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Lily — um drone para chamar de seu

Por em 13 de maio de 2015

E os drones estão invadindo o mundo. Embora ainda não existam regras claras para utilizar esse pequeno brinquedo (alguns não tão pequenos assim) na maior parte dos países do mundo, a moda pegou e muitos estão loucos para ter um. Outra coisa que as pessoas descobriram é que drones e fotografia são duas coisas que combinam muito bem. Afinal de contas, nem todo mundo tem grana para fretar um avião para fazer umas fotos aéreas. O problema é que são equipamentos caros e necessitam de um certo treinamento para serem manuseados. Ou não.

Drone_Lily

Apostando no desenvolvimento da tecnologia, e no desejo das pessoas de serem o centro das atenções, está chegando ao mercado a Lily, um drone (que na verdade é uma câmera voadora) que promete ser o companheiro ideal para quem gosta de registrar suas atividades e que não possui nenhum controle complicado para ser utilizado. A promessa aqui é simples: em vez de um controle, o drone possui uma unidade GPS que deve ficar com o seu controlador (em um suporte de pulso ou mesmo no bolso).

O drone vai identificar esse controlador e vai segui-lo (ou ficar a frente), mantendo o seu usuário sempre no centro das fotos ou da filmagem. Muito interessante para quem pratica algum esporte radical ou qualquer atividade que necessite de movimento.
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Super foto da Lua feita por um astrônomo amador

Por em 6 de maio de 2015

lua_astrofotografia

Se você, assim como eu, cresceu vendo filmes de ficção científica, então deve olhar com carinho para as estrelas e o universo. No caso da fotografia, temos um contingente gigantesco de pessoas espalhadas pelo mundo apontando duas câmeras para o céu e registrando as estrelas. Os astrofotógrafos não são necessariamente astrônomos, mas com o desenvolvimento da atividade você acaba buscando informações e tentando entender o que está registrando. Outros, além de câmeras, investem em telescópios e equipamentos específicos para registrar detalhes que a simples câmera fotográfica não consegue alcançar.

Foi o que fez o artista/astrônomo amador polonês Bartosz Wojczyński. Ele se equipou de uma câmera  ZWO ASI174MM, o seu tripé Sky-Watcher HEQ5 (indicado para astrofotografia) e o telescópio Celestron C9.25 (com uma lente equivalente, na fotografia, a uma 2.350 mm com abertura de diafragma em f/10). Como a câmera é monocromática e com baixa resolução (2,3 megapixels), foram realizadas 32.000 fotos que foram posteriormente empilhadas via software. Para trabalhar a cor foi utilizado filtros coloridos, uma metodologia que até o Hubble executa. Segundo o fotógrafo, na imagem final foram empregadas técnicas avançadas de processamento com mapeamento infravermelho dos canais azul e vermelho. O resultado final ficou com uma saturação de cores bem forte, o que permite identificar a composição do solo lunar pelas cores. Bartosz aponta, por exemplo, que as áreas azuladas são regiões ricas em titânio.

Ao final de 6 horas de processamento, o que se conseguiu foi uma imagem com 14 megapixels e rica em detalhes. As fotos foram feitas na varanda da casa do fotógrafo e, segundo ele, foram gastos US$ 3.500,00 de equipamentos. Eu diria que é um investimento justo (só não conte para sua esposa). Você pode ver a foto original em resolução máxima clicando aqui.

Fonte: Petapixel.

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Radio Flash Yongnuo Yn 622 e Yn 622 TX

Por em 13 de abril de 2015

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Existe uma nova tendência na fotografia de eventos que ensina que flash bom é o flash fora da câmera (palavras do fotógrafo Allan Ely). Não sei se em todos os momentos do trabalho profissional podemos seguir essa premissa, mas já sou conhecedor da técnica de strobist desde o começo da minha carreira (mesmo antes do digital). O flash é uma constante em minha vida e eu o utilizo até em fotografias externas. Armando Vernaglia Jr. aponta em seu livro Fotometria e Flash TTL que você deve utilizar o flash em 3 situações: a) quando não existe outra fonte de luz para iluminar o assunto e o flash se torna a fonte principal de iluminação; b) para contornar defeitos que podem aparecer com a fonte principal, como em um flash de preenchimento; c) para criar efeitos dramáticos em sua cena. A terceira opção é a que cai mais em meu agrado.

Embora a minha câmera possa disparar o flash externo de forma remota, existem algumas complicações. Durante o dia o sistema é muito falho e muitas fotos são perdidas. Quando existem obstáculos entre o flash e a câmera a coisa também não funciona e, por último, a questão da distância entre os dois equipamentos. Durante muito tempo acabei me utilizando de radio flash, um equipamento que dispara o flash a distância. Porém eram simples e o flash tinha que ser utilizado sempre no manual. Agora, depois de muito tempo, acabei adquirindo um conjunto de rádios com a tecnologia TTL. O que muda? Muita coisa meu amigo.

