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Digital Drops Blog de Brinquedo

Surpreendentemente, Yakuza 1 & 2 HD é mais feio no Wii U do que no PS3

Por em 20 de maio de 2013

Ryū Ga Gotoku 1 & 2 HD for Wii U

O acordo entre Sega e Nintendo que resultou em transformar Sonic num personagem exclusivo dos consoles da companhia resultou num efeito colateral interessante: pela primeira vez jogos da franquia Yakuza (Ryū ga Gotoku no Japão) seriam lançados num console que não da Sony: Ryū ga Gotoku 1 & 2 HD for Wii U é um port da coletânea lançada em 2012 para PlayStation 3 apenas no Japão, contendo os dois primeiros títulos originários do PS2.

Um trailer foi lançado, imagens foram divulgadas, e todos pensaram se tratar de um port sem tirar nem por ou melhor, certo?

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emIndústria Museu Nintendo

Nintendo Direct: Sonic é o novo personagem exclusivo da “BigN” e Yakuza estreará fora da Sony, no Wii U japonês

Por em 19 de maio de 2013

Laguna_Sonic_Lost_World

Há uns 15 anos, seria inimaginável ver o ouriço azul mascote da Service Games num console Nintendo e seria mais difícil ainda vê-lo estrelando jogos exclusivos para a ex-rival japonesa, aquela dos bons tempos em que o rápido Mega Drive detonava o supostamente lento Super Nintendo no ocidente (o SNES ganharia tal batalha a tempo de confrontar o SEGA Saturn).

Anteontem, SEGA e Nintendo anunciaram um acordo que fará com que os próximos jogos do Sonic sejam exclusivos do Nintendo Wii U e Nintendo 3DS. O primeiro título sob tal acordo chamar-se-á “Sonic Lost World” e o próximo será outro jogo da franquia “Mario and Sonic at the Olympic Games”, agora ambientado nos Jogos Olímpicos de Inverno realizados em 2014 na cidade russa de Sochi.

Esse pronunciamento em conjunto com a SEGA demonstra nosso compromisso em trazer os melhores jogos ao Nintendo Wii U, preparando nossos futuros anúncios durante a E3.” — Reggie Fils-Aime, na Nintendo Direct que anunciou a parceria com a SEGA.

O tio Laguna não estranharia ver o Sonic como um personagem Nintendo de facto, mas o melhor do Nintendo Direct da sexta-feira foi a parte japonesa desse acordo entre a SEGA e a Nintendo, que trouxe uma coletânea HD do sucessor espiritual de Shenmue ao Wii U.
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emMuseu Nintendo

Google comemora os 37 anos de Breakout colocando o game no Image Search

Por em 14 de maio de 2013

Breakout no seu browser

Apesar de ter uma infinidade de clones (de Arkanoid da Taito até Alleyway da Nintendo – nesse último a navezinha era pilotada pelo Mario), foi Breakout o primeiro game de destruição de tijolos, lançado pela Atari em 1976 e feito em cima do clássico Pong, da mesma empresa.

A história de seu desenvolvimento é curiosa: Nolan Bushnell e Steve Bristow desenvolveram o conceito do jogo, uma versão do Pong onde você destruiria os bloquinhos com a bola e uma das barras do jogo. Bushnell estava convencido que o game faria sucesso, só precisava de alguém para o trabalho pesado. Foi aí que ele lembrou de um programador problemático, um hippie que havia voltado da Índia, se recusava a tomar banho e foi transferido para o turno da noite por esse motivo, mas que ele sabia que era um gênio. Seu nome: Steve Jobs.

Jobs e Woz em foto de 1974, um pouco antes do primeiro entrar na AtariBushnell designou Jobs a desenvolver um protótipo, prometendo-lhe 750 dólares e mais um bônus de 100 dólares por chip economizado. Jobs disse que o game estaria pronto em quatro dias. Ele então correu para seu parceiro Steve Wozniak (à época trabalhando na HP) e contou sobre o projeto e a grana, mas não mencionou o bônus e ainda disse que o timeline foi imposto pela Atari. Woz já havia feito engenharia reversa no Pong e conhecia os macetes dos chips, mas mesmo assim isso lhe consumiu quatro dias de trabalho ininterruptos, e Jobs ainda meteu o bedelho dizendo que o Score deveria ficar em baixo da tela, mas Woz o manteve no alto.

Conclusão: Jobs entregou o protótipo no tempo estabelecido (que acabou não sendo usado; Woz o compactou tanto que usou apenas 42 chips, e os técnicos da Atari simplesmente não conseguiram entender o que ele fez. Acabaram desenvolvendo uma versão própria, usando 100 chips), embolsou o bônus e Woz recebeu apenas US$ 375. Ele e Bushnell só descobririam que foram passados para trás tempos depois.

Mas chega de enrolar: para comemorar seu aniversário  o Google colocou um easter egg em que você pode matar o tempo (e sua produtividade) jogando no navegador.

É fácil: vá no Image Search, digite “Breakout Atari” (ou clique aqui) e me amaldiçoe pelo resto do dia. :)

emMuseu Web Games

Um Nintendinho em homenagem ao Mega Man

Por em 9 de maio de 2013

Em 2012 o Mega Man comemorou 25 anos do seu surgimento e como na ocasião a Capcom preferiu não dar muito atenção ao seu mascote, um fã resolveu fazer uma bela modificação no seu antigo Nintendinho para prestar sua homenagem.

Conhecido como PlatinumFungi, o rapaz pintou o console com tons de azul, o que o deixou muito bonito, mas o grande destaque é mesmo o desenho do personagem localizado na parte de cima e que possui iluminação, fazendo com que o efeito fique fantástico no escuro.

