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Yahoo anuncia novo Flickr com 1 TB de espaço grátis

Por em 20 de maio de 2013

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O Yahoo acabou de anunciar em um evento de New York a nova versão do Flickr, com design refeito, função de capa como a do Facebook e o mais importante: 1 TB gratuito para armazenamento das fotos.

O Vice-Presidente Sênior Adam Cahan explicou um dos motivos da nova versão, com o seguinte pronunciamento:

“O Flickr tinha se tornado um serviço sobre palavras, imagens pequenas, links azuis… deixou de ser um serviço de fotografia.”

E é verdade. O Flickr é um serviço que pouco mudou desde 2005, quando foi adquirido pela Yahoo.

Já nesta nova versão, o Photo Stream (o álbum principal do usuário) recebeu alterações muito interessantes. A começar que, finalmente, podemos ver a imagem com resolução total, mas em uma página limpa, dando ênfase às fotografias. Ficou evidente uma inspiração no layout do Instagram, inclusive. Em suma, os desenvolvedores deram fim ao fundo branco e ocuparam este espaço com conteúdo relevante.
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Fotografia de Natureza no Morro do Diabo

Por em 27 de novembro de 2012

Fotografar a natureza é um dos grandes temas tanto para fotógrafos amadores quanto para profissionais. Pegar seu equipamento e se aventurar por trilhas ou parques ecológicos é uma das grandes fontes de relaxamento para fotógrafos urbanos que vivem o dia a dia do estresse das cidades. As vezes, nem é necessário sair da cidade, pois conheço muitas pessoas que se aventuram no mundo da fotografia macro sem a necessidade de sair de suas casas. O pequeno jardim é o local de grandes aventuras e magníficas imagens. Por isso que fico muito feliz em ministrar cursos de fotografia de natureza aqui na região onde moro. Meu contato com a natureza começou em 1995 quando adentrei à faculdade de Geografia na Unesp. Desde o primeiro ano a linha de pesquisa escolhida foi a Educação Ambiental. Desde essa época me aprimorei, participei de congressos, fui vice coordenador da Câmara de Educação Ambiental do Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema e, uma atividade que tenho muito orgulho, ministrei cursos para professores da rede estadual de ensino sobre como utilizar a fotografia para a prática de Educação Ambiental.

Por conta desde histórico fiquei muito feliz quando o município de Teodoro Sampaio requisitou à Oficina Cultural Timochenco Wehbi de Presidente Prudente um curso de introdução à Fotografia. A aula foi oferecida a mim e não recusei. Não tenho como prática ministrar cursos com temas vagos pela Oficina Cultural. Já que temos como missão a propagação da cultura, sempre tento colocar como tema das aulas alguma característica do município para poder ter uma identificação mais direta com os alunos. No caso de Teodoro Sampaio não tive dúvidas, pois fica no local um dos Parques Ecológicos Estaduais que abriga o que sobrou na região da Mata Atlântica de Interior. Estou falando do Parque Estadual Morro do Diabo. Embora a trilha principal do parque, que tem um nível de dificuldade média e a necessidade de ser percorrida com um guia, não estivesse disponível no dia, ainda temos uma vasta área da sede do parque que pode ser percorrida livremente pelo visitante e está aberta gratuitamente ao público todos os dias da semana.

A fotografia de natureza possui como objeto o registro de paisagem, animais, vegetação, flores e a macrofotografia, e podemos utilizar essas imagens para denúncia de abusos, conscientização ambiental, registro científico, educação e, por que não, decoração visual. Da mesma forma, o fotógrafo de natureza possui um perfil específico onde as principais qualidades a serem desenvolvidas são amor a natureza, paciência, humildade, domínio da técnica, conhecimento de biologia, preparação física e adaptabilidade, flexibilidade e espírito de aventura. Tudo isso você pode encontrar no livro Fotografia de Natureza Brasileira do Fábio Colombini, o único manual geral desse tipo de fotografia no Brasil (pelo menos até onde sei).

A aula foi dividida em cinco dias com 4 horas de aula em cada um. O primeiro encontro trabalhamos a introdução à fotografia básica falando da tríade obturador, diafragma e ISO, e lembrando da distância focal, tipos de equipamentos e acessórios para fotografia de natureza. No segundo dia focamos os conceitos básicos de Meio Ambiente e da fotografia de natureza especificamente e tivemos uma pequena saída a um parque da cidade. No terceiro dia tivemos um desafio que sempre gosto de fazer que é observar a natureza dentro do espaço urbano. Embora o ser humano tente desaparecer com a natureza, concretar todo o espaço, a natureza sempre encontra uma maneira de sobreviver. Observar a natureza embrenhada no espaço urbano é uma prática muito válida para a fotografia, pois é uma forma de exercitar o olhar e encontrar os detalhes do espaço que habitamos. A quarta aula foi nossa aula prática mais importante, onde passamos a tarde no Parque Estadual Morro do Diabo e registramos as imagens abaixo. Como sempre, a quinta e última aula foi reservada à escolha das fotos mais relevantes entre todas que foram executadas. Uma parte importante do trabalho fotográfico é saber escolher entre suas imagens as melhores. Não existe fotógrafo que tenha 100% de aproveitamento. A coisa mais importante para você ser considerado um bom fotógrafo é não mostrar as imagens ruins. Então é preciso saber identificá-las em seu portfólio.

