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Sony vai desligar servidores de Gran Turismo 5 e Resistance em 2014

Por em 27 de dezembro de 2013

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Nessa última geração, com o grande aumento de jogos com funções multiplayer também vimos o surgimento de um problema hoje bem comum e chato: de modo a cortar custos de games antigos que não rendem tanto dinheiro, as desenvolvedoras frequentemente puxam os servidores online da tomada, alegando desinteresse por parte da maioria do público. Com isso jogadores que muitas vezes pagaram pelo Online Pass se vêem com um jogo capado, com apenas a campanha singleplayer. Para pessoas que adoram jogos de FPS, isso simplesmente mata o game.

Agora a Sony revelou o temido calendário de desativações para o primeiro semestre de 2014, e as notícias não são nada boas: além dos já anunciados games da finada Zipper Interactive como Mag e SOCOM, a lista inclui títulos da série Resistance e até mesmo e o outrora celebrado simulador de corrida da Sony, Gran Turismo 5.

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emIndústria Sony

Austrália censura jogo de South Park

Por em 26 de dezembro de 2013

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South Park começou a ser exibida em 1997, depois de ter se tornado um viral, mesmo antes do conceito existir. O vídeo de Jesus brigando com Papai Noel até hoje corre pelos Tubos da vida, e ainda funciona muito bem. A série ganhou muitos desafetos, pois critica todo mundo. Não tem o maniqueísmo confortável que as pessoas tanto querem, mas não admitem.

Principalmente, South Park em todos esses anos nunca deixou o espectador confortável. O especial com “participação” de Richard Dawkins foi louvado pela ala atéia, por denunciar fanatismo religioso, e promover um futuro utópico onde a Ciência seria a força-motriz da sociedade. Os religiosos, odiaram. Aí veio a segunda parte, onde as pessoas naquele futuro nada utópico continuavam a se matar, não em nome de seus vários deuses, mas por discordarem de interpretações científicas. Os ateus xingaram muito na Internet, os religiosos acharam que era uma boa lição de humildade.
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emCultura Gamer Indústria Miscelâneas

Pirataria de games no Brasil ainda é alarmante

Por em 19 de dezembro de 2013

pirataria

Podem me chamar de inocente, desinformado ou até mesmo de idiota, mas depois de ver tantos relatos aqui no Meio Bit Games de pessoas que abandonaram a pirataria ou mesmo de ter visto vários amigos que preferiram manter seus consoles travados, eu realmente achei que o problema havia diminuído consideravelmente no Brasil, mas infelizmente não parece ser o que aconteceu.

A preocupante revelação foi feita por um levantamento realizado pelo FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade), que afirma que 82% dos jogos vendidos em nosso país ainda são cópias piratas, comércio que deixaria de fazer circular algo em torno de R$ 140 milhões no mercado legal.

É uma indústria a qual todos têm acesso atualmente. É preciso dar mais importância a este mercado, algo que hoje o país não faz,” declarou o presidente da associação, Edson Vismona, que acredita que um dos principais fatores que contribuem para o problema são os impostos absurdos que recaem sobre os games.

Outra organização que divulgou um dado interessante foi a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), que afirma que em 2012, 630 mil mídias ilegais foram apreendidas no Brasil, sendo que a maioria delas eram jogos de PlayStation 2, o que mostra a importância do console por aqui.

Repito, eu confesso que não fazia ideia de que a pirataria continuava tão forte por aqui e mesmo entendendo que ter um PC parrudo não é um privilégio da maioria, me espanta ver pessoas pagando por um jogo pirata até mais do que ele pode custar numa promoção do Steam ou até dos consoles e por isso torço muito para que os serviços de distribuição digital se tornem cada vez mais populares, mesmo sabendo que em boa parte das vezes, o problema nem está no preço cobrado, mas na péssima mania que algumas pessoas tem de se aproveitarem de tudo.

Fonte: UOL Jogos.

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Os melhores aplicativos e games lançados para Android em 2013

Por em 9 de dezembro de 2013

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Este ano foi recheado de lançamentos interessantes para o robozinho do Google. Entre games, apps de produtividade e entretenimento, a plataforma Android oferece cada vez mais opções para seus usuários.

Sou uma dessas pessoas que vem testando e utilizando a plataforma há uns bons anos e uma coisa que me impressiona muito é a melhora no design, usabilidade, wireframe e visual destes softwares.

Nestas andanças, foi fácil encontrar recomendações de apps mais conhecidos, como o (excelente!) teclado SwiftKey, ou o leitor de RSS feedly, até mesmo ferramentas renomadas e essenciais como o AirDroid.

Para trazer um conteúdo diferenciado, vou listar aqui pra vocês os aplicativos que de fato mostraram a que vieram este ano, mas que podem ter passado despercebidos para alguns.

Eu cheguei a pensar em criar uma ordem de melhor para pior, do mais popular ao menos popular, mas como são categorias diferentes para eles, prefiro apenas destacar os que podem ser mais úteis ou mais legais, e vocês decidem qual é o melhor (ou os melhores) pra vocês. Espero que gostem.

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Tem certeza que você quer ser um desenvolvedor indie?

