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Digital Drops Blog de Brinquedo

Game designer cria versão do Mario Bros. para o Atari

Por em 17 de julho de 2013

Esta semana o Nintendinho completou 30 anos de vida e apesar do console ter recebido alguns dos maiores clássicos da indústria, acho que podemos dizer que Super Mario Bros. foi o maior deles, fundando os alicerces para um gênero e sendo responsável por mudar toda a indústria ao mostrar ao mundo que havia vida (com qualidade) após o caos que o Atari levou ao mercado.

Princess-Rescue_17.07.13Agora, você já pensou o que teria acontecido se ao invés de lançar seu próprio console e usar o jogo do encanador como carro-chefe a Nintendo tivesse decidido criar uma versão para o aparelho que por tantos anos nos divertiu com títulos como River Raid e Pitfall!?

Nós nunca saberemos o que teria acontecido, mas o ilustrador polonês Chris Spry decidiu saber como o jogo se comportaria no Atari e usou seu conhecimento para criar o Princess Rescue, um jogo com vários elementos da obra de Shigeru Miyamoto e que acreditem, possui uma versão física com caixa e manual sendo vendida neste site por US$ 50.

É claro que para chegar ao resultado final o game designer teve que encarar muitas limitações, uma delas sendo o fato de que cada linha de sprites só poderia ter uma cor e por isso ele teve que usar espaços negativos (as linhas negras) para criar os desenhos, mas mesmo assim ele conseguiu entregar um game facilmente reconhecível por contar com características marcantes como os vários power-ups ou mesmo a trilha sonora.

Com impressionantes 16 estágios, o que pode ser considerado bastante conteúdo para um jogo do videogame, impressiona saber que ele possui apenas 32 kB, algo que Spry afirma ser bastante para a época e que apenas um jogo do Atari usou todo esse espaço, o Fatal Run, que só foi lançado em 1990.

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Famicom, NES, Nintendinho: 30 anos de vida, 20 anos de Brasil (oficialmente)

Por em 15 de julho de 2013

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Há exatos 30 anos, em 15 de julho de 1983, chegava às lojas japonesas a tentativa da Nintendo de entrar no mercado de videogames com um console próprio, mesmo com o ocidente enfrentando um duro revés no mercado (o que viria a ser conhecido como o Crash dos Videogames de 1983): seu computador familiar, o Family Computer, que seria conhecido na América como Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (ou simplesmente Nintendo, até a chegada do Super NES).

Ele não só se tornou um dos consoles mais bem-sucedidos da história como efetivamente salvou a indústria dos games. Não fosse pelo Nintendinho, dificilmente teríamos novos consoles hoje, ou numa visão menos tenebrosa, o mercado levaria muito mais tempo para se recuperar.

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DuckTales Remastered tem data de lançamento definida e edição especial “física” para PS3

Por em 12 de julho de 2013

DuckTales

Capcom e WayForward já terminaram de preparar a bomba de nostalgia que será o retorno do Tio Patinhas aos videogames. DuckTales Remastered já tem data de chegada nos PCs e videogames, entretanto nem todo mundo vai poder jogar ao mesmo tempo: por algum motivo escuso donos de Xbox 360 foram penalizados com um lançamento posterior.

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Retrodesastre

Por em 12 de julho de 2013

Um dia desses fui visitar minha esposa no laboratório da universidade e enquanto ela terminava os ensaios em que estava trabalhando, fui dar uma conferida nos brinquedinhos dela (hey, tire a minha esposa dos seus pensamentos sujos). Coisinhas lindas de laboratório como frascos de tudo que é tipo e tamanho, câmaras herméticas, pipetas, coisas que qualquer cientista louco adoraria.

Aproximei-me de um equipamento que estava pingando uma solução e como um verdadeiro PhD em burrice toquei minha mão na ponta da coisa que parecia pingar água, afinal era transparente. Era ÁCIDO SULFÚRICO. Por sorte a moça é prendada e soube o que fazer na hora para neutralizar a queimadura, mas a lição ficou para o resto da vida: ao lidar com produtos químicos nunca, NUNCA, NUNCA MESMO mexa em qualquer coisa sem ter ABSOLUTA certeza do que aquilo pode fazer.

