Você está vendo os artigos na categoria “Microsoft”

Segundo diretor, Skyrim terá infinitas missões

Por: em 09/11/11 na(s) categoria(s): Computadores, Microsoft, Sony


dori_skyr_10.11

Embora eu tenha jogado o The Elder Scroll III: Morrowind e o TES IV: Oblivion muito menos do que deveria, gosto bastante da série, principalmente pela liberdade que ela nos dá e por isso aguardo com enorme ansiedade a chegada do Skyrim, mas um detalhe revelado pelo diretor do game, Todd Howard, me fez acreditar que o investimento no game valerá muito a pena.

Valendo-se de um sistema conhecido como Radiant Story, que modificará o mundo de acordo com as nossas atitudes no jogo, Howard afirmou que a aventura gerará missões aleatoriamente, como por exemplo um em que o dono de uma pousada lhe pedirá para caçar bandidos em um lugar que você ainda não visitou ou um aluno de alquimia que lhe solicitará 10 flores que você ainda não encontrou, permitindo assim que um número incontável de tarefas exista.

De acordo com ele, teremos ainda as missões que serão realizadas paras as várias facções presentes no game e mesmo após terminarmos suas missões principais, ainda poderemos entrar em novas geradas aleatoriamente e a melhor parte proporcionada por esse sistema não será concluir essas missões, mas descobrir o mundo a nossa volta enquanto estivermos nelas e essa é uma das principais virtudes do The Elder Scroll V: Skyrim, a narrativa dinâmica e que pode ser considerada um dos alicerces da jogabilidade.

O título será lançado dia 11 de novembro e o que mais me fascina nisso tudo, além da vida útil do game que deverá ser imensa, é a possibilidade de cada um ter uma experiência distinta enquanto estiver jogando, algo que julgo essencial para um jogo de mundo aberto, ainda mais em se tratando de um RPG.

[via Game | Life]

Para Ken Levine, atual geração ainda tem lenha para queimar

Por: em 08/11/11 na(s) categoria(s): Microsoft, Sony


dori_bio_07.11

Enquanto alguns preferem reclamar que os consoles atuais estão ultrapassados e parecem não fazer o menor esforço para tirar o máximo do Playstation 3 e Xbox 360, alguns desenvolvedores continuam defendendo esses consoles e não mostram o menor interesse numa mudança de geração, caso de Ken Levine, criador da sério BioShock:

É claro que ainda há o que ser tirado dessas máquinas. Como jogador, não estou sofrendo pelas novas máquinas ainda. Você olha para o Arkham City, Uncharted e Gears of War e começa a perceber que para mim esses jogos não parecem velhos, parecem bastante atuais.

De um ponto de vista da jogabilidade, ainda há muito a ser tirado deles, há muito a ser explorado. Isso não significa que não será desafiador construir em cima de algo que já tenha feito – obviamente o Infinite será um grande salto em termos de tecnologia desde o BioShock 1.

Talvez o ponto principal do comentário de Levine seja a parte em que ele dá sua opinião como jogador, o que reforça a ideia de que talvez o real interesse por uma nova geração não seja da nossa parte, mas daqueles que querem apenas faturar com o lançamento de máquinas mais poderosas. Os gamers, esses acho que só estão preocupados em colocar as mãos em bons jogos, independentes dos gráficos serem mais realistas que os atuais, embora isso não deixe de ser bem vindo.

[via VG247]

Valve elogia política adotada pela Sony para jogos online

Por: em 08/11/11 na(s) categoria(s): Computadores, Microsoft, Sony


dori_csgo_08.11

Quando a Valve anunciou que lançaria o Portal 2 para o Playstation 3 e ele permitiria que os jogadores do console pudessem jogar com quem estivesse no PC, eu sinceramente achei que uma boa quantia em dinheiro tivesse influenciado a decisão. Hoje tenho a sensação de que o motivo tenha sido mesmo a burocracia que a Microsoft impõe às produtoras, algo que foi comentado por Chet Faliszek, roteirista do jogo, ao ser questionado sobre a utilização de cross-platform.

Com a Sony – e fizemos isso com o Portal 2 – eles foram muito bons em trabalhar com essa coisa; eles estiveram realmente abertos a essa ideia. Eles pensam sobre isso como nós pensamos: somos jogadores, não pensamos na ‘plataforma’. É como , eu tenho todas as plataformas e irei jogar qualquer uma, apenas quero jogar e eles foram muito prestativos nesse sentido.

Faliszek aproveitou ainda para dar uma cutucada no Xbox 360 em relação ao Counter-Strike: Global Offensive, afirmando que enquanto o console terá sua própria comunidade, os jogadores de PS3, PC e Mac poderão jogar entre si, com um sistema de marcação de partidas levando em consideração a habilidade da pessoa, independente de ela estar jogando com teclado + mouse ou controle.

Na minha opinião o único motivo para a Microsoft impor tantas regras às empresas quando o assunto é o que elas disponibilizarão na Live, é para que a rede mantenha-se segura, mas mesmo assim, isso prejudica a imagem de alguns jogos e pior, impede que os jogadores os aproveitem como em outras plataformas.

[via CVG]

Amy, a nova aventura do criador do Flashback

Por: em 07/11/11 na(s) categoria(s): Microsoft, Preview, Sony


A carreira do francês Paul Cuisset é um tanto curiosa. Ao mesmo tempo em que trabalhou em alguns jogos que nem merecem ser lembrados, como Shaq Fu e Fade to Black, seu nome também aparece em alguns títulos que fizeram sucesso, como o Time Commando, a série Moto Racer e principalmente, Flashback: The Quest for Identity, jogo que pelo meu avatar vocês já devem saber que sou um grande fã.