O equipamento escolhido foi o Yongnuo 622c. A escolha se deve pelo fato da marca chinesa ter se mostrado de confiança, o que levou um número muito grande de fotógrafos profissionais a adotarem esse produto. A caixa contém dois transceivers, ou seja, cada unidade pode funcionar como transmissor ou como receptor. Eles podem transmitir o disparo utilizando a tecnologia TTL, e-TTL, i-TTL, Manual e Multi. Ou seja, você pode fotografar com o flash fora da câmera e manter todas as comodidades do sistema TTL. É possível controlar 3 canais de flash com 3 grupos cada um. Suficiente para qualquer tipo de situação.

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As fotos do Telescópio Hubble são feitas em preto e branco. Você sabia?

Por em 25 de março de 2015

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Pausa para um pequeno vídeo bacana e muito interessante. Isso se você gosta de astrofotografia, é claro. Como fã incondicional de ficção científica e cinema de aventura, imagens do universo sempre me fascinaram. Embora não seja um grande praticante de astrofotografia, já dei os meus pulos nessa arte e acompanho notícias e alguns fóruns sobre o tema. Já tinha ouvido de alguns fotógrafos mais entendidos sobre o assunto deste texto, mas nunca tinha visto nada oficial. A National Geographic publicou um vídeo em seu canal do Youtube mostrando alguns dos segredos do pós-processamento das imagens feitas pelo telescópio Hubble.

Na verdade, por uma questão técnica, todas as fotos feitas pelo grande telescópio são, na verdade, capturadas em preto e branco. Isso é feito para manter o máximo de informações em suas fotos. São feitas várias fotos em P&B e depois, no pós-processamento, são aplicados filtros coloridos. Um azul para evidenciar a luz do oxigênio, um verde para a luz do hidrogênio e um vermelho para a luz do enxofre. Depois, essas três imagens são mescladas no photoshop para gerar as fotos que são divulgadas pelo site da NASA.

Vejam abaixo em 3 minutos como a mágica acontece. A foto trabalhada é a “Pillars of Creation” que foi relançada pela NASA no ano passado para celebrar os 20 anos da captura original. Confira o vídeo abaixo:
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Leonard Nimoy partiu, mas sua fotografia fica para sempre

Por em 27 de fevereiro de 2015

Leonard Nimoy Fotógrafo

Você conhece Leonard Nimoy, o ator que deu vida a um dos grandes ícones da ficção científica, o Sr. Spock de Jornada nas Estrelas. Porém, poucos conhecem Leonard Nimoy, o fotógrafo que, nas últimas décadas, se firmou como um dos mais importantes artistas da imagem nos Estados Unidos.

Eu já sabia do fascínio que o Sr Nimoy tinha pela fotografia, mas somente nos últimos anos é que fui entender a importância de sua produção para a arte e cultura americana. Diz a lenda, que o jovem Nimoy começou a se interessar pela arte fotográfica no inicio da década de 1940 e, por volta da década de 1970, já era reconhecido como um destaque e referência dentro desta área.

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“Raising the Flag on Iwo Jima” — 70 anos de uma das imagens mais conhecidas do século XX

Por em 24 de fevereiro de 2015

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Todo fotógrafo sonha em fazer uma foto que se tornará icônica. Aquele pequeno momento que vai atravessar as décadas e se manter como uma das fotografias mais conhecidas da história. Poucos possuem essa sorte. Estar preparado quando o momento certo aparece. Joe Rosenthal conseguiu essa façanha. No dia 23 de fevereiro de 1945 ele estava com as tropas americanas em Iwo Jima durante a invasão da ilha (tem até filme sobre isso). Logo após a vitória americana, ele fotografou um grupo de 6 soldados levantando a bandeira americana no topo a ilha, um símbolo da vitória. Porém, Rosenthal chegou ao local apenas no momento em que os soldados se preparavam para colocar no topo da montanha a segunda bandeira, É nesse ponto que acontece a controvérsia.

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Vint Cerf recomenda que você imprima suas fotos

Por em 13 de fevereiro de 2015

portfólio

Tudo bem, o alerta não foi somente sobre fotos, mas sobre tudo o que temos armazenado hoje de forma digital, porém a relação com a fotografia é muito importante. Vint Cerf, um dos pais da internet, alardeou sua preocupação com a perda das informações que temos hoje armazenadas, principalmente se não temos uma forma de guardar as tecnologias que são utilizadas para reproduzi-las. Isso me lembra dos arquivos RAW das empresas que são completamente diferentes entre si, até mesmo entre câmeras da mesma empresa. A cada novo lançamento é preciso atualizações de software para os arquivos possam ser editados. Em meio à essa preocupação de Vint temos o aviso “Se há fotos com as quais você realmente se importa, imprima-as”. Você pode ver a notícia completa no site da Folha de São Paulo, mas o que interessa para nós, amantes da fotografia, é que esse senhor está completamente certo.

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