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F/Stop vs T/Stop — veja a diferença

Por em 30 de setembro de 2014

lente_luz

O vídeo foi publicado ano passado, mas parece que a galera veio descobrir essa pequena vídeo aula apenas agora. Embora a informação não seja essencial para sua fotografia, saber como isso funciona pode dar um indicativo sobre qual lente você vai comprar. A coisa funciona assim. Cada lente possui a sua abertura máxima de diafragma que é representado por um f seguido de um número. Essa representação nos chamamos de f/stop. O que entorta um pouco a cabeça de alguns iniciantes é que o f/stop possui uma relação inversa. Quanto maior o número menor a quantidade de luz que entra pela lente. Nesse caso, a lente com f/2,8 deixa passar mais luz do que quando o diafragma está em f/5,6 (não vamos falar nesse texto sobre Ponto de Luz para não enrolar a cabeça das pessoas mais ainda, mas fica para um futuro próximo).

De modo geral, o tal do f/stop é um número conseguido pela divisão da distância focal da lente pelo diâmetro do diafragma. Desse modo temos a circunferência do diafragma que vai deixar entrar mais luz (mais aberto) e menos luz (mais fechado) Pensando nesta lógica, toda lente com diafragma f/2,8 deixaria passar a mesma quantidade de luz, não é verdade? Bem, isso não acontece.
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Estúdio Evolution 2014

Por em 25 de setembro de 2014

estudio_evolution

Fotógrafos profissionais devem estar sempre a procura de novas inspirações, técnicas e vertentes. Ficar parado é receita quase certa para perder mercado. Infelizmente, para ganhar dinheiro na fotografia, você deve estar ligado nas modinhas que se sucedem no mercado. Para isso temos diversas opções no mercado e, com certeza, a que mostra melhor custo benefício são os Congressos de Fotografia. Você paga um valor relativamente baixo e consegue palestras com grandes profissionais da área e sobre temas variados. Já participei de alguns e no geral o ganho foi muito positivo.

Dentre os congressos que já se tornaram tradição, temos o Estúdio Evolution, que vai acontecer mais uma vez em São Paulo entre os dias 03, 04 e 05 de novembro no Teatro das Artes no Shopping Eldorado. Eu, particularmente, não gosto muito do local por conta da localização, mas é um local muito confortável e atende todas as necessidades do evento. O evento é organizado pela iPhoto Editora e segue a receita tradicional de unir profissionais nacionais da fotografia em um esquema de palestras com temas diversos. Aliás, uma das grandes políticas da editora é sempre apostar em profissionais brasileiros da fotografia, seja nos DVDs ou eventos. Isso muito me agrada, pois nem sempre um palestrante internacional entende a nossa realidade.

Teremos vários temas para as palestras, lembrando que o foco principal do evento é  fotografia de estúdio. Passaremos pela parte de gerenciamento, marketing, book sensual, ensaio de animais, fotografia de produtos e muito mais. Vejam abaixo a programação completa.

Primeiro dia – 03 de novembro.

13 h – 14:30 | Newborn – poses e composição em ensaios de recém-nascidos – Paloma Schell
15 h – 16:30 | Iluminação de pessoas em estúdio – Brasilio Wille
16:45 – 18 h | Marketing e atendimento para fotógrafos – Renato dPaula
18:30 – 20 h | Criatividade em ensaios externos – Junior Luz

Segundo dia – 04 de novembro.

09 – 10:30 | A fotografia pelas lentes de Bob Wolfenson – Bob Wolfenson
11 – 12:30 | Técnicas de direção e pose em estúdio – Simone Di Domenico
14 – 15:30 | Ensaio de gestantes, crianças e famílias – Rogério Ehrlich
16 – 17:30 | Fotografando produtos em estúdio – Diego Rousseaux
18 – 19:30 | Book sensual – Drausio Tuzzolo

Terceiro dia – 05 de novembro.

09 – 10:30 | Ensaios de família – retratos da vida real – Danilo Siqueira
11 – 12:30 | Gestão financeira para fotógrafos – Rafael Schveitzer
14 – 15:30 | Fotografia de bichos de estimação em estúdio – Ana Carolina e Manoela Trava Dutra
16 – 17:30 | Os segredos da maquiagem para ensaios fotográficos – Fernando Torquatto

Se interessou pelo evento? Então corre para se inscrever. Você tem que acessar o site oficial do Estudio Evolution 2014 e aproveitar o valor de R$ 649,00 até o dia 05 de outubro. Depois desta data existem reajustes no preço.

O MeioBit Fotografia vai estar lá fazendo a cobertura completa do evento.

