente para financiar a criação: permitir que os jogadores comprassem licenças para o jogo e dependendo do pacote escolhido, possam opinar sobre como ele deverá ser e ainda mais interessante, recebam uma parte do lucro que o projeto obtiver quando for lançado.
A ideia tem mostrado bons resultados e além de o desenvolvimento ter evoluído bastante com a ajuda da comunidade, o estúdio divulgou que eles ultrapassaram a marca de um milhão de euros arrecadados, que junto com a quantia investida pela própria SMS, totalizam 2.5 milhões sem a necessidade de uma grande editora por trás ou mesmo a utilização de sites como o Kickstarter, algo que, acredito, só se tornou possível devido a transparência com que a empresa tem tratado o projeto.
Em janeiro um trailer do Project CARS chamou minha atenção e outro muito bem produzido acaba de ser divulgado, mostrando que o game (que precisa receber um nome definitivo) tem um enorme potencial e como o seu lançamento para PC, Playstation 3, Xbox 360 e Wii U está previsto apenas para março de 2013, até lá os envolvido terão um bom tempo para deixá-lo ainda melhor.
[via VirtualR]
Depois do PC, Xbox 360 é onde mais se assiste vídeos

Um levantamento realizado recentemente descobriu que, depois do PC, o console da Microsoft já responde como o dispositivo mais utilizado pelas pessoas para assistir vídeos, ficando na frente de aparelhos como o iPad, iPhone e Androids.
Só que há um pequeno detalhe nesta equação. A empresa que apurou os dados, a Freewheel, especializada em anúncios online em forma de vídeo, levou em consideração apenas o que classificam como “conteúdo profissional”, ou seja, vídeos que possuem anúncios, como aqueles oferecidos por canais como CBS, ESPN ou Vevo e ignorando conteúdo produzido por usuários comuns, como eu, você a Suelen, o Jefferson e a Mara.
Também é preciso levarmos em consideração que não se trata de uma pesquisa ou um vasto estudo de mercado, não computando por exemplo os vídeos assistidos no Netflix, por exemplo. Logo, é difícil imaginar que com uma base instalada imensa como a dos celulares com Android ou os iPhones, não se assista mais vídeo do Youtube neles do que nos Xbox 360.
Ainda assim, para os anunciantes os dados são importantes, por mostrar que há um público mais relevante no videogame da Microsoft, além de reforçar a informação passada recentemente pela fabricante de que as pessoas tem passado cada vez mais tempo usando o Xbox 360 como uma central multimídia.
[via All Things D]
DLC Quest agora disponível pela Mac App Store
Uma das mais gratas surpresas que tive com os jogos indies para o Xbox 360 foi o DLC Quest. O game poderia ser considerado um típico jogo de plataforma no estilo daqueles que víamos nos 16-bits, mas o seu grande diferencial esta na maneira como o autor o utilizou para fazer uma crítica à “indústria de conteúdos adicionais por download”, já que tudo no game tudo precisa ser comprado, desde os movimentos do personagem até mesmo a trilha sonora.
A boa notícia caso você não possua o console da Microsoft mas seja o proprietário de um Mac, é que agora o jogo pode ser obtido através da Mac App Store por US$ 1,99. Na verdade o DLC Quest já podia ser adquirido para computadores pelo Desura, inclusive com uma versão para PC, mas estar disponível na loja da plataforma deixa tudo mais simples.
Embora não se trate de um jogo muito longo, sua aquisição é altamente recomendada, principalmente por nos mostrar de uma maneira engraçada, como as produtoras algumas vezes exageram no lançamentos dos DLCs (inúteis armaduras para cavalo? Sim!) e pelo menos nele as adições são compradas com moedas coletadas durante a aventura e não com dinheiro real.
Blizzard defende casa de leilões do Diablo III

Embora não seja algo inédito, já que outros jogos já utilizam casas de leilões com itens que podem ser adquiridos com dinheiro real, a iniciativa da Blizzard não agradou alguns fãs do Diablo III, provavelmente devido a salgada comissão cobrada pela desenvolvedora, dando a impressão de que eles só pensaram em lucrar mais. Porém, o diretor Jay Wilson saiu em defesa do serviço, revelando que a ideia veio do departamento de design e não do setor financeiro da empresa.
“Não acho que seja algo ruim querer ganhar dinheiro. Acho que é ruim querer ganhar dinheiro com coisas que não sejam bons serviços ou produtos para o seu consumidor,” explicou Wilson. “Nós queremos ganhar dinheiro com a casa de leilões? É claro que sim, porque queremos continuar fazendo jogos e sermos bem sucedidos. Mas nós pensamos que este é um bom serviço. Achamos que isto é algo que os jogadores desejam e querem poder utilizar em segurança e facilmente, além de poderem ganhar algum dinheiro com isso, caso desejem.”
Ele ainda disse que ter a casa de leilões no jogo fazia todo o sentido para a equipe de design, já que o Diablo II acabou desenvolvendo uma espécie de economia própria, com os jogadores vendendo itens através de sites como o eBay e fazendo com que esse fosse um dos elementos mais interessantes daquele jogo.
Não sei muito bem como o serviço está funcionando dentro do Diablo III, mas para quem já está jogando, é possível fazer boas aquisições utilizando apenas a moeda virtual coletada durante a aventura ou gastar dinheiro real acaba se tornando inevitável?
[via Gamasutra]
Para CliffB, Japão não pode ignorar o multiplayer

Tem sido relativamente comum vermos jogadores reclamando da quase obrigatoriedade de modos multiplayer nos games, mas para Cliff Bleszinski, criador da série Gears of War, explorar melhor a interação entre as pessoas é exatamente o que pode ajudar as empresas japonesas a aumentar sua relevância no mercado mundial.
“Meu conselho ao Japão é em relação ao mercado de distribuição física, vocês não podem ignorar o multiplayer. Não estou dizendo para colocar multiplayer em todo jogo,” disse o game designer, que citou como exemplo o Shadows of the Damned. “É um belo jogo com uma jogabilidade muito divertida, mas não há uma experiência multiplayer cooperativa ali. Não me refiro a falta de um versus; há bilhões de maneiras de fazer os jogadores interagirem uns com os outros.
Se você for para os shooters em terceira pessoa… o fato do Vanquish não ter um multiplayer é um crime… Não há nenhuma razão para eu não poder andar por aí, fazendo aqueles mega deslizamentos, mergulhando no ar em uma arena cheia de outros jogadores.”
Ainda assim Bleszinski reconhece o que alguns jogos japoneses trouxeram algo de novo em se tratando de multiplayer, mais precisamente o Demon’s Souls. Segundo ele, o game e seu sucessor espiritual (Dark Souls) servirão de inspiração para desenvolvedores ocidentais, mostrando-lhes como inserir elementos do multiplayer nas campanhas principais dos games.
Talvez não tenha sido coincidência ele ter mencionado justamente dois títulos em que Shinji Mikami esteve diretamente envolvido e em relação ao Vanquish, não sei se um multiplayer competitivo fez falta, mas um cooperativo acho que seria bem vindo. Ainda assim, tenho dúvidas se a longa campanha do jogo não teria sido prejudicada caso a Platinum Games tivesse optado por incluir um modo para vários jogadores e por isso não ousaria reclamar da ausência.
[via Gamasutra]


