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Digital Drops Blog de Brinquedo

O aniversário de uma fábula

Por em 26 de fevereiro de 2014

Fable-Anniversary-2

Em setembro de 2004 o primeiro Xbox recebeu aquele ficaria conhecido como um dos principais jogos do console e que carregava consigo a responsabilidade de ser o mais ambicioso projeto de Peter Molyneux. Mesmo sem ter conseguido entregar todas as promessas feitas por seu idealizador, Fable ajudou a consolidar muitos dos alicerces que permaneceriam nos RPGs de ação até hoje e para comemorar o seu aniversário, a Microsoft resolveu lançar uma versão remasterizado do clássico.

Servindo como o último grande exclusivo para o Xbox 360, Fable Anniversary tinha uma dura missão pela frente, já que fatalmente seria comparado com os jogos mais novos do mesmo estilo que aproveitaram alguns dos seus conceitos e os aperfeiçoaram, mas apesar dos defeitos, essa nova versão serve para mostrar que o título estava além do seu tempo.

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Três semanas com o Xbox One

Por em 6 de fevereiro de 2014

Há algumas semanas eu tive a oportunidade de receber um Xbox One para avaliação e embora o Joel tenha escrito um excelente review do aparelho, resolvi escrever um pouco sobre minhas primeiras impressões com o novo videogame da Microsoft, apontando alguns aspectos que mais me chamaram a atenção.

Para começar, falarei um pouco sobre o que me incomodou (e continua me incomodando), que é a interface do One. Apesar de visualmente ela estar muito boa, assemelhando-se bastante a aquilo que vemos no Windows 8, talvez seja a familiaridade com o Xbox 360, mas o fato é que ainda não consegui me acostumar a maneira como as coisas funcionam no seu sucessor.

A primeira coisa que senti falta foi o menu que nos é exibido no antigo videogame ao apertarmos o botão guia. Alguns poderão dizer que aquilo era uma gambiarra que visava manter a primeira interface do 360, mas seja como for, sempre achei que a quantidade de atalhos presentes ali facilitava muito o acesso algumas funções, o que não acontece agora.

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Eu tô voltando pra casa…

Por em 24 de janeiro de 2014

gone-home

Nos últimos anos temos visto múltiplos pedidos, muitos quase em tom de clamor para que os jogos eletrônicos de fato se tornem mais adultos e ao contrário do que isso possa parecer, não estou falando de obras com doses cavalares de violência, mas de títulos que entreguem roteiros inteligentes e que fujam da tradicional mecânica matar/sobreviver/avançar.

Vários jogos tentaram alcançar este objetivo, uma parte deles até conseguindo nos proporcionar boas experiências, mas quase sempre se apoiando nos pilares da jogabilidade que por tanto tempo vem sustentando a indústria. Há porém os estúdios que ousaram romper essa barreira e talvez o que tenha se saído melhor nessa tarefa foi a The Fullbright Company com o seu Gone Home.

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Marius Titus, o filho de Roma

Por em 22 de janeiro de 2014

ryse-son-of-rome

Durante a E3 de 2010 a Crytek anunciou o Codename: Kingdoms, um jogo que chamou a atenção por duas promessas, nos levar a uma realista recriação do império romano e principalmente, ser a primeira criação com uma jogabilidade mais complexa para o Kinect.

Pouco depois aquele game mudou de nome e sem que maiores notícias sobre ele fossem dados por um longo tempo, começaram a surgir rumores de que o projeto havia sido transferido para o novo console da Microsoft, o que acabou se confirmando e para desespero de alguns e alegria de outros, agora ele usaria um sistema tradicional de controles.

Carregando consigo a responsabilidade de ser um dos pioneiros da oitava geração de consoles, Ryse: Son of Rome chegou cercado de expectativas, muito devido aos belíssimos gráficos que vinham sendo mostrados nos vídeos de divulgação, mas também por abordar um período bastante interessante de civilização.

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Review do Xbox One

Por em 4 de janeiro de 2014

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Quando, em 2001 a Microsoft, até então somente conhecida no mundo do hardware pelos seus teclados, lançou o Xbox, muita gente torceu o nariz e acreditou em uma breve passagem por um ramo que não era a praia deles. Doze anos se passaram (sim tudo isso!) e o Xbox One, a terceira encarnação do Xbox, chega ao mercado com duas grandes responsabilidades: levar adiante o sucesso do Xbox 360, que ficou 32 meses seguidos como o console mais vendido nos EUA, e justificar o valor mais alto diante do seu novo concorrente, o poderoso PlayStation 4, da Sony.

Será que a Microsoft acertou a mão, será que o alto preço no mercado nacional justifica sua compra hoje, será o Xbox One o equipamento que vai comandar a sala de casa como a central de mídia definitiva? Todas estas perguntas e muitas outras serão respondidas neste review!
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Sobre caçadores e vampiros

Por em 4 de dezembro de 2013

castlevania

Após ficar responsável por recomeçar a franquia Castlevania com o capítulo Lords of Shadow, a MercurySteam conseguiu fazer com que muitas pessoas passassem a adorá-la e tantas outras declarassem todo o seu descontentamento com as profundas mudanças. A Konami por sua vez parece não ter se incomodado com as críticas e incumbiu novamente a desenvolvedora espanhola de criar um novo jogo e mais uma vez o estúdio mostrou não ter medo de arriscar.

Lançado originalmente para o 3DS, Castlevania: Lords of Shadow – Mirror of Fate acabou sendo adaptado para o PlayStation 3 e Xbox 360, sendo esta a versão que joguei e embora o game tenha sido melhorado em muitos aspectos, é fácil percebermos que se trata de um título pensado para um portátil.

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Path Of Exile: As Primeiras Horas [Review]

Por em 29 de outubro de 2013

poe

Imagine a seguinte situação: você e sua equipe passam sete anos desenvolvendo um jogo, dos quais os primeiros quatro anos são na surdina, inicia seu beta fechado, beta aberto e se aproxima a hora de realizar o lançamento final. Neste momento uma coisa que se deve discutir é o número na etiqueta de preço. Do fundo da sala alguém pergunta: “E se lançássemos o jogo de graça?”.

Demissão por Justa Causa seria uma consequência imediata, certo? Errado, especialmente se você e sua equipe trabalham para a Grinding Gear Games.

Neste momento todos já devem ter ouvido falar do Path of Exile, um action RPG (a.k.a. hack ‘n’ slash) similar a Diablo (prepare-se, você vai ler muitas comparações como essa até o fim do texto) lançado oficialmente na última quarta-feira, pela desenvolvedora citada. Mas o que esperar de um jogo “di grátis”? A máxima “você recebe aquilo pelo que você paga” se aplica aqui?

Continue lendo para saber.

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