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Samsung NX1 — várias novidades e filmagem em 4K

Por em 16 de setembro de 2014

O mundo gira, e a roda da tecnologia não para. Duas empresas que começaram com o pé esquerdo na fotografia digital, produzindo equipamentos bonitos, mas com baixa qualidade de imagem foram Sony e Samsung. Depois de pouco mais de 10 anos podemos dizer que as duas estão ditando tendências e lançando câmeras que primam pelo avanço tecnológico e qualidade. Aproveitando a Photokina, a Samsung chegou chutando portas e colocou em destaque a sua nova câmera mirrorless, a NX1, com características interessantes para a fotografia e vantagens descomunais para quem quer ter uma câmera barata para executar vídeos com qualidade.

A NX1 já chega mostrando respeito no sensor. Estamos falando de um CMOS BSI APSC-C com 28 megapixels de resolução máxima. A tecnologia BSI (retroiluminado) foi criada para substituir os sensores CCD de câmeras compactas por sensores CMOS, barateando a produção e consumindo menos energia, porém mantendo a qualidade de imagem. Esta é a primeira vez que a tecnologia é utilizada em um sensor de tamanho APS-C. Em teoria deve trazer um grande ganho de qualidade na imagem produzida pela câmera. Outra característica de respeito da câmera é a capacidade de gravar vídeos na resolução 4K. Muitos dizem que o 4K é o futuro, mas temos que encarar que ele já é o presente. Quem produz vídeo profissionalmente já tem que estar pronto para fazer a migração. Outras característica bacanas da câmera são o o view finder eletrônico com 2,36 megapixels, a capacidade de fazer 15 fotos por segundo com foco contínuo, sistema de foco automático híbrido com 205 pontos de detecção cobrindo 90% do quadro, conexão USB 3.0, HDMI (saída de vídeo sem compressão), Bluetooh e Wi-Fi, com a possibilidade de ser controlada remotamente via smartphone.

É uma câmera profissional de vídeo? Não, mas sabemos que pequenas produtoras e diretores independentes se valeram das câmeras reflex que filmam em Full HD para entrarem no mercado de alta definição. Agora é a vez de mergulhar no mundo 4K. A Samsung NX1 chega ao mercado custando US$  1.499,99 (somente o corpo) ou US$ 2.799,99 com a lente 16-50mm f/2-2.8 e um battery grip com uma bateria extra.

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Fonte: Dpreview.

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Canon EOS 7D Mark II – finalmente

Por em 15 de setembro de 2014

Finalmente, depois de uma grande espera, a Canon anunciou o lançamento da EOS 7D mark II, que veio para substituir uma câmera que foi um sucesso de vendas e marcou o inicio de uma categoria de câmeras que não existia na empresa: as câmeras de sensor APS-C voltada para uso profissional. A primeira 7D era um verdadeiro tanque de guerra com corpo resistente e rapidez proporcionada por dois processadores internos. A 7D Mark II segue o mesmo caminho, mas nem tudo são flores no mundo da Canon. Muitos acusam a empresa de ter parado no tempo e ter perdido a supremacia nas câmeras fotográficas e, principalmente naquilo que ela foi a desbravadora, a filmagem em Full HD.

A 7D Mark II chega com um sensor CMOS APS-C de 20 megapixels de resolução máxima (contra 18 da antecessora) e está equipada com a nova tecnologia de foco automático Dual Pixel (que já mostrou a sua eficácia na 70D) e com 65 pontos de foco automático, todos em forma de cruz. Outra característica que foi turbinada foi o modo contínuo que agora pode fazer 10 fotos por segundo. A câmera está equipada com dois processadores Digic 6 que garantem maior velocidade para o equipamento e uma melhora sensível na nitidez das fotos. Do ponto de vista da gravação de vídeo, agora está disponível a gravação em Full HD com 60 fotogramas por segundo (porém com uma maior compressão de dados). A velocidade ISO também foi incrementada, variando agora entre 100 e 16000 (nativo) podendo ser expandido até 51.200. Alguns sites garantem que a relação ruído/ISO está muito parecido com o da 5D mark III.

Para quem acompanha os sites de rumores, esse lançamento da Canon ocupou as manchetes por muitos meses. Muitas especulações sobre as configurações da câmera foram levantada, pois o equipamento demorou muito para ser lançado e todos pensavam que seria algo fenomenal para concorrer com os novos modelos da Nikon e Sony. Infelizmente não é. Trate-se de uma câmera correta e com boa qualidade de imagem (levando em conta a tradição da empresa), mas não é um estouro do ponto de vista tecnológico. Garanto que será uma câmera parruda para o dia a dia profissional, mas ela não mostra vários dos confortos apresentados por câmeras concorrentes. Vai vender bem? Acredito que sim, mas se a Canon não se mover logo para voltar a colocar no mercado inovação tecnológica corre o perigo de perder o bonde da história, assim como a Kodak no início da Era Digital.

A nova Canon EOS 7D Mark II vai estar disponível ao consumidor em novembro e vai custar US$ 1.799,00 (somente o corpo).

