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Digital Drops Blog de Brinquedo

A coleção do Final Fantasy que todo fã gostaria de ter

Por em 3 de setembro de 2012

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Poucas são as franquias que podem ser orgulhar de contar com uma enorme e fervorosa base de fãs e uma delas é a Final Fantasy. Completando seu 25º aniversário este ano, a Square Enix pretende lucrar com a ocasião e anunciou, apenas para o Japão, uma incrível coleção trazendo os treze capítulos da série principal, o que deverá se tornar o sonho de consumo de qualquer um que idolatre a criação de Hironobu Sakaguchi.

Chegando as lojas no dia 18 de dezembro, o grande problema será pagar a quantia cobrada, 35 mil ienes, ou algo em torno de US$ 445, mas os sortudos (e corajosos) que conseguirem levarão ainda alguns extras, como dois discos com músicas da série, uma coleção de artes feitas por Yoshitaka Amano e alguns itens gratuitos para o FF XIV.

Por sorte eu tenho boa parte dos jogos da franquia e eu até diria que seria bom se a coletânea saísse no ocidente, mas pelo valor que seria cobrado, nem sei se vale a pena.

De qualquer forma, fique com a lista dos jogos e as plataformas em que as cópias do pacote serão disponibilizadas.

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Série Ultima com desconto no GOG

Por em 27 de agosto de 2012

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Recentemente publiquei um post aqui no Meio Bit sobre a maneira como os jogos nos impõem algumas limitações, algo que estava deixando a Fatima Tardelli irritada. Na ocasião acabei esquecendo de dizer que havia indicado a ela a série Ultima, que embora eu nunca tenha jogado um dos seus capítulos, sempre ouvi muitos elogios por nos oferecer uma liberdade não encontrada em outros games.

Pode até parecer mentira, mas alguns dias depois o leitor Paulo Correia me chamou no Gtalk para falar que como eu gosto jogos que nos permita fazer quase qualquer coisa, deveria conhecer o Ultima IX: Ascension e segundo ele, o grau de imersão é tão grande que ao jogarmos é fundamental utilizarmos um caderninho, só para poder ir anotando algumas informações imprescindíveis para a aventura.

O grande problema, disse para ele, seria encontrar o jogo para comprar, por ser tratar de um título antigo, mas para minha, ou melhor, nossa sorte, na semana passada ele foi adicionado ao catálogo do GOG e ainda melhor, o serviço de distribuição iniciou uma promoção onde toda a série está com 50% de desconto. Sendo assim, ao adquirir os onze títulos pagamos apenas US$ 17,94.

Como se trata de RPGs imensos, você precisaria de alguns anos para conhecer todos eles, mas se preferir comprá-los separados, a economia será menor, mas ainda assim valendo a pena. Só corra, pois os descontos só valerão por mais dois dias.

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Os clássicos do estilo Metroidvania

Por em 17 de agosto de 2012

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Muito antes dos games migrarem para as três dimensões e sermos surpreendidos com o Grand Theft Auto III e a popularização dos mundos abertos, havia um estilo em 2D que já nos oferecia um vasto cenário para ser explorado e o mais importante, fez com que os os jogos de plataforma ganhassem elementos de RPGs. Com o tempo esses games se transformaram em um subgênero e passaram a ser conhecidos como Metroidvania, numa alusão as duas séries mais famosas deste estilo, a Metroid e Castlevania.

Como gosto muito de jogos assim, sou um pouco suspeito para falar sobre o quão divertidos e desafiadores eles podem ser e se você também adora se aventurar pelos corredores labirínticos do gênero, recomendo dar uma olhada neste belo post do blog GameSpite. Nele o autor elaborou um lista com diversos Metroidvania, indo desde títulos do Nintendinho até plataformas mais recentes, como o Xbox 360 e Wii.

Além de me fazer recordar obras sensacionais como o Super Adventure Island 2 ou o Shadow Complex e de me deixar com vontade de conhecer algumas como o Monster World IV, graças ao texto aprendi algumas coisas interessantes, como o fato da série Front Mission ter recebido um jogo assim, o Gun Hazard e que no Playstation, além do inesquecível Symphony of the Night, tínhamos à nossa disposição o The Divide: Enemies Within, apesar dos gráficos sofríveis.

Aproveitando a deixa, esses dias descobri um Metroidvania independente muito interessante, o Project Black Sun. Com uma animação sensacional e um nível de dificuldade acima da média, o jogo custa apenas US$ 2 e só não o adquiri ainda por não ter conseguido fazer meu controle do Xbox 360 funcionar com ele.

Enfim, sei que a missão não será fácil, mas pretendo dar uma chance a muita coisa citada nessa lista, algo que pode garantir boas horas de diversão.

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O risco que transformou o GoldenEye 007 num clássico

Por em 17 de agosto de 2012

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Embora estejam presente nos consoles desde os 16-bits, os jogos de tiro em primeira pessoa nem sempre foram populares fora dos computadores e muitas pessoas gostam de atribuir essa massificação à série Halo, o que não deixa de ter um fundo de verdade. Mesmo assim, se tem um título que na minha opinião deveria ser conhecido por ter provado que era possível nos divertir em um FPS sem a utilização de um teclado e um mouse, este é o GoldenEye 007.

Mesmo não tendo sido lançado para uma plataforma tão popular como o Playstation, encontrar o cartucho disponível numa locadora era uma tarefa árdua e naqueles estabelecimentos em que pagávamos para jogar por hora os Nintendo 64 sempre estavam ocupados, muitas vezes com quatro pessoas jogando o multiplayer me uma tela dividida.

