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Flash 11 terá suporte à Unreal Engine 3

Por: em 05/10/11 na(s) categoria(s): Computadores, Entrevista, Games


Se bons gráficos é o que falta para convencer os jogadores hardcore de que o Facebook pode ser uma ótima plataforma de jogos, o problema está perto de ser resolvido. Em um evento realizado ontem pela Adobe o diretor técnico da Epic Games, Tim Sweeney, anunciou que a mais nova versão do Flash poderá rodar a poderosa Unreal Engine 3, teoricamente tornando possível que jogos com uma qualidade visual semelhante a de um Gears of War ou Batman: Arkham City rodem direto do navegador.

Com a UE3 e o Flash os jogos feitos para os consoles de alto desempenho podem rodar na web ou como um aplicativo para o Facebook, alcançando uma enorme base de usuários. Isso muda completamente as regras de jogo para as desenvolvedoras que querem distribuir amplamente seus jogos e lucrar com eles,” declarou Sweeney.

Como o Flash 11 a Adobe afirma que os jogos poderão ser renderizados, tanto em 2D quanto em 3D, cerca de mil vezes mais rápido do que com a versão anterior do player, permitindo que as empresas exibam milhões de objetos com uma taxa de atualização de 60 quadros por segundo e de fato isso poderá mudar toda a indústria.

É verdade que para um computador rodar um jogo assim ele ainda precisará de uma boa configuração, mas a possibilidade das desenvolvedoras poderem entregar jogos Free-to-Play pelo browser com uma qualidade gráfica tão absurda é algo que pode ser muito bom para Adobe, poder mostrar que o Flash ainda tem lenha para queimar e para a Epic, provando novamente a flexibilidade da sua engine.

Ainda é cedo para dizermos o que esse anúncio representará, mas novamente podemos estar diante de um acontecimento que abrirá muitas possibilidades.

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Entrevista com criador do A Luz da Escuridão

Por: em 29/08/11 na(s) categoria(s): Computadores, Entrevista, Games


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Há alguns dias comentei aqui no MBG sobre o jogo brasileiro A Luz da Escuridão (The Light of the Darkness), desenvolvido pelos brasileiros da Epifânica e que está tentando levantar fundos para terminar a sua produção.

Com visão lateral e um estilo muito parecido com o do Metroid ou da série Castlevania, o título tem chamado a atenção até mesmo de sites estrangeiros de games e tive a oportunidade de conversar um pouco com Fernando Rabello, idealizador do game e que falou sobre as fontes de inspiração, as dificuldades de se desenvolver jogos eletrônicos no Brasil e como podemos ajudar comprando uma das versões disponíveis.

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Conheça o shmup brasileiro Razor2: Hidden Skies

Por: em 24/05/10 na(s) categoria(s): Entrevista


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Tive a oportunidade de conversar com o pessoal da Invent4 Entertainment, uma produtora brasileira com sede no Rio Grande do Sul e que está prestes a lançar o Razor2: Hidden Skies, um shoot ‘em up muito promissor e que deverá agradar a todos aqueles que gostam do gênero. O bate-papo foi muito legal e serviu para conhecer um pouco mais do game, falar sobre fazer mais sucesso no exterior do que no seu país e saber das dificuldades em se produzir jogos no Brasil.

Além de terem sido muito atenciosos, o pessoal do estúdio ainda nos deu 3 registros para o jogo Bad Rats que é vendido através do Steam e para participar, basta twittar a mensagem “Quero ganhar o jogo Bad Rats da Invent4 que o @MeioBitGames está sorteando http://migre.me/HTa5” até às 14h do dia 28 de maio e torcer para ser um dos vencedores.

Agora fique com a entrevista e espero que gostem.

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Entrevista: Guilherme Camargo, da Microsoft Br

Por: em 10/02/10 na(s) categoria(s): Entrevista, Microsoft


Há alguns dias a Microsoft revelou que passará a vender os dois modelos do Xbox 360 (Elite e Arcade) no Brasil, assim como acontece nos Estados Unidos. Além disso, os pacotes nacionais virão com novos jogos e a empresa afirmou que lançará o seu sistema de detecção de movimentos por aqui.

Para aproveitar a ocasião, conversamos com Guilherme Camargo, gerente de marketing para o Xbox 360 na Microsoft Brasil e tiramos algumas dúvidas sobre o preço dos consoles, a situação do aparelho no país e a possibilidade de novos jogos receberem dublagem e legendas em português.

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Meio Bit Games: Como ficamos sabendo na semana passada, passaremos a ter duas opções na hora da compra do Xbox 360, os modelos Elite e Arcade. O que muitos querem saber é: se nos EUA a diferença de valor entre eles é de US$ 100, porque no Brasil teremos que pagar R$ 750 a mais pelo console top? Sabemos que os impostos por aqui são abusivos, mas o que explica um PS3 ser vendido por aqui em grandes redes custando menos que um Xbox 360?

