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Revista confirma produção de novo Tomb Raider

Por em 6 de dezembro de 2010

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A revista GameInformer divulgou a capa de sua edição de janeiro e nela está confirmado que a Crystal Dynamics está trabalhando em um novo jogo para a franquia Tomb Raider. O jogo, que não usará nenhum subtítulo, funcionará como um recomeço para a série e como disse Darrel Gallagher , chefão da produtora, “esqueça tudo o que você sabe sobre o Tomb Raider. Essa é a história de origem que cria a Lara Croft e a leva em uma jornada de definição de caráter como nenhuma outra.

Nenhum data de lançamento ou plataformas em que o jogo aparecerá foram revelados e o mais provável é que ele apareça no Xbox 360, no PC e no Playstation 3. Por enquanto, a revelação mais significante foi sobre o enredo, que “após um terrível tempestade que destruiu o barco em que estava viajando, uma amedrontada jovem mulher é aparece em terra firme em uma praia desconhecida. Por conta própria, mas não sozinha, ela possui apenas um objetivo, sobreviver.

Mesmo com a indicação de deixarmos o antigo enredo de lado e sabendo que se trata de uma Lara inexperiente, fico me perguntando se nesse novo arco de história a personagem não será mais uma arqueóloga rica, mas gostei da ideia de acompanharmos sua luta pela sobrevivência. Mas e para você? Se tantas mudanças forem mesmo confirmadas, acha que será algo bom? Eu gostei bastante do visual da heroína.

emComputadores Microsoft Sony

CG – TRON: Evolution

Por em 5 de dezembro de 2010

Talvez nenhuma franquia merecesse tanto aparecer na seção CG quanto a Tron. O filme lançado em 1982 foi um dos primeiros a fazer forte uso das imagens criadas em computador e por ter sido claramente inspirado nos games, já que o seu idealizador Steven Lisberger ficou fascinado ao ter contato com o clássico Pong, nada mais justo do que um vídeo de divulgação do novo game ser indicado aqui.

Desenvolvido pela Propaganda Games, mesma do Turok lançado nesta geração, TRON: Evolution chega as lojas na terça-feira para o Xbox 360, PS3, PC, DS, Wii e PSP e deverá funcionar como um elo de ligação entre o primeiro longa-metragem e o a sua continuação, que deverá estrear no dia 16 de dezembro. Nele controlaremos Anon, um programa criado pelo engenheiro Kevin Flynn e que tem como objetivo investigar uma conspiração no mundo de Tron.

A produtora decidiu optar por um jogo de ação em terceira pessoa que utilizará alguns dos elementos consagrados nos últimos jogos da série Prince of Persia, como saltos mirabolantes e a possibilidade de andarmos pelas paredes, como pode ser visto no segundo vídeo.

Alguns detalhes me deixam um pouco desconfiado em relação a qualidade do jogo, como o fato de se tratar de uma adaptação do filme, o ultimo trabalho da Propaganda, que não é lá grandes coisas e a própria jogabailidade, que parece um tanto genérica e pouco divertida. Mas talvez eu é que esteja sendo muito exigente e no fim das contas esse TRON: Evolution se mostrará um bom game.

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AMD versus Intel: Bobcat tentará colocar fim na “era Atom”

Por em 2 de dezembro de 2010

Coisa chata é ficar preso no carro durante um congestionamento de trânsito: você tem pressa para chegar a um lugar, que normalmente está a 10, 15 minutos de distância, só que o engarrafamento próximo do destino te deixa parado por mais de meia hora.

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O órgão público responsável pelo trânsito na cidade, a prefeitura, até alarga a avenida o máximo que pode, mas a situação só parece melhorar com a construção de uma via expressa, onde até o limite máximo de velocidade foi sensivelmente aumentado.

Algum empresário aproveita tal via expressa para promover um enorme centro comercial numa via arterial próxima. Não demora muito para que o aumento no número de veículos faça com que o antigo congestionamento volte…

O PCI-SIG, uma “prefeitura” responsável pelo “trânsito” nos microcomputadores, atrasou as obras da nova via PCI Express em um ano: a terceira versão deveria ter sido finalizada em 2009, mas só agora o foi.

