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Mozilla lança MMO feito em HTML5

Por: em 28/03/12 na(s) categoria(s): Computadores, Games, Internet, MMO


Além de muitas outras vantagens, o HTML5 tem se mostrado uma ótima maneira dos desenvolvedores de jogos disponibilizarem suas criações através dos navegadores e para ajudar a divulgar a sua integração com o Firefox, o pessoal da Mozilla decidiu pedir ao franceses da Little Workshop para desenvolver um MMO gratuito usando apenas a linguagem, Javascript e a interessante tecnologia WebSockets.

Apesar de ser uma demo técnica, BrowserQuest funciona como um grande tributo aos antigos jogos de RPG para os 16-bits, como o The Legend of Zelda, contando porém com o elemento multiplayer e basta clicarmos no botão que mostra o número de jogadores online para vermos que milhares de pessoas podem estar aproveitando o jogo ao mesmo tempo.

O game permite ainda trocarmos mensagens com outros jogadores para organizarmos missões, conta com um sistema de conquistas e roda no Chrome ou Safari e ainda pode ser aproveitando em dispositivos iOS e Android, embora neste caso se trate de uma versão amis simples. Outro detalhe que merece ser mencionado é a disponibilização do código fonte, permitindo que os interessados na criação de games saibam como tudo funciona.

BrowserQuest pode ser uma ótima maneira de passarmos tempo, contudo, mais do que isso ele é uma bela demonstração de que bons jogos dos mais diversos estilos já podem ser acessados em praticamente qualquer lugar.

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Terroristas estariam usando games para orquestrar ataques

Por: em 20/03/12 na(s) categoria(s): Games, Miscelâneas


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Buscando um pouco mais de sensacionalismo, o tabloide inglês The Sun publicou uma matéria onde afirma que, visando manterem-se escondidos, terrorista estariam usando os games como uma nova ferramenta para organizarem futuros ataques.

Os extremistas islâmicos sabem que os policias monitoram telefonemas, e-mails e mensagens online, então eles ligam seus Playstations e Xboxes para continuar seus terríveis planos secretos. Os gamers podem juntar-se a grupos para jogar uns com os outros e – crucialmente – conversar de forma privada,” diz um trecho da matéria. “Uma vez conectados a um ‘lobby’ usando uma senha, eles utilizam um headset Bluetooth e conversam seguramente com conspiradores no mesmo local.

De acordo com os autores do artigo, David Willets e Tom Wells, os jogos utilizados pelos terroristas para trocarem uns tiros enquanto planejam onde causarão o caos seriam o Call of Duty, Halo e Medal of Honor, que inclusive estariam sendo usados como uma maneira deles trainarem, “assim como um piloto pode usar um simulador de voo.

É claro que uma matéria assim deve ser o suficiente para que os mais conservadores tenham violentos ataques de histeria, pois além de temerem os psicopatas que os games formam, agora também precisam se preocupar com a academia de terroristas que está sendo formada no Instituto Call of Duty de Ensino ou pela Escola Halo Pew-Pew de Tiro.

Só acho estranho esses supostos terroristas não terem escolhidos títulos mais realistas, como um ArmA II ou mesmo o Operation Flashpoint, mas o importante é, será que eles tem noção de que na vida real o tempo de respawn é bem maior?

[via MCV]

App do Dia: Denúncia, o jogo mais quente do iOS não é um jogo!


IMG_1238Existem vários segredos publicamente conhecidos sobre como fazer um jogo de sucesso para celular, mas é raro achar quem aplique corretamente essas regrinhas, obtendo assim o resultado esperado: Sucesso Monumental.

É o caso do Draw Something, uma App de iPad, iPhone, iPod e Android que acertou EM CHEIO no gosto popular e em 5 semanas acumulou 30 milhões de downloads e mais de 14 milhões de usuários ativos.

A idéia é MUITO simples, ele é uma espécie de Imagem & Inação, pois é assíncrono. Você recebe uma palavra, desenha e seu parceiro (não adversário) tem que adivinhar. Se ele acertar, você ganha moedas. Na próxima rodada, a coisa se inverte e é a vez do parceiro (eu sei, isso ficou desnecessariamente gay).

Acabou. É isso. Só que é extremamente divertido.

