Ilustração com carros dos jogos clássicos
O IGN publicou um excelente artigo onde os astros são alguns dos mais memoráveis veículos já visto no mundo dos games, mas ao invés de fazerem uma descrição detalhada (e chata) de cada um deles, a equipe do site criou algumas belas ilustrações minimalista que mostram que se em alguns casos eles não podem ser considerados tão importantes quanto os protagonista, nem por isso deixam de ter o seu charme. O melhor de tudo é que eles disponibilizam os arquivos com uma ótima resolução e sem nenhuma logo do IGN, o que os torna ideais para mandarmos imprimir e transformá-los em pôsteres ou usá-los como papel de parede no computador.
Abaixo eu coloquei alguns para vocês terem uma ideia, mas o melhor é visitar a página original, escolher o desenho e decorar sua casa com esses incríveis desenhos. Não sei você concordará, mas o que eu queria ver mesmo era essas artes estampando camisetas.
Filme do Silent Hill será baseado no 3º game

Talvez por eu ser um grande fã da franquia, mas o fato é que gostei do primeiro filme baseado no Silent Hill. Achei que o competente diretor Christophe Gans fez um ótimo trabalho ao reproduzir o universo da série e na minha opinião o roteiro de Roger Avary conseguiu dar conta do recado. Mas e quanto a continuação? Bom, o site Fangoria alega ter alguns detalhes sobre o segundo longa-metragem.
Com direção e roteiro de Michael. J. Bassett (Solomon Kane), Silent Hill: Revelation já está em fase de pré-produção contando com o apoio da Lionsgate, da Davis Films e da própria Konami e como não poderia deixar de ser diferente, chegará aos cinemas usando a tecnologia do 3-D estereoscópico. Quanto ao enredo, ele será inspirado no terceiro jogo da série e mostrará a jovem Heather Mason, cujo pai desapareceu e atormentada por pesadelos prestes a completar 18 anos, quando descobre que não é a pessoa que pensava ser.
Mesmo preferindo a história do segundo jogo, acho que a escolha foi boa e torço para que os envolvidos façam um bom trabalho. Quanto ao elenco, ninguém foi citado, mas por favor, coloquem a linda Emilie de Ravin como protagonista.
[via VG247]
Miyamoto: Mario usaria uma arma
Mesmo após 25 anos de seu lançamento, o jogo Super Mario Bros. ainda parece ter muitos detalhes a serem revelados e durante uma entrevista à revista Famitsu, Shigeru Miyamoto explicou algumas das escolhas que foram feitas para o jogo, como por exemplo, que a princípio o encanador deveria empunhar uma arma:
“Durante parte do desenvolvimento, os controles era A para disparar balas, B para correr e cima no direcional para pular. As balas depois acabaram se tornando as bolas de fogo – originalmente pensamos em ter um estágio no estilo shoot ‘em up, onde o Mario pularia em uma nuvem e poderia atirar nos inimigos, mas desistimos porque queríamos nos focar na ação com pulos. Os estágios bônus no céu são remanescentes dessa ideia. No final, percebemos que a possibilidade de atirar todas as bolas de fogo que quisesse enquanto estivesse correndo dava ao Mario muita vantagem, então ao invés de disso, você só pode atirar uma bola de fogo depois que começar a correr.”
Outro aspecto mencionado e que você provavelmente já deve ter se perguntado sobre isso, é porque o personagem come um cogumelo para ficar maior:
“O primeiro protótipo do jogo que tínhamos não era muito bom porque você não podia enxergar muito adiante. As pessoas queriam que o mundo fosse mais visível na tela, mas eu não queria fazer com que o Mario fosse menor do que já estava, então resolvemos construir o mundo na escala do Mario pequeno, para em seguida torna-lo maior na versão final. Foi neste momento que nos ocorreu a ideia de começar com um Mario menor e fazer com que ele aumentasse de tamanho. Como o jogo era situado em um reino mágico, eu fiz com que o item para power-up fosse um cogumelo porque vemos pessoas nos contos populares passeando por florestas e comendo cogumelos a todo momento. Isso por sua vez nos levou a chamar o mundo de ‘Reino dos Cogumelos’ e o resto do enredo surgiu daí.”´
Chega a ser engraçado pensar como certas decisões de design podem transformar um jogo em uma tremendo sucesso ou em um total fracasso. Um Mario usando armas poderia dar certo? Talvez, mas depois de tantos anos vendendo milhões de cópias e tendo se tornando um dos principais ícones da indústria, é complicado imaginar que o Super Mario Bros. poderia ter dado certo se tivesse sido feito de outra maneira.