O PCI Express 3.0 tenta antecipar possíveis congestionamentos nos microcomputadores, causados pelo aumento da demanda por algumas das novas interfaces de hardware, como:

  • USB 3.0 (5 Gb/s teóricos, 400 MiB/s na prática);
  • SATA-600 (6 Gb/s, aproximadamente 600 MB/s ou 572 MiB/s);
  • Light Peak (10 Gb/s, quase um gigabyte por segundo na fibra óptica!);
  • Ethernet 10GBASE-T (também 10 gigabits por segundo, só que no cabo cat. 6A e conectores RJ45).

Cada pista da estrada PCIe 3.0 consegue transferir dados à taxa de 8 Gb/s, o que sob a codificação 128b/130b nos dá 940 MiB/s. Para efeitos comerciais, digamos que isso é um gigabyte por segundo: supondo que uma futura placa de vídeo utilize uma completa estrada PCI Express 3.0, com todas as 16 pistas a que tem direito, teríamos 16 GB/s teóricos (são 14,5 GiB/s na prática)!

Só lembro que o PCIe 3.0 é retrocompatível, ou seja, quaisquer dispositivos veteranos PCIe 1.0 ou 2.0 podem ser reutilizados no novo padrão, embora não se aproveitem da maior velocidade.

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Por falar em compatibilidade, a AMD (uma das integrantes do PCI-SIG) simplesmente acabou com uma “lenda” que rondava a ATi no ambiente GNU/Linux:

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Ghostbusters: Sanctum of Slime chega em 2011

Por em 2 de dezembro de 2010

A Atari planeja lançar durante o outono do ano que vem um novo jogo da franquia Caça-Fantasmas. Com distribuição digital para o Xbox 360, Playstation 3 e PC, Ghostbusters: Sanctum of Slime terá suporte a multiplayer local e online para até quatro pessoas, será um game com visão aérea e sua jogabilidade provavelmente seguirá o estilo visto no Lara Croft and the Guardian of Light, porém, mais voltado à ação, com chefes imensos que exigirão trabalho em equipe para serem destruídos .

Desenvolvido pelos chilenos da Wanako, mesmo estúdio que criou os simples mas divertidos 3D Ultra Minigolf Adventures e Assault Heroes, o jogo não contará com o apoio nem a aparição digitalizada dos atores Dan Ackroyd e Bill Murray, ao contrário do que aconteceu na última versão interativa da marca, o Ghostbusters: The Video Game, lançado no último ano e se por um lado isso nos deixa preocupado sobre a qualidade final, por outro mostra que a Atari deverá mesmo aproveitar a aquisição dos direitos para lançar vários jogos inspirados nos caçadores de fantasmas, o que pode ser bom para os fãs.

Por falar no game criado pela Terminal Reality e que usa a interessante Infernal engine, eu o adquiri numa dessas loucas promoções do Steam e até hoje só joguei uns dez minutos, mas o que vocês acharam dele? É mesmo tão bom quanto parece, ou se trata apenas de mais um rostinho bonito?

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[via Game Hunters]

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Tim Schafer: Editoras não querem investir no PC

Por em 27 de novembro de 2010

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Tim Schafer é mesmo uma das figuras mais fantásticas da indústria dos games. Sempre muito bem humorado, o game designer atualizou a seção de pergunta e respostas do site de seu estúdio e além de afirmar que não estão trabalhando em uma sequência do Psychonauts ou do Brutal Legends e que não possuem os direitos para fazer um novo Grim Fandango ou Full Throttle, ele explicou porque seus últimos jogos não foram lançados para os computadores.

Como desenvolvedores não somos nós quem dá a palavra final sobre para quais plataformas são os jogos. Essa é uma decisão das pessoas que investem o dinheiro, ou seja, a editora. Nós temos a tecnologia para produzir versões para PC de todos esses jogos, mas é necessário mais trabalho para fazer isso acontecer e isso custa dinheiro. Até agora nossas editoras não optaram por financiar o trabalho. Não porque eles odeiam os jogadores de PC, mas porque eles enxergam um retorno financeiro. A Double Fine se importa com os jogadores de PC, sempre lutamos por versões para o PC e continuaremos a fazer isso no futuro. Se nós nós tornarmos pode de ricos, com dinheiro suficiente para bancar versões para PC dos nossos jogos, então voltaremos e os faremos! Ah, cara, isso não serial legal?

