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GOG não planeja vender jogos para Linux

Por em 10 de setembro de 2013 - 7 Comentários

gog

Muito devido a inciativa da Valve e que foi seguida por algumas desenvolvedoras, aos poucos os gamers que utilizam o Linux como sistema operacional tem ganhado motivos para sorrir, mas se depender de outro serviço de distribuição digital, o GOG, essas conversões não se tornarão tão comuns quanto poderiam e quem explicou o motivo desta resistência foi o responsável pelo marketing da empresa, Trevor Longino.

Infelizmente pouco mudou na nossa posição em relação a dar suporte ao Linux nos últimos meses e há uma razão principal para isso. Desde o nosso nascimento, há cinco anos, temos dado total suporte aos consumidores em todos os jogos que lançamos e isso não mudará. Para cada jogo que lançamos damos garantia de total devolução do dinheiro: se não pudermos fazer o jogo funcionar no computador do consumidor através da ajuda da nossa equipe, devolvemos o dinheiro.

A arquitetura do Linux, com suas muitas distros, cada uma delas sendo atualizadas constantemente torna incrivelmente desafiador para qualquer companhia de distribuição digital poder testar apropriadamente o jogo em questão e então oferecer o suporte para o lançamento.

Longino disse que eles poderiam liberar um aplicativo que venderia os jogos e deixasse que os usuários do Linux se virassem para fazer com que eles funcionassem corretamente, mas que isso está fora de cogitação devido a política de negócios que adotaram.

Se por um lado considero a atitude deles louvável, por outro acho triste pensar que com essa “desistência” perdemos uma ótima oportunidade de termos acesso a uma vasta biblioteca de títulos antigos que cairiam muito bem em computadores mais modestos rodando Linux, quem sabe até videogames portáteis usando o sistema do pinguim.

Fonte: Destructoid.

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Consolemod: saída de vídeo componente para Super Nintendo

Por em 30 de agosto de 2013 - 17 Comentários

Um dos meus passatempos preferidos quando era Padawan era desmontar e remontar os eletrônicos da casa. Minha mãe ia a loucura quando a hora da novela se aproximava e o aparelho de televisão estava espalhado pela sala. Nada escapou ileso à minha ânsia por saber como diabos aqueles eletrônicos funcionavam. Munido de coragem (e revistas velhas de eletrônica) modifiquei rádios para captar ondas curtas, coloquei saída de vídeo composto no meu velho Atari Dactar, adicionei alto-falantes e amplificadores caseiros para ampliar a potência do toca-fitas (velho, velho, muito velho), além de toda sorte de cacarecos eletrônicos experimentais que você possa imaginar.

Algumas dessas modificações eram pura farra, não tinham utilidade real. Mas a experiência em modificar eletrônicos rendeu muitos bons momentos para meus videogames quando os televisores foram ficando maiores, mais fininhos e impossíveis de se conseguir uma imagem decente dos consoles antigos. A modificação que vou descrever a seguir é muito simples e você não precisa ser nenhum mestre Jedi da eletrônica para fazê-lo, basta conseguir segurar um ferro de solda sem se queimar (difícil, muito difícil) que já está valendo. O mod em si consiste em adicionar uma saída de vídeo componente (YPbPr) ao Super Nintendo, o que gera uma melhoria inacreditável na imagem em televisores modernos.

Não tem como errar, o BA6592F está claramente identificado.

Não tem como errar, o BA6592F está claramente identificado.


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Criadores dizem que EA não acreditava na série FIFA

Por em 26 de agosto de 2013 - 29 Comentários

FIFA International Soccer

Embora eu sempre tenha gostado de futebol, até 1994 não via a menor graça em games do gênero. Vez ou outra eu até alugava um ou outro jogo que tentava recriar o esporte bretão, mas nunca consegui perder muito tempo neles e sempre acabava partindo para outro título.

Isso mudou quando naquele ano tive meu primeiro contato com um tal de FIFA International Soccer. Aquele jogo para Mega Drive era algo inacreditável! As partidas eram extremamente emocionantes, repletas de possibilidades e organizar campeonatos com diversos amigos era uma experiência ímpar, capaz de nos manter diante da televisão por horas.

Ao longo dos anos a franquia passou por altos e baixos, muitas vezes sendo massacrada pelo PES/Winning Eleven, até que na atual geração a coisa mudou e ela voltou ao topo. Porém, o que poucas pessoas sabiam é que os idealizadores da franquia enfrentaram muitas dificuldades para iniciá-la, tendo inclusive que enfrentar resistência de dentro da própria EA.

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Retrogadget essencial da semana: Mini-Upscaler de vídeo composto

Por em 21 de agosto de 2013 - 11 Comentários
Imagem brilhando para os games antigos.

Imagem brilhando para os games antigos.

