Games
Games
Digital Drops Blog de Brinquedo

Baixe o clássico Shadow Warrior gratuitamente pelo Steam

Por em 29 de maio de 2013

shadow-warrior_29.05.13

Quando a Flying Wild Hog revelou que estava trabalhando em um recomeço para a série Shadow Warrior, eu confesso que não fiquei muito interessado. Primeiro isso aconteceu por nunca ter jogado o original e depois por ter me incomodado alguns comentários dizendo que essa nova versão estava parecendo muito diferente da criação da 3D Realms.

Talvez eu tenha sido um pouco injusto ao pensar desta maneira, mas felizmente a desenvolvedora parece ter percebido que muitas pessoas não conhecem a franquia e para tentar nos convencer de que o futuro lançamento valerá a pena, eles decidiram liberar o Shadow Warrior Classic no Steam.

Na verdade tudo começou como uma promoção onde tínhamos que acessar a página do estúdio no Facebook e pedir uma chave para o jogo, mas como alguns hackers invadiram o aplicativo e roubaram todos os códigos, a Flying Wild Hog resolveu chamar todos para a festa e agora qualquer usuário do serviço de distribuição da Valve poderá baixar o título gratuitamente. E sabe o que é o melhor? Não se trata de algo temporário, o título permanecerá gratuito para sempre.

É claro que encarar gráficos tão pixelados e uma mecânica antiga não é algo a qual todos estejam dispostos, mas se você não liga muito para isso, quer conhecer um dos clássicos da 3D Realms ou simplesmente relembrar porque o Shadow Warrior te agradou tanto lá pelo final da década de 90, está aí uma excelente oportunidade.

[via Polygon]

emComputadores Museu

Sidequest descoberta em Final Fantasy IX treze anos depois? Nah, apenas pessoas que não sabem japonês

Por em 29 de maio de 2013

Sidequest obscura, mas não desconhecida

Ontem vários sites de games pipocaram uma notícia de que treze anos após o lançamento de Final Fantasy IX, o último RPG da franquia lançado para o PSOne em 2000, uma sidequest totalmente obscura e desconhecida havia sido descoberta, já que não é mencionada nem no guidebook oficial.

O problema é que a tal sidequest só é desconhecida para quem não sabe japonês. Ela foi publicada no Final Fantasy IX Ultimania, um guia definitivo que é parte da série Ultimania, dedicada aos games da franquia FF, mas eles não saem do Japão. O problema é que esse guia trazia a dica, e ele foi publicado em 2002!

continue lendo

emCultura Gamer Museu Sony

Onde eu estava em cada lançamento

Por em 21 de maio de 2013

snes_21.05.13

Não sei ao certo quando passei a acompanhar o mercado de videogames, lembro que quando comecei a jogar meu irmão ainda não sabia falar, então, imagino que meu primeiro DACTAR, clone do Atari que vinha com alguns jogos na memória tenha sido meu presente de Natal de 1990, quando eu tinha 6 anos. Eu não tinha a coordenação motora e nem a percepção de espaço que o videogame exigia, afinal sempre fui uma criança normal da década de 90 e brincava como tal, correndo descalço na rua, fazendo campeonatos de futebol de botão e corrida de tampinhas e outras coisas que as cidades do interior proporcionam.

Mas eu me lembro que em 1992, com 8 anos de idade, senti um pouco de inveja de um amigo que tinha ganho um novíssimo Super Nintendo, presente de uma tia abastada que o trouxe dos EUA. Bem na época dos juros altos e da inflação descontrolada, esse console habitou nos meus sonhos até 1997, ano que finalmente consegui juntar umas moedas e comprar meu SNES com a ajuda da minha mãe e um financiamento a perder de vista no Ponto Frio.

Guardo até hoje uma página do jornal O Globo de 1996, quando eu já tinha 12 anos, com o anúncio em página cheia do incrível N64, sim o Nintendo SixtyFór, com Super Mario 64 incluído. Como cada cartucho (sim crianças, videogame antigamente era com cartucho, fita para os íntimos) custava o preço de um Master System, R$ 129,90 (e eu ainda tinha um Atari, lembrem-se) e era bem mais caro que o salário mínimo (sim, o salário mínimo já foi R$ 100,00), eu nem sonhei em ter um Nintendo 64. E só pude joga-lo nas finadas locadoras de jogos, ou como eu chamava “videogamerama”.

continue lendo

emMiscelâneas Museu

Surpreendentemente, Yakuza 1 & 2 HD é mais feio no Wii U do que no PS3

Por em 20 de maio de 2013

Ryū Ga Gotoku 1 & 2 HD for Wii U

O acordo entre Sega e Nintendo que resultou em transformar Sonic num personagem exclusivo dos consoles da companhia resultou num efeito colateral interessante: pela primeira vez jogos da franquia Yakuza (Ryū ga Gotoku no Japão) seriam lançados num console que não da Sony: Ryū ga Gotoku 1 & 2 HD for Wii U é um port da coletânea lançada em 2012 para PlayStation 3 apenas no Japão, contendo os dois primeiros títulos originários do PS2.

Um trailer foi lançado, imagens foram divulgadas, e todos pensaram se tratar de um port sem tirar nem por ou melhor, certo?

continue lendo

emIndústria Museu Nintendo

Nintendo Direct: Sonic é o novo personagem exclusivo da “BigN” e Yakuza estreará fora da Sony, no Wii U japonês

Por em 19 de maio de 2013

Laguna_Sonic_Lost_World

Há uns 15 anos, seria inimaginável ver o ouriço azul mascote da Service Games num console Nintendo e seria mais difícil ainda vê-lo estrelando jogos exclusivos para a ex-rival japonesa, aquela dos bons tempos em que o rápido Mega Drive detonava o supostamente lento Super Nintendo no ocidente (o SNES ganharia tal batalha a tempo de confrontar o SEGA Saturn).