Guilerme Camargo: A diferença do preço entre os dois modelos é imposto. No Brasil o produto entra a um determinado valor e em cima dele incidem os impostos em forma de cascata. Até o momento não houve o lançamento oficial do PS3 trazido pela Sony Brasil, portanto você deve estar comparando o Xbox oficial com o concorrente importado por distribuidores não-oficiais.

MBG: Como a Microsoft enxerga o Xbox 360 no Brasil hoje? O saldo é positivo?

GC: O saldo é positivo. Temos progressos significativos nesses últimos 3 anos que estamos oficialmente no mercado de videogames. Se você pensar que esse mercado ficou abandonado pela indústria por muitos anos e que nós reabrimos o caminho para diversos investimentos e discussões para desenvolver o mercado oficial, temos muito a comemorar. Ainda é cedo para afirmar que somos um mercado maduro, mas creio que nos próximos anos tiraremos o atraso e conquistaremos o espaço do Brasil no mercado mundial.

MBG: Atualmente, quais as maiores dificuldades ao se vender videogames no Brasil?

GC: Hoje temos uma alta carga tributária para a categoria, altos níveis de pirataria que inibem novos desenvolvedores/distribuidores a entrar no país e contrabando.

dori_gc_10.02.10 MBG: Existe alguma iniciativa da Microsoft junto ao nosso governo visando à redução dos impostos dos games?

GC: Existem diversas iniciativas da ABES que representa não apenas a Microsoft mas outras empresas do mercado para elevar a discussão com o governo.

MBG: Até que ponto a chegada da Sony no país pode ser vantajosa para a Microsoft?

GC: A partir do momento em que se compete de igual para igual com um concorrente de respeito como a Sony, torna-se uma vantagem para melhorar a exposição mundial do mercado nacional e expansão das plataformas. Hoje a Microsoft Brasil concorre com o próprio Xbox vendido no mercado paralelo e com concorrentes importados por distribuidores não oficiais.

MBG: Durante a E3 de 2009, um dos maiores destaques da apresentação de vocês foi o Mylo rodando no Project Natal. Podemos ver como o menino conversava com o jogador e me pergunto como ficarão aqueles que não falam inglês? Existe alguma intenção em localizar o jogo para o Brasil / português?

GC: Não temos informações sobre isso ainda.

MBG: E quanto à dublagem/legendas de jogos em português? Existe alguma previsão para novos títulos?

GC: Por enquanto não há previsão de novos lançamentos 100% localizados.

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Gostaria de agradecer ao Guilherme Camargo pelo tempo dedicado às nossas perguntas e a assessoria de imprensa da Microsoft Brasil por ter tornado possível a entrevista.

E3 2009 • Entrevista Especial – Korey Krauskopf

Por: em 05/06/09 na(s) categoria(s): Entrevista, Microsoft


Korey Krauskopf para quem não sabe faz parte do time de desenvolvimento do Forza Motorsport 3 da Turn 10. Korey pediu para eu jogar enquanto conversávamos, pois ele acha que a entrevista seria mais interessante. Comecei jogando com um Dodge Challenger atual em um dos 3 circuitos novos.

KK: Achou muito diferente o jogo?
MBG: Sim, evoluiu bem. Você sente mais o carro nas acelerações e reduções, ele reage melhor ao terreno também.

spe_for_05.06.09_02KK: Você é um jogador assíduo de Forza 2?
MBG: Sou sim, quase fiz os 1000 pontos de conquista nele.

KK: Pelo jeito gosta de sofrer com os muscle cars não?
MBG: Sim, sempre preferi os muscles. Eles provam quem é bom ou não em um jogo de corrida.

KK: Então…
MBG: Korey, desculpe te interromper, mas quem deveria ser entrevistado é você, não eu.

KK: (risos) É mais fácil dessa maneira, grande parte das respostas vocês mesmo dão. (risos)

MBG: Então vamos lá Korey, Forza sempre foi uma sombra de um certo outro jogo de corrida do concorrente, qual o objetivo inicial de Forza 3?
KK: O objetivo do novo Forza para nós, é resolver todos os problemas que nossos fãs reclamaram.

MBG: E quais seriam?
KK: E quais seriam?

MBG: Gráficos, falta de circuitos, falta de carros, uma melhora no multiplayer…
KK: Sim, isso tudo. Exatamente isso, bom saber que estou dando entrevista para um jogador real de Forza 2.

