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Para CliffB, Japão não pode ignorar o multiplayer

Por: em 18/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Tem sido relativamente comum vermos jogadores reclamando da quase obrigatoriedade de modos multiplayer nos games, mas para Cliff Bleszinski, criador da série Gears of War, explorar melhor a interação entre as pessoas é exatamente o que pode ajudar as empresas japonesas a aumentar sua relevância no mercado mundial.

Meu conselho ao Japão é em relação ao mercado de distribuição física, vocês não podem ignorar o multiplayer. Não estou dizendo para colocar multiplayer em todo jogo,” disse o game designer, que citou como exemplo o Shadows of the Damned. É um belo jogo com uma jogabilidade muito divertida, mas não há uma experiência multiplayer cooperativa ali. Não me refiro a falta de um versus; há bilhões de maneiras de fazer os jogadores interagirem uns com os outros.

Se você for para os shooters em terceira pessoa… o fato do Vanquish não ter um multiplayer é um crime… Não há nenhuma razão para eu não poder andar por aí, fazendo aqueles mega deslizamentos, mergulhando no ar em uma arena cheia de outros jogadores.

Ainda assim Bleszinski reconhece o que alguns jogos japoneses trouxeram algo de novo em se tratando de multiplayer, mais precisamente o Demon’s Souls. Segundo ele, o game e seu sucessor espiritual (Dark Souls) servirão de inspiração para desenvolvedores ocidentais, mostrando-lhes como inserir elementos do multiplayer nas campanhas principais dos games.

Talvez não tenha sido coincidência ele ter mencionado justamente dois títulos em que Shinji Mikami esteve diretamente envolvido e em relação ao Vanquish, não sei se um multiplayer competitivo fez falta, mas um cooperativo acho que seria bem vindo. Ainda assim, tenho dúvidas se a longa campanha do jogo não teria sido prejudicada caso a Platinum Games tivesse optado por incluir um modo para vários jogadores e por isso não ousaria reclamar da ausência.

[via Gamasutra]

Jogos da Capcom deverão abolir conteúdo adicional no disco

Por: em 15/05/12 na(s) categoria(s): Indústria


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Jogo após jogo a Capcom tem cultivado a ira nos gamers que se sentem traídos ao descobrir que o conteúdo adicional vendido após o lançamento dos títulos já se encontravam no disco e após tomar tanta pancada de todos os lados, a empresa, através de seu vice-presidente sênior, Christian Svensson, avisou que a “tática” deverá ser abandonada.

Gostaríamos de garantir que ouvimos os seus comentários e por isso começamos o processo de reavaliar como o conteúdo adicional para os jogos serão distribuídos no futuro,” explicou o executivo. “Como esse processo começou apenas no último mês, haverá alguns títulos, cujo desenvolvimento iniciaram muito antes e estão programados para serem lançados nos próximos meses, que seria impossível para nós fazer modificações na maneira como o conteúdo será distribuído.

Svensson cita o Dragon’s Dogma como exemplo, já que a decisão para incluir parte do conteúdo no disco foi tomada no início de sua criação, época em que acreditavam que esta seria a maneira mais eficiente de garantir que tal conteúdo estaria disponível a todos.

Portanto, será que agora todos ficarão contentes? Porque no fundo, não precisaremos pagar com DLCs que antes estavam no disco, mas que continuarão sendo disponibilizados no dia do lançamento do game, mas não sem um “pequeno” pagamento, é claro. Ou seja, será que mudará alguma coisa? Pois continuo achando que a reclamação do pessoal não faz muito sentido.

[via VG247]

CEO da Sony é contra fim dos jogos usados

Por: em 14/05/12 na(s) categoria(s): Indústria, Sony


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Lembra daquela história de que as fabricantes de consoles podem não estar assim tão interessadas em acabar com o comércio de jogos usados? Pois se depender de Jack Tretton, CEO da Sony, ainda poderemos comprar tranquilamente os games previamente jogados por outras pessoas.

O executivo disse ao analista de mercado Michael Pachter ser contrário a ideia de um videogame que seja incapaz de rodar títulos que tenham sido aproveitados em outros aparelhos e ainda afirmou que o comércio de jogos usados é uma ótima opção para as pessoas e consecutivamente, impedi-lo seria agir contra os consumidores.

Ele no entanto fez questão de deixar claro que esta é sua opinião pessoal e que não falou em nome da Sony, o que me leva a crer que a possibilidade do Playstation 4 contar com algum tipo de trava ainda não esteja descartada e caso seja confirmada, poderia render uma bela bronca ao Sr. Tretton, afinal, ele estaria jogando contra o própria time.

O que acho interessante em toda esta discussão é que embora muitos jogadores afirmem categoricamente que não comprarão um console da próxima geração caso os usados não estejam disponíveis, no PC há muito tornou-se comum não revendermos nossos jogos e não vemos tantas reclamações por causa disso, então seria esta apenas uma questão “cultural”?

