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Tencent é a empresa de games que mais lucrou no último ano

Por em 23 de abril de 2015

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Em 2014 a Newzoo divulgou um relatório que apontava a Tencent como a maior empresa de games do planeta, um monstro que havia arrecadado US$ 5,3 bilhões de dólares durante o período e com um impressionante crescimento de 37%, a companhia chinesa dona da Riot Games e de parte da Epic Games acaba de ser coroada como aquela que mais faturou no último ano fiscal.

Outra que registrou uma melhora significativa foi a Sony, que de US$ 4,7 bilhões passou para US$ 6 bilhões, porém, nenhuma viu um salto tão grande quanto o Google, 89% entre os dois últimos anos fiscais, saltando de US$ 1,4 bilhão para US$ 2,6 bilhões.

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Desenvolvedor fala sobre a dificuldade em lançar jogos hoje em dia

Por em 22 de abril de 2015

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Quem está pensando em se tornar um desenvolvedor independente de games deve estar bastante empolgado com a distribuição digital ou o financiamento coletivo, novidades que fizeram com que algumas pessoas ganhassem muito dinheiro e fama nos últimos anos. Porém, um game designer alertou em seu blog para as muitas dificuldades que a maioria das empresas encontram para chamar a atenção dos jogadores.

Responsável pela Positech Games, recentemente Cliff Harris lançou no Steam o Gratuitous Space Battles 2 e como o último título criado por ele chegou a loja em 2013, lhe causou espanto o quão mais difícil está sendo se destacar atualmente.

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Os bastidores da criação do Cities: Skylines

Por em 10 de abril de 2015

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Perto de alcançar um milhão de cópias vendidas e tendo sido criado por uma equipe formada por apenas 13 pessoas, Cities: Skylines é sem a menor sombra de dúvida um dos maiores sucessos deste ano e um excelente artigo publicado no Polygon revelou alguns detalhes do simulador de cidades que tem divertido tantas pessoas.

Desenvolvido pelos finlandeses da Colossal Order, estúdio que tentava se destacar com a série Cities in Motion, a ideia deles sempre foi criar algo mais próximo do que a Maxis fez por muitos anos com o SimCity e quando a desenvolvedora finalmente conseguiu a aprovação da Paradox para iniciar o projeto, a EA anunciou o retorno do principal nome do gênero.

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Site detalha dados dos games disponíveis no Steam

Por em 7 de abril de 2015

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Ter acesso ao número de vendas digitais de jogo não é algo muito fácil, já que nem as editoras nem as lojas costumam divulgar essa informação, mas em relação ao serviço de distribuição da Valve, o lançamento de um site chamado Steam Spy acaba de tornar esses dados mais acessíveis.

Desenvolvido por Sergey Galyonkin, a ferramenta nasceu do desejo de “ajudar desenvolvedores independentes, jornalistas, estudantes e todos interessados em jogos para PC” e através dela temos acesso uma enorme quantidade de informações bem interessantes.

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Microsoft cogitou distribuir primeiro Xbox gratuitamente

Por em 2 de abril de 2015

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O primeiro Xbox foi um videogame sensacional, mas infelizmente ele não conseguiu alcançar tanto sucesso quanto poderia, o que talvez tivesse acontecido de maneira bem diferente caso a Microsoft tivesse levado adiante uma ideia que tinha potencial para mudar completamente a indústria.

Quem revelou a história foi Lorne Lanning, fundador da Oddworld Inhabitants, que além de ter contado que a gigante de Redmond queria que o console tivesse uma pegada mais casual, ainda revelou que eles cogitaram distribuí-lo gratuitamente.

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emGames Indústria Microsoft

O que é real? Michael Abrash da Oculus fala sobre realidade virtual

Por em 31 de março de 2015

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Em sua apresentação no #F8 na semana passada, o cientista chefe da Oculus Michael Abrash, mostrou alguns motivos pelos quais a realidade virtual será importante para nós, e fará cada vez mais parte da nossa vida. Mas isto não é um certo exagero? Bem, eu testei o Crescent Bay em janeiro na CES e fiquei muito impressionado com a tecnologia, pois pela primeira vez realmente me senti dentro dos ambientes e das situações mostradas nas demonstrações. Antes eu era cético, mas agora realmente acredito que o VR tem o potencial de causar uma verdadeira revolução no mundo dos games e do entretenimento.

