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Epic torna Unreal Engine 4 gratuita para todos

Por em 3 de março de 2015

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Houve uma época na geração passada em que a Unreal Engine 3 era quase sinônimo de belos jogos. Muita coisa foi criada com o kit de desenvolvimento da Epic Games, mas com a ascensão dos indies e o fortalecimento de outras empresas, o cenário mudou. A UE 4 parece ter perdido a popularidade da sua antecessora e para tentar voltar a conquistar os estúdios, a sua criadora começou a testar novos modelos de licenciamento.

Primeiro veio a ideia de permitir que os desenvolvedores pagassem uma mensalidade de US$ 19, depois eles resolveram liberar a engine para estudantes e agora, para mostrar de uma vez por todas que querem que a ferramenta seja mais acessível, a empresa acabou com todas as amarras, fazendo com que a Unreal Engine 4 seja gratuita para todos.

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emGames Indústria

Jogo tentará nos mostrar como é ser enterrado vivo

Por em 27 de fevereiro de 2015

Taphobos

Um dos maiores temores de boa parte dos seres humanos é acordar dentro de um caixão e descobrir que foi parar ali por engano, antes da sua hora ter chegado. Existe inclusive um termo para isso, tafofobia, e apesar de por muito tempo ter ouvido que o risco disso acontecer por acidente ficou no passado, ainda hoje é possível encontrarmos histórias sobre pessoas que passaram por isso.

O cinema inclusive já explorou esta situação algumas vezes e se você ficou incomodado ao ver o sofrimento de Beatrix Kiddo ou praticamente perdeu o fôlego ao assistir o desespero de Paul Conroy no filme Enterrado Vivo, talvez seja uma boa ideia passar longe de um jogo chamado Taphobos.

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emGames Miscelâneas

Dying Light e a edição de colecionador de R$ 1 milhão

Por em 26 de fevereiro de 2015

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Videogames não costumam ser uma forma de entretenimento muito acessível, especialmente no Brasil, onde os impostos e a ganância dos vendedores alcançam níveis absurdos, mas sempre que você chorar para pagar algumas dezenas de reais em um jogo, lembre-se da edição de colecionador do Dying Light que será vendida na Inglaterra.

Com apenas uma unidade disponível, a Dying Light My Apocalypse Edition tem chamado a atenção principalmente pelo preço que está sendo cobrado por ela, £ 250 mil, ou algo em torno de R$ 1,1 milhão; mas aquele que for maluco o suficiente para pagar tudo isso por ela terá direito a alguns itens bem legais.

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emGames Miscelâneas

Ex-CEO critica duramente decisões tomadas pela Sega

Por em 25 de fevereiro de 2015

Tom-Kalinske

Na semana passada comentei por aqui sobre como é triste ver a Sega perdendo sua força e depois de ler a entrevista de Tom Kalinske publicada pelo site GamesIndustry, esse sentimento só tornou-se mais forte.

Com o sugestivo e preocupante título “É a Sega a próxima Atari?”, o artigo traz duras críticas feitas pelo ex-presidente da Sega of America, que desde 1996 controla a empresa de entretenimento educativo LeapFrog e que mesmo admitindo não estar acompanhando tanto a indústria de games, não poupou palavras ao falar da situação da (outrora?) gigante japonesa.

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emDestaques Games Indústria Sony

Jogo Darkest Dungeon escancara fragilidade da Windows Store

Por em 24 de fevereiro de 2015

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Imagine a seguinte situação: certo dia a pessoa começa a explorar a loja do Windows 8.1 e, no meio de uma enxurrada de jogos medíocres disponíveis por lá, encontra um que lhe parece interessante. Custando apenas US$ 3,99; resolve investir na compra do Darkest Dungeon.

Se você passou por isso e foi um dos que adquiriu o game por lá achando que estava fazendo um ótimo negócio, afinal uma cópia no Steam sai por R$ 36,99; sinto lhe informar, mas caiu num golpe. Quem fez o alerta foi Tyler Sigman, co-presidente da Red Hook Studios que afirmou em sua conta no Twitter que o título só está autorizado a ser vendido no serviço da Valve e na Humble Store.

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emComputadores Games

Grim Fandango e os comentários de produção

Por em 23 de fevereiro de 2015

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Uma das maiores surpresas que a indústria de games me trouxe em 2014 foi o anúncio de que a Double Fine estava trabalhando em uma versão remasterizada do Grim Fandango. Poder jogar novamente um dos melhores games de todos os tempos era uma proposta irrecusável e na última semana resolvi embarcar novamente nesta aventura.

Já de cara percebi que visualmente o ganho havia sido pequeno, com melhorias apenas na iluminação e nos personagens, e embora a nova versão da trilha sonora esteja ainda mais bela e os controles funcionem muito melhor do que no original, o que realmente tem me fascinado nesta nova versão do adventure é o recurso de comentários da produção.

Podendo ser habilitado no menu principal, conhecer detalhes sobre a criação do jogo tem tornado a experiência muito mais fantástica e divertida, principalmente por eles nos mostrarem as influências que o título recebeu, as dificuldades que esses profissionais enfrentam ao criar um jogo e como a indústria de games mudou desde então.

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emDestaques Games Miscelâneas

Molyneux nos ensina a como não tratar o consumidor

Por em 13 de fevereiro de 2015

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Por se tratar de alguém que não costuma cumprir suas promessas e que se transformou em uma das figuras mais achincalhadas da indústria, o título deste post pode ser um tanto óbvio, mas com o seu último projeto, o Godus, Peter Molyneux tem se superado a cada dia.

De possível renascimento do gênero God Game a um projeto que chegou a ser criticado publicamente por um de seus funcionários, o jogo tem colecionado situações constrangedoras, mas o ápice pode ter sido um artigo publicado pelo Eurogamer. Nele o autor foi atrás de Bryan Henderson, aquele rapaz que ficou famoso por ter “vencido” o jogo Curiosity em 2013 e a conversa com ele mostra como o game designer parece fazer questão de queimar uma imagem que ainda podia ser boa para alguns (eu incluso).

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