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Digital Drops Blog de Brinquedo

Algoritmo para fazer desenhos 8 bits jogando Tetris

Por em 4 de junho de 2013

sprites
Eu sempre gostei muito das minhas aulas de algoritmos e compiladores na faculdade. Gostava mais ainda das maratonas de programação, nas quais a gente passava madrugadas tentando criar soluções para problemas elaborados pelos mestres, que tinham como passa-tempo encher nossa cabeça de lógica e cabelos brancos. Mas era divertido. Seria mais, se algum dos exercícios envolvesse o uso de elementos gráficos, como os que existem em jogos de videogame.

E foi exatamente isso que fez Michael Birken, no projeto que chamou de Tetris Printer Algorithm. O programador concebeu um método para fazer com que um computador desenhasse arbitrariamente imagens de 8 bits, alocando estrategicamente os blocos de várias cores para delinear exatamente a imagem desejada.

Pelo que eu vi do código fonte e dos detalhes do algorítimo, trata-se de um software complexo, mas compreensível para quem tem alguns anos de estrada na área de desenvolvimento de software, principalmente para quem trabalha com Java.

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Equipe pesquisará o Deserto nos EUA atrás de ETs

Por em 1 de junho de 2013

aliens

Se existe uma regra com raríssimas exceções no mundo dos videogames é que jogos de filmes não prestam e filmes de jogos menos ainda. Lembro até hoje de um CD de jornaleiro (CDs eram dispositivos primitivos de armazenamento, antes do Steam, e jornaleiros eram locais onde eram vendidos objetos de papel com notícias. Papel? Bota no Google) com um jogo do Duro de Matar. Era… horrendo.

Mesmo assim parecia um Civilization XV, perto do pior jogo de filme de todos os tempos: ET, para o Atari 2600. Feito nas coxas para acompanhar o lançamento do filme, o jogo era feio e com gráficos limitados mesmo para o padrão da época.

A jogabilidade era nula, as crianças que saíam do cinema encantadas com a magia de Spielberg chegavam em casa e davam de cara com a dura realidade daquela desgrameira que a Atari ousou chamar de jogo.

As devoluções foram intermináveis. O estoque original, de milhões de cartuchos, fabricado baseado em estimativas otimistas de gente que nunca tinha visto o jogo rodando, encalhou. No final os custos de manter aquele monte de lixo se tornaram inviáveis e a Atari mandou uma firma levar os nove (ou 20, as fontes variam) caminhões de cartuchos para o deserto no novo México e enterrar tudo.

Agora, 30 anos depois uma equipe de documentaristas está investigando para tentar descobrir o local exato da desova. Há boatos de que vários consoles também foram enterrados, além de protótipos e outros equipamentos que hoje são raríssimos.

Se vão achar eu não sei, mas não deixa de ser curioso a busca acontecer na região de Alamogordo, onde foi testada a primeira bomba atômica. Será que teremos cartuchos mutantes radioativos?

Abaixo uma amostra dessa abominação, só para você não dizer que é implicância minha:

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Sonic the Hedgehog e Altered Beast para 3DS podem ser lançados na Austrália

Por em 30 de maio de 2013

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Em meio ao mar de questionamentos deixados pela Microsoft no lançamento do Xbox One, e do receio em relação PlayStation 4 e o Wii U, tem um pequeno concorrente comendo pelas beiradas e mostrando que para conseguir algum sucesso no futuro, talvez seja necessário olhar para o passado.

A Nintendo tem anunciado o lançamento de vários jogos do Nintendinho e do Super Nintendo para o 3DS, buscando aproveitar o saudosismo dos gamers mais velhos, ao mesmo tempo que mostra para a molecada porque é que a indústria de videogames se estabeleceu como umas das mais rentáveis entre os variados tipos de entretenimento.

A Sega também resolveu entrar na brincadeira e, depois de lançar as versões 3D de Sonic the Hedgehog e Altered Beast para o 3DS no Japão, parece que as versões atualizadas destes sucessos do Mega Drive também vão desembarcar na Austrália. Ao menos é o que sugere o quadro de classificação de videogames do país.

Além dos dois jogos, a Sega também pode apresentar o 3D Space Harrier e o clássico de corrida Super Hang-on, também na versão em três dimensões.

Sabemos que depois dos eventos da Microsoft e da Sony, muitos fãs da Nintendo ficaram em dúvida sobre o futuro da empresa. Talvez o 3DS seja a resposta.

[via Joystiq.]

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Baixe o clássico Shadow Warrior gratuitamente pelo Steam

Por em 29 de maio de 2013

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Quando a Flying Wild Hog revelou que estava trabalhando em um recomeço para a série Shadow Warrior, eu confesso que não fiquei muito interessado. Primeiro isso aconteceu por nunca ter jogado o original e depois por ter me incomodado alguns comentários dizendo que essa nova versão estava parecendo muito diferente da criação da 3D Realms.