Admitindo de cara seu interesse por ficção científica, Abrash citou como algumas de suas influências o clássico Snow Crash de Neil Stephenson, e sensacional Ready Player One de Ernest Cline: “As raízes claramente vêm de uma vida lendo ficção científica, que me mostraram que o caminho para pensar em realidade virtual não era apenas possível, mas algo que eu podia ajudar a acontecer”. Para ele, porém, tudo mudou quando ele assistiu o clássico filme Matrix, de 1999: “Enquanto os livros de ficção científica me deram o framework para pensar em realidade virtual, a Matrix me fez acreditar nela”. Abrash reviu o filme recentemente e ficou tão impressionado com o discurso de Morpheus para Neo, que o leu na íntegra durante a apresentação.

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Para Abrash na expressão “realidade virtual”, a palavra “realidade” é muito mais importante do que “virtual”. Como disse Morpheus, tudo o que percebemos são os sinais elétricos interpretados pelo nosso cérebro, e assim o nosso entendimento do mundo real é limitado pelos sensores com que os captamos.

Citando nossa visão, por exemplo, Abrash lembrou que não conseguimos enxergar infravermelho ou ultravioleta, só temos três sensores de cores e nossa visão periférica é limitada. É claro que ele também falou sobre o inevitável vestido que parece trocar de cores para diferentes pessoas, mostrando como o que vemos depende do que a nossa mente interpreta. Tentamos montar um modelo coerente do mundo, com os dados limitados que temos, e é isto que define o que é real para nós. Nossa mente faz certas suposições e interpretações que nem sempre mostram o que está acontecendo no mundo real.

Michael Abrash trouxe várias ilusão de ótica para fazer valer o seu ponto de que o mundo real é muito maior do que conseguimos captar: “Existe um mundo lá fora, e o seu cérebro está juntando informações bem limitadas captadas pelos seus sensores, e tentando inferir qual é o estado real deste mundo, de acordo com o seu modelo interno.”

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Voltando a Matrix, ele mostrou a imagem de duas pílulas, uma azul e outra vermelha, só para depois revelar que as duas são na verdade da mesma tonalidade de cinza, quando você retira as cores na lateral. O mesmo acontece com duas imagens de um cubo mágico, uma com luz amarela e outra com luz azul, que na verdade são do mesmo tom de cinza. Outro exemplo são quadrados em um piso, que apesar de terem a mesma cor, parecem ser brancos e pretos.

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Abrash trouxe mostrou outras ilusões de ótica já clássicas como a ilusão do dragão, na qual o seu cérebro te engana para ver o rosto do dragão para fora quando ele está para dentro, e o efeito McGurk, que você pode conferir no vídeo abaixo, no qual uma bela moça fala a mesma coisa com um vídeo dela falando outra, assim o que nós escutamos, depende do que estamos vendo.
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Goodgame Studios, um gigante desconhecido

Por em 31 de março de 2015

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Você conhece uma empresa chamada Goodgame Studios? Pois eu confesso que nunca tinha ouvido falar nela e por isso imaginem minha surpresa ao descobrir que esta se tornou uma das maiores desenvolvedoras da Alemanha, um gigante que teve uma receita de US$ 220 milhões em 2014, um crescimento de 97% em relação ao ano anterior.

Fundada por Fabian Ritter e os irmãos Christian e Kai Wawrzinek, hoje o estúdio conta com mais de 1.200 funcionários e 245 milhões de usuários, muito graças a títulos como o Empire: Four Kingdoms, Shadow Kings e Goodgame Big Farm, jogos que fazem bastante sucesso nos dispositivos móveis ou com suas versões para navegadores.

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