[via 1UP]
Jogos de PS3 com propaganda nacional
Se você possui os jogos Need for Speed Undercover, NFS: Shift, Dirt 2, Nba Live 2009 e 2010 ou Pro Evolution Soccer 2009, 2010 e 2011 para Playstation 3 ou o Grid e Dirt 2 para PC, fique de olho pois até o dia 31 de outubro poderá passar por alguns anúncios do Cup Noodles exclusivos para os brasileiros.
Exibidas em diversos formatos para as pessoas que estejam jogando online, as propagandas fazer parte de uma nova campanha voltada ao público jovem da marca de macarrão instantâneo e foi idealizada pela agência Dentsu e os espaços comprados junto a Six Billion, agência especializada em anúncios em jogos eletrônicos.
Essa é a primeira vez que esse tipo de ação acontece no Brasil em um console e serve como exemplo de que a indústria de games por aqui tem evoluído, apesar da falta de incentivo por parte do governo ou da quase total ausência das desenvolvedoras por aqui.
Mas o que você acha, é possível prestar atenção numa dessas placas, mesmo tendo que desviar dos carros dos adversários ou prestes a marcar um gol de placa? Na sua opinião, esse tipo de anúncio pode trazer resultado?
[via Exame]
Sonic ganha jogo e homenagens
Na última semana o ouriço mais amado (e odiado também) dos games voltou no velho estilo com um jogo para iPhone, Wii, Xbox 360 e Playstation 3. Eu só joguei o demo e mesmo tendo gostado muito dos gráficos, achei a jogabilidade um pouco estranha, meio travada (há quem diga que o problema está na física), mas o que me fez desistir da compra mesmo foi o seu preço. Se o quarto episódio será vendido por episódios, acho US$ 15 um valor muito alto, então, esperarei pelo dia em que, quem sabe, eles venderão todos os quatros em um disco, custando sei lá, uns US$ 30.
Reclamações a parte, vou aproveitar a ocasião para deixar aqui duas homenagens ao Sonic. A primeira delas, feita por um artista conhecido como Porl, veio na forma de um Mega Drive pintado com o mascote. Além de ter ficado muito bonito, o grande destaque foi a sacada do sujeito ao usar aquele círculo presente no primeiro modelo do console para desenhar a logo usada nos jogos do ouriço.
Já a segunda homenagem é ainda mais legal. Usando dois Nintendo DS com um programa chamado KORG DS-10 Plus, um rapaz muito talentoso toca o clássico e belíssimo tema da fase Green Hill Zone e depois que assistir o vídeo, te desafio a não ficar cantarolando a música por alguns minutos.
Video Games Live 2010 – Rio de Janeiro

Um dia nublado – um domingo! – enfiado no meio de um feriadão geralmente acaba sendo um convite a ficar em casa, descansando, vendo um filme, ou jogando vídeo-games. Ironicamente, porém, acabam sendo justamente os vídeo-games a única motivação a fazê-lo sair de casa nesse dia. Bem, não exatamente os games, mas sim a trilha sonora dos mesmos; e a possibilidade de misturar a música orquestrada de jogos clássico, independente de sua idade, com o clima de um show de Rock de primeira linha. Sim leitores, estamos falando da Video Games Live 2010, que aconteceu nesse dia 10 de Outubro, na casa de shows Canecão, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Antes do show propriamente dito começar, um mestre de cerimônias aparece rapidamente para fazer um aquecimento do público com um rápido concurso de Cosplay. Pra quem tem a mínima noção de o que é Cosplay, sabe que estamos falando de pessoas fantasiadas, da melhor ou da pior maneira, de personagens; nesse caso, exclusivamente personagens de games. Só para registrar, o vencedor desse ano venceu também ano passado, exatamente com a mesma fantasia: de Prisioneiro do jogo Metal Slug; que consistia basicamente de uma peruca, uma barba falsa, uma samba-canção e muito carisma. Feita a premiação, sobem ao palco a orquestra e o maestro dessa turnê, o italiano Emmanuel Fratianni, que parece extremamente feliz de estar no Rio. Ele comenta obre o quanto gosta da música brasileira, de como o Rio é bonito e sobre o charme da cidade e seus moradores. Ele diz também que essa noite o show terá algumas diferenças dos outros shows dessa turnê, e sem mais papo furado começa com a primeira peça da noite: uma colagem de temas da série Sonic: The Hedgehog que empolga muito pouco a platéia.