Não vou entrar no mérito do porque os jogos no PC não dão retorno porque isso provavelmente resultará numa bela discussão e tenho percebido que minha opinião não é compartilhada pela maioria e já estou sem argumentos para mantê-la, mas o comentário feito por Schafer mostra que muitas vezes reclamamos das pessoas erradas. Como ele mesmo disse em outra resposta, dessa vez sobre porque eles não lançaram jogos para o Game Cube e Wii, “porque você não entope as contas de correio da sua editora favoritas com email pedindo para que eles mandem dinheiro para a Double Fine fazer um jogo para o Wii? (E um pouco mais para uma mesa de sinuca também).

Enfim, se você quiser dar algumas boas ridas, dê uma lida em todas as respostas, vale a pena.

[via Eurogamer]

emComputadores

Crytek revela FPS voltado ao mercado asiático

Por em 25 de novembro de 2010

Enquanto a tensão entre as duas Coréias continua crescendo e um dos fundadores da Crytek aponta suas armas para os consoles, a produtora anunciou a produção de um novo jogo de tiro em primeira pessoa, o Warface (pelo menos não batizaram de WarCryFace).

Exclusivo para os computadores, o jogo está sendo desenvolvido pelo estúdio sul-coreano da companhia em cima da CryENGINE 3 e será um shooter militar gratuito situado em um futuro próximo. Segundo o press release, ele será dedicado especialmente ao mercado daquele país e do resto da Ásia (será que deixarão o Kim Jong-il jogar?) e trará uma “experiência cinematográfica com gráficos, inteligência artificial e física da próxima geração, ” ou em outras palavras, um jogo muito bonito, mas que não rodará satisfatoriamente em máquinas mais modestas.

Por enquanto apenas as duas imagens abaixo foram divulgadas e mostram a já esperada qualidade gráfica e tirando o fato de se tratar de um título gratuito e que terá um modo cooperativo, ele parece ser apenas mais um FPS a engrossar o mercado, mas mesmo assim acho que vale a pena torcer para que um dia eles o tragam para essas bandas.

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[via Eurogamer]

emComputadores

Estariam os consoles impedindo a evolução dos jogos para PC?

Por em 25 de novembro de 2010

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Quando falamos em gerações, é muito comum colocarmos os consoles e o PC no mesmo saco (eu pelo menos faço isso). Todos nós sabemos que um bom computador normalmente consegue gerar gráficos melhores do que os videogames de sua época, mas para Cervat Yerli, chefe da Crytek, hoje em dia os computadores estão muito a frente dos consoles e é por causa deles que o desenvolvimento de games para PC não tem evoluído.

Enquanto a atual geração de consoles existir e enquanto continuarmos empurrando o PC, ficará cada vez mais difícil tirar proveito de ambos. O PC está facilmente uma geração a frente atualmente. Com o 360 e o PS3, nós acreditamos que a qualidade dos jogos além do Crysis 2 e de outros que usem a CryEngine serão muito limitados a sua expressão criativa. Você não conseguirá tirar mais suco dessas pedras.

Geralmente acho que a culpa ainda é da mentalidade das desenvolvedoras. Muitas hoje em dia não consideram mais o PC um problema, mas suas expectativas de venda não está nem perto do que eles conseguem nos consoles. Enquanto o mercado não atingir receitas parecidas, as companhias não gastarão para criar versões de jogos para o PC.”

É verdade que ver um Crysis rodando no máximo deixa bem claro a diferença de poder entre as plataformas, mas não acho que podemos diferenciar uma geração apenas pelo poderio gráfico. As coisas mudaram no mundo dos jogos eletrônicos e de uma geração para outra muitas funcionalidades costumam ser adicionadas aos aparelhos, como por exemplo a possibilidade de estarmos conectados a todo tempo ou de termos maneiras diferentes de jogarmos, como os controles com sensores de movimentos. 

Eu entendo que os videogames possam estar (e provavelmente estejam) freando a criação de jogos com gráficos mais realistas nos computadores, mas isso não parece ter sido um empecilho quando a mesma Crytek lançou o Crysis. Além disso, se formos pensar bem, a única solução para esse problema seria a adoção em massa de serviços como o OnLive ou as fabricantes acabarem com todos os consoles e passarem a criar apenas para o PC, o que eventualmente resultaria num monte de reclamações de que as placas de vídeo com mais de um ano estão impedindo o aperfeiçoamento dos gráficos.

[via CVG]

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