Anteontem, SEGA e Nintendo anunciaram um acordo que fará com que os próximos jogos do Sonic sejam exclusivos do Nintendo Wii U e Nintendo 3DS. O primeiro título sob tal acordo chamar-se-á “Sonic Lost World” e o próximo será outro jogo da franquia “Mario and Sonic at the Olympic Games”, agora ambientado nos Jogos Olímpicos de Inverno realizados em 2014 na cidade russa de Sochi.

Esse pronunciamento em conjunto com a SEGA demonstra nosso compromisso em trazer os melhores jogos ao Nintendo Wii U, preparando nossos futuros anúncios durante a E3.” — Reggie Fils-Aime, na Nintendo Direct que anunciou a parceria com a SEGA.

O tio Laguna não estranharia ver o Sonic como um personagem Nintendo de facto, mas o melhor do Nintendo Direct da sexta-feira foi a parte japonesa desse acordo entre a SEGA e a Nintendo, que trouxe uma coletânea HD do sucessor espiritual de Shenmue ao Wii U.
continue lendo

emMuseu Nintendo

Google comemora os 37 anos de Breakout colocando o game no Image Search

Por em 14 de maio de 2013

Breakout no seu browser

Apesar de ter uma infinidade de clones (de Arkanoid da Taito até Alleyway da Nintendo – nesse último a navezinha era pilotada pelo Mario), foi Breakout o primeiro game de destruição de tijolos, lançado pela Atari em 1976 e feito em cima do clássico Pong, da mesma empresa.

A história de seu desenvolvimento é curiosa: Nolan Bushnell e Steve Bristow desenvolveram o conceito do jogo, uma versão do Pong onde você destruiria os bloquinhos com a bola e uma das barras do jogo. Bushnell estava convencido que o game faria sucesso, só precisava de alguém para o trabalho pesado. Foi aí que ele lembrou de um programador problemático, um hippie que havia voltado da Índia, se recusava a tomar banho e foi transferido para o turno da noite por esse motivo, mas que ele sabia que era um gênio. Seu nome: Steve Jobs.

Jobs e Woz em foto de 1974, um pouco antes do primeiro entrar na AtariBushnell designou Jobs a desenvolver um protótipo, prometendo-lhe 750 dólares e mais um bônus de 100 dólares por chip economizado. Jobs disse que o game estaria pronto em quatro dias. Ele então correu para seu parceiro Steve Wozniak (à época trabalhando na HP) e contou sobre o projeto e a grana, mas não mencionou o bônus e ainda disse que o timeline foi imposto pela Atari. Woz já havia feito engenharia reversa no Pong e conhecia os macetes dos chips, mas mesmo assim isso lhe consumiu quatro dias de trabalho ininterruptos, e Jobs ainda meteu o bedelho dizendo que o Score deveria ficar em baixo da tela, mas Woz o manteve no alto.

Conclusão: Jobs entregou o protótipo no tempo estabelecido (que acabou não sendo usado; Woz o compactou tanto que usou apenas 42 chips, e os técnicos da Atari simplesmente não conseguiram entender o que ele fez. Acabaram desenvolvendo uma versão própria, usando 100 chips), embolsou o bônus e Woz recebeu apenas US$ 375. Ele e Bushnell só descobririam que foram passados para trás tempos depois.

Mas chega de enrolar: para comemorar seu aniversário  o Google colocou um easter egg em que você pode matar o tempo (e sua produtividade) jogando no navegador.

É fácil: vá no Image Search, digite “Breakout Atari” (ou clique aqui) e me amaldiçoe pelo resto do dia. :)

emMuseu Web Games

Um Nintendinho em homenagem ao Mega Man

Por em 9 de maio de 2013

Em 2012 o Mega Man comemorou 25 anos do seu surgimento e como na ocasião a Capcom preferiu não dar muito atenção ao seu mascote, um fã resolveu fazer uma bela modificação no seu antigo Nintendinho para prestar sua homenagem.

Conhecido como PlatinumFungi, o rapaz pintou o console com tons de azul, o que o deixou muito bonito, mas o grande destaque é mesmo o desenho do personagem localizado na parte de cima e que possui iluminação, fazendo com que o efeito fique fantástico no escuro.

De acordo com o autor, o NES está funcionando perfeitamente e todas as alterações foram feitas a mão, sem a utilização de nenhum tipo de ferramenta profissional e ele perdeu as contas de quanto tempo levou para chegar a este impressionante resultado.

Na verdade eu gostei tanto do trabalho que estou até pensando em fazer alo parecido no meu Super Nintendo, que infelizmente está com aquele tom amarelado e por isso há tempos venho pensando em pintá-lo. É claro que eu não farei algo tão elaborado quanto este, deixando de lado a parte da iluminação, mesmo porque o design do SNES não deixa espaço para isso, muito menos conseguirei uma qualidade como esta, mas acho que o videogame permite um bom esquema de cores e com um pouco de paciência penso que ele poderia ficar muito bonito.

Mas e você, teria coragem de pintar desta forma um console antigo?

nes-mega-man_08.05.13 nes-mega-man_08.05.13-2 nes-mega-man_08.05.13-3

[via Capcom-Unity]

emMuseu Nintendo