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Final Fantasy XIV chega a 2 milhões de jogadores registrados

Por em 17 de abril de 2014

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Se lembrarmos de por tudo o que o Final Fantasy XIV passou, acho que não seria exagero afirmar que o MMO deveria se tornar caso de estudo. Cercado de uma enorme expectativa antes do seu lançamento, o jogo foi duramente criticado por boa parte dos que investiram nele e mesmo estando praticamente condenado a um retumbante fracasso, a Square Enix resolveu insistir.

Após passar por uma profunda reestruturação, o game recebeu o sugestivo subtítulo A Realm Reborn, mas mesmo com a promessa de que a maioria das falhas do lançamento inicial haviam sido corrigidas, muitas pessoas ainda estavam cética quanto ao seu sucesso, muito devido a perigosa decisão de continuar cobrando uma mensalidade para jogarmos.

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CCP cancela MMO baseado no Vampire: The Masquerade

Por em 15 de abril de 2014

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Em novembro de 2006 a editora White Wolf Publishing revelou que a CCP Games começaria a trabalhar na criação do World of Darkness, um promissor MMO baseado na franquia Vampire: The Masquerade, mas para a tristeza de todos os fãs, ontem foi anunciado que o jogo não será lançado.

Previsto inicialmente para chegar ao mercado em 2012, o WoD acabou tendo seu desenvolvimento bastante prejudicado pela demissão de vários funcionários no ano anterior, além do estúdio ter preferido focar sua atenção na produção do Dust 514, spin-off do EVE Online que acabou sendo lançado apenas para o PlayStation 3.

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Wargaming ainda está receosa quanto ao Oculus Rift

Por em 11 de abril de 2014

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O Oculus Rift e a realidade virtual podem estar sendo apontados por alguns como os grandes prováveis divisores de água da indústria de games, mas enquanto a tecnologia não começa a ganhar os lares, algumas empresas estão preferindo olhar para a novidade com uma certa desconfiança, como é o caso da Wargaming.

Criadores do World of Tanks, um dos MMOs mais populares do planeta, eles foram questionados sobre a possibilidade de levar o jogo para novas plataformas e a resposta de Victor Kislyi, CEO do estúdio, mostrou que a decisão não é tão simples assim.

Se for algo grande, nós estaremos lá. Para um jogo free-to-play, entre cinco e dez milhões é uma boa base instalada. Então, se o Xbox One e o Ouclus Rift atingirem esses números, estaremos lá.

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H1Z1 é o novo MMO pós-apocalíptico da SOE

Por em 10 de abril de 2014

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Ok, jogos ambientados em mundos pós-apocalíptico podem não ser nenhuma novidade, mas se você também ainda não se cansou do tema e gosta de MMOs, fique de olho, pois de acordo com o presidente da Sony Online Entertainment, John Smedley, em breve o estúdio lançará um game com essas características.

O H1Z1 é um MMO que permite que os jogadores assumam o papel de um sobrevivente do apocalipse em um mundo cheio de zumbis,” revelou o executivo. “Existirá algo que você poderá fazer que não pode em outros jogos: colocar fogo nas coisas. Estamos providenciando isso, então você poderá queimar árvores, queimar coisas e isso será muito divertido. A ideia é que esses jogadores construam fortes e de repente esses caras apareçam e os queimem, esperando que os habitantes saiam de suas fortalezas… será fantástico.

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The Crew exigirá conexão constante com a internet

Por em 9 de abril de 2014

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Depois de adiar por tempo indefinido o seu novo jogo de corrida, a Ubisoft finalmente revelou que o The Crew chegará durante a nossa primavera e junto com um trailer que traz alguns trechos da jogabilidade, a editora revelou detalhes sobre a maneira como o jogo funcionará no caso de uma queda de conexão.

Acho que você será chutado da corrida, provavelmente para a tela título,” declarou Julian Gerighty, diretor criativo do jogo. “Uma das coisas que o jogo precisa para funcionar é estar conectado com a internet, então acho que você perderá a corrida em que estiver.

Não é a solução mais elegante, não são boas notícias, mas é apenas uma parcela de… Você sabe, se estiver em uma missão no World of Warcraft e perde sua conexão com a internet, é isso.

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PoxNora, o MMO que foi salvo da extinção

Por em 8 de abril de 2014

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Em 2006 a Octopi Media Design Lab lançou o PoxNora, um jogo online que misturava cartas com estratégia por turno e depois de fazer um relativo sucesso, o estúdio acabou sendo adquirido pela Sony Online Entertainment. Parecia que o dinheiro em abundância faria com que o jogo ganharia mais espaço, mas em 2011 a SOE resolveu fechar a desenvolvedora e o mais provável era que o game tivesse o mesmo destino de vários outros títulos da editora, ou seja, ser cancelado.

Porém, num movimento que ninguém poderia esperar, a SOE revelou que há algumas semanas eles venderam os direitos sobre o jogo para a Desert Owl Games, um estúdio recém formado por ex-integrantes da equipe responsável pelo PoxNora, o que provavelmente lhe garantirá mais alguns anos no ar.

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Para diretor do EverQuest Next, todos os MMOs deveriam ser gratuitos

Por em 4 de abril de 2014

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É engraçado, mas ao mesmo tempo em que muitas pessoas criticam fortemente os jogos distribuídos como free-to-play, muitas outras vivem afirmando que não se submeterão a assinatura cobrada por alguns MMOs e hoje, uma das maiores dificuldades da indústria é descobrir qual o melhor modelo de negócios para os títulos deste gênero.

Já o diretor de desenvolvimento do EverQuest Next, David Georgeson, não teve medo de dizer o que considera melhor e expôs uma opinião interessante sobre esta disputa.

Não há nada errado com o modelo de assinatura. Eu tenho opiniões pessoais, que compartilharei porque sou um convencido. Acho que o free-to-play é a maneira como os jogadores deveriam desejar que seus MMOs fossem e a razão para pensar assim é que se não fizermos um trabalho realmente bom e não entretermos o jogador, não fazemos um centavo.

Somos praticamente artistas de rua: vamos lá fora, cantamos e dançamos e se fizermos um bom trabalho, as pessoas jogam moedas no chapéu. E acho que esta é a maneira como os jogos devem ser. Porque pagar US$ 60 para apostar se um jogo é bom ou não? Você não terá esse dinheiro de volta… Com os free-to-play você entra, dá uma olhada e descobre. É nossa total responsabilidade fazer com que você se sinta entretido.

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