Cuisset manteve-se longe dos holofotes durante alguns anos, até que lançou em 2008 para o Nintendo DS o jogo Mister Slime, que teve uma recepção morna por parte da crítica, mas o próximo lançamento da VectorCell, estúdio fundado por ele, tem tudo para apagar essa imagem e mostrar que ele é um bom game designer.

Amy é um survivor horror focado na relação entre duas personagens, a garotinha que dá nome ao game e Lana, que será controlada por nós. Havia uma grande expectativa para vermos o jogo em ação, já que as fotos e demos técnicas mostravam que graficamente ele estava muito acima da média dos títulos lançados digitalmente e com o primeiro trecho da jogabilidade divulgado, ficou claro que ele teve uma como grande inspiração o belíssimo ICO (além de um pouquinho do Silent Hill aqui e ali).

Durante boa parte da aventura teremos que proteger a criança, que por sua vez nos ajudará a alcançar lugares que seriam inacessíveis e uma das grandes preocupações dos desenvolvedores é fazer com que a sensação de proteção passada pela obra do Team ICO também esteja presente em Amy, algo que pode ser visto num trecho em que a protagonista é perseguida por um monstro. Manter-se junto da menina também faz com que Lana continue viva, já que apenas ela pode fazer com que o vírus que infecta a mulher tenha seu efeito reduzido.

Com uma campanha que durará cerca de dez horas e lançamento previsto para o Xbox 360 e Playstation 3, a VectorCell garante que ele será otimizado para o console da Sony e não apenas uma simples conversão. Infelizmente nada foi dito sobre o preço ou quando o game estará disponível, mas o desenvolvimento já chegou ao fim e como ele está previsto para o outono do hemisfério norte, nas próximas semanas já devermos poder jogá-lo.

Continue lendo »

CG – Call of Duty: Modern Warfare 3

Por: em 06/11/11 na(s) categoria(s): Computadores, Microsoft, Sony, Vídeos


O Battlefield 3 já está por aí há alguns dias e na próxima terça-feira será a vez de entrar em cena o outro lado da batalha pela supremacia do mercado de jogos de tiro em primeira pessoa. Após o bom Black Ops, a série Call of Duty volta para as mãos da Infinity Ward, estúdio responsável pelos melhores capítulos da franquia.

CoD: Modern Warfare 3 dará continuidade a guerra entre Estados Unidos e Rússia e dessa vez a situação fugiu completamente do controle, tendo dado início à Terceira Guerra Mundial. Ao encararmos a campanha principal as batalhas acontecerão em algumas das maiores e mais importantes cidades do planeta, como Nova York, Paris e Londres e a expectativa é que as situações dignas dos melhores filmes de ação estejam novamente presentes.

Quanto ao multiplayer, o game deverá manter o mesmo estilo de jogo rápido em cenários mais fechados, ao contrário da série da EA e além de uma melhoria aqui ou ali, uma das principais inovações deve atender pelo nome de Call of Duty: Elite, que funcionará como uma espécie de rede social que manterá um registro das estatísticas do jogador em diversos jogos da série e facilitará a criação de partidas entre amigos.

O serviço terá integração com o Facebook, aplicativos para smartphones e contará com uma versão gratuita, mas aqueles que quiserem assinar a conta Premium, que custará US$ 49,99, terão direito ao download de conteúdo adicional, poderão disputar torneios que valerão prêmios em dinheiro, evoluir o nível de seus clãs e acessar a Elite TV.

O vídeo abaixo é o trailer de lançamento do Modern Warfare 3 e mostra o que todos esperavam, tiros, explosões e muita, muita ação.

Continue lendo »

Produtor admite erros com Deus Ex: Human Revolution

Por: em 04/11/11 na(s) categoria(s): Computadores, Microsoft, Sony


dori_deus_03.11

É muito comum vermos as desenvolvedoras defendendo suas criações com unhas e dentes, mesmo quando boa parte das pessoas não gostaram de algumas decisões de design, mas David Anfossi, produtor do Deus Ex: Human Revolution preferiu admitir os erros da Eidos com o jogo.

Embora tenha sido muito elogiado pela maioria dos jogadores, as lutas contra os chefes costumam ser apontadas como o calcanhar de Aquiles do game e depois do seu lançamento ficamos sabendo que foi a Grip Entertainment quem trabalhou nestas partes, mas em uma entrevista Anfossi assumiu a responsabilidade:

As batalhas contra os chefes eram coisas demais para a equipe fazer internamente com o tempo que tínhamos. Nós subestimamos completamente o esforço para fazer isso internamente. Tivemos que trabalhar com um fornecedor externo para fazer essa parte, mas o design e tudo o mais veio da equipe da Eidos Montreal.

Sabíamos que isso poderia ser a fraqueza do jogo, tivemos que assumir o compromisso de entregá-lo em dois níveis. Primeiro, as lutas contra os chefes eram forçadas, o que não é a experiência do Deus Ex. Segundo, não há uma variedade de soluções para encararmos as lutas contra os chefes, o que também não é o Deus Ex.”

Sabíamos disso antes do lançamento do jogo, mas haviam alguns compromissos. Foi nossa decisão.

Mesmo assim ele se mostrou orgulhoso do game no geral e afirmou que este foi o mais difícil projeto que já gerenciou. No momento estou jogando o Deus Ex: Human Revolution e gostando muito do trabalho dos caras. O game possui um ótimo enredo e as possibilidades deixam o game fantástico, sempre nos fazendo querer saber o que nos aguarda na próxima esquina. Em breve publicarei por aqui uma análise dele, portanto, aguarde.

[via Edge]