GFACE, a rede social da Crytek

A Crytek, mais conhecida pela séria Crysis e suas poderosas engines que tiram até a última gota do poder de processamento dos computadores, revelou um projeto interessante, mas que corre o mesmo risco das outras redes sociais, ser esquecida logo após o seu lançamento.
Chamado de GFACE, o serviço funcionará como uma mistura de rede social com streaming de jogos, sem que o usuário precise fazer o download para jogar e tendo sua vida facilitada na hora de convidar os amigos para uma partida. Não se sabe ao certo quando ele começará a funcionar, mas a desenvolvedora já aceita inscrições para o beta fechado e embora os títulos que estarão disponíveis não tenham sido revelados, eles deixam claro que tanto o público casual quanto o hardcore serão atendidos e imagens sugerem que o Warface será um deles.
“O GFACE permite que seus usuários descubram e experimentem juntos o entretenimento em tempo real… Queremos que todos joguem gratuitamente em qualquer lugar,” disse Cevat Yerli, presidente da Crytek.
Como ele funcionará direto do navegador, estará disponível para vários dispositivos e uma das ideias mais interessante proposta pelo GFACE está em um jogo de tiro em primeira pessoa onde no computador a pessoa o encara da maneira tradicional, enquanto que no celular ela fica responsável pelo suporte aéreo, vendo o campo de batalha como se estivesse a bordo de um bombardeiro e em um tablet ela organizará as unidades, como se fosse um jogo de estratégia.
Vamos ver se a ideia obterá sucesso, mas acredito que o serviço tenha potencial, especialmente por não estar restrito apenas ao jogos, oferecendo através de uma interface limpa e muito bonita maneiras de compartilharmos informações que acharmos interessantes, como vídeos, fotos e músicas, fazendo com que o GFACE seja mais do que uma rede social para gamers, sendo indicada para todos que gostam de entretenimento no geral. Resta saber se ela continuará obtendo suporte após sua disponibilização e se os usuários estarão dispostos a fazer parte de mais um site como este.
Warhammer 40,000: Space Marine – Análise

A franquia Warhammer 40,000 nasceu nos tabuleiros na década de 80 e desde então conquistou uma imensidão de fãs ao misturar a ficção-científica com fantasia e nos videogames ela ficou mais conhecida por alguns jogos de estratégia desenvolvidos pela competente Relic Entertainment. Foi então que a THQ, visando expandir o público alvo, deu à Relic a missão de criar um título focado na ação, nascendo então o Warhammer 40,000: Space Marine.
Distribuído no Brasil pela Arvato Games com versões para o Xbox 360, Playstation 3 e PC, a primeira impressão ao iniciarmos a campanha principal é de estarmos diante de um capítulo da série Gears of War, com a câmera em terceira pessoa seguindo o protagonista e uma grande quantidade de inimigos surgindo a todo estante no cenário bastante destruído, mas ao contrário dos jogos da Epic Games, aqui grande parte das batalhas acontecem a curta distância, com o jogador conseguindo desferir uma razoável sequência de golpes caso julgue ser a melhor solução.
Gamers poderão ajudar a encontrar a cura do câncer e da aids
Lançado em 2008, o Foldit é um jogo criado por cientistas da Universidade de Washington que tem a nobre missão de ajudar os pesquisadores a descobrirem a cura para doenças como o câncer, Mal de Alzheimer e a aids. Basicamente nele somos apresentados a uma proteína e temos como objetivo modificá-la como se fosse um quebra-cabeça, tornando-a mais estável e quanto menos energia for desperdiçada no final, maior nossa pontuação.
O interessante é que recentemente os bioquímicos da universidade liberaram no sistema do jogo uma enzima criada por eles e após os jogadores enviarem cerca de 180 mil diagramas, os pesquisadores conseguiram criar uma nova enzima 18 vezes mais poderosa do que a que eles próprios haviam descoberto, levando o feito a ser publicado no periódico Nature Biotechnology.
“Trabalhei por dois anos para fazer essa enzima melhor e não consegui,” declarou Justin Siegel um dos pesquisadores do projeto. “Os jogadores do Foldit foram capazes de realizar um salto maior no espaço estrutural e ainda não entendo completamente como eles fizeram isso.”
A façanha de extrema importância mostra ainda que pessoas normais como eu e você podem ser de grande ajuda ao projeto e embora a tal enzima não tenha uso prático no mundo real, o puzzle resolvido pelos jogadores envolve uma proteína desenvolvida para bloquear o vírus da gripe responsável pela pandemia de 1918.
O Foldit conta com cerca de 240 mil usuários registrado, sendo que 2200 estiveram ativos na última semana e caso queira participar, basta fazer o download do programa na página oficial, com versões para Windows, Linux e Mac.
[via Yahoo! News]
Fundador do Megaupload era melhor jogador ranqueado no Modern Warfare 3

Não bastasse os milhões de dólares em sua conta, obras de arte e uma valiosíssima coleção de carros de luxo, “Kim Dotcom” Schmitz, um dos fundadores do site Megaupload que apareceu em todos os veículos de informação na semana passada ao ser preso em sua mansão na Nova Zelândia, também podia se orgulhar de uma façanha desejada por qualquer jogador de Call of Duty: Modern warfare 3, ter o seu nome no topo do ranking mundial.
No último dia do ano passado o sujeito que utilizava o nome Megaracer publicou um vídeo no Youtube onde após várias horas de jogatina, mostra o exato momento em que ele conquista a primeira posição e é saudado pelos amigos com bolo e papel picado.
Para se tornar o melhor jogador do mundo, Kim Dotcom registrou mais de 150 mil mortes, mas agora a sua maior preocupação não deve ser tentar manter a coroa e sim se livrar das acusações de que seu site facilitaria a pirataria e teria dado um prejuízo de mais de 500 milhões de dólares. De acordo com o governo americano, o Megaupload gerou aos seus donos mais de 175 milhões de dólares, dinheiro que veio de anúncios e assinaturas premium vendidas aos usuários.
Portanto crianças, a lição que aprendemos hoje é que se você quer ter tempo de sobra para se tornar o melhor jogador do seu game favorito, poder se proteger em um cofre em sua casa sentado ao lado de uma escopeta e ainda ter em casa sete TVs de 60” ou carros com placas onde estão escrito “Deus”, “Chapado” ou “Culpado”, basta parar de escrever para blogs e criar um serviço que permita a troca indiscriminada de arquivos protegidos pelas leis de direitos autorais. Só torça para a festa não durar pouco.
[via MCV]
Estratégia vencedora para promover alta resolução: Japinhas edificantes no PS3
As imagens em FullHD chegaram a um ponto onde a evolução fica complicada. O consumidor quando migra do DVD pro BluRay ganha 4 vezes mais pixels, o que exige que a fonte do material também tenha esses pixels extras. A indústria ainda está se adaptando e em países como o Brasil boa parte do que passa na TV ainda não é em FullHD.
Por isso o próximo salto, para 3K ou 4K ainda vai demorar. Só que os fabricantes não querem esperar, a margem de lucro em televisores é algo muito pequeno, com o agravante de ser um produto que a gente não troca toda hora.
A Sony, que não é boba nem nada descobriu um jeito de acostumam e interessar o consumidor por imagens em resolução 4K sem que ele tenha que comprar uma TV caríssima (ainda): O truque é a tecnologia PlayView, que lembra muito o DeepZoom da Microsoft. Ela permite que você faça zoom de imagens de altíssima resolução de forma suave e contínua. Tudo que um bom tarado por japinhas quero.
Alienware revela PC de baixo custo (mas bom desempenho)

Conhecida por seus computadores de alto desempenho e preços exorbitantes, a Alienware anunciou algo que pode fazer com que muitas pessoas adquiriam uma de suas máquinas, o X51.
O computador é a tentativa da companhia de brigar no mercado de máquinas com tamanho reduzido para jogos e embora sua configuração possa ser modificada de acordo com o gosto (e o orçamento) do comprador, o modelo inicial terá um preço de US$ 699 (que provavelmente no Brasil custaria uns R$ 2000).
Por este valor levaríamos, além do gabinete pouco maior que um Xbox 360, um processador Intel Core i3 Dual Core, uma GeForce GT 545 com 1GB, 4GB de memória RAM e um HD de 1TB. Tudo bem, não chega a ser uma máquina dos sonhos, mas a fabricante garante que com ela é possível rodar o Battlefield 3 com as texturas no máximo e o anti-aliasing no médio em uma resolução de 1080p e com uma média de 32 quadros por segundos.
Mas se o problema não for a parte financeira, a configuração máxima poderá ser adquirida por US$ 1.149 e traz um Intel i7-2600 3.4GHz, uma GeForce GTX 555, 8GN de memória e um HD semelhante ao anterior.
Alguns poderão dizer que com estes valores é possível montar um computador melhor, mas temos que levar em consideração que a ideia dele é entregar um equipamento com tamanho reduzido e que para mim cairia com uma luva na minha estante da sala, permitindo assim que eu pudesse jogar os games de PC na minha TV sem ter que fazer grandes mudanças.
[via Eurogamer]

