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Conheça o fotógrafo oficial dos Thunderbirds

Por em 10 de julho de 2014

Fotografia é uma arte? Às vezes sim, e às vezes não. Mas, não podemos negar a sua utilidade primordial: o registro. Ela serve para registrar e mostrar para os que não estiveram presentes um determinado fato ou acontecimento importante. Por isso que a existência da figura do fotógrafo institucional em uma empresa ou repartição pública é o que indica que aquela instituição tem uma grande preocupação com o registro de sua história e a manutenção de sua memória. Podem pesquisar as grandes instituições e perceber a importância de um amplo registro fotográfico em sua história.

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Uma destas instituições que está amplamente preocupada com o registro de sua trajetória é a Força Aérea dos Estados Unidos. Em uma cobertura fotográfica de rotina para os Thunderbirds da Força Aérea Americana, o fotógrafo Jaron Schneider percebeu um soldado fotografando a apresentação dos Caças. Nada de estranho, pois era um evento importante e nada mais justo do que enviar alguém para fotografar. Porém, ao conversar com o Sargento Larry Reid Jr. Ele descobriu que o trabalho principal do jovem fotógrafo é registrar os diversos momentos e atividades dos Thunderbirds. Ou seja, um trampo de fazer cair o queixo de muita gente. Afinal de contas, não é todo dia que você encontra uma pessoa que tem como atividade remunerada registrar o voo de um caça F16 Thunderbird de dentro de outro caça F16. O trabalho fotográfico do sargento chamou tanta atenção que acabou virando um minidocumentário, feito ali mesmo durante o evento.

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Os Thunderbirdes são um esquadrão de demonstração da Força Aérea dos Estados Unidos. Eles viajam todo o território americado e outras partes do mundo fazendo acrobacias e outras demonstrações. Desde 1983 eles se utilizam de caças F-16 em suas demonstrações.

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Reid aponta que o trabalho é complicado, pois fotografar a esquadrilha em pleno ar pode ser um desafio, principalmente quando o registro deve ter como plano de fundo algum monumento famoso. Às vezes é uma única chance de fotografar em uma paisagem que não vai se repetir tão cedo. O conjunto de imagens apresentados na matéria é espetacular, por conta da composição, da situação e do olhar apurado do fotógrafo, porém o próprio Reid aponta que, talvez, esse seja um tipo de foto que está com os dias contados na Força Aérea Americana pelo fato de a maioria dos jatos de combate estar sendo substituído por aviões com apenas um assento. Logo não será possível pegar carona em um caça e fazer fotos estonteantes que mata de inveja qualquer um que goste de fotografia, ou de aviões. Vejam o vídeo abaixo e comprovem que a oportunidade para uma boa fotografia está em todos os lugares.

From Jet to Jet- Being the USAF Thunderbirds Official Photographer from Jaron Schneider on Vimeo.

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Nikon D810 – Só para os fortes

Por em 26 de junho de 2014

Boatos já vinham correndo a internet nas últimas semanas de que a Nikon teria uma substituta para a D800 no forno. Ao que parece a indústria do boato se tornou uma nova ciência e possuí uma taxa de acertos elevadíssima. Mas, voltando ao lançamento, a nova câmera é uma substituta tanto para a D800 quanto para a D800E. Isso mesmo, sem mais diferenciação, pois tudo foi unido no mesmo equipamento. A câmera chega ao mercado com um novo sensor de 36,3 megapixels de resolução máxima e tamanho equivalente ao antigo fotograma de 35 mm (full frame). O novo sensor não vai ter, a exemplo da D800E, o OLPF (optical low pass filter) o que, segundo a Nikon, vai garantir um nível de nitidez nunca visto antes em uma câmera DSLR. O OLPF é o responsável por evitar (na maior parte das câmeras fotográficas) o aparecimento do efeito moire e de cores falsas. Porém, ele diminui sensivelmente a nitidez das imagens. A Nikon foi uma das primeiras empresas de produção de câmeras a eliminar o filtro em alguns equipamentos, mas sempre com a ressalva de que o fotógrafo deve reconhecer situações onde poderiam acontecer algum problema. Mas, desta vez eles garantem que o novo processador da câmera, o Expeed 4 (também encontrado na Nikon D4s) vai dar conta de resolver o problema de moire e das falsas cores.

