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Instagram deixa de ser quadrado e agora você pode postar retratos e paisagens

Por em 27 de agosto de 2015 - 1 Comentário

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É o fim de uma era. Um período bizarro no qual um aplicativo interessante gerou a necessidade de existir uma legião de outros aplicativos. Durante praticamente todo seu ciclo de vida, o Instagram permitia ao usuário postar fotos quadradas, para que elas se encaixassem melhor no layout da timeline. Mais que prontamente outros aplicativos de edição de imagem passaram a criar funções para “enquadradar” fotos retangulares.

Só que hoje, quase cinco anos depois de seu lançamento, o Instagram permite que você publique fotos e vídeos em outros formatos.

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Como as capas de revista mudaram nos últimos 100 anos?

Por em 26 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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A geração atual pode não saber, mas existe uma coisa que se vende em bancas (que aqui no interior estão desaparecendo também) que se chamam revistas. Elas são de papel e trazem textos e imagens sobre determinados assuntos. Mesmo que a internet venha trabalhando para que as versões em papel das revistas desapareçam, elas continuam resistindo e, acima de tudo, se adaptando constantemente.

Foi o que mostraram o designer Jerry Gabra e a especialista em vídeos virais (sim, isso existeKaren X. Cheng. A dupla simplesmente foi atrás das capas das principais revistas americanas e compilaram as mudanças de design, estética e conceitos nos últimos 100 anos. Segundo eles, as capas de revista precisam competir umas com as outras pela atenção do leitor, já que ficam expostas no mesmo local. Mudanças na mentalidade de quem desenha as capas é muito importante para se adaptar ao público. 
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Fotógrafo perde direito sobre foto — mais um capítulo do Creative Commons

Por em 24 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

Você já parou para pensar sobre a quantidade de imagens que postamos todos os dias em redes sociais e sites de compartilhamento de fotos? Só o grupo do MeioBit no Flickr recebe mais de 2 mil fotos por mês. O Facebook deve receber bilhões de megapixels de imagens por mês, sem falar de outros serviços como o Instagram, 500px, etc. E, por outro lado, você já se preocupou em ler os termos de uso de imagens destes serviços?

Poucos se preocupam. Para a maior parte destes usuários não existe preocupação como essas imagens podem ser utilizadas. Aliás, muitos acham o máximo quando suas fotos são utilizadas por alguma empresa em uma propaganda. Mas não deveria ser assim. Fotos são fruto de trabalho intelectual e, como tal, são protegidas pela Lei de Direitos Autorais.

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Não sei vocês, mas eu me sentiria incomodado vendo alguém ganhar dinheiro com algo que eu gastei meus neurônios para construir. Às vezes somos vítimas de nossa própria falta de conhecimento. Veja o caso do fotógrafo Art Dragulis. Em 2008 ele fez upload para o Flickr de uma foto retratando um local rústico em Maryland. Até aí tudo bem.

Porém, quatro anos depois, ele descobriu que essa foto fôra utilizada pela empresa Kappa Map Group como capa de seu atlas de Maryland. O fotógrafo não gostou nada disso e entrou na justiça contra a empresa alegando uso não-autorizado da imagem. A empresa respondeu ao fotógrafo dizendo que ele tinha aberto mão de seus direitos autorais por conta de sua escolha de licenciamento de imagem no Flickr.
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Águias e Drones não são amigos

Por em 14 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Faz tempo que não falamos de drones por aqui e essa notícia é bem bacana para uma sexta-feira. Embora eu não veja tantas discussões sobre o assunto nos fóruns brasileiros de fotografia, no mundo civilizado a filmagem aérea com drones é uma febre. Todo mundo quer ter o novo brinquedo e os novos modelos que foram lançados no mercado dão grande prioridade à filmagem. Aqui no Brasil alguns fotógrafos profissionais estão se aventurando na área, mas tudo é feito, geralmente, na força de vontade, sem treinamento. Por isso que são tão comuns vídeos de acidentes com os equipamentos.

Porém, agora podemos adicionar uma nova causa para acidentes com drones fora a imperícia dos controladores: a Mãe Natureza.