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Shokonsai – resultado de um ensaio

Por em 31 de março de 2011

Ano passado consegui realizar uma de minhas grandes metas aqui na região de Presidente Prudente. Conseguir montar um grupo, com apoio da Oficina Cultural Timochenco Webih, para registrar o Shokonsai na cidade de Álvares Machado. Se você quer saber um pouco mais sobre isso, é só dar uma olhada no texto que escrevi na época da finalização do ensaio.

Foi uma grande atividade, envolvendo um público diversificado e que agora vai finalmente se transformar em uma exposição. A intenção é que ela seja inaugurada durante o Shokonsai desse ano, mas ainda não está nada fechado. O que posso dizer é que, além do resultado já alcançado, creio que consegui montar um grupo fixo para continuar registrando o evento com o intuito de ter (daqui uns 10 anos) uma quantidade de material realmente representativa do que estamos querendo mostrar. Uma exposição mais rica ou um livro não estão descartados. Se até a Maria Bethania conseguiu patrocínio, por que a gente não pode?

Um bom ensaio deve sempre primar pela unidade temática, uma boa história a se contar, e pela sua unidade formal, uma estética própria que vai garantir uma boa ligação entre todas as imagens. Portanto, um trabalho produzido em grupo deve estar muito bem afiado para que não fique parecendo uma sopa de letrinhas ao final. O vídeo abaixo é o resultado do que conseguimos no ano passado. Antes que alguém jogue pedras no trabalho, cabe lembrar que essa foi a primeira tentativa e estávamos em um grupo extremamente heterogêneo. Diversas idades, diversas faixas de conhecimento cultural, diversos objetivos e, acima de tudo, diversos níveis de conhecimento fotográfico.

Pela primeira vez trabalhei com adolescentes e pessoas da terceira idade. Alguns com conhecimento avançado de fotografia e outros que não possuíam nem câmera. A experiência foi enriquecedora e divertida. Para o próximo evento o grupo está um pouco mais compacto, porém mais decidido. Novos resultados vão aparecer por aqui em julho.

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Cédric Delsaux mistura, em fotos, o caos do dia-a-dia com Star Wars

Por em 18 de março de 2011

Nascido em 1974, Cédric é mais um dos que começam de um jeito e se desencaminham para outro.

Estudou literatura e cinema em Paris, porém nunca trabalhou realmente com isso. Começou a trabalhar mesmo como copywriter para a indústria da propaganda, antes de se dedicar totalmente à fotografia, em 2002. Há quem diga que anos são necessários para que se faça algo com imagem. Há quem discorde disso.

Uma de suas séries de trabalho chamada “Here to Stay” procura alcançar o ponto que, segundo a sua visão, explica melhor o relacionamento entre o homem e a natureza. Tão bom foi o modo com que seu olhar foi recebido que em 2008 o trabalho foi publicado como uma monografia e teve um ótimo retorno.

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Lomografia, Serigrafia e Pictorialismo

Por em 23 de fevereiro de 2011

Lomografia

Talvez o título desse texto tenha deixado a maioria de vocês confusos, mas já explico do que se trata. Nessa semana que passou tive contato com duas discussões muito bacanas. A primeira, que teve até uma pequena pontinha aqui no Meio Bit, foi a respeito da Lomografia e da matéria do Jornal O Estado de São Paulo intitulada Noronha, Soi Lomo por Ti. A discussão chegou até os alto escalões do jornal, mas isso não é o principal. O que acho mais importante é que, embora muita gente leve na brincadeira e tenha um apreço pela estética da coisa, o movimento Lomográfico é sério e demonstra uma forma de expressão artística. Arte é fruto de um trabalho intelectual humano e deve (sempre) passar uma mensagem, um protesto, uma forma de ver o mundo. Nem todos os seres humanos estão preparados para entender e apreciar propostas artísticas. Isso depende do grau de instrução do observador e de sua sensibilidade. Você não é obrigado a entender a arte, mas deve respeitar o artista e o seu trabalho.