MBG:  É, sempre achei os gráficos dos carros meio bobo. As pistas eram legais, realmente poucos circuitos, o que deixava o jogo longo demais e tedioso. Acha que conseguiram o seu objetivo?
KK: Não… Ainda não! Estamos chegando lá. Graficamente chegamos onde queríamos. A jogabilidade também está no nível que queremos. Faltam carros, pistas e a pior fase que é consertar erros.

spe_for_05.06.09_03 MBG: E o multiplayer?
KK: Calma, essa será nossa pequena surpresa. Só mostraremos e falaremos diretamente sobre isso quando o jogo estiver para sair.

MBG: E download de conteúdo? Muita coisa planejada?
KK: Sim, muito mais que o anterior.

MBG: Alguma pista no Brasil?
KK: Brasil? Eu não sei ao certo. Buscamos pistas variadas em lugares inesperados, e criamos algumas que seriam maravilhosas se existissem. As pistas desse demo são bacanas né?

MBG: Sim, muito. Exigem bastante do piloto. Percebi que o Easy está bem mais difícil que o Forza 2, estou certo?
KK: (risos) Certíssimo, Forza 3 não será um jogo fácil.

MBG: Replay, voltar um trecho da corrida, visão interna… conheço essas características de algum lugar.
KK: Alguém teve a idéia que todo mundo sempre quis de “voltar no tempo” para corrigir algum erro que você fez e que perde toda uma bela corrida, duvido que
só nós usaremos desse artifício. A visão interna foi uma coisa que foi tirada do Forza 2 por falta de tempo e necessidade de lançá-lo. Essa era uma de nossas metas e teremos isso no jogo.

spe_for_05.06.09 MBG: Quanto tempo de desenvolvimento?
KK: Essa é uma das respostas que eu não posso dar.

MBG: E a outra, qual seria?
KK: No fim do ano?

MBG: Quando será lançado?
KK: No fim do ano? Não sei, não posso responder.

MBG: Obrigado pela entrevista Korey.
KK: Não há de que, joguem Forza 3!!

E3 2009 • Entrevista Especial: Hideki Kamiya

Por: em 04/06/09 na(s) categoria(s): Entrevista


Batemos um papo rápido com Hideki Kamiya no estande da SEGA sobre sua nova criação Bayonetta. Hideki Kamiya é uma estrela japonesa na área de desenvolvimento de jogos. Ele criou nada mais nada menos que Devil May Cry, participou de jogos como Resident Evil 1 e 2, Viewtiful Joe e Okami. Na Capcom, foi para o Clover Studios e em 2007 junto com outros ex membros da Capcom fundou a Platinum Games. Hideki-san ao contrário de seus conterrâneos, é um cara muito divertido e agitado.

Logo após ele dar uma entrevista para a TV, conseguimos bater um papo rápido com ele para falarmos de Bayonetta, apesar que ele queria mesmo era falar do Brasil. Focamos a entrevista no conteúdo que realmente interessava para o Meio Bit Games.

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MBG: Quem copiou quem? Vocês acharam uma modelo igual ou essa é a modelo original de Bayonetta?
HK: Ah, isso é segredo! Eu apenas posso falar que a roupa dela não é feita de cabelo! (risos) Ela é sensacional, não?

MBG: Ah, com certeza é… O jogo parece muito bom, qual foi o seu maior desafio no desenvolvimento dele?
HK: Acho que nossa intenção era passar o que foi criado em Devil May Cry, e tenho quase certeza que conseguimos. Devil May Cry começou um estilo único de
movimentação e liberdade de personagem, queríamos algo mais que isso.

MBG: Pelo que eu vi e joguei, acho que conseguiram. Olhando seus últimos trabalhos além de Okami, esse estilo exagerado dos seus personagens é algo proposital?
HK: Ah sim, acho que tenho um pouco de culpa nisso, sempre gostei de personagens exagerados em filmes americanos, então porque não usá-los nos games? Dante foi uma experiência boa, Viewtiful Joe também, Bayonetta será melhor ainda.

MBG: Quanto tempo para o desenvolvimento de Bayonetta?
HK: Dois anos foi a nossa meta total, passamos recentemente de 1 ano e meio e o jogo está praticamente finalizado.

(fomos interrompidos pela SEGA pois ele tinha outra entrevista)

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MBG: Que tal um personagem brasileiro em uma próxima criação?
HK: Nunca pensei em um brasileiro como personagem, mas tenho certeza que é uma cultura rica e que podemos chegar muito longe se criarmos um personagem para um jogo.

MBG: Espero que não seja um monstro verde de cabelos vermelhos…
HK: (risos) Podemos ser mais criativos que isso.

(novamente interrompidos e ele realmente precisou ir)

Bayonetta deve ser lançado no fim do ano para XBOX 360 e PS3.