Ainda falando de processador, o Expeed 4 promete que todos os processos realizados pela câmera serão mais rápidos e melhores. A gama de velocidade ISO foi ampliada. A velocidade ISO nativa ficou de 64 a 12.800. Utilizando o modo Lo-1 é possível fotografar com ISO 32 e com o modo Hi-2 é possível chegar até o ISO 51.200. Além da melhoria do processamento e da qualidade de imagem, a D810 possui o sistema chamado 91.000-pixel 3D Color Matrix Meter III que vai garantir uma maior precisão no processo de fotometria. O sistema avalia a cena a ser fotografada e reconhece cores, brilho e rostos humanos. Dentro deste sistema a câmera determina o tipo de assunto que o usuário está registrando, compara com um banco de dados interno e escolhe a exposição, foco automático, balanço de branco e o controle do flash i-TTL.

A câmera agora pode fazer vídeos em Full HD com 60, 30 e 24 fotogramas por segundo. Outra novidade é uma saída HDMI para vídeo não comprimido com o objetivo de gravar o vídeo em uma unidade externa. Você pode ver o vídeo que está sendo gravado no monitor LCD da câmera e gravar, ao mesmo tempo, o vídeo com compressão no cartão da câmera e uma versão sem compressão em uma unidade externa. Vai ser uma boa para quem trabalha com vídeo profissional.

A câmera, como a sua antecessora, é um tanque de guerra. Grande, resistente e com uma resolução gigantesca. Aliás, a principal propaganda da Nikon para a câmera pode também ser sua maior fraqueza. A empresa afirma que a câmera é uma concorrente “barata” para os equipamentos de médio formato. Resolução e nitidez para grandes impressões. Mas, este é um uso muito específico. A maior parte dos fotógrafos profissionais se utilizam de impressões muito menores. Utilizar a câmera para fotografar eventos, ou no dia a dia de um estúdio fotográfico vai exigir uma grande estrutura para armazenamento de imagens. Conheço amigos que desistiram da D800 em favor de uma câmera mais simples justamente por este fato.

A Nikon D810 vai chegar ao mercado no final do mês de julho e o valor sugerido é de US$ 3.299,95.

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Fonte: Dpreview.

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MeioBit (10 Anos) e a Fotografia

Por em 10 de junho de 2014

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Sei que esse texto deveria ter sido publicado na semana passada, mas antes tarde do que nunca. Minha história com o MeioBit foi bacana e um tanto traumática no começo. Os leitores que acompanham meus textos devem ter percebido que o mundo da tecnologia (que não seja a fotográfica) é um grande mistério para mim. Então foi um choque receber o convite para escrever justamente para um site de tecnologia. Bem, tudo aconteceu através do intermédio do Carlos Camargo, que na época era leitor e participava ativamente dos comentários do Blog. Ele indicou ao Leonardo Faoro que tinha um amigo que poderia escrever sobre fotografia digital no blog. Eu estava escrevendo sobre o tema em meu blog pessoal e com um relativo sucesso. Depois de um prévio contato, mandei alguns textos por e-mail que foram publicados pelo Cardoso (eu não tinha cadastro no blog). Sinceramente, não gostei da abordagem xiita de alguns comentários e deixei a ideia de lado. Algum tempo depois o Leonardo entrou em contato novamente e decidi aceitar a empreitada. A missão era escrever dois textos por semana e o objetivo era ensinar aos leitores os recursos de suas câmeras digitais (nem todo mundo tinha) e falar dos lançamentos da área.

