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Digital Drops Blog de Brinquedo

Grid Autosport, uma corrida perdida na última curva

Por em 8 de julho de 2014

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Lá pela metade de 2006 um amigo me apresentou a um jogo chamado TOCA Race Driver 3 e já nas primeiras corridas que disputei percebi que estava fissurado pelo título para PlayStation 2. Anos depois acabei comprando sua versão para PC e por mais que tanto tempo tenha se passado desde o seu lançamento, ainda hoje o considero um dos mais divertidos títulos do gênero.

Desde então passei a olhar com muito carinho para as criações da Codemasters, empresa que por muito tempo considerei uma das melhores quando se tratava de jogos de corrida, mas depois de adorar o Race Driver: Grid e sofrer várias desilusões com a série DiRT, de certa forma aguardava com grande expectativa o novo capítulo da sua principal série, o Grid Autosport.

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Valiant Hearts: The Great War – Análise

Por em 30 de junho de 2014

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A Primeira Guerra Mundial foi o primeiro grande conflito do século 20 e um dos mais sangrentos da história da humanidade. Estima-se que cerca de 9 milhões de soldados tenham perecido durante os quatro anos do conflito, mas somados ao número de civis e incluindo o número de vítimas da gripe espanhola (cujas informações foram censuradas pelo alto-comando de ambas as frontes para manter a moral dos combatentes), hoje calcula-se que o número de casualidades pode chegar a 65 milhões de pessoas. Foi o segundo conflito de escala mundial (a Guerra dos Sete Anos envolveu boa parte do globo 160 anos antes) e simplesmente redesenhou o mapa da Europa, onde reis, imperadores, czares e governos caíram.

E é esse cenário desolador que a Ubisoft Montpellier escolher para contar uma história de amor, amizade e perseverança, contra todas as convenções do gênero dos jogos de guerra. Esse é Valiant Hearts: The Great War.

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Usando um método matemático para descobrir a real velocidade do Sonic nos videogames

Por em 6 de junho de 2014

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Taí uma notícia que vai deixar todo mundo ouriçado! Háááá… Ok, desculpem.

Mas agora podemos afirmar matematicamente qual é a velocidade máxima que o Sonic pode atingir nos games: 80 metros por segundo, ou 288 km/h. E isso no jogo no qual ele é mais rápido.

Nas primeiras versões ele é bem mais lento. Já explico.
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É hora do duelo! Hearthstone: Heroes of Warcraft – Análise

Por em 25 de abril de 2014

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Quando eu era moleque eu costumava acompanhar meu pai quando ele se encontrava com os amigos dele em um bar dentro de um lava-rápido (anos 80 gente, ninguém ligava pra uma criança num boteco). Uma das ocupações deles era jogar truco, e qualquer um que testemunhou ou jogou uma partida sabe a gritaria e algazarra que se forma quando alguém reverte uma jogada perdida ao sacar um zap ou mesmo marcar ponto com um blefe. Era divertido, mas não raramente alguém saia do sério e xingava Deus e o mundo.

Com os jogadores de card games isso não é muito diferente. Não importa se jogo é Magic ou Yu-Gi-Oh!, sempre vai ter um esquentadinho que não acredita que perdeu e vai xingar muito, e isso foi meio que transferido para a jogatina online. Card games com opção de chat ou fórum mantém a instituição de maldizer, o que faz meio que parte do charme. Por isso quando a Blizzard disponibilizou Hearthstone: Heroes of Warcraft, um TCG CCG baseado em seus carismáticos personagens de sua emblemática franquia uma turma torceu o nariz por um motivo: o game silencia completamente os jogadores. Não há opção de conversa seja por voz ou texto. Entretanto isso não prejudica o game, ao contrário o torna mais dinâmico e menos intimidador pois foca onde interessa: na jogabilidade e diversão.

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O aniversário de uma fábula

Por em 26 de fevereiro de 2014

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Em setembro de 2004 o primeiro Xbox recebeu aquele ficaria conhecido como um dos principais jogos do console e que carregava consigo a responsabilidade de ser o mais ambicioso projeto de Peter Molyneux. Mesmo sem ter conseguido entregar todas as promessas feitas por seu idealizador, Fable ajudou a consolidar muitos dos alicerces que permaneceriam nos RPGs de ação até hoje e para comemorar o seu aniversário, a Microsoft resolveu lançar uma versão remasterizado do clássico.

Servindo como o último grande exclusivo para o Xbox 360, Fable Anniversary tinha uma dura missão pela frente, já que fatalmente seria comparado com os jogos mais novos do mesmo estilo que aproveitaram alguns dos seus conceitos e os aperfeiçoaram, mas apesar dos defeitos, essa nova versão serve para mostrar que o título estava além do seu tempo.

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Três semanas com o Xbox One

Por em 6 de fevereiro de 2014

Há algumas semanas eu tive a oportunidade de receber um Xbox One para avaliação e embora o Joel tenha escrito um excelente review do aparelho, resolvi escrever um pouco sobre minhas primeiras impressões com o novo videogame da Microsoft, apontando alguns aspectos que mais me chamaram a atenção.

Para começar, falarei um pouco sobre o que me incomodou (e continua me incomodando), que é a interface do One. Apesar de visualmente ela estar muito boa, assemelhando-se bastante a aquilo que vemos no Windows 8, talvez seja a familiaridade com o Xbox 360, mas o fato é que ainda não consegui me acostumar a maneira como as coisas funcionam no seu sucessor.

A primeira coisa que senti falta foi o menu que nos é exibido no antigo videogame ao apertarmos o botão guia. Alguns poderão dizer que aquilo era uma gambiarra que visava manter a primeira interface do 360, mas seja como for, sempre achei que a quantidade de atalhos presentes ali facilitava muito o acesso algumas funções, o que não acontece agora.

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Eu tô voltando pra casa…

Por em 24 de janeiro de 2014

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Nos últimos anos temos visto múltiplos pedidos, muitos quase em tom de clamor para que os jogos eletrônicos de fato se tornem mais adultos e ao contrário do que isso possa parecer, não estou falando de obras com doses cavalares de violência, mas de títulos que entreguem roteiros inteligentes e que fujam da tradicional mecânica matar/sobreviver/avançar.

Vários jogos tentaram alcançar este objetivo, uma parte deles até conseguindo nos proporcionar boas experiências, mas quase sempre se apoiando nos pilares da jogabilidade que por tanto tempo vem sustentando a indústria. Há porém os estúdios que ousaram romper essa barreira e talvez o que tenha se saído melhor nessa tarefa foi a The Fullbright Company com o seu Gone Home.

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