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Para analista, franquia Call of Duty atingiu o seu ápice

Por em 30 de outubro de 2014

CoD-Advanced-Warfare

Durante muito tempo ouvimos pessoas ligadas à indústria ou mesmo jogadores afirmando que as vendas do Call of Duty não se manteriam tão altas para sempre e de acordo com Doug Creutz, analista da Cowen & Company, o capítulo da franquia que será lançado nos próximos dias mostrará que ela atingiu o seu ápice e agora só tende a cair.

Sendo o 12º lançamento seguido, o CoD: Advanced Warfare ainda deverá dar muito dinheiro à Activision, mas após avaliar a pré-venda do título, Creutz chegou à conclusão de que ele deverá ter um desempenho comercial 40% inferior ao registrado pelo Ghosts e impressionantes 70% a menos se comparado com o Black Ops II, o que provavelmente será bastante sentido pela editora.

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A bela produtora da franquia Assassin’s Creed deixa a Ubisoft

Por em 20 de outubro de 2014
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Boa sorte, Jade sua linda! ❤ (Crédito: Ubisoft Toronto)

A exemplo do Kid Nobre, o tio Laguna nasceu no Ceará em 1984. Sou de uma geração (e região) em que videogame era coisa de “minino réi”: no século passado, eu só via meninas segurando um bom joystick nas revistas especializadas. De games também.

Mulheres desenvolvendo jogos? Só apareciam nas revistas de games e infelizmente os editores dessas publicações estavam na maioria mais interessados na vida pessoal dessas moças do que no trabalho que elas faziam, dado o público. A Anita Sarkeesian tem razão em reclamar do machismo na área, mas não quero entrar na lama que é o GamerGate. Quero falar de coisa boa.

Agora livre, leve e solta, Jade Raymond deu o fora na Ubisoft.
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Monument Valley, ou quando a qualidade vem antes do lucro

Por em 20 de outubro de 2014

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Você pode não conhecer a Ustwo, a desenvolvedora do game Monument Valley, mas muito provavelmente você já consumiu algum produto dela sem saber. Como uma empresa de design que trabalha para HTC, Google e outras grandes companhias, games não são sua principal fonte de renda e por isso sua equipe de desenvolvedores trabalham com,liberdade considerável, o que ajudou a fazer do titular um fenômeno por sua proposta inusitada e principalmente a qualidade do mesmo, que é o objetivo prioritário.

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FIFA 15 e o bizarro mercado brasileiro de games

Por em 13 de outubro de 2014

fifa-15

Eu adoro jogos de futebol e como tenho feito pelas últimas temporadas, dessa vez optei novamente pela versão para PC do FIFA. O que me levou a escolher essa plataforma foram dois detalhes bastante importantes, sendo o primeiro deles o fato desta edição ter sido feita na engine Ignite, ao contrário do que aconteceu no PlayStation 3 e Xbox 360, além do preço, consideravelmente menor que nos consoles e é exatamente sobre este último aspecto que gostaria de falar.

Embora o FIFA 15 esteja disponível no Origin já há três semanas, somente a partir de hoje poderei visitar os gramados virtuais do game e isso acontecerá porque só agora recebi o meu disco do game. Mas com a distribuição digital tão acessível atualmente, por que eu acabei decidindo comprar o jogo fisicamente, você deve estar se perguntando. Eu explico.

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Yoshinori Ono revela detalhes da politica de continuações da Capcom

Por em 10 de outubro de 2014

Darkstalkers

Embora os games possam ser considerados uma forma de arte, o que consequentemente faz com que a liberdade criativa esteja diretamente ligada a indústria, todos nós sabemos que as grandes editoras e desenvolvedoras visam o lucro e por isso chega a ser um pouco inocente clamarmos por jogos que fujam do lugar comum e por continuações para títulos que pouco venderam.

Quem tornou este “problema” bastante evidente foi Yoshinori Ono, produtor da série Street Fighter, que ao ser questionado sobre o motivo para que jogos como o Street Fighter X Tekken não terem recebido novos capítulos, chegou a revelar a quantidade exata de vendas necessárias para que a Capcom permita a criação de sequências.

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Crytek diz que está difícil surpreender visualmente as pessoas

Por em 9 de outubro de 2014

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Sabe aquela história de que a qualidade dos gráficos está tão alta que não temos muito para onde avançar? Eu escuto isso há pelo menos 20 anos e de tempos em tempos surge algum jogo ou mesmo console que joga todo esse discurso no lixo.

Porém, ao ser questionado se não é mais possível entregar algo visualmente tão impactante quanto foi o primeiro Crysis, o engenheiro chefe de renderização da Crytek, Nicolas Schulz, afirmou que realmente está ficando cada vez mais difícil impressionar os jogadores.

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Assassin’s Creed Unity e a dificuldade em recriar a realidade

Por em 8 de outubro de 2014

Assassins-Creed-Unity

Nós não costumamos pensar muito nas dificuldades que cercam a criação de um jogo e como eles estão ficando visualmente cada vez mais precisos, recriar aquilo que existe no mundo real pode ser uma tarefa extremamente cansativa e complicada.

Para termos uma noção mais exata dessa complexidade, peguemos como exemplo o Assassin’s Creed Unity. Com sua história se passando durante a revolução francesa, a Ubisoft resolveu assumir a difícil tarefa de nos colocar na Paris da época e um dos pontos que deverão chamar a atenção dos jogadores é a famosa catedral de Notre Dame.

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