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Um Nintendinho em homenagem ao Mega Man

Por em 9 de maio de 2013

Em 2012 o Mega Man comemorou 25 anos do seu surgimento e como na ocasião a Capcom preferiu não dar muito atenção ao seu mascote, um fã resolveu fazer uma bela modificação no seu antigo Nintendinho para prestar sua homenagem.

Conhecido como PlatinumFungi, o rapaz pintou o console com tons de azul, o que o deixou muito bonito, mas o grande destaque é mesmo o desenho do personagem localizado na parte de cima e que possui iluminação, fazendo com que o efeito fique fantástico no escuro.

De acordo com o autor, o NES está funcionando perfeitamente e todas as alterações foram feitas a mão, sem a utilização de nenhum tipo de ferramenta profissional e ele perdeu as contas de quanto tempo levou para chegar a este impressionante resultado.

Na verdade eu gostei tanto do trabalho que estou até pensando em fazer alo parecido no meu Super Nintendo, que infelizmente está com aquele tom amarelado e por isso há tempos venho pensando em pintá-lo. É claro que eu não farei algo tão elaborado quanto este, deixando de lado a parte da iluminação, mesmo porque o design do SNES não deixa espaço para isso, muito menos conseguirei uma qualidade como esta, mas acho que o videogame permite um bom esquema de cores e com um pouco de paciência penso que ele poderia ficar muito bonito.

Mas e você, teria coragem de pintar desta forma um console antigo?

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[via Capcom-Unity]

emMuseu Nintendo

Backbone também queria fazer um novo Streets of Rage

Por em 8 de maio de 2013

Olha, eu até já perdi as contas da quantidade de vezes que ouvi falar sobre a criação de um novo jogo para a excelente série Streets of Rage e quem resolveu revelar uma nova tentativa nesse sentido foi Arvin Bautista, um ex-funcionário da Backbone Entertainment.

De acordo com o artista, em algum momento do passado o estúdio que ficou conhecido por trabalhar em remakes como o Super Street Fighter II Turbo HD Remix e 1942: Joint Strike propôs à Sega o renascimento não só do beat ‘em up, mas também de outro clássico do Mega Drive, o ESWAT e coube a ele criar algumas artes conceituais para ambos os títulos.

Pelo o que Bautista revelou, os games deveriam ser lançados apenas digitalmente através da Xbox Live e PlayStation Network, mas não ficou claro se eles ainda estão em produção ou se, assim como aconteceu com vários outros remakes do Streets of Rage, também foram cancelados.

O que mais me espanta é perceber como deve estar sendo difícil convencer a Sega de que a franquia merece um novo capítulo, mesmo com tantos pedidos por parte do público e será mesmo que é assim tão complicado criar um jogo que consiga estar a altura dos originais?

Bom, se a resposta for positiva, então que a detentora dos direitos ao menos permita a criação de um remake em HD, assim como a própria Backbone fez com o Street Fighter II e em todo caso, continuo achando que a Sega perdeu uma excelente oportunidade de contratar o pessoal responsável pelo Streets of Rage Remake, aproveitando assim o trabalho que os caras já tinham feito e logo depois lançando oficialmente aquela ótima homenagem.

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[via SEGA Nerds]

emMuseu

Pré-venda de Kingdom Hearts HD 1.5 Remix inclui belíssimo artbook

Por em 7 de maio de 2013

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Quando há muito tempo atrás (já vão uns bons 11 anos nisso) eu ouvi falar pela primeira vez de Kingdom Hearts, eu achei uma ideia estapafúrdia. A mistura de dois mundos tão díspares quanto o universo Disney e os RPGs no estilo de Final Fantasy soava como uma insanidade saída da cabeça do designer Tetsuya Nomura.

Não poderia estar mais errado. Apesar de ter perdido a mão ao longo dos anos (além de KH3 ter virado vapor; provavelmente ele será lançado junto com o remake de FFVII e Versus XIII), os dois primeiros games eram sensacionais e mesclavam muito bem o estilo de ambas empresas, mantendo a pegada infantil sem ser infantiloide,  ao mesmo tempo em que era sério sem ser (muito) sombrio. Fora a trilha sonora fantástica e as músicas-tema Hikari e Passion (em inglês Simple and Clean e Sanctuary respectivamente), que me fizeram amar Utada Hikaru para todo o sempre.

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emMuseu Sony

PS3 ganhará coletânea “definitiva” da série Metal Gear

Por em 23 de abril de 2013

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Talvez esta notícia nem chegue a interessar os fãs mais ardorosos da franquia Metal Gear, afinal eles já devem possuir os jogos criados por Hideo Kojima, mas se você está entre aqueles que adorariam conhecer o trabalho do lendário game designer e possui um PlayStation 3, saiba que a Konami anunciou uma coletânea que deverá facilitar muito a sua vida.

Tendo como objetivo comemorar o 25º aniversario da marca, a desenvolvedora lançará em junho o Metal Gear Solid: The Legacy Collection, um pacote que trará todos os principais capítulos da saga, sendo eles o Metal Gear Solid, Metal Gear Solid: VR Missions, Metal Gear Solid 2: HD Edition, Metal Gear Solid 3: HD Edition (que inclui ainda o Metal Gear e o Metal Gear 2, lançados originalmente para o MSX), Metal Gear Solid: Peace Walker HD Edition e o Metal Gear Solid 4: Trophy Edition, além de duas revistas em quadrinhos criadas por Ashley Wood.

Queríamos dar aos fãs de Metal Gear Solid a oportunidade de experimentar a série do começo ao fim em um mesmo console,” disse Tomoyuki Tsuboi, presidente da Konami. “Com os diversos títulos da coleção, os jogadores podem ver como Metal Gear Solid evoluiu até a amada e aclamada franquia que é hoje.

Esta será também uma ótima maneira da empresa preparar o terreno para a chegada do Metal Gear Solid 5 e embora um lançamento para a América Latina tenha sido confirmado pela assessoria da desenvolvedora, nada foi dito sobre o preço que será cobrado pela coletânea. Só acho uma pena eles novamente perderem a chance de adaptar a versão do primeiro MGS lançada para o GameCube.

emMuseu Sony

2ª unidade do Sega Pluto vai a leilão

Por em 22 de abril de 2013

Semana passada eu comentei sobre o Sega Pluto, suposto protótipo da Sega que caso tivesse sido lançado funcionaria como uma variação do Saturn. Naquela ocasião disse que a pessoa que conseguiu uma unidade do aparelho acreditava que apenas mais uma estava perdida por aí e fiz uma brincadeira, pedindo para que o leitor tentasse imaginar quanto custaria um desses se posto em leilão. Pois a resposta para isso poderá surgir nos próximos dias.

Acontece que bastou as fotos do videogames surgirem na internet para que um norte-americano revelasse ser o dono do outro console e percebendo que estava com uma tesouro nas mãos, resolveu colocá-lo à venda. Até o momento em que esse post foi escrito, o leilão que só aceita lances de US$ 100 se encontrava em US$ 7.600 e o preço final poderá ser bem superior, já que o valor de reserva ainda não tinha sido atingido.

No vídeo abaixo o rapaz mostra o Pluto funcionando (repare no tamanho dessa coisa), o que praticamente elimina a desconfiança de que tanto ele quanto o primeiro revelado poderiam se tratar de uma farsa  e se você ficou impressionando com o preço que o leilão já atingiu, há dois detalhes que tornam essa história ainda mais fantástica. O primeiro e que essa unidade posta à venda está com um defeito na tampa, que só permanece fechada se for colocado um peso em cima e a segunda é que o dono do aparelho afirma ter comprado ele numa venda de garagem por apenas US$ 1 (UM DÓLAR!). Portanto, acho que podemos dizer que ele ganhou na loteria.

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Sega Pluto, o console que ninguém conhecia

Por em 18 de abril de 2013

Muitos devem se lembrar que a partir do final da década de 80 a Sega adotou a prática de batizar todos os seus projetos com nomes de planetas e além do mais conhecido deles e que acabou se tornando o nome final, o Saturn, eles também chamavam o Nomad de Venus, o 32X de Mars e até cogitaram lançar um Mega Drive que já viria com tal acessório, cujo codinome era Neptune.

Porém, o que poucas pessoas sabem é que a empresa também planejou elogiar Plutão e de acordo com um ex-funcionário da fabricante que não se identificou, isso aconteceria na forma de uma variação do Sega Saturn e para provar a existência do aparelho, ele publicou em um fórum algumas fotos e informações o protótipo.

A parte da frente possui duas entradas para controles e em cima você tem a entrada para CD, uma para cartuchos, o botão de ligar e o respeitável reset,” descreveu a pessoa, que ainda chama a atenção para o logo do Saturn, então é possível que Pluto fosse apenas o nome do projeto. Além disso, o aparelho ainda trazia na parte de trás uma porta que podia ser ligada na rede NetLink da Sega, o que nos possibilitaria jogar pela internet títulos como o Sega Rally, Saturn Bomberman e Daytona USA.

O dono deste Sega Pluto garante que ele está funcionando perfeitamente, mas como está no Japão, não pôde testá-lo com jogos pois o modelo seria compatível apenas com títulos americanos. Além disso, segundo ele apenas duas unidades do aparelho existiriam atualmente, portanto tente imaginar quanto custaria uma belezinha desta se colocada à venda num site de leilões.

As imagens parecem ser reais e mesmo que se trate de uma farsa, essa história me fez perceber novamente como eu gostaria que a Sega voltasse a produzir consoles, nem que fosse apenas novas versões de suas antigas criações.

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[via The Verge]

emMuseu Rumores

Project Unity, o sonho de qualquer retrogamer

Por em 15 de abril de 2013

Ok, para boa parte dos jogadores que gostam de games antigos não há nada como o prazer de aproveitar os jogos nos consoles originais, usando o joystick criado para eles e preferencialmente numa TV de tubo. Tudo isso faz parte de viver a experiência em sua plenitude, encarando aqueles títulos da maneira como foram concebidos, mas convenhamos, não seria muito bom se tivéssemos em um só aparelho a grande parte dos videogames já lançados?

Alguns dirão que isso já existe e se chama PC, mas tenha sido em busca de fama ou simplesmente para mostrar que conseguiria, um maluco resolveu seguir o caminho mais difícil e criou o Project Unity, esse trambolho que pode ser visto no vídeo abaixo e que no seu interior traz nada menos do que 15 consoles, indo desde o Atari 7800 até o PlayStation 2, passando pelo Nes, Dreamcast, GameCube, Game Boy Advance, Nintendo 64, Mega Drive e vários outros clássicos, todos ligados usando apenas uma fonte de energia e conectados à televisão por um cabo de áudio e vídeo, além de serem controlados por um único joystick.

De acordo com o autor, conhecido apenas como Bacteria (maldita internet, porque esses caras não possuem nome?), todos os aparelhos estão com suas placas originais, portanto não se trata de emulação e no total ele precisou de mais de três anos para chegar ao produto final, que pesa pesando mais de 20 kg e lhe custou pouco mais de mil dólares em peças.

O Project Unity pode não ser muito bonito, mas só pelo simples fato de economizar um belo espaço na estante e eliminar milhões de metros de fios, eu já gostaria de possuir algo assim.

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