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Sony Cybershot RX100 III – uma compacta de respeito

Por em 19 de maio de 2014

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Dizer hoje em dia que uma câmera pertence a categoria das compactas não é mais nenhum demérito. Se você não está no caminho da fotografia profissional, existem câmeras compactas (mas, com preço de câmera reflex) que podem te atender muito bem. A grande pegada é poder ter qualidade de imagem em uma câmera compacta e leve. Ou ter uma funcionalidade que em uma reflex seria muito mais caro como, por exemplo, a fotografia macro.

É nesse espírito que a Sony chega com a terceira versão de sua compacta RX100, e com algumas novidades bem interessantes. Entre as compactas com sensor pequeno, creio que esta é uma das mais avançadas que temos no mercado. Ela se utiliza de um sensor CMOS BSI de 1 polegada (13,2×8,8mm) com 20 megapixels de resolução máxima. Na verdade, é o mesmo sensor da versão anterior da câmera, porém agora ela é equipada com o novo processador Bionz X, o que deve garantir um pouco mais de velocidade e qualidade na hora de processamento da imagem. Outra novidade é que agora a câmera possui um visor eletrônico pop-up que fica na parte superior da câmera, e o LCD traseiro (WhiteMagic TFT) é agora articulado com uma possibilidade de inclinação de até 180º. Porém, o maior destaque do novo modelo é a sua lente. Ela perdeu em distância focal, mas ganhou em abertura de diafragma. Se você prefere o destaque pela qualidade de imagem, então foi uma ótima troca. Nos dois modelos anteriores a lente era equivalente a uma 28-100mm com abertura de diafragma em f/1,8-f/4,9. A nova RX100 III apresenta uma lente Zeiss Vario-Sonnar T* equivalente a uma 24-70mm com abertura de f/1,8-f/2,8. Eu diria que essa foi uma grande melhoria e que eleva o equipamento a um patamar superior.

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A câmera também possui conexão via Wi-Fi, é compatível com a PlayMemories APP e grava vídeos em Full HD com 60 ou 24 fotogramas por segundo e agora suporta o formato XAVC S com taxa de bits de 50mbps.

A nova Cybershot RX100 III vai chegar ao mercado em junho com preço médio de US$ 800,00.

Fonte: Dpreview

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Livro Fotografia de Newborn de Robin Long

Por em 14 de maio de 2014

Sim, o Newborn (fotografia de recém nascidos) chegou para ficar. Eventos, DVDs, livros e Workshop sobre o assunto estão sendo lançados em todo o canto do Brasil. Pode ser mais uma moda dentro da fotografia, mas é um tipo de fotografia que deve ser realizada com muita responsabilidade, pois nosso objeto a ser fotografado é muito frágil. A fotografia de Newborn é realizada, geralmente, nos primeiros 10 dias de vida do bebê. Por isso é necessário ter responsabilidade, cuidado, conhecimento técnico e, acima de tudo, gostar de crianças. Conheço muita gente que fotografa casamento só pela grana, pois odeia o que faz. Com Newborn esse sentimento não rola. Para ter bons resultados você tem que gostar do que está fazendo.

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É nesse contexto que a iPhoto Editora coloca no mercado brasileiro o livro Fotografia de Newborn: Um guia de poses e técnicas para fotografar recém nascidos, escrito pela fotógrafa americana Robin Long. Em primeiro lugar, é positiva a atitude de lançar um livro sobre o assunto. Muitas pessoas gostam de DVDs, mas eu prefiro o livro. Posso ler em qualquer lugar e usar como consulta nos momentos de dúvida. Com o vídeo isso se torna mais complicado. Em segundo lugar, fico desconfiado em comprar livros de fotógrafos americanos, pois dependendo do assunto eles possuem uma visão totalmente diferente da nossa realidade. Livros de americanos sobre casamento, por exemplo, tendem a fugir completamente de nossa realidade. Mas, o Newborn nasceu na América e, pelo menos por enquanto, tudo que fazemos aqui é copiar o estilo dos americanos. Então o livro é muito válido.

