Você está vendo os artigos na categoria “Miscelâneas”

Rocksteady estaria desenvolvendo Batman para a próxima geração

Por: em 08/05/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


A Rocksteady Studios, produtora de jogos subsidiária da Warner Bros. Interactive Entertainment, recentemente anunciou uma vaga para um Programador Sênior, que será incluído na equipe permanente de desenvolvimento da empresa, e terá a principal e desafiadora tarefa de produzir títulos AAA para a próxima geração de consoles de video games.

Entre os títulos no curriculum da produtora inglesa sediada em Londres, estão jogos para as plataformas PC, Mac, XBox, PS2, XBox 360 e PS3, como Urban Chaos: Riot Response – de 2006, Batman: Arkham Asylum – de 2009, e sua sequência mais recente Batman: Arkham City – de 2011.

É possível que o trabalho do novo contratado se inicie com o desenvolvimento de Batman: Arkham City para Nintendo Wii U, como anunciado na última E3 em 2011, mas não se sabe se uma provável sequência do título seria desenvolvida primeiramente para os consoles atuais, ou já seria uma versão para os Next-Gen consoles.

“Para nós, é um privilégio trabalhar com Batman, é algo fantástico pra nós. É ótimo estar nessa posição em que podemos escolher o que faremos a seguir. Nós já começamos a trabalhar nisso e vem sendo muito excitante. Se você conhece um pouco da Rocksteady, sabe que temos algumas surpresas. Então, fique ligado.” – conta Sefton Hill, Diretor de Batman: Arkham City, que já vendeu mais de 6 milhões de cópias em pouco mais de 6 meses desde o seu lançamento.

[via Gaming Blend]

Ancel confirma Beyond Good & Evil 2… Para próxima geração

Por: em 08/05/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


Acho que posso dizer que não houve nenhuma continuação que esperei tanto nesta geração quanto o Beyond Good & Evil 2. O jogo original possuía uma atmosfera fantástica e uma história muito interessante. O problema é que o BG&E não teve boas vendas e embora uma versão remasterizada tenha aparecido na Xbox Live e PSN, a Ubisoft avisou que a sequencia só sairia na próxima geração.

Recentemente surgiu um rumor dizendo que o game poderia ser lançado ainda para os atuais consoles, mas durante uma entrevista o seu criador, Michel Ancel, confirmou que o jogo ainda está sendo produzido, mas reforçou que ele só será lançado mesmo para os próximos consoles.

Estamos no estágio ativo de criação e no momento apenas focado no jogo e fazer dele o melhor jogo que pudermos.

O game designer não quis dizer no entanto para quais consoles ele está sendo feito, tendo afirmado que tomar tal decisão agora serviria como uma distração para o real objetivo de sua equipe. Ele também garantiu que se trata de um jogo bastante ambicioso e que por isso será preciso uma nova tecnologia para atingirem essa ambição. Portanto, a missão deles será criar o game e depois encontrarem uma plataforma capaz de rodá-lo.

O vídeo abaixo é um impressionante trailer do Beyond Good & Evil 2 que mostra que ele poderá ser um pouco diferente do antecessor, assemelhando-se mais ao Assassin’s Creed ou a série Prince of Persia, com a heroína Jade escalando, pulando e correndo por uma cidade bastante movimentada (e detalhada), servindo como uma rápida mostra de como os primeiros título da próxima geração poderão ser.

Continue lendo »

Newell explica a ausência de gerentes na Valve

Por: em 04/05/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


dori_gab_01.05.12

Na semana passada, junto com um rumor de que o Steam poderá receber uma versão para Linux, ficamos sabendo (também com a divulgação  e uma cartilha interna) que a Valve não utiliza gerentes para controlar o desenvolvimento de seus projetos e em uma nova entrevista, Gabe Newell explicou porque eles atuam desta maneira.

De acordo com o presidente da companhia, durante os 13 anos em que trabalhou na Microsoft uma das coisas que fazia era sair da empresa e conversar com outras pessoas, algo que lhe permitiu conhecer diversas organizações que trabalhavam com diferentes modelos e quando fundaram a Valve, eles pensaram muito sobre o que precisavam para ser bons, chegarando a conclusão de que os gerentes são bons para institucionalizar processos, mas que no ramo deles, nem sempre dariam bons resultados, impedindo a criatividade e o dinamismo.

No entanto, um dos maiores segredos para o sucesso da Valve parece residir na escolha dos funcionários, que segundo Newell é feito baseado na qualidade da pessoa e não na busca de alguém que possa receber um salário baixo. Ele também confirmou que não possuem um sistema de controle interno para ver se alguém está pisando na bola e citou como exemplo o Half-Life 2, quando um engenheiro tomou uma série de decisões equivocadas e demorou seis meses para o resto da equipe perceber o que estava acontecendo. Aquele erro acabou custando a todos bastante trabalho adicional, algo que certamente não seria bem visto em qualquer outra empresa.

Talvez tanta liberdade dada aos funcionários possa ser uma explicação para os projetos da Valve demorarem tanto para serem terminados, mas quem reclamaria de trabalhar num lugar onde não tivesse sempre alguém lhe dizendo o que deve ou não fazer?

[via Eurogamer]

Jornal pergunta se games estão ajudando a criar assassinos

Por: em 01/05/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


dori_cod_01.05.12

Você já disparou alguma arma de verdade? Mesmo que a resposta seja negativa, provavelmente tem consciência dos fatores como peso, concentração e recuo envolvidos na utilização de, por exemplo, uma simples pistola, então eu lhe pergunto, depois de tantos anos jogando games de tiro em primeira pessoa, você acredita que isso seria o suficiente para lhe tornar um exímio atirador?

