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Como os games poderão ser um dia

Por: em 06/02/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas, Vídeos


A próxima geração trará gráficos tão perfeitos como a das atuais animações feitas no computador.” Tal afirmação já se tornou um mantra na indústria de jogos e de tempos em tempos ela volta a ser repetida por jogadores ou funcionários de empresas e por mais que a evolução de uma geração para a outra seja gritante, sempre ficamos coma sensação de que aquilo que vemos na tela não passa de bonecos.

Talvez ainda não será com a chegada dos próximos consoles que veremos a distância entre o real e o virtual se tornar quase imperceptível, mas o vídeo abaixo dá uma bela mostra do que estaria por vir. Nele podemos ver um exemplo do que o pesquisador espanhol Jorge Jimenez conseguiu ao recriar a pele humana e como o próprio vídeo afirma, “É a nossa imperfeição que nos torna tão perfeitos.

Acho que ainda há muito trabalho a ser feito,” escreveu o artista em seu blog. “Provavelmente o mais importante será renderizar pelos faciais realistas. É meu sonho que minhas pesquisas com pele ajudem a melhorar a renderização de humanos nos jogo; Eu realmente acredito que personagens mais realistas inevitavelmente nos levarão a narrativas mais profundas e jogos guiados pela emoção.

Pode ser que no meio de um tiroteio as imperfeições da pele do personagem nem façam muita diferença, mas dê uma olhada no vídeo abaixo em alta definição ou teste a demo e pense o quão difícil poderia ser matar um “boneco” como este em um jogo carregado de carga dramática.

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Porque os jogadores não terminam os games?

Por: em 06/02/12 na(s) categoria(s): Indústria, Miscelâneas


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Faça o seguinte, dê uma olhada nos jogos que possui e conte quantos deles você não terminou? Foram muitos? Pois esta é um tendência que de acordo com um artigo publicado pela CNN, tem se tornado cada vez mais comum.

O alerta, se é que podemos chamar assim, foi dado por Keith Fuller, ex-funcionário da Actvision. Segundo ele, 90% das pessoas não assistem o final dos jogos, número confirmado por John Lee, vice-presidente de marketing do Raptr, site que coleta informações de mais de 23 milhões de jogadores e que registrou que, na média, apenas 10% deles completaram a última missão dos games.

O mais alarmante disso tudo é que o problema não estaria relacionado apenas as produções de pequeno porte, com títulos como o Red Dead Redemption tendo sido citado e um dos principais motivos para isso acontecer estaria relacionado principalmente a idade dos jogadores.

De acordo com a Entertainment Software Association, atualmente a idade média dos gamers está na casa dos 37 anos, época em que a maioria está mais preocupada em administrar sua carreira e criar seus filhos, diminuindo assim o tempo disponível para dedicar-se aos jogos eletrônicos.

Além disso, podemos considerar também a enorme oferta de títulos disponíveis no mercado e como o tempo é um artigo de luxo atualmente, nem todos estão dispostos a gastar suas horas de folga em uma única produção, logo, o problema não estaria apenas nas pessoas, mas também numa indústria sedenta por lucro e que para isso entope semanalmente as prateleiras com lançamentos.

Na maioria das vezes eu tento começar um jogo só após ter terminado o que estava jogando, mas mesmo assim tenho vários games aqui na fila que preciso dar-lhes outra chance e encerrar de vez suas campanhas e fico feliz de pelo menos ter ido até o final do RDR, um jogo espetacular que fica muito melhor após conhecermos seu desfecho.

[via Yahoo! Voices]

Legislador americano propõe taxa de 1% para jogos violentos

Por: em 06/02/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


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Todos nós estamos acostumados a ver algum político combatendo os jogos violento, mas o americano William Fourkiller (sobrenome sugestivo, não?) decidiu propor uma maneira no mínimo curiosa de fazer com que algumas pessoas sejam beneficiadas com a venda desses títulos.

A ideia é que todos os jogos com classificação Teen, Mature e Adult Only recebam um imposto de 1% e que metade do valor arrecadado vá para o Childhood Outdoor Education Revolving Fund, com o intuito de promover programas de incentivo a exercícios para crianças que estejam na escola e que combatam a obesidade infantil. O restante do dinheiro seria doado a outro fundo, este voltado a reduzir o bullying.

Esta não é a primeira vez que a ideia é proposta, com algo semelhante tendo sido negado em 2008 e o curioso é que se aprovada, a lei que entraria em vigor a partir de 1º de julho deste ano enquadraria jogos como o Dance Central 2, Zumba Fitness 2 e Final Fantasy 13-2, games que nem de longe são conhecidos por serem violentos.