Uma das minhas maiores frustrações ao brincar com meus videogames antigos era a qualidade de imagem sofrível que os consoles geram em aparelhos de TV modernos, seja eles de plasma, LCD ou LED. A maioria dos consoles usa o velho padrão RCA (ou vídeo composto), com um cabo para o sinal de vídeo e dois para o sinal de áudio. Apesar de boa parte dos televisores serem compatíveis com esse padrão, as imagens parecem sempre lavadas, com pouco brilho e nitidez, quando não sofrem com interferências de algum tipo. Com o passar dos anos fiz uma série de tentativas de resolver isso, com resultados entre o decepcionante e o regular. Até uns dois anos atrás, já existiam os conversores e upscalers, mas eles custavam um rim e as vezes, também um olho. E convenhamos que jogar videogame só com um olho não é legal.

A primeira vantagem deste pequeno prodígio é que ele é barato, cerca de US$ 30,00 na Amazon. A segunda é que ele é pequeno. Mas tipo, pequeno mesmo, ele caberia facilmente na palma da sua mão. O pequenino é alimentado por uma porta mini-USB, então qualquer cabo genérico plugado na saída do televisor (desde que seja energizado) pode alimentá-lo tranquilamente, que é como eu uso aliás. Ele também vem com uma pequena fonte claro, mas eu a acho bem dispensável.

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emAnálises Museu

Produtos da Sega ficaram esquecidos em armazém na Tailândia por quase duas décadas

Por em 21 de agosto de 2013 - 44 Comentários

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Se vocês gostam de games antigos, colecionam consoles de 64 bits ou menos e gostam de assoprar cartuchos, então vocês compartilham comigo e outros amigos aqui do Meio Bit o sonho de descobrir um carregamento de videogames esquecido em algum contêiner, armazém ou fábrica abandonada. Pois este sonho se tornou realidade para um homem que trabalha com importação e exportação de produtos eletrônicos, na Tailândia.

Segundo NeoGeoThai, como preferiu se identificar o rapaz em um fórum francês especializado no assunto, ele encontrou 20 caixas do console Mega Drive II, todas lacradas, além de várias cópias de 18 clássicos da plataforma, como Sonic The Hedgehog 2, Streets of Rage 2, Ecco The Dolphin, Jurassic Park, Battletoads e Street Fighter II. Todos os produtos são originais e estavam ali parados há 18 anos.

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Produtora indie russa fazendo remake de clássico baseado no próprio trânsito: Rock ‘n Roll Racing

Por em 19 de agosto de 2013 - 5 Comentários
Carros disparando foguetes e rock 'n roll, não tem como dar errado.

Carros disparando foguetes e rock ‘n roll, não tem como dar errado.

Vamos admitir que em termos de trânsito, os russos são os caras mais rock ‘n roll da face da terra, quiçá do universo conhecido. Os vídeos com batidas, atropelamentos,  capotagens e (por Deus) até vacas rolando espalham-se em profusão pela internet. Então você deve entender a minha animação ao saber que um estúdio russo, o Yard Team, está trabalhando em um remake 3D para o título clássico de 1993 que saiu para Mega Drive e Super Nintendo. Carros disparando mísseis, batidas iradas, pistas insanas e tudo regado ao melhor do rock ‘n roll clássico, que nas versões originais incluía Steppenwolf, Black Sabbath e Deep Purple. Na nova versão, os desenvolvedores prometem um recurso matador: Você poderá substituir as músicas do jogo (15 originais) pelas suas preferidas (Hey, Deep Purple original, mais alguém tendo espasmos além de mim?). Além disso, até mesmo as vozes narradas, que virão originalmente em inglês e russo, poderão ser substituídas.

Os produtores prometem manter a jogabilidade 2D original e pelo vídeo divulgado estão cumprindo a promessa em alto estilo. Além da visão clássica isométrica, eles ainda incluíram um inútil (bite me!) modo com visão em terceira pessoa de trás do veículo. As melhorias prometem não ser apenas nos gráficos, pois incluem uma versão multiplayer do jogo, o que certamente tornará a jogatina ainda mais interessante. Para os gamers mais loucos, o jogo virá com um editor de mapas e nós sabemos que quando este tipo de recurso está disponível, alguém sempre acaba fazendo coisas insanas e divertidas nos jogos.

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Retrosonho realizado: Controles wireless para consoles antigos

Por em 16 de agosto de 2013 - 4 Comentários
Japinhas meramente ilustrativas (eu sei).

Japinhas meramente ilustrativas (eu sei).

A RetroBit é uma dessas empresas onde trabalham loucos capazes de coisas como esta e é hoje praticamente o braço direito para colecionadores que precisam de peças de reposição como fontes, controles, cabos de áudio e vídeo e qualquer parte muito difícil de encontrar (até parafusos) para colocar os velhos companheiros para trabalhar novamente. 

A linha mais atual que a empresa está investindo, para mim um sonho de consumo nerd, são os controles sem-fio para consoles antigos, por que convenhamos, é muito lindo ter todos os consoles no seu rack e na hora de jogar é aquela tranqueira de cabos atravessando a sala, gente tropeçando e arrancando o console do móvel (ah, o horror, o horror!).

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