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Documentário mostrará os fliperamas japoneses

Por: em 23/03/12 na(s) categoria(s): Cultura Gamer


Aqueles que viveram suas adolescências/infâncias durante a virada da década de 80 para a de 90, provavelmente chora até hoje o fim dos fliperamas. Embora a praticidade dos consoles seja algo muito bem vindo, apenas quem teve o “prazer” de frequentar aqueles antros e vez ou outra derrotar (nos games) aquele sujeito mal encarado, sabe qual é a sensação da ilusão de ser o Jules Winnfield das redondezas.

A verdade é que encontrar um bom fliperama hoje em dia é uma tarefa quase impossível, a menos que você viva no Japão. Por lá as lojas especializadas ainda existem aos montes e foi para mostrar esse fenômeno aos ocidentais que Brad Crawford resolveu criar o 100 Yen: The Japanese Arcade Experience.

Em desenvolvimento há mais de dois anos, o documentário recebeu esse nome devido a escassez de moedas de 100 ienes ocorrida quando o Space Invaders foi lançado, tudo porque os japoneses não paravam de gastá-las nas máquinas com o jogo.

Conhecer a cultura game no Japão é algo que sinto ainda não ter recebido a devida exposição,” explicou o cineasta canadense. “Todos nós sabemos que muitos dos nossos jogos favoritos vem do Japão, mas acho que as pessoas não percebem o nível de dedicação dos japoneses pelos games, especialmente os arcades.

No momento o filme se encontra em estado de pós-produção e o responsável precisa de US$ 20 mil para concluí-lo, então, se você pensou em mais daqueles vaquinhas online, acertou em cheio. Quem contribuir com US$ 15 terá direito a uma cópia digital em alta definição do documentário, já com US$ 35 receberemos uma cópia física. Com esta grana Crawford poderá voltar ao Japão e realizar entrevista com o editor local do Kotaku, Brian Ashcraft, além da Bear Trickey da Q Games e Daigo “The Beast” Umehara.

Ideia muito legal e que resgatará um pouco da história dos games. Só gostaria que um dia tivéssemos pessoas interessadas em lançar esses documentários oficialmente no Brasil.

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Smithsonian realizará exposição sobre games

Por: em 02/03/12 na(s) categoria(s): Cultura Gamer


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A discussão sobre se os games devem ou não ser considerados uma forma de arte talvez nunca termine, mas aos poucos algumas iniciativas tem sido dada em direção a fazer com que eles recebam o mesmo tratamento dado aos filmes e ao livros, como a decisão da Suprema Corte dos EUA ou uma mostra realizada pelo Smithsonian American Art Museum.

Durante os dias 16 de março e 30 de setembro os visitantes poderão conhecer a exposição chamada A Arte dos Videogames, onde 80 títulos estarão disponíveis e que comemorará os 40 anos da mídia, que segundo o museu é “uma mistura de formas de arte tradicionais – pintura, escrita, escultura, música, narrativa, cinematografia – oferecendo aos artista um método de comunicação e envolvimento do público sem precedentes.

Já para Chris Melissinos, colecionador de videogames e curador da mostra, “nos livros, tudo está colocado na sua frente, não há nada a ser descoberto. O videogame é a única forma de expressão artística que mantêm fiel a voz do autor enquanto permite ao observador explorar e experimentar.

Um dos games que poderão ser jogados na exposição é o belíssimo Flower, idealizado pelo chinês Jenova Chen quando este viajava por uma estrada na Califórnia e ficou encantado com as intermináveis colinas verdes emolduradas pelo céu azul, algo incomum em Shanghai. Ao perceber que com um vídeo feito através de seu celular ele não poderia sentir o vento batendo em seu rosto, o cheiro da grama ou o som dela sacudindo, o game designer decidiu criar um game para tentar passar essas sensações, o que resultou em um titulo que na minha opinião, é uma bela demonstração de que os jogos eletrônicos podem ser considerados arte.

[via VG247]

Bloco de moedas do Mario vira luminária

Por: em 27/02/12 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Nintendo


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US$ 75 mais o valor do frete. É isso o que você terá que gastar para decorar sua casa com uma luminária parecida com o famoso bloco de moedas da série Super Mario. Mas não é apenas o formato do objeto que chama a atenção. Para ligar a lâmpada basta tocar na parte de baixo do cubo e até mesmo o som da moeda pode ser ouvido ao fazermos isso. O mais curioso é que após acendermos a luminária por oito vezes ouviremos o mesmo som de 1-UP.

O preço pode ser um pouco salgado, mas é importante mencionar que se trata de um produto feito a mão e mesmo sabendo que nem todos são nerds o suficiente para ter uma dessas em casa, não há como negar que se trata de uma ideia muito legal e que certamente chamará a atenção de todos.

Se tiver ficado interessado, a peça pode ser comprada aqui e o envio para o Brasil custa US$ 30.

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Em breve você poderá ter uma Portal Gun

Por: em 27/02/12 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Miscelâneas


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Além da narrativa irretocável, o grande destaque da série Portal certamente é a arma usada pela protagonista e que permite nos tele transportarmos de um ponto a outro dos estágios. O objeto fez tanto sucesso que várias pessoas resolveram criar suas próprias Portal Guns fictícias e como muitas outras adorariam ter uma dessas em suas casas, a Valve enxergou ali uma ótima maneira de faturar uns trocados.

A desenvolvedora fez então uma parceria com a NECA e lá pela metade deste ano chegará as lojas uma réplica como esta aí em cima e em tamanho real, que poderemos adquirir por apenas US$ 130. O brinquedinho ainda nos permitirá mudar a cor da luz e seria muito legal se ela conseguisse emitir a imagem de um portal e fizesse o som caraterístico do game, mas acho isso não foi mencionado.

Além da arma, a fabricante de brinquedos ainda lançará bonecos dos personagens do Half-Life, Team Fortress 2 e Left 4 Dead, mas o que queremos saber mesmo é se alguma loja enviará essa Portal Gun para o Brasil, mesmo sabendo que o frete deverá ficar bem salgado e que provavelmente morreremos num belo imposto quando ela parar na alfândega.

[via PCGamer]

Carnaval no Rio teve bloco do Mario

Por: em 24/02/12 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Nintendo


E aí, ainda de ressaca do carnaval? Bom, mesmo que você não seja muito chegado em ir para rua festejar, dê uma olhada nos dois vídeos abaixo, onde podemos ver um pouco de um bloco de rua que saiu do bairro de Santa Teresa, lá no Rio de Janeiro e teve o Mario Bros. como tema.

O legal é que durante o percurso a bandinha só tocou músicas da série, mas com um estilo de samba, é claro. Só achei estranho ter mais Luigis do que Marios, será que todo mundo pensou que ninguém irie fantasiado do irmão menos famoso?

PS: Tomara que o Miyamoto e o Koji Kondo tomem conhecimento do bloco e no ano que vem apareçam por lá.

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Senado pode aprovar lei que censura games no Brasil

Por: em 19/02/12 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Games, Indústria


Vou pedir licença pro Dori para escrever um pouco sobre games aqui no Meio Bit. Segundo o Jovem Nerd, o senador Valdir Raupp fez uma lei anti-games “ofensivos” em 2006, e agora pode condenar TODOS os jogos considerados “ofensivos” no Brasil. Sem falar em todo o progresso que se obteve com as campanhas de impostos menores para os jogos que podem ser, digamos, destruidos.

A proposta da lei é a seguinte:

Altera o art. 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, para incluir, entre os crimes nele previstos, o ato de fabricar, importar, distribuir, manter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes, às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos.

Não que eu considere legal, mas tenho certeza que esse projeto de lei irá contribuir imensamente com a pirataria. Afinal, se não podemos comprar o jogo no Brasil e não se pode importar, só nos resta uma coisa: The Pirate Bay…

Sem falar que jogos de videogames ofensivos aos costumes, às “tradições dos povos”, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos. Vamos contar? Grand Theft Auto é o primeiro que nem será lançado no Brasil…, Battlefield incentiva a guerra, Need for Speed incentiva o perigo nas estradas, e um monte de interpretações que os nossos congressistas poderiam ter com determinados jogos. Acho que até Angry Birds pode entrar nessa lista como “matança de pobres animais”. AH VÁ.

Largue esse Gamepad!

Se trata de um episódio de censura? Não vou afirmar totalmente, ainda se tem muito esse fantasma da censura no Brasil. Mas que se trata de um projeto ridículo, isso sim. Já não basta a classificação etária dos jogos ser tão burocrática que a Apple, por exemplo, ainda não liberou a compra de jogos aqui no Brasil… Agora vem com essa de proibir a fabricação e importação de jogos ofensivos…

Sou totalmente contra esse projeto de lei. E espero que vocês também sejam.

Com