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Usando exemplos da vida real para mostrar as diferenças entre RAW e JPEG

Por em 21 de julho de 2014

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Eu sei, você gosta de fotografia e acha que imagens no formato JPEG já servem para você. “Não sou nenhum fotógrafo profissional”, você diz para si mesmo, certo?

Não é novidade para ninguém que arquivos RAW possuem muito mais informações que fotografias JPEG.

Para muitos, isso fica apenas em um nível teórico e pouca gente sabe de verdade quanto se perde ou se ganha ao optar por um ou outro padrão.

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Vídeo: Jipe Lunar — agora Estabilizado

Por em 12 de junho de 2014

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Os astronautas da Apollo usaram toda uma série de veículos legais para chegar até a Lua, mas talvez o mais incrível seja o Jipe Lunar. As especificações da NASA eram cruéis, e as empresas que projetaram o bicho tiveram apenas que criar um carro elétrico que funcionasse em outro mundo, e de primeira.

Conseguiram. Foram 3 jipes, usados nas missões Apollo 15, 16 e 17. O mais distante se afastou quase 8 km do módulo de pouso. Projetados para 15 km/h, chegaram a 18 km/h. Cada um tinha bateria para 92 km, que também era usada para alimentar as câmeras, sistemas de suporte, direção elétrica e sistemas de comunicação.

Ah sim, o bicho ainda tinha tração E direção nas 4 rodas.

Isso tudo pesando na Lua o equivalente a 35 kg. Levando uma carga de 490 kg.

Ou seja: o estúdio onde o Stanley Kubrick filmou o pouso na Lua era enorme.
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PicTricks — Para você ficar bem nas redes sociais

Por em 2 de junho de 2014

A questão da edição de imagens está tomando proporções absurdas no mundo da fotografia digital. Não sou ingênuo de achar que isso é uma grande novidade. Stalin já tinha uma equipe fera em edição de fotos nas primeiras décadas do século XX. Da mesma forma, a maioria das ferramentas de edição que temos na barra lateral do Photoshop são ferramentas que existem (ou existiram) nas salas de revelação fotográfica. Antes as alterações drásticas eram reservadas para campanhas publicitárias, editoriais de revistas ou uma encomenda mais elaborada. Mas, o cidadão comum tomou gosto pelas plástica digital e não tem mais como fugir disso. A primeira informação que os clientes pedem é se vai ter Photoshop nas imagens (o programa da Adobe virou referência). Semana passada, vi uma foto com tanta intervenção que o resultado não parece nem um pouco com a modelo. E ela ficou extremamente feliz de se parecer com outra pessoa. A coisa está tão séria, que até foto 3×4 está sofrendo intervenções pesadas.

Provando que talvez esse seja um caminho sem volta, temos o lançamento de mais um serviço (na terra do Tio Sam) que vai de encontro a essa nova necessidade das massas. O PicTricks é um serviço de edição online de imagens que promete resolver todos os seus problemas em 24 horas. Isso mesmo, você pega aquela foto em que você não ficou muito bem (ou que você acha que não ficou bem) envia para o site, paga US$ 5,00 por edição, explica o que quer mudar e no outro dia recebe o serviço feito. O PicTricks se propõe a suavizar pele, clarear dentes, retirar defeitos indesejados de seu rosto, sumir com o ex-namorado de suas fotos e outras intervenções localizadas ou gerais. Existe uma pequena galeria no site mostrando o que eles são capazes de fazer.

Existem diversos sites de edição automática na Web que se utilizam de algoritmos de reconhecimento para fazer esse tipo de edição, mas o PicTricks não trabalha com esse esquema. São editores de imagem humanos que ficam esperando receber as imagens e fazer as mudanças pedidas (provavelmente diversos adolescentes terceirizados que ficam em suas casas recebendo as imagens). O Dpreview fez um teste, enviando uma imagem para ser editada. Segundo eles, com um zoom no monitor fica evidente a edição da imagem, mas para mídias sociais ela fica perfeita. Aliás, esse é o foco do serviço. O PicTricks não quer atender fotógrafos profissionais ou empresas. Eles querem o usuário comum que quer uma foto bacana para colocar em suas redes sociais. Talvez vingue, pois nos Estados Unidos existe um grande campo de exploração para isso. Não sei se daria certo no Brasil.

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Izitru – descobrindo imagens alteradas?