De acordo com o autor, o NES está funcionando perfeitamente e todas as alterações foram feitas a mão, sem a utilização de nenhum tipo de ferramenta profissional e ele perdeu as contas de quanto tempo levou para chegar a este impressionante resultado.

Na verdade eu gostei tanto do trabalho que estou até pensando em fazer alo parecido no meu Super Nintendo, que infelizmente está com aquele tom amarelado e por isso há tempos venho pensando em pintá-lo. É claro que eu não farei algo tão elaborado quanto este, deixando de lado a parte da iluminação, mesmo porque o design do SNES não deixa espaço para isso, muito menos conseguirei uma qualidade como esta, mas acho que o videogame permite um bom esquema de cores e com um pouco de paciência penso que ele poderia ficar muito bonito.

Mas e você, teria coragem de pintar desta forma um console antigo?

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[via Capcom-Unity]

emMuseu Nintendo

Backbone também queria fazer um novo Streets of Rage

Por em 8 de maio de 2013

Olha, eu até já perdi as contas da quantidade de vezes que ouvi falar sobre a criação de um novo jogo para a excelente série Streets of Rage e quem resolveu revelar uma nova tentativa nesse sentido foi Arvin Bautista, um ex-funcionário da Backbone Entertainment.

De acordo com o artista, em algum momento do passado o estúdio que ficou conhecido por trabalhar em remakes como o Super Street Fighter II Turbo HD Remix e 1942: Joint Strike propôs à Sega o renascimento não só do beat ‘em up, mas também de outro clássico do Mega Drive, o ESWAT e coube a ele criar algumas artes conceituais para ambos os títulos.

Pelo o que Bautista revelou, os games deveriam ser lançados apenas digitalmente através da Xbox Live e PlayStation Network, mas não ficou claro se eles ainda estão em produção ou se, assim como aconteceu com vários outros remakes do Streets of Rage, também foram cancelados.

O que mais me espanta é perceber como deve estar sendo difícil convencer a Sega de que a franquia merece um novo capítulo, mesmo com tantos pedidos por parte do público e será mesmo que é assim tão complicado criar um jogo que consiga estar a altura dos originais?

Bom, se a resposta for positiva, então que a detentora dos direitos ao menos permita a criação de um remake em HD, assim como a própria Backbone fez com o Street Fighter II e em todo caso, continuo achando que a Sega perdeu uma excelente oportunidade de contratar o pessoal responsável pelo Streets of Rage Remake, aproveitando assim o trabalho que os caras já tinham feito e logo depois lançando oficialmente aquela ótima homenagem.

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[via SEGA Nerds]

emMuseu

Pré-venda de Kingdom Hearts HD 1.5 Remix inclui belíssimo artbook

Por em 7 de maio de 2013

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Quando há muito tempo atrás (já vão uns bons 11 anos nisso) eu ouvi falar pela primeira vez de Kingdom Hearts, eu achei uma ideia estapafúrdia. A mistura de dois mundos tão díspares quanto o universo Disney e os RPGs no estilo de Final Fantasy soava como uma insanidade saída da cabeça do designer Tetsuya Nomura.

Não poderia estar mais errado. Apesar de ter perdido a mão ao longo dos anos (além de KH3 ter virado vapor; provavelmente ele será lançado junto com o remake de FFVII e Versus XIII), os dois primeiros games eram sensacionais e mesclavam muito bem o estilo de ambas empresas, mantendo a pegada infantil sem ser infantiloide,  ao mesmo tempo em que era sério sem ser (muito) sombrio. Fora a trilha sonora fantástica e as músicas-tema Hikari e Passion (em inglês Simple and Clean e Sanctuary respectivamente), que me fizeram amar Utada Hikaru para todo o sempre.

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emMuseu Sony

PS3 ganhará coletânea “definitiva” da série Metal Gear

Por em 23 de abril de 2013

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Talvez esta notícia nem chegue a interessar os fãs mais ardorosos da franquia Metal Gear, afinal eles já devem possuir os jogos criados por Hideo Kojima, mas se você está entre aqueles que adorariam conhecer o trabalho do lendário game designer e possui um PlayStation 3, saiba que a Konami anunciou uma coletânea que deverá facilitar muito a sua vida.

Tendo como objetivo comemorar o 25º aniversario da marca, a desenvolvedora lançará em junho o Metal Gear Solid: The Legacy Collection, um pacote que trará todos os principais capítulos da saga, sendo eles o Metal Gear Solid, Metal Gear Solid: VR Missions, Metal Gear Solid 2: HD Edition, Metal Gear Solid 3: HD Edition (que inclui ainda o Metal Gear e o Metal Gear 2, lançados originalmente para o MSX), Metal Gear Solid: Peace Walker HD Edition e o Metal Gear Solid 4: Trophy Edition, além de duas revistas em quadrinhos criadas por Ashley Wood.

Queríamos dar aos fãs de Metal Gear Solid a oportunidade de experimentar a série do começo ao fim em um mesmo console,” disse Tomoyuki Tsuboi, presidente da Konami. “Com os diversos títulos da coleção, os jogadores podem ver como Metal Gear Solid evoluiu até a amada e aclamada franquia que é hoje.

Esta será também uma ótima maneira da empresa preparar o terreno para a chegada do Metal Gear Solid 5 e embora um lançamento para a América Latina tenha sido confirmado pela assessoria da desenvolvedora, nada foi dito sobre o preço que será cobrado pela coletânea. Só acho uma pena eles novamente perderem a chance de adaptar a versão do primeiro MGS lançada para o GameCube.

emMuseu Sony