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Fonte: Dpreview

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Nikon D750 — nova full frame no mercado

Por em 13 de setembro de 2014

Lembram aquela briga (amigável) que existia entre Nikon e Canon? Então, na minha opinião ela não existe mais, pois a Nikon não está dando chance para a Canon brincar também. Nos últimos anos, mesmo cometendo erros básicos (como a história do sensor sujo da D600), a Nikon vem fazendo a lição de casa e lançando câmeras com qualidade e recursos interessantes. Enquanto isso a Canon continua apenas fazendo o básico e, mesmo ainda sendo a líder de mercado, vem perdendo uma fatia considerável de consumidores para a concorrente.

nikon_D750

Aproveitando a aproximação da Photokina (uma das maiores feiras de fotografia do planeta e que vai acontecer entre 16 e 21 de setembro) a Nikon oficializa o que quase todo mundo já sabia, o lançamento de uma nova DSLR full frame. Realmente precisamos de mais uma full frame no mercado? Em minha opinião sim, e que o futuro seja dominado por esse tipo de equipamento, onde todos terão acesso a melhor qualidade de imagem. A nova D750 é um meio termo entre a D610 (full frame de entrada) e a D810 (full frame parruda da empresa). É uma boa saída para quem quer algo mais completo do que a D610 e não possui uma fábrica de HDs para manter a D810 trabalhando de forma contínua (conheço gente que se livrou da câmera justamente pelo problema do armazenamento).

A nova D750 chega com o mesmo processador da D810, o EXPEED 4, o que deve conferir ao equipamento velocidade e grande capacidade de processamento. Junto a isso temos um sensor CMOS de 24 megapixels e com um sistema de foco automático melhorado e com 51 pontos. Junto a isso temos a capacidade de executar 6,5 fotos por segundo e ter uma conexão Wi-Fi (finalmente). O que me chamou a atenção foi um detalhe menos importante, mas interessante. Ela possui um visor LCD articulado, o que é uma mão na roda em algumas situações, principalmente na gravação de vídeos. Aliás, ela herdou de suas irmãs mais velhas o que se tem de melhor na produção de vídeos da Nikon. Ela produz vídeos em Full HD com 60 fotogramas por segundo e controle manual total.

A Nikon D750 já estará disponível em setembro por um preço médio de US$ 2.299,95.

Aproveitando que estamos falando de Nikon, outros dois lançamentos interessantes foram jogados na mesa nesta semana. O primeiro, e mais bacana em minha opinião, é a nova AF-S Nikkor 20mm f/1.8 G ED que funciona tanto para câmeras FX quando as DX. Na verdade a lente vem para atualizar a antiga Nikkor 20mm F/2.8 que não possui motor interno de foco automático e não era possível de ser utilizada nas câmeras mais baratas da empresa. A lente é composta por 13 elementos divididos em 11 grupos. Ela possui revestimento de nano cristal e oferece uma distância mínima de 0,2 m. Uma boa pedida para quem está procurando uma grande angular fixa e com uma boa abertura de diafragma. A lente estará disponível em setembro com um preço de US$ 799,95 (uia, que salgado).

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O terceiro lançamento desta semana foi o novo Flash SB 500, que não possui muita potência (número guia 24), mas deve se tornar uma boa opção para quem possui a filmagem com uma atividade paralela a fotografia. Fora a função flash, o SB 500 possui na parte frontal um grupo de iluminadores LED que podem ser utilizados para a gravação de vídeo. Não é o primeiro flash a ser lançado com essa função e fica aqui a dúvida sobre a potência desta iluminação contínua, mas deve ser de boa ajuda em uma emergência.

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Hasselblad H5D 200c MS — 200 megapixels com sensor CMOS

Por em 23 de agosto de 2014

A notícia não é nova, mas está se estendendo a quase toda a linha Hasselblad de câmeras de médio formato. A mudança dos sensores CCD para sensores CMOS agora abrange todas as vertentes das câmeras de médio formato da empresa e, embora não tragam ganho de preço para o consumidor (é justamente o contrário), deixam as câmeras mais flexíveis para utilizações externas. Para quem não sabe, as câmeras de médio formato eram lentas e com pouca sensibilidade ISO (chegavam a ISO 800) o que limitava o seu uso a situações com iluminação controlada (estúdio fotográfico ou locações com muito flash). O CMOS trouxe mais velocidade e uma sensibilidade ISO que chega a 6400.