A pergunta que faço é porque a mesma taxa não poderia ser cobrada também nas músicas, filmes ou livros apontados como violentos e como era de se esperar, a recepção por parte dos jogadores e da indústria foi a pior possível, algo que provavelmente teria acontecido em menor escala caso ele tivesse proposto tal arrecadação para todos os tipos de jogo, que também me deixa na dúvida se a maior parte do problema não está apenas na demonização dos jogos violentos.

[via Eurogamer]

Gamers e a antidesportividade

Por: em 03/02/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


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Que o ser humano é extremamente competitivo não chega a ser nenhuma novidade. Desde pequenos tentamos ser melhores que os outros mesmo que inconscientemente, seja ao fazermos o melhor desenho possível para entregar para nossa amada professora, seja nas brincadeiras durante o recreio ou até mesmo tentando roubar a namorada daquele nosso suposto amigo. Mas então, se estamos acostumados a competir desde a mais tenra idade, porque DIABOS alguns não aprendem a perder?

Sim, os videogames são muito legais e a internet nos permitiu jogar contra aquele sujeito escondido em uma caverna afegã, mas eles também servem para nos mostrar o quão desprezível pode ser a atitude de alguém quando está sendo lindamente surrado durante uma partida e após encarar alguns confrontos no FIFA 12 contra outros “seres humanos”, pude constatar como algumas pessoas tem dificuldade em aceitar sua inferioridade gamística.

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Jornais britânicos são acusados de fabricar notícias contra os games

Por: em 02/02/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas


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Não chega a ser uma grande novidade vermos a mídia tradicional sendo acusada de não gostar muitos dos videogames, mas veja a seguinte situação: A BBC e o jornal Daily Mail, mesmo que logo depois nos apresentou a aquela senhora que com 100 anos joga videogame, publicou um artigo cujo título, em tradução livre seria algo como “Chapados de cansaço: Geração de crianças está se tornando zumbi por causa das seções de jogos tarde da noite, reivindica caridade.

Até aí tudo bem, eles deixam claro que a afirmação teria sido feita por outra instituição, no caso a Kids and Media, publicando inclusive que Robert Hart-Fletcher teria dito que “o fenômeno dos jogos está por aí há um bom tempo e agora estamos começando a ver os efeitos no comportamento dos jovens.“ O artigo vai além, afirmando que o sujeito defende a ideia de que “no passado as pessoas mantinham relações genuínas com empatia e compaixão, que foram substituídas por relações virtuais onde não necessariamente precisavam mostrar esses sentimentos.

Só há um pequeno problema nessa história, Hart-Fletcher logo tratou de negar ter feito tais declarações, alegando inclusive ser uma pessoa que recomenda os games para as crianças, já que eles permitem, por exemplo, que a molecada tenha contato com pessoas de todo o mundo e teria até mesmo divulgado um arquivo de áudio onde prova suas palavras.

Isso me pensar se estariam os veículos procurando uma maneira de caluniar a indústria de games ou simplesmente chamar a atenção, o que é difícil provar, mas seja como for, é triste ver que novamente ver os jogos sendo usados como desculpa para o comportamento das pessoas, seja a matéria real ou não.

[via CVG]

Com 100 anos, vovó usa games para exercitar cérebro

Por: em 01/02/12 na(s) categoria(s): Miscelâneas, Portáteis


Kathleen Connell é uma senhora centenária que ganhou destaque na internet por afirmar que um dos motivos para se mostrar tão lúcida são os videogames. A Britânica revelou que joga diariamente por duas horas em seu Nintendo DS e além do game Brain Trainer classificar sua idade mental como a de uma pessoa com 64 anos, ela também garante sentir-se muito mais jovem, como se não tivesse “mais do que 80”.

O portátil foi um presente de sua filha quando Kit, como é conhecida, completou 96 anos, substituído um pouco depois devido um problema com o botão de ligar/desligar e desde então ele se tornou o passatempo ideal da senhora que vive sozinha e teve ambas as pernas amputadas. Atualmente sua pequena coleção possui 10 jogos, todos voltados para o estímulo cerebral.

Segundo ela, é impossível pensar como seria sua vida sem o DS e “se há um segredo para a vida longa, é pensar positivo e manter sua mente ativa.

É claro que ninguém afirmará que os games começarão a ser considerados a fonte da juventude, mas a história poderia muito bem servir para mostrar a algumas pessoas que eles não deveriam ser apontados como formadores de psicopatas e sim servirem para trazer alegria a alguns que consideram os jogos eletrônicos muito mais do que apenas simples passatempos. Além disso, Kathleen Connell é um exemplo a ser seguido, não só por ser uma jogadora com 100 anos vida, mas por dar uma bela mostra de vontade de viver.

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