Pois a manchete de um artigo publicado pelo jornal Daily Mail questiona se estamos criando uma geração de assassinos e depois afirma que jogos como o Call Of Duty servem para treinar jogadores a usarem armas reais, acertando suas vítimas na cabeça.

O que teria levado o autor a chegar a tal conclusão foi a declaração de Anders Breivik admitindo ter usado o FPS da Activision para orquestrar o que ficou conhecido como o massacre de Utoya, onde o norueguês matou dezenas de pessoas e, de acordo com o texto, aumentou o temor de que grupos como a Al Qaeda utilizem os jogos eletrônicos com o mesmo propósito.

Outro argumento utilizado no artigo para atacar os games foi um estudo realizado com 151 pessoas divididas em três grupos, sendo que um deles jogou o Resident Evil 4, outro o Wii Play e o terceiro o Super Mario Galaxy e depois foram submetidos a uma seção de tiro com armas reais, com o grupo que se dedicou ao game da Capcom sendo o que demonstrou a melhor pontaria, acertando grande parte dos disparos na cabeça do alvo que imitava um ser humano, supostamente reproduzindo o que fizeram enquanto jogavam o RE4.

A única coisa que nem o estudo nem o texto publicado pelo jornal parecem levar em consideração é o fato de que existe uma abismal diferença entre disparar contra um personagem na televisão ou um alvo inanimado e contra uma pessoa de verdade, tirando-lhe a vida e novamente fico me perguntando o que utilizávamos como “simuladores” para treinar antes de irmos matar uns aos outros no Vietnã, nas cruzadas ou nas lutas no Coliseu. Será que realmente o ser humano precisa de motivação para aniquilar seus semelhantes?

Novo jogo de Mikami será um Survival Horror

Por: em 26/04/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


dori_tang_25.04.12

O jogo a qual estou dedicando alguns minutos ultimamente é o Vanquish e a cada game de Shinji Mikami que conheço tenho mais certeza de que há um bom tempo o sujeito é mesmo um dos principais nomes da indústria japonesa. Por isso tenho muita curiosidade de saber como será sua próxima criação, que infelizmente só deverá ser lançada no ano que vem.

A boa notícia é que a revista Famitsu conseguiu algumas novas informações sobre o atual projeto da Tango Gameworks, que por enquanto está sendo chamado internamente pelo codinome Zwei, que em alemão significa dois e a palavra também é um tipo de jogo de aposta famoso na Austrália.

O mais interessante no entanto é o fato de que ele deverá ser um jogo de terror, fazendo com que o game designer responsável por clássicos como Resident Evil e Dino Crisis volte às origens e caso ele utilize no novo game a mesma atmosfera bizarra que vimos em algumas das suas últimas criações, como Shadows of the Damned, Killer 7 e God Hand, acredito que algo muito bom poderá sair disso aí.

Uma boa demonstração do quão assustador pode ser este Zwei é a arte conceitual acima, além das presentes nesta página, que não sabemos se estão relacionadas ao projeto, mas pela época de divulgação batem com o início da produção do jogo e de certo por enquanto temos apenas esta imagem.

[via Siliconera]

Empresa quer criar jogo no estilo do O Show de Truman

Por: em 25/04/12 na(s) categoria(s): Games, Miscelâneas


dori_tru_25.04.12

Você já assistiu o filme O Show de Truman? Resumidamente, nele acompanhamos a vida de um sujeito que vive sem saber, desde o seu nascimento, em um programa de televisão, onde todas a sua volta são atores. Pense em uma espécie de Big Brother de grande proporções, sem os participantes descerebrados, mas com o mesmo apelo ao merchandising e um protagonista que não faz ideia de que tudo a sua volta é falso.

Pois uma empresa chamada Alternet Reality pretende lançar nos próximos meses um jogo que promete seguir o mesmo estilo do ótimo longa-metragem de Peter Weir, onde as pessoas poderão interagir com o ator, que só agirá de acordo com as ordens dos jogadores e e segundo Anthony Purzycki, um dos idealizadores do projeto, “com isso você começa a se envolver de verdade com o personagem. É a ideia de que você está realmente salvando uma pessoa. Você cai naquele espaço da mente e que acredita se tratar de algo real.

Mas se você considera o conceito difícil de ser realizado, saiba que em outubro passado o estúdio rodou o primeiro experimento nesta área, onde um ator acordava preso em um barco, dizendo à audiência que havia sido sequestrado e pedia ajuda para conseguir sair daquela situação. A aventura durou cerca de seis horas para ser concluída e os jogadores tinham que resolver uma série de quebra-cabeças para ajudar o rapaz.

O que deixou o pessoal da Alternet Reality confiante de que havia ali um mercado em potencial foi o aumento de pessoas que queriam participar do jogo, pulando de 45 para 1200 e o plano agora é rodar outras oito histórias interativas, chamando a atenção de um público maior e consecutivamente, atraindo mais anunciantes.

Se esse tipo de jogo se tornará comum na indústria? Eu não acredito muito, mas isso não significa que a ideia não seja bastante interessante e abre possibilidades para que boas histórias sejam contadas, pois como os atores não sabem a solução para os enigmas, não é muito difícil passarmos a acreditar que do outro lado da tela está um ser humano comum e não um personagem de videogame ou alguém que apenas atuando.

 

[via Mashable Entertainment]