Talvez você já saiba que originalmente a criação da Rare não deveria ter o mata-mata, mas durante uma apresentação durante a GDC Europa, o diretor Martin Hollis revelou um segredo que poucos conheciam. A história envolve Steve Ellis, que ficou responsável pela programação do multiplayer, algo que realizou em um mês e diz o seguinte:

Até algo em torno de março ou abril de 1997, não havia um modo multiplayer. Seu desenvolvimento nem mesmo havia sido iniciado, o que realmente só aconteceu no último minuto – algo que você nem mesmo sonharia em fazer hoje em dia – e foi feito sem o conhecimento ou permissão da gerencia da Rare ou da Nintendo. A primeira vez que souberam disso foi quando os mostramos já funcionando. Contudo – como o jogo já estava atrasado naquela época, se não fizéssemos daquela maneira, isso provavelmente nunca teria acontecido.

Os seja, os caras resolveram correr um risco absurdo, mas no fim das contas tiveram sucesso e por mais que a campanha principal do jogo seja fantástica, não tenho a menor dúvida de que ele nunca teria feito o mesmo sucesso se o multiplayer não existisse.

[via Joystiq]

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Novo Neo Geo ganha preço e data de lançamento

Por em 13 de agosto de 2012

No início deste ano recebemos a bela notícia de que a SNK estava planejando a volta do NeoGeo, o que aconteceria na forma de um portátil que viria com 20 jogos instalados (a lista está no final o post). Aquela parecia uma ótima oportunidade de termos acesso a um belo videogame que custava o equivalente a rim quando foi lançado, mas para manter a tradição, saiba que o novo aparelho não será tão acessível quanto gostaríamos.

Batizado como NeoGeo X Gold, o portátil começará a ser vendido nos Estados Unidos no dia 6 de dezembro e o valor cobrado por ele será absurdos US$ 200, quantia que por lá nos permitiria adquirir um Wii, um 3DS ou um Xbox 360. Quem resolver investir a bagatela no aparelho levará ainda uma base para recarregá-lo que se parece com o console original, além de um imponente controle para deixar a jogatina mais parecida com a de um fliperama.

Mesmo podendo ser ligado a uma televisão através de um cabo HDMi ou o tradicional RCA, não parece ser um grande negócio pagar tão caro pelo videogame, principalmente porque pelo jeito não há como adicionar novos títulos à sua biblioteca. Se ele custasse metade do valor, mesmo que sem o joystick, e nos permitisse comprar novos jogos digitalmente, eu até me interessaria, mas nestas condições deixarei passar.

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JogoBox, um programa para quem ama games antigos

Por em 13 de agosto de 2012

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Acho que ninguém em sã consciência afirmaria que o PC não é uma excelente plataforma para games, inclusive nos permitindo jogarmos títulos bem antigos, ao contrário do que vemos com a mudança de gerações de consoles. Porém, nem sempre é muito fácil fazer funcionar aquele jogo originalmente criado para DOS ou versões mais antigas do Windows.

Para facilitar essa tarefa foram desenvolvidos programas como o DOSBox ou o ScummVM, mas se você não quer se preocupar com o que terá que configurar, gosta de jogos antigos e ainda por cima gratuitos, precisa conhecer um sistema de distribuição recém lançado, o JogoBox.

Funcionando de maneira semelhante ao Steam, após fazer a sua instalação você terá uma série de games a sua disposição, com a diferença de serem todos distribuídos gratuitamente e ao clicar em play no jogo escolhido, o download será feito e você já poderá se divertir, sem a necessidade de configurações.

No catálogo temos uma grande quantidade de jogos independentes, além de vários clássicos, como The Lost Viking, Lemmings e Command & Conquer: Red Alert. Os criadores utilizam o questionável conceito de abandonware para escolher quais títulos serão disponibilizados no programa e alegam terem obtido autorização de alguns desenvolvedores para utilizarem tais games, ou seja, é provável que muita coisa desapareça do JogoBox com o passar do tempo e as reclamações de alguns detentores dos direitos autorais.

De qualquer forma, é uma ideia interessante e pode conquistar admiradores, mas que acima de tudo, pode ajudar a manter viva a história do games.

[via Rock, Paper, Shotgun]

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Haunting Ground deverá ser relançado no PS3

Por em 26 de julho de 2012

Desenvolvido e lançado para o Playstation 2 pela Capcom em 2005, o survival horror Haunting Ground está próximo de aparecer no PS3, provavelmente através da PSN. A possibilidade surgiu depois de a ESRB, órgão responsável pela classificação etária nos Estados Unidos ter listado o título e a expectativa é de que o preço cobrado por ele seja US$ 10.

Dirigido por Kazuhiro Tsuchiya, que recentemente produziu o Asura’s Wrath, o game possui um estilo bastante parecido com o da série Clock Tower, onde controlamos uma garota que com a ajuda de seu cachorro tentará sobreviver em um assustador castelo, resolvendo quebra-cabeças e principalmente, se escondendo dos inimigos, já que ao contrário de um Resident Evil, aqui não temos um enorme arsenal à nossa disposição.

Talvez o Haunting Ground não estivesse na lista de relançamentos desejados pela maioria, mas ainda assim se trata de um título que possui suas qualidades e que pode divertir por algumas horas. Como se trata de um jogo não muito conhecido, esta será uma boa oportunidade de muitas pessoas terem acesso a ele e quem sabe, assim motivar a Capcom a criar uma continuação. Eu comprarei.

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