Talvez eu tenha sido um pouco injusto ao pensar desta maneira, mas felizmente a desenvolvedora parece ter percebido que muitas pessoas não conhecem a franquia e para tentar nos convencer de que o futuro lançamento valerá a pena, eles decidiram liberar o Shadow Warrior Classic no Steam.

Na verdade tudo começou como uma promoção onde tínhamos que acessar a página do estúdio no Facebook e pedir uma chave para o jogo, mas como alguns hackers invadiram o aplicativo e roubaram todos os códigos, a Flying Wild Hog resolveu chamar todos para a festa e agora qualquer usuário do serviço de distribuição da Valve poderá baixar o título gratuitamente. E sabe o que é o melhor? Não se trata de algo temporário, o título permanecerá gratuito para sempre.

É claro que encarar gráficos tão pixelados e uma mecânica antiga não é algo a qual todos estejam dispostos, mas se você não liga muito para isso, quer conhecer um dos clássicos da 3D Realms ou simplesmente relembrar porque o Shadow Warrior te agradou tanto lá pelo final da década de 90, está aí uma excelente oportunidade.

[via Polygon]

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Sidequest descoberta em Final Fantasy IX treze anos depois? Nah, apenas pessoas que não sabem japonês

Por em 29 de maio de 2013

Sidequest obscura, mas não desconhecida

Ontem vários sites de games pipocaram uma notícia de que treze anos após o lançamento de Final Fantasy IX, o último RPG da franquia lançado para o PSOne em 2000, uma sidequest totalmente obscura e desconhecida havia sido descoberta, já que não é mencionada nem no guidebook oficial.

O problema é que a tal sidequest só é desconhecida para quem não sabe japonês. Ela foi publicada no Final Fantasy IX Ultimania, um guia definitivo que é parte da série Ultimania, dedicada aos games da franquia FF, mas eles não saem do Japão. O problema é que esse guia trazia a dica, e ele foi publicado em 2002!

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Onde eu estava em cada lançamento

Por em 21 de maio de 2013

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Não sei ao certo quando passei a acompanhar o mercado de videogames, lembro que quando comecei a jogar meu irmão ainda não sabia falar, então, imagino que meu primeiro DACTAR, clone do Atari que vinha com alguns jogos na memória tenha sido meu presente de Natal de 1990, quando eu tinha 6 anos. Eu não tinha a coordenação motora e nem a percepção de espaço que o videogame exigia, afinal sempre fui uma criança normal da década de 90 e brincava como tal, correndo descalço na rua, fazendo campeonatos de futebol de botão e corrida de tampinhas e outras coisas que as cidades do interior proporcionam.

Mas eu me lembro que em 1992, com 8 anos de idade, senti um pouco de inveja de um amigo que tinha ganho um novíssimo Super Nintendo, presente de uma tia abastada que o trouxe dos EUA. Bem na época dos juros altos e da inflação descontrolada, esse console habitou nos meus sonhos até 1997, ano que finalmente consegui juntar umas moedas e comprar meu SNES com a ajuda da minha mãe e um financiamento a perder de vista no Ponto Frio.

Guardo até hoje uma página do jornal O Globo de 1996, quando eu já tinha 12 anos, com o anúncio em página cheia do incrível N64, sim o Nintendo SixtyFór, com Super Mario 64 incluído. Como cada cartucho (sim crianças, videogame antigamente era com cartucho, fita para os íntimos) custava o preço de um Master System, R$ 129,90 (e eu ainda tinha um Atari, lembrem-se) e era bem mais caro que o salário mínimo (sim, o salário mínimo já foi R$ 100,00), eu nem sonhei em ter um Nintendo 64. E só pude joga-lo nas finadas locadoras de jogos, ou como eu chamava “videogamerama”.

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Surpreendentemente, Yakuza 1 & 2 HD é mais feio no Wii U do que no PS3

Por em 20 de maio de 2013

Ryū Ga Gotoku 1 & 2 HD for Wii U

O acordo entre Sega e Nintendo que resultou em transformar Sonic num personagem exclusivo dos consoles da companhia resultou num efeito colateral interessante: pela primeira vez jogos da franquia Yakuza (Ryū ga Gotoku no Japão) seriam lançados num console que não da Sony: Ryū ga Gotoku 1 & 2 HD for Wii U é um port da coletânea lançada em 2012 para PlayStation 3 apenas no Japão, contendo os dois primeiros títulos originários do PS2.

Um trailer foi lançado, imagens foram divulgadas, e todos pensaram se tratar de um port sem tirar nem por ou melhor, certo?

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