[via That VideoGame Blog]

Epic acredita que em breve jogos AAA estarão nos browsers

Por: em 11/05/12 na(s) categoria(s): Indústria, Web Games


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Eu tenho percebido há algum tempo que muitas pessoas ainda possuem um certo preconceito em relação aos jogos que podem ser jogados pelos navegadores, talvez por causa dos primeiros títulos feitos em Flash e que possuíam uma qualidade questionável. Eu mesmo as vezes tento me policiar em relação a não julgar um game apenas por ele não pedir uma instalação, mas de acordo com Tim Sweeney, CEO da Epic Games, não deverá demorar muito até que jogos do calibre de um Batman: Arkham City ou Gears of War estejam rodando num Firefox ou Chrome (Internet Explorer? Nem sei o que é isso).

Estamos seguindo lentamente nesta direção como uma indústria. Você deveria poder pegar qualquer jogo – um título de Playstation 3 ou iOS, por exemplo – e simplesmente jogá-lo através de qualquer navegador. Em alguns anos, acho que que isso se tornará um cenário possível e então a web será uma plataforma, e você podendo ter uma aplicação com um conjunto de recursos que rodem em um browser; isso será muito bem vindo.

Sweeney cita a evolução do Flash para ilustrar seu raciocínio e afirma que o HTML5 seria o próximo passo para fazer com que games tecnologicamente mais avançados estejam disponíveis em qualquer aparelho que possua um navegador e conexão com a internet. Segundo ele, já seria possível oferecer esses jogos atualmente, mas eles rodariam muito lentamente e teriam muitos bugs devido aos estágios iniciais de implantação do JavaScript nos browsers atuais.

Será que tal maravilha está mesmo tão perto de se tornar realidade? Eu não saberia a resposta, mas como até onde entendo rodar um jogo assim através do navegador também exige uma máquina potente, tendo a crer que algo como o OnLive seja mais interessante quando o assunto é levar qualquer jogo a maior quantidade possível de aparelhos.

[via Gamasutra]

O Origin vai bem, obrigado!

Por: em 11/05/12 na(s) categoria(s): Computadores, Indústria


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A Electronic Arts divulgou um documento sobre o seu faturamento no ano fiscal que terminou no dia 31 de março e nele podemos ver que ao contrário do que muitos querem desejavam, o serviço de distribuição digital da empresa está obtendo bons resultados.

Em se tratando do número de usuários registrados no Origin, ele já alcançou 11 milhões de contas, mas como o que interessa é o dinheiro que eles gastam, estamos falando de US$ 150 milhões, nada mau se considerarmos que isso foi obtido em apenas 10 meses.

É claro que tais números ainda deixa o serviço muito, mas muito atrás do seu principal concorrente, o Steam, porém, acredito que a EA não tenha ficado muito triste ao ver essa quantidade de dinheiro entrando em seus cofres. A questão que fica é, será que ter tirado os seus jogos da loja da Valve valeu a pena? Pois eu desconfio que não.

Enfim, o que não consigo entender é porque as pessoas são tão avessas ao Origin. Eu sinceramente não acho que ele esteja nem próximo da qualidade do Steam, mas também não posso dizer que ele tenha me prejudicado (ok, exceto pelo SimCity Sociedades, que teima em não rodar no meu PC), mesmo porque praticamente só o utilizo para comprar os jogos e baixá-los. De qualquer forma, se você quer mudanças no serviço, eles estão aceitando sugestões através deste link (em inglês).

[via Joystiq]

Dark Souls vendeu mais de um milhão de cópias no ocidente

Por: em 11/05/12 na(s) categoria(s): Indústria, Sony


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Navegando por algumas lojas virtuais um tempo atrás percebi que o Dark Soulspodia ser encontrado por menos de US$ 40, algo um tanto curioso devido ao tempo de lançamento do jogo. Tamanha redução me fez pensar se o game não havia sido um fracasso no ocidente, mas a Namco Bandai divulgou o seu balanço fiscal do ano passado e desmentiu essa minha hipótese.

Segundo a editora, o jogo criado pela From Software vendeu 1,19 milhão de cópias nos Estados Unidos e Europa, e caso tenha estranhado os números do Japão não terem sido mencionados, saiba que por lá quem distribui o jogo é a própria desenvolvedora em parceria com a Sony.

É claro que o desempenho pode ser considerado bem inferior a sucessos como Call of Duty: Modern Warfare 3 ou Batman: Arkham City, mas por se tratar de um jogo de nicho (leia-se, para masoquistas), não há como deixar de nos surpreendermos, ainda mais se lembrarmos que em breve ele também estará disponível para PC e é muito provável que uma continuação já esteja nos planos, algo que os fãs certamente adorariam.

A Namco também revelou os números de outros títulos, como o Ace Combat Assault Horizon, que vendeu 1,07 milhão de unidades mundialmente, o Dragon Ball Ultimate Blast com suas 700 mil cópias e o SoulCalibur 5 com 690 mil só nos EUA e Europa.

[via Eurogamer]