Agora chegam ao mercado as H5D 50c MS e a  H5D 200c MS, câmeras que podem chegar a 200 megapixels de resolução máxima e que executam, para isso, 4 e 6 disparos, respectivamente. A tecnologia não é nova, pois já foi utilizado em um modelo anterior, mas agora temos a velocidade e versatilidade de um sensor CMOS equipamento as câmeras. Assim como nos modelos tradicionais, o sensor possui 50 megapixels de resolução máxima. A resolução de 200 megapixels é alcançada com disparos consecutivos onde o sensor se move (no tamanho exato de 1 pixel) em cada imagem. Assim as 6, ou 4, imagens são unidas, gerando um arquivo de alta resolução. Como muitos já perceberam, esse tipo de uso é bem restrito. A Hasselblad cita, no release oficial, a reprodução em alta resolução de obras de arte que se encontram em museus.

Outra vantagem do processo é aumentar, consideravelmente, a captura de detalhes de cor. Isso se explica pela movimentação da matriz bayer do sensor e a captura em todas as três cores primárias (vermelho, verde, azul) do mesmo ponto, diminuindo assim a necessidade de interpolação de cores. O sensor possui tamanho físico de 43,8 × 32,9 mm com pixels de 5,3 microns. As imagens geradas possuem 8272 × 6200 pixels que geram um arquivo RAW de 75 MB (modo de disparo único). Imagens captadas no modo de 6 disparos geram um arquivo com 16.544 × 12.400 pixels que podem chegar a um tamanho de 400 MB em RAW e 600 MB em TIFF. Existe o modo aberto da captura em 6 disparos, onde não existe nenhum tipo de rédea no tamanho do arquivo, onde cada foto pode chegar a 1,2 GB. Mesmo tendo a limitação do tamanho do arquivo, que obviamente necessita de uma unidade de gravação externa de dados, o fato da câmera ser mais rápida (comparada com o modelo anterior) vai permitir o seu uso em ambientes onde a luz não seja absolutamente controlada. Um avanço para quem trabalha com ensaios externos.

Agora as más notícias. Embora, teoricamente, o sensor CMOS seja uma tecnologia mais barata do que o CCD, os valores das novas versões continuam salgados. A H5D 50c MS tem valor anunciado (no Reino Unido) de £ 23.895 (mais impostos) e a H5D 200c MS deve chegar ao consumidor por £ 29.895 (mais impostos). Ainda não existem preços para o mercado americano. Uma bela facada em seu orçamento.

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Fonte: Dpreview.

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Fotógrafo disputa autoria de foto com macaco? Entenda esse rolo

Por em 6 de agosto de 2014

Direitos Autorais de imagem, um assunto espinhoso em tempos de internet. Imagens postadas em mídias sociais, blogs ou sites, acabam circulando pelo globo com a velocidade do Papa Léguas e ninguém fica sabendo, em alguns casos, a verdadeira autoria das imagens. Conheço fotógrafos que estão paranoicos com isso e estão instalando sistemas que impedem a cópia das imagens e outras firulas tecnológicas. A verdade é que não há maneira de impedir a cópia se a pessoa estiver motivada. Essa é uma característica dos nossos tempos. Relaxa e goza. Na melhor das hipóteses você vai ganhar uma graninha processando quem utilizar sua imagem indevidamente. Porém, existem alguns casos que são emblemáticos (ou até engraçados) e merecem um pouco de nossa atenção e avaliação.

Vejam o caso do fotógrafo de natureza David Slater. Em 2011 ele estava na Indonésia fotografando Macacos Pretos com Crista (um animal endêmico daquele país e que se encontra em perigo de extinção) quando um dos animais pegou sua câmera e fez várias fotos dele mesmo. Seria o primeiro autorretrato (selfie) feito por um animal selvagem. Tirando o uso de termos da moda, a foto percorreu no mundo deixando o fotógrafo muito famoso. O problema começou quando a imagem foi colocada na Wikipedia Commons, ou seja, ficou disponível para utilização com direitos livres. David Slater não gostou nada disso, pois ele afirma que teve gastos elevados para fazer a foto e não está ganhando nada com a divulgação da imagem. Ele fez um pedido formal para que a Wikimedia (mantenedora da Wikipedia Commons) retirasse a foto do site e respeitasse o seu direito autoral. Porém, a resposta da Wikimedia foi negativa, pois ela afirma que, uma vez que quem fez a foto foi o macaco, a autoria da imagem não pertence a Slater, e sim ao macaco. Para sustentar a sua posição, a empresa se utiliza da Lei de Direitos Autorais dos Estados Unidos que afirma categoricamente que trabalhos que não são originados de trabalho humano não podem ser registrados. Dentro deste ponto entram as obras feitas por máquinas (processos mecânicos aleatórios) ou que se originem em forças da natureza.

Embora a pendência agora seja resolvida (provavelmente) nos tribunais, não podemos deixar de notar que se trata de uma questão interessante. De quem é o Direito Autoral da Imagem? Do fotógrafo, que neste caso figura apenas como o dono da câmera, ou do macaco que efetivamente fez um auto registro?

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Fonte: Dpreview

Um pequeno Update

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