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Blizzard apresenta Overwatch, sua nova franquia

Por em 8 de novembro de 2014

overwatch

A Blizzard é em muitos aspectos parecidíssima com a Apple. Assim como a empresa da maçã ela nunca adianta nada do que tem em mente (estou desconsiderando vazamentos por razões óbvias), apenas chega um belo dia surge com algo novo que ninguém esperava. Assim como ela, a Blizzard também não se concentra em tatear no escuro tentando ser inovadora. Ao invés disso ela absorve experiências e criações de outras companhias, as aprimora e entrega um produto de primeiríssima qualidade, fruto de anos de um trabalho minucioso, onde cada detalhe, cada píxel, cada polígono é cuidadosamente escovado, lapidado e lustrado.

Foi assim com Heroes of the Storm, que é um MOBA divertido e bem mais trabalhado do que seus concorrente DotA e League of Legends. Também foi assim com Hearthstone: Heroes of Warcraft, que é um passo além de tudo o que já foi feito com CCGs anteriores, como a franquia Magic: The Gathering e Shadow Era. E agora chega a vez de mirar no FPS, seguindo a fórmula da Valve com a franquia Team Fortress com Overwatch, sua nova IP anunciada ontem na Blizzcon.

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EFF propõe que jogos online possam ser ressuscitados por terceiros

Por em 5 de novembro de 2014
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City of Heroes, um dos muitos MMOs “mortos em ação”.

Como alguém que sempre defendeu a manutenção da história dos games e a possibilidade de jogar qualquer título quando sentirmos vontade, nunca me cansarei de lamentar os anúncios de morte de jogos online ou até mesmo de modos que só podem ser aproveitados desta maneira.

É compreensível que as empresas não tenham interesse financeiro em manter funcionando os servidores de títulos que poucos jogam, mas não seria bom se tivéssemos a opção de abrigarmos as partidas online? Pois a Electronic Frontier Foundation deu início a uma campanha que tem como objetivo tornar legal a modificação de games cujas porções online deixaram de funcionar.

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Para analista, franquia Call of Duty atingiu o seu ápice

Por em 30 de outubro de 2014

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Durante muito tempo ouvimos pessoas ligadas à indústria ou mesmo jogadores afirmando que as vendas do Call of Duty não se manteriam tão altas para sempre e de acordo com Doug Creutz, analista da Cowen & Company, o capítulo da franquia que será lançado nos próximos dias mostrará que ela atingiu o seu ápice e agora só tende a cair.

Sendo o 12º lançamento seguido, o CoD: Advanced Warfare ainda deverá dar muito dinheiro à Activision, mas após avaliar a pré-venda do título, Creutz chegou à conclusão de que ele deverá ter um desempenho comercial 40% inferior ao registrado pelo Ghosts e impressionantes 70% a menos se comparado com o Black Ops II, o que provavelmente será bastante sentido pela editora.

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A bela produtora da franquia Assassin’s Creed deixa a Ubisoft

Por em 20 de outubro de 2014
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Boa sorte, Jade sua linda! ❤ (Crédito: Ubisoft Toronto)

A exemplo do Kid Nobre, o tio Laguna nasceu no Ceará em 1984. Sou de uma geração (e região) em que videogame era coisa de “minino réi”: no século passado, eu só via meninas segurando um bom joystick nas revistas especializadas. De games também.

Mulheres desenvolvendo jogos? Só apareciam nas revistas de games e infelizmente os editores dessas publicações estavam na maioria mais interessados na vida pessoal dessas moças do que no trabalho que elas faziam, dado o público. A Anita Sarkeesian tem razão em reclamar do machismo na área, mas não quero entrar na lama que é o GamerGate. Quero falar de coisa boa.

Agora livre, leve e solta, Jade Raymond deu o fora na Ubisoft.
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Monument Valley, ou quando a qualidade vem antes do lucro

Por em 20 de outubro de 2014

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Você pode não conhecer a Ustwo, a desenvolvedora do game Monument Valley, mas muito provavelmente você já consumiu algum produto dela sem saber. Como uma empresa de design que trabalha para HTC, Google e outras grandes companhias, games não são sua principal fonte de renda e por isso sua equipe de desenvolvedores trabalham com,liberdade considerável, o que ajudou a fazer do titular um fenômeno por sua proposta inusitada e principalmente a qualidade do mesmo, que é o objetivo prioritário.

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FIFA 15 e o bizarro mercado brasileiro de games

Por em 13 de outubro de 2014

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Eu adoro jogos de futebol e como tenho feito pelas últimas temporadas, dessa vez optei novamente pela versão para PC do FIFA. O que me levou a escolher essa plataforma foram dois detalhes bastante importantes, sendo o primeiro deles o fato desta edição ter sido feita na engine Ignite, ao contrário do que aconteceu no PlayStation 3 e Xbox 360, além do preço, consideravelmente menor que nos consoles e é exatamente sobre este último aspecto que gostaria de falar.

Embora o FIFA 15 esteja disponível no Origin já há três semanas, somente a partir de hoje poderei visitar os gramados virtuais do game e isso acontecerá porque só agora recebi o meu disco do game. Mas com a distribuição digital tão acessível atualmente, por que eu acabei decidindo comprar o jogo fisicamente, você deve estar se perguntando. Eu explico.

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Yoshinori Ono revela detalhes da politica de continuações da Capcom

Por em 10 de outubro de 2014

Darkstalkers

Embora os games possam ser considerados uma forma de arte, o que consequentemente faz com que a liberdade criativa esteja diretamente ligada a indústria, todos nós sabemos que as grandes editoras e desenvolvedoras visam o lucro e por isso chega a ser um pouco inocente clamarmos por jogos que fujam do lugar comum e por continuações para títulos que pouco venderam.

Quem tornou este “problema” bastante evidente foi Yoshinori Ono, produtor da série Street Fighter, que ao ser questionado sobre o motivo para que jogos como o Street Fighter X Tekken não terem recebido novos capítulos, chegou a revelar a quantidade exata de vendas necessárias para que a Capcom permita a criação de sequências.

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