O vídeo abaixo foi feito pelo fotógrafo aéreo Adam Lancaster que estava pilotando seu drone na semana passada em Victoria, Australia, quando uma grande águia não gostou muito do intruso e resolveu atacar. Segundo o fotógrafo, tanto a águia quanto o drone estão bem (mas esse último precisou de reparos), mas fica a dica dada por ele: não voe com drones perto de aves de rapina, pois elas podem considerar o equipamento uma ameaça ou simplesmente o jantar.
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Sua selfie no Instagram está sendo vendida e você nem sabe disso

Por em 12 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

Embora alguns fotógrafos bem renomados já anunciaram em alto e bom tom que discutir direito autoral em tempos de internet é cafona, não podemos negar que leis existem para proteger o trabalho intelectual, seja ele publicado na internet ou em livros. Em 2015 tivemos mais uma polêmica envolvendo o “artista” Richard Prince que simplesmente pegou as fotos de um monte de gente no Instagram (sem permissão) fez algumas modificações e colocou elas a venda em uma galeria de arte por valores que chegavam a US$ 100 mil. Muita gente já processou ele por outras apropriações indevidas de trabalho intelectual, mas a lei do mundo civilizado permite que você pegue algo, acrescente sua visão e, teoricamente, produza algo diferente. Essa é a grande defesa de Richard Prince para todos os processos que já levou na cabeça. No Brasil não colaria, pois nossa lei proíbe modificações de obras intelectuais sem expressa autorização do autor.

Só que, se você achou o Richard Prince extremamente cara de pau, veja o que está acontecendo agora. Um site chamado Sellfie faz o que Prince fez, só que mais barato e com mais falta de vergonha. O serviço é simples: o site vasculha o Instagram à procura de fotos com a hashtag #selfie. Ao entrar no site é mostrado a você uma foto aleatória. Se não gostou é só clicar no botão next e outra foto será mostrada. Quando achar uma que lhe agrade é só clicar no botão Print e você vai comprar uma cópia impressa da foto em alta qualidade com tamanho de 10×10 polegadas pela bagatela de US$ 150,00. Segundo informa o site, quando uma foto é impressa ela sai da galeria de vendas, o que faz dela uma impressão única e exclusiva. O mais bacana disso tudo é que o autor da foto não recebe nada e nem fica sabendo que a foto foi comercializada. Notamos que a foto impressa não possui nenhum tipo de modificação em relação ao que está no Instagram.

A ideia e construção do site foi do diretor de arte Damjan Pita. Ele deve estar apostando na mesma impunidade conseguida por Richard Prince, mas nesse caso nenhuma alteração é feita na imagem. Ele simplesmente vende o que outras pessoas fizeram e não repassa o crédito ou parte do valor da venda. Essa é mais uma iniciativa “artística” que ainda vai render muita conversa.

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Criança fica cega por conta de disparo de luz do flash [update]

Por em 28 de julho de 2015 - 35 Comentários

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Essa começou a correr a internet brasileira hoje e está deixando alguns fóruns de discussão sobre fotografia em ebulição. Para quem não vive entre fotógrafos aqui vai uma pequena explicação do motivo de tanto reboliço. Uma das maiores fontes de renda para fotógrafos de estúdio na atualidade é o tal do Newborn. Estou falando de um ensaio fotográfico fofinho que é realizado com a criança em seus primeiros 10 dias de vida. E entre os praticantes dessa categoria de fotografia existe uma discussão gigantesca sobre o uso ou não do flash, por conta da sensibilidade dos olhos da criança.

Pois bem, essa notícia caiu como uma bomba e já tem neguinho ameaçando de morte nas discussões. Essa aconteceu na China (sempre lá). Segundo a notícia do Daily Mail uma criança de 3 meses teve os olhos danificados após um amigo da família fazer uma foto da criança a 25 cm de distância do seu rosto. O detalhe é que o amigo (da onça) esqueceu de desligar o flash e a luz forte teve um efeito catastrófico nos olhos do bebê. O segundo detalhe é que o equipamento utilizado para fazer a foto foi um celular, o que prova que os flash de LED não são tão fracos assim.
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Um idiota, uma cascavel e uma selfie de US$ 150 mil

Por em 27 de julho de 2015 - 89 Comentários
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Não essa Cascavel (e nem esse idiota).

Como eu já disse antes não tenho nada contra quem tira selfies. O fenômeno cultural ajudou a estimular os fabricantes de smartphones a investirem cada vez mais nas câmeras frontais de seus aparelhos, e hoje não é raro dispositivos com ambos conjuntos de excelente qualidade. Ou seja, saímos ganhando.

O problema é o elemento segurando o smartphone. Quando o usuário não coloca o cérebro para funcionar na hora de tirar a selfie perfeita, Darwin entra em ação e o resultado nem sempre é legal. Casos não faltam, como o do cara que explodiu os miolos ao posar com uma arma nas mãos ou da romena que subiu no telhado de uma estação de trem. Por aqui tivemos um quase Darwin, envolvendo um pau de selfie e um helicóptero.

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