Fora  a discussão se devemos respeitar ou não a Lomografia, se ela é arte ou não, o interessante é que quem pratica e leva a sério o movimento está criando fotografia sobre uma estética diferente. Nada de tentar ser apenas o registro de uma realidade, eles estão intervindo nessa realidade e produzindo algo novo, fora dos padrões. Só por esse motivo já vale a pena dar uma olhada nos trabalhos produzidos. Embora a fotografia digital tenha criado uma facilidade para a produção de imagens e favorecido que um número maior de pessoas tenha contato com a arte fotográfica, o número de imagens sem graça que encontramos nas redes sociais e sites de compartilhamento de imagens é absurdamente grande. Estamos produzindo imagens, mas não estamos passando nossa mensagem. A fotografia se distingue basicamente por ser uma junção de técnica e arte. Estamos muito preocupados com a técnica e estamos esquecendo a arte. Não estamos pensando antes de fotografar. Estamos nos tornado meros apertadores de botão. A facilidade do registro e sua aparente falta de custos estão nos tornando preguiçosos. Por isso que saímos de férias e voltamos com mais de 2 mil imagens (das quais ninguém tem paciência de ficar olhando) ou produzimos mais de 1500 fotos em um casamento onde apenas 50 serão aproveitadas. O pessoal da Lomografia pensa na estética e na composição antes da técnica. Por conta disso, muitos os acham malucos.

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Exposição Fotográfica – Imaginando Sons

Por em 25 de agosto de 2010

Olha que legal, uma idéia bacana e simples que vai gerar um evento muito interessante. O Grupo de Fotografia Fotochimas, juntamente com o Coro Municipal de Novo Hamburgo, vai realizar no próximo dia 28 de agosto no Um Café Conceito de Morro Reuter, o evento intitulado Um Click Sonoro. A idéia é simples (mas, genial). O grupo musical vai interpretar músicas clássicas do repertório da MPB nacional (Belchior, Chico Buarque, Skank e outros) e os fotógrafos mostrarão suas fotos, tentando ilustrar trechos das musicas que estarão sendo apresentadas.

Para sermos honestos, o evento foi criado pelo Coro Municipal de Novo Hamburgo e os fotógrafos do Fotochimas foram convidados a participar com a sua intervenção visual. Os fotógrafos envolvidos no projeto são Jorge Luís Stocker Jr, Angela Rodriguez, Diego R. Carraro, Elis R. Berndt, Fabiano Coelho, Grazi Oliveira, Gustavo Bresolin, Juliana Fleck, Luty Mota e Suzana da Luz. Para participar do evento, que também vai servir um coquetel, é necessário pagar um ingresso de R$ 15,00. Depois, a exposição intitulada “Imaginando sons, fotos com interferências musicais” ficará no local até o dia 11 de setembro. Ótima oportunidade para que os moradores da região possam participar de uma atividade diferente e animada (pelo menos para quem gosta de música e fotografia).

Intervenção fotográfica juntamente com música não é uma novidade. Antigamente, na chamada “Era Analógica”, fazíamos isso com slides e a sincronização com a música tinha que ser feita manualmente, com o operador da máquina trocando as fotos. Hoje, com a tecnologia, qualquer adolescente monta um slideshow no Movie Maker, mas as intervenções sérias nesse formato acabaram diminuindo drasticamente.

Informações sobre o evento podem ser conseguidas no telefone (51) 3569-1113.

Exposição Fotografica Imaginando Sons

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19 de agosto – Dia Mundial da Fotografia

Por em 19 de agosto de 2010

Hoje, 19 de agosto, comemoramos o Dia Mundial da Fotografia. Poderia escrever um longo texto sobre a arte, a imagem, memória e tantas outras coisas que me levaram a ser um fotógrafo, mas prefiro deixar os leitores com o pensamento e a obra de grandes fotógrafos. Os verdadeiros mestres da arte de compor e escrever com a luz.

“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são”. – Peter Urmenyi

“De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório” - Henri Cartier-Bresson

“A máquina fotográfica é um espelho dotado de memória, porém incapaz de pensar” – Arnold Newmann

“O que a fotografia realmente é: um tênue suporte de papel ou plástico sobre o qual se deita o desejo da memória” – Luiz Guimarães Monforte

“No ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos” – Ansel Adams

“Treine seus olhos para capturar a história que seu cérebro quer contar” – Vered Koshlano

“Nunca fique completamente satisfeito com o que fez. É como se você ainda não tivesse capturado sua melhor fotografia” – Imogen Cunningham

Crie o hábito de sempre carregar sua câmera – assim nunca sofrerá com o desejo de que pudesse tê-la” - Elliott Erwitt

“Você não captura uma fotografia, você a faz” –Ansel Adams

“Para todos aqueles realmente capazes de ver, a fotografia tirada por você, representa o testemunho da sua existência” – Paulo Straub

“Quando as fotografias se tornarem inadequadas, me contentarei com o silêncio” – Ansel Adams

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