Por em 9 de dezembro de 2013

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Nos últimos anos os jogos independentes ganharam o status de novos queridinhos da indústria de games, fazendo com que muitos profissionais deixassem seus empregos em grandes estúdios e passando a ideia de que qualquer um poderia ficar rico criando jogos em suas casas.

Mas será que isso é mesmo verdade? A resposta infelizmente é negativa e quem ilustra muito bem isso é o pessoal da Seaven Studio, criadores do jogo de plataforma Ethan: Meteor Hunter.

Tendo sido lançado para o PlayStation 3 e PC há cerca de um mês, os responsáveis pelo jogo publicaram um texto muito interessante no blog da empresa onde falam um pouco sobre a produção e a parte que mais chama a atenção é aquela dedicada às vendas.

Ainda sem ter conseguido o número de votos necessário para ser aprovado pelo Steam Greenlight, no PC o jogo só vendeu 127 cópias, o que evidentemente está muito longe do necessário para que o estúdio pague o investimento na sua criação

Na opinião dos desenvolvedores, uma série de motivos contribuiu para que as vendas não fossem boas, como a disponibilização do game pouco depois do lançamento do Grand Theft Auto V e dos consoles da nova geração, mas mesmo achando que não há muita ligação entre uma coisa e outra, o fato é que os caras devem estar tendo péssimas noites de sono.

Seja como for, isso serve para mostrar o quão complicado este mercado se tornou, com os jogadores ficando mais exigentes e não aceitando títulos com pouca qualidade e sem um diferencial – não que este seja o caso do Ethan: Meteor Hunter. O fato é que se para os estúdios isso pode ser um mau sinal, para nós pode representar títulos melhores.

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Gaijin Entertainment e a dificuldade em criar jogos F2P para consoles

Por em 6 de dezembro de 2013

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Algumas pessoas estão defendendo a ideia de que as microtransações serão bem mais comuns na nova geração do que muitos gostariam, algo que vários títulos desta leva inicial já mostraram, mas para Anton Yudintsev, CEO da Gaijin Entertainment, criar jogos assim para os videogames é muito mais complicado que para o PC.

Na opinião do executivo, o grande problema é que os jogadores de videogames são mais exigentes e por isso é necessário um investimento muito maior na criação de games que adotem este modelo.

Os jogadores de console estão mais acostumados com o conceito de comprar jogos, jogos premium. Mas uma das razões para isso é que nunca houve jogos Free-to-Play suficiente com o nível de qualidade dos consoles. Bem, somos uma desenvolvedora de consoles, o War Thunder [que será lançado para o PS4] tem a qualidade de console.

No Free-to-Play, há muito conhecimento em como fazer um game design interessante para as pessoas jogarem por meses ou mesmo anos, mas em termos de jogabilidade bruta, qualidade de produção e excelência técnica, a maioria deles não se concentram em nada disso. Há exceções, mas a maioria deles não fazem isso.

O interessante nisso é que se essa busca por mais qualidade realmente acontecer, até os jogadores de PC se beneficiarão, já que os jogos gratuitos no geral poderão se tornar melhores e assim perder um pouco do estigma de que todo F2P não presta.

Ainda segundo Anton Yudintsev, é pouco provável que um dia nos adaptemos a jogar sem que nossos cérebros faça a distinção entre um jogo gratuito ou pago, mas mesmo que ele tenha razão, o importante é que o maior número possível de pessoas tenha acesso aos games e se os Free-to-Play forem melhores, não tenho dúvidas de que contribuirão muito para que isso aconteça.

Fonte: GamesIndustry.

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Segunda tela nos games ainda não convenceu Mark Rein

Por em 5 de dezembro de 2013

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Depois que a Nintendo anunciou o Wii U, caiu sobre a indústria a ideia de que os consoles precisavam de uma tela além da TV e tanto Sony quanto Microsoft buscaram maneiras de oferecer este recurso. Mas será que ele é mesmo necessário? Para Mark Rein, vice-presidente da Epica Games, a resposta por enquanto é não.

Onde eu realmente utilizo o SmartGlass é para escolher coisas em um menu e navegar pela loja, ao invés de usá-lo como controle. É legal assistir um filme e então continuar ele em meu tablet quando saio, há muitas ótimas aplicações.

Onde isso se encaixa nos jogos, eu não sei. Não estou convencido em ter que pegar meu tablet para escolher meu jogo e então deixá-lo de lado para pegar o controle. É uma forma estranha de se jogar, então não sei como isso funcionará ou não.

Porém, o executivo disse acreditar que cedo ou tarde aparecerá um jogo que conseguirá usar de forma convincente o recurso e que por isso é importante que os desenvolvedores se divirtam criando para as duas telas.

Pois eu penso que há dois lados a serem analisados na questão. Um é em relação ao Wii U e até mesmo o PS Vita, onde a segunda tela parece mais natural, já que ela está no próprio controle. Quanto a utilização de tablets para esta função, acho que a usabilidade acaba sendo prejudicada, uma vez que nos faltam mãos para controlar tantas cosias.

Ainda assim, mesmo não gostando de ter um dispositivo móvel sobre meu colo, me agrada a ideia de termos um mapa ou o menu disponível a todo momento, sem a necessidade de interrompermos a partida para consultá-los e por isso acho que Sony e Nintendo podem ter uma vantagem quando se trata de uma tela adicional.

Fonte: MCV.

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