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Canon EF 16-35mm f/4 L IS USM — eu quero

Por em 13 de maio de 2014

O boato apareceu na internet e nem deu tempo da galera formular teorias, pois a Canon chegou e oficializou tudo. O boato dizia respeito ao lançamento de uma nova lente, e na realidade vamos ter duas novas lentes chegando ao mercado. A mais bacana é a EF 16-35mm f/4 L, e a segunda é a EF-S 10-18mm f/4.5-5.6. A primeira é uma boa pedida para fotografia social. É uma lente da linha profissional e, mesmo que o diafragma fique em f/4, não vejo problema para isso nos dias de hoje. Câmeras como a 7D ou a 70D (para ficarmos nos modelos intermediários mais baratos) podem trabalhar tranquilamente com ISO superior a 1600, tornando a abertura do diafragma um problema facilmente contornado. A lente possui 16 elementos divididos em 12 grupos, sendo que temos 3 elementos asféricos e 2 elementos UD. O diafragma é composto por 9 laminas, o diâmetro do filtro é de 77mm e o peso é de 615g. Mesmo sendo uma lente com pouca distância focal, ela vem equipada com estabilização de imagem, o que torna a abertura de diafragma ainda mais contornável. Finalizando temos a presença do motor USM que torna a operação de foco automático mais rápida e silenciosa. Lembrando que, por ser uma lente EF, ela é perfeitamente compatível com as câmeras full frame da Canon. Não nego que fiquei animado com esse lançamento, pois já estava de olho na antiga EF17-40mm f/4 por conta de sua bela grande angular e por ser relativamente barata. Parece que agora terei que mudar o foco de minha próxima aquisição. A nova EF 16-35mm f/4 L IS USM vai chegar ao mercado em junho com preço estimado de US$ 1.199,00.

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A outra lente anunciada, a EF-S 10-18mm f-4.5-5.6 IS STM é voltada para câmeras com sensor cropado e deve ser uma boa alternativa para quem precisa de uma grande angular poderosa e com um preço baixo. Embora a distorção nas bordas seja forte, a lente não é suficientemente abrangente para causar o efeito de olho de peixe em um sensor APS. Ela é composta por 14 elementos divididos em 11 grupos, sendo 01 elemento UD. A lente possui diafragma com 7 lâminas, filtro com 67mm de diâmetro e 240 gramas de peso. Vai estar disponível em junho com preço estimado de US$ 299.00.

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Fonte: Dpreview

 

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Nikon D600, sujeira de sensor, erro de projeto e… final feliz?

Por em 9 de abril de 2014

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Agora sim, esse é o último prego no caixão desta história. Depois de todo mundo constatar que a Nikon D600 possuía um defeito grave de projeto que deixava o sensor imundo, a empresa foi forçada (via ação judicial nos Estados Unidos) a fazer um grande Recall para resolver um problema que ela mesma criou. O X da questão é que a empresa precisou ser acionada judicialmente  e levar um cartão vermelho do Governo da China para tomar uma providência e, mesmo assim, ainda não admite que o problema existe, pois afirma que ó algumas câmeras possuem a anomalia (eles também não chamam de defeito). Ou seja, nós não estamos errados e os consumidores que se virem. Assim que a notícia do Recall se tornou pública, o André Fachetti, leitor do Meio Bit, entrou em contato com a Nikon do Brasil perguntando se também valia para os consumidores brasileiros. Depois da epopeia toda, eu pedi para ele escrever um pequeno relato sobre a experiência de mandar a câmera para manutenção no Brasil. O texto abaixo deve ser utilizado por todos os consumidores brasileiros sobre como agir em relação ao problema encontrado na D600.

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