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Quem precisa de Dreamatorium quando se tem Kinect, Óculos 3D, Skyrim e tempo sobrando?

Por: em 18/03/12 na(s) categoria(s): Computadores, Games, Vídeos


No artigo do The Next Web você acha mais detalhes, e no post do criador temos um passo-a-passo de como montar um conjunto desses, então não vamos nos alongar, até porque hoje é sábado domingo,

Digamos apenas que o sujeito joga Skyrim usando comandos de voz, movimentos e gestos. INCLUSIVE mudando o ângulo de visão apenas mexendo a cabeça. É SENSACIONAL.

<inserir piada da flecha no joelho aqui>

DICE quer consoles com 8GB de RAM (!?!)

Por: em 12/03/12 na(s) categoria(s): Games, Indústria


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Parece ser unanimidade entre as desenvolvedoras que o aspecto que mais tem atrapalhado o desenvolvimento de jogos nos consoles atuais é a quantidade de memória RAM (512MB no Xbox 360 e 256MB para o sistema+256MB para vídeo no PS3) e ao ser questionado do que precisaria a próxima geração para rodar satisfatoriamente a engine Frostbyte 2, Johan Andersson, arquiteto de renderização na DICE, não teve o menor pudor de sonhar alto.

Há duas coisas: memória e poder de processamento. Precisamos de mais e mais poder de processamento. Quanto mais puder enfiar em um máquina, mais tiraremos vantagem dela. 2GB pode não ser suficiente quando se trata de RAM. 4GB pode funcionar, 8GB? Sim, acho que isso seria perfeito em se tratando de memória.

Agora pense comigo, se o Xbox 360 e o Playstation 3, com uma quantidade muito menor de memória conseguem nos entregar jogos com a qualidade que temos hoje, que considero ainda bastante satisfatória, inclusive tendo recebido uma boa conversão do Battlefield 3 que utiliza esta engine, o que esperar de um console dedicado com absurdos 8GB de RAM?

O detalhe é que por mais que tanta memória pareça um sonho distante, temos que levar em consideração que um próximo videogame da Sony ou Microsoft não deverão chegar ao mercado antes da metade do próximo ano e para o consumidor comum, nos Estados Unidos já é possível comprar 8GB de RAM por algo em torno de US$ 40, então imagine quanto custará para um fabricante?

É claro que muitos outros fatores são necessários para que um jogo possa ser considerado bom, mas não podemos esquecer que os próximos videogames já deverão rodar todos os títulos por padrão em FullHD, o que aumentaria consideravelmente o consumo de recursos e só de pensar em quanto a inteligência artificial poderia lucrar com tanto poderio, já fico bastante animado.

[via VG247]

Kara, a impressionante demo técnica da Quantic Dream

Por: em 08/03/12 na(s) categoria(s): Games, Sony


O realismo da demo Kara

Você pode até não ter gostado do Heavy Rain, mas não há como negar que em se tratando da parte visual o trabalho da Quantic Dream foi muito bem feito e se em 2006 eles mostraram ao mundo uma demo técnica que posteriormente foi utilizada no jogo exclusivo para o Playstation 3, ontem foi a vez de conhecermos Kara, uma nova tecnologia que em breve deverá dar vida a outro título.

Logo no início do vídeo nos é mostrada uma mensagem dizendo que a demo está rodando no atual console da Sony, mas que não se trata de um novo jogo, para depois vermos um robô sendo montado aos poucos e conforme uma voz interage com a máquina, é fácil esquecermos que não estamos olhando para um ser humano de verdade, principalmente quando ela se dá conta de que será desmontada e começa a implorar por sua “vida”.

Além da textura da pele e da animação facial fidedigna, chama a atenção os olhos da personagem, algo que poucas vezes foi recriado com tanto realismo e de acordo com David Cage, fundador da desenvolvedora, com essa tecnologia eles poderão escanear e reproduzir facilmente o rosto de qualquer pessoa.

Com o Heavy Rain a Quantic Dream já nos mostrou que chegamos num ponto em que é possível emocionar os jogadores com animações faciais muito próximas da realidade, mas com a tecnologia do Kara o próximo passo poderá ser dado e ainda há um detalhe, o que você verá abaixo foi feito com a primeira versão da engine, que está um ano ultrapassada e hoje já passou por duas revisões.

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