Essa pequena historinha serve de introdução para deixar claro que alguns dos experimentos relatados nestes posts podem te ferir. Por Deus, algumas PODEM TE MATAR. Estou falando sério. Nem continue a ler se você é do tipo lambão. Aquilo ali acima vai parecer brincadeira de criança perto do estrago que respirar gás sulfúrico faria com seus pulmões.

Eu sei, eu sei...

Eu sei, eu sei…

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Se você acha XBox um nome estranho, descubra as opções descartadas pela Microsoft

Por em 8 de julho de 2013

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Hoje em dia há quem ache o nome XBox estranho, sem considerar que ele é a abreviação da intenção da Microsoft ao lançar um console de mesa: que ele fosse um DirectX Box. Por isso há toda a controvérsia em como escrever o nome, com B maiúsculo ou minúsculo. Como é uma junção de duas palavras, a grafia XBox é a correta, mas a informal Xbox acabou se popularizando, sendo que a própria Microsoft a utiliza.

Mas se você acha Xbox estranho, Seamus Blackley, ex-agente da Creative Artists Agency e ex-Microsoft disse em recente entrevista que a empresa considerou cerca de 35 nomes para o console, e a lista contém opções que variam do ridículo ao constrangedor.

Blackley, que na época trabalhava no desenvolvimento do DirectX e posteriormente foi movido para o time do primeiro Xbox (que era conhecido por esse codinome e por outros dois: WEP – Windows Entertainment Project e Midway, baseado na batalha da WWII), recebeu uma lista de sugestões internas que parecem ter surgido numa esquete no Monty Python, tais como XON (Experience Optimised Network), R&R (Reality and Revolution), M-PAC (Microsoft Play and Action Center), CPG (CyberPlayGround) e AIO (All In One, olha aí o embrião do One).

Blackley sabiamente recusou todas as sugestões, e depois a equipe decidiu seguir com Xbox mesmo, já que todo mundo na Microsoft o chamava assim, ainda que alguns insistissem em chamado de 11-X or Eleven-X. A partir daí foi decidir a grafia: xBox, XBox, XboX, X-Box…

Ainda que a Microsoft tenha se decidido por usar o nome provisório (para você ter ideia de quão ruins eram as opções), é divertido imaginar como seriam as coisas caso alguém tivesse dado uma de louco e escolhido um nome diferente. ;)

Siga o link para a lista completa.

Fonte: EDGE.

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Super amarelão

Por em 5 de julho de 2013

O envelhecimento e o consequente amarelamento de alguns plásticos usados na carcaça não é exclusivo dos consoles de videogames, eles também acontecem muito com computadores e outros tipos de eletrônicos, principalmente os que usam o plástico ABS na sua composição. O ABS é um composto com baixa taxa de abrasividade e grande estabilidade dimensional, por isso é largamente usando na indústria, tanto na construção, como na fabricação de objetos do cotidiano.

Só que nem tudo são flores. Apesar da alta resistência térmica, por razões de segurança, os fabricantes incluem na fórmula um componente químico chamado retardante de chamas, que pelo próprio nome indica tem a função de atrasar o ponto de ignição do composto para que este demore mais a incendiar-se. Em quase todos os artigos técnicos da indústria de plásticos que eu li, este componente é o que mais apresenta chance de degradação através da exposição a radiação UV e ao oxigênio. Portanto, apresento-lhes nosso supervilão de hoje, a Bromina.

Super Nintendo Amarelo

Então, por que a porcaria do console ficou assim?

Isso ainda não explica por que alguns consoles e gabinetes ficam amarelos apenas em alguns pontos e em outros não e a resposta correta é digamos, difícil de precisar.
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Final Fantasy VII chega ao Steam

Por em 4 de julho de 2013

Final Fantasy VII

Após a Square-Enix confirmar que Final Fantasy VII estava a caminho dos PCs (e posteriormente, para o Steam, assim como FFVIII), os fãs estavam esperando quando o game daria as caras. Pois bem, a espera acabou: a partir de hoje e por apenas R$ 20, você poderá adquirir o game que levou a franquia para o 3D e que muitos consideram o melhor capítulo de toda a série.

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