Por em 7 de maio de 2014

A boa e velha discussão sobre manipulação digital. Faz tempo que não temos uma polêmica a esse respeito e até as tentativas de criar legislações sobre a obrigatoriedade de avisar se uma imagem foi alterada digitalmente na publicidade parecem ter perdido o fôlego. Na minha opinião essa é uma discussão complicada. Toda imagem precisa de edição. É uma das pernas do tripé da formação de uma imagem (construa a imagem na mente, capture com a câmera e depois edite sua imagem). Querendo ou não, a edição faz parte da visão do fotógrafo, a finalização de seu intento. E como a fotografia não é a representação da realidade, então está tudo certo. Porém, existem alguns ramos comerciais onde é necessário se ter a confirmação se uma imagem é real ou não.

É para esses ramos (seguradoras, provas processuais, etc) que se destina o lançamento do site Izitru pela Fourandsix Technologies, Inc. A ideia é simples. Você faz o upload de uma imagem em JPEG pela internet (ou pelo aplicativo disponível para iPhone) e o serviço realiza um total de seis testes para determinar se houve alteração ou não na fotografia. Depois da análise ele aplica uma classificação de confiança para a imagem. Segundo os desenvolvedores, o programa possui um banco de dados sobre como as diversas marcas de câmera geram uma imagem e através desta comparação é possível descobrir se a imagem foi alterada ou não. As imagens avaliadas no serviço Free ficam armazenadas por seis meses e geram um link para serem compartilhadas em redes sociais. Você pode escolher apagar a imagem manualmente. A Fourandsix Technologies, Inc está desenvolvendo uma API para site de terceiros (sites de seguradoras ou para mídias sociais) com uma versão paga do aplicativo.

O problema, e sempre existe um problema, é que o serviço parece funcionar apenas se você já fez a foto em JPEG na sua câmera. Arquivos RAW que foram convertidos em JPEG sempre são acusados como se já tivessem sofrido alterações.

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Ou seja, não encontrei muita utilidade para a coisa, mas para quem fotografa em JPEG pode ser uma boa.

Fonte: Dpreview

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Americanos desenvolvem viagem no tempo e bombardeiam Afeganistão no passado

Por em 30 de janeiro de 2014

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Existe uma ilusão, que persiste mesmo em tempos de internet e Photoshop, de que imagens são confiáveis, são provas aceitáveis e inquestionáveis, e que realmente valem por mil palavras. Só se for um trecho da biografia da Ex-Vice Miss Bumbum. Na realidade imagens são perfeitamente manipuláveis, e não é de hoje.

Uns 10 minutos depois de a fotografia ter sido inventada, Daguerre pensou “humm vou photoshopar umas gostosas do meu lado nesse selfie e mandar pros brothers”. Uma foto famosa de Abraham Lincoln usou o corpo de outro sujeito. Na 1ª Guerra Mundial fotos compostas de elementos de diversas outras imagens para dar um tom épico e dramático eram publicadas como factuais. O Camarada Stalin por sua vez popularizou o ato de remover desafetos de fotos (e da existência, mas das fotos era mais complicado).
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JPEG padrão recebe uma turbinada e agora suporta profundidade de cor de 12 bits e compressão sem perdas

Por em 24 de janeiro de 2014

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Todo fotógrafo ou entusiasta de fotografia (eu, incluso) já se perguntou ao menos uma vez na vida se vale a pena usar RAW ou JPEG ou até mesmo o formato TIFF. A principal vantagem do RAW quando comparado ao JPEG é que o que está registrado é a imagem crua (ah vá!), sem perda, do jeito que ela foi captada pelo sensor.

No caso do padrão JPEG, há uma compressão, o que gera ruído e perda de informação. Ao menos, gerava.

Isso porque um grupo Leipzig Institute for Applied Informatics, responsável pelo padrão original, acaba de divulgar uma evolução para o formato. Eles lançaram uma versão totalmente nova da biblioteca (9.1), que vem com algumas habilidades poderosas. Um verdadeiro show. E assim nasce um funk. Mentira, felizmente.

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Novidade: a Manipulação Digital de Bilaus

Por em 24 de janeiro de 2014

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Nos Anos 80 a AIDS dizimou o mundo pornô. A expectativa de morte certa não era muito agradável, e o público não aceitava a idéia de preservativos em cena. O mercado começou a se adaptar, criando exigências rígidas de exames médicos, padrões de saúde, e no começo do Século XXI a incidência de casos de HIV entre profissionais do mercado pornô era praticamente zero.

Aí aconteceu o mesmo que com vacinas: na falta de doença começam a questionar a necessidade da medida profilática. Isso foi especialmente forte no mercado pornô gay, que exige suas cenas sempre bareback, sem camisinha. Convenhamos, é estranho aquela camisinha que se materializa já encaixada, e depois some de forma igualmente mágica.
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