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Digital Drops Blog de Brinquedo

Não espere o Battlefield 3 no Steam

Por em 8 de agosto de 2011

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Agora é mesmo oficial. Depois de muita especulação, a menos que uma grande reviravolta aconteça, o Battlefield 3 não será lançado através do Steam. A confirmação foi feita por um funcionário da DICE através do fórum oficial da Electronic Arts e o estúdio novamente jogou a culpa na política do serviço de distribuição da Valve, conforme pode ser visto na mensagem abaixo.

A EA oferece jogos na maioria dos serviços de download. Infelizmente o Steam adotou uma série de termos de serviços restritivos que limitam a maneira como os desenvolvedores interagem com os consumidores para entregar patches e outros conteúdos por download. Nenhum outro serviço de download adotou essa prática.

Eu ainda tenho a sensação de que não estamos sabendo tudo em relação a esta história, mas o fato é que se a atitude pode servir para a EA arrebanhar uma grande quantidade de jogadores para o Origin por não ter um jogo desse porte no Steam, por outro lado as vendas também poderão ser fortemente atingidas, já que não se pode ignorar o principal sistema de venda digital do planeta.

Penso que atualmente ninguém pode competir com o Steam, mas a informação de que o Origin estaria aberto a jogos de outras empresas mostra que a Electronic Arts quer mesmo tornar o seu serviço mais forte e essa mudanças nos termos pode ter sido a desculpa ideal para eles garantirem uma certa exclusividade, afinal o game estará presente em outras lojas.

A minha dúvida é, será a ausência no Steam suficiente para você não adquirir o game? Eu ainda não decidi se irei pegá-lo para PC ou console, mas se optar pelo computador, não vejo problema algum em fazê-lo através do Origin, mesmo preferindo o Steam, o importante é que não vou deixar de jogar por causa disso.

[via Rock, Paper, Shotgun]

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QTE não será ponto principal do Tomb Raider

Por em 5 de agosto de 2011

Eu me lembro perfeitamente da minha reação ao ver um quick-time event pela primeira vez ao jogar o Shenmue. A princípio fiquei sem saber o que fazer direito, mas depois achei a ideia genial por dar um ar cinematográfico ao jogo. De lá para cá muitos jogos adotaram a técnica, mas o conceito passou também a ser criticado porque em alguns casos acaba tirando a liberdade das mãos do jogador.

Durante a E3 passada o pessoal da Crystal Dynamics mostrou um pouco da jogabilidade do novo Tomb Raider e conforme pode ser visto no vídeo abaixo, o trecho possui uma série de eventos roteirizados e a utilização de QTE, o que deixou algumas pessoas preocupadas, mas para o diretor criativo Noah Hughes, a técnica não será a.

Uma das coisas que é absolutamente importante para nós é entregar uma experiência cinematográfica intensa. Em alguns momentos específicos sentimos que a melhor maneira de fazer isso – apesar de ainda entregar uma jogabilidade desafiadora – é utilizando quick-time events.

Isso dito, essa não é a ferramenta principal que usaremos para entregar drama ao jogo. A ideia da câmera durante a jogabilidade normal, o sistema de animação, de áudio e os grandes eventos do mundo, todas essas coisas irão entregar o impacto emocional de diferentes maneiras.

Eu normalmente defendo a criação de jogos parecidos com filmes, mas é claro que isso não pode fazer com que a jogabilidade, o aspecto principal de um jogo, seja deixada de lado. Tenho uma grande expectativa por esse Tomb Raider e torço para que o estúdio acerte a mão.

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emComputadores Microsoft Sony

The Humble Indie Bundle #3 ganha mais jogos

Por em 4 de agosto de 2011

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Que a iniciativa por trás do projeto The Humble Indie Bundle é fantástica todos nós sabemos, afinal, além de podermos adquirir ótimos jogos independentes pelo preço que quisermos pagar, parte do valor arrecado ainda é enviado para instituições de caridade, mas a cada edição realizada eu me convenço mais de que o pessoal envolvido é mesmo uma mãe.

Veja só o caso desse terceiro pacote, além dos cinco títulos disponibilizados no começo, eles resolveram nos presentear com um bônus, o shooter Steel Storm e o criador do MineCraft, que normalmente contribui com doações generosas, também liberou o seu jogo até dia 14 de agosto para quem tivesse participado do evento, mas acredite, o negócio ficaria ainda melhor.

Por mais difícil que seja de acreditar, os caras liberaram para todos que já haviam feito do a compra do THIB #3 os títulos que estavam disponíveis no The Humble Indie Bundle #2, ou seja, com isso ganhamos mais cinco jogos, sendo eles o Cortex Command, Osmos, Revenge of the Titans e os excelentes Braid e Machinarium. E tem mais, os games podem ser registrados na sua conta do Steam, bastando que você entre na sua página de compra, cujo link lhe foi enviado por email, para adquirir o código. O mesmo vale para o trial do MineCraft, já o Steel Storm deve ter aparecido automaticamente no seu Steam.

Caso ainda não tenha comprado o seu The Humble Indie Bundle #3, para ter direito a todos os jogos será preciso pagar mais do que a média, que atualmente está saindo por pouco mais de US$ 5, mas lembre-se que faltam só mais 5 dias para o término.

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Gearbox anuncia Borderlands 2

Por em 3 de agosto de 2011

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Esta semana começou a circular pela internet a informação de que a 2k Games e a Gearbox estariam prestes a confirmar a produção do Borderlands 2, o que realmente aconteceu. Com previsão de lançamento para algum mês durante o próximo ano fiscal, que começa em abril de 2012, as empresas não deram maiores detalhes sobre o jogo, o que deverá acontecer durante a Gamescom, que acontecerá ainda em agosto e por enquanto só sabemos o óbvio, que o game chegará para o Xbox 360, PC e Playstation 3 e que terá “novos personagens, habilidades, ambientes, armas e equipamentos.

Por se tratar de um jogo que foi muito bem aceito tanto pela crítica quanto pelo público, o anúncio não pode ser considerado uma surpresa, mesmo porque tal possibilidade tem sido levantada há vários meses e levando-se em consideração o número de fãs que a franquia conquistou, acho que já podemos esperar um bom número de vendas quando a sequência chegar ao mercado.

O primeiro Borderlands é um daqueles casos de jogos que muitos idolatram, mas que não conseguiram me prender. Eu adquiri o jogo para PS3 e depois peguei também uma versão para PC, mas nunca consegui me dedicar a pouco mais que algumas horas a ele, talvez porque a sua principal característica seja a possibilidade de jogarmos cooperativamente e acredito que nunca encontrei uma boa experiência desta maneira. Eu ainda não desisti dele, mas o fato é que pelo menos no modo singleplayer ele sempre me pareceu um jogo comum, apenas com uma excelente direção artística e uma quase infinita quantidade de armas interessantes. 

[via Rock, Paper, Shotgun]

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Idealizando o próximo Left 4 Dead

Por em 3 de agosto de 2011

Dizem por aí que o pessoal da Valve não sabe contar até três, mas independente do que eles resolvam chamar o jogo, o fato é que mais cedo ou mais tarde veremos o lançamento de um novo Left 4 Dead. Como até o momento a empresa não divulgou nenhuma informação sobre uma possível continuação, nos resta especular sobre o que eles poderiam fazer no game e aqui listarei o que eu imagino como poderia ser o próximo capítulo da franquia preferida daqueles que gostam de estraçalhar zumbis virtuais.

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emComputadores Games Miscelâneas

Diablo III só poderá ser jogado online

Por em 1 de agosto de 2011

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Algumas decisões tomadas pelas desenvolvedoras podem fazer com que os jogadores desistam de comprar os jogos em que elas estão trabalhando, mas quando o assunto é o Diablo III, um dos títulos mais aguardados dos próximos meses e que está nas mãos de um dos mais idolatrados estúdios do planeta, será que mesmo com a implementação de algumas funções controversas a expectativa dos fãs não diminuirá?

A questão foi levantada depois que a Blizzard confirmou algumas características do jogo que deverão deixar muitas pessoas indignadas. A primeira e que talvez incomode menos é a possibilidade de comprarmos e vendermos itens do jogo usando dinheiro real. Alegando que isso adicionará profundidade ao game e que se trata de algo que os jogadores pediam, não chega a ser um modelo de microtransações, já que a companhia mesmo não venderá tais itens e sim os jogadores, mas como era de se esperar, uma pequena parte das transações irão para os cofres da Blizzard. A boa notícia para os menos abastados é que também haverá uma loja de leilão onde só poderemos usar ouro virtual, mas resta saber se os melhores itens também aparecerão por lá.

A segunda novidade é que a produtora não permitirá a criação de mods para o Diablo III. A motivo para isso seria evitar os trapaceiros e quando pegarmos o jogo terá um tópico na licença de uso que deixa bem claro que não poderemos o modificar de maneira nenhuma, acabando assim com o sonho daqueles que esperavam criar suas próprias histórias utilizando o game.

A Blizzard parece estar bastante preocupada em relação as pessoas que podem prejudicar a experiência e isso pode ser visto na última revelação, aquela que deverá causar mais reclamações. Isso porque o game só poderá ser jogado online e a justificativa para a decisão foi que se eles permitissem que jogássemos mesmo estando desconectados e evoluíssemos nossos personagens até o nível 30, 40 e depois partíssemos com ele para uma partida online, teríamos que começar do zero porque eles não teriam como averiguar se usamos alguma trapaça.

Claro, esta é a Blizzard pensando sempre nos jogadores, afinal, eles não poderiam simplesmente impor essa limitação de que um personagem usado no offline não poderia ser utilizado online. A desculpa me parece fraca e tem muito mais a ver com a pirataria do que com qualquer outra coisa e o produtor sênior Alex Mayberry não escondeu que este foi um dos motivos.

Mesmo admitindo que isso pode ser bastante irritante, não acho esse problema assim tão grave, mas quero ver se agora o pessoal que adora criticar a Ubisoft por adotado a mesma postura em alguns dos seus jogos também não poupara “elogios” para criticar a Blizzard.

[via Rock, Paper, Shotgun]

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Really Big Sky é interessante shmup indie

Por em 30 de julho de 2011

Se o simples fato de ser um shoot’em up já não fosse o suficiente para chamar a atenção dos fãs de um gênero que aos poucos volta a ganhar força, mas que ainda precisa de mais atenção das grandes produtoras, o jogo independente Really Big Sky consegue se destacar também por ser um produto de qualidade e muito bem acabado.

Além de gráficos bonitos, modo cooperativo para até quatro pessoas, 15 powerups, conquistas e 7 modos, esse jogo de navinha horizontal que utiliza as duas alavancas do controle, uma para nos movermos e outra para mirarmos, gera os inimigos dinamicamente, ou seja, a dificuldade dependerá da maneira como você estiver jogando ou da quantidade de pessoas que estiver lhe ajudando e isso influenciará a força do chefes, os itens que aparecerão, o estilo do tiro dos inimigos ou mesmo o tempo entre uma onda de ataque e outra.

Talvez o que tenha faltando ao Really Big Sky  para que fizesse mais sucesso é o fato dele não ter aparecido no Steam, podendo ser adquirido por enquanto apenas no Impulse ou no Gamersgate e como o trailer abaixo não faz muito jus ao jogo devido a edição de gosto duvidoso, o ideal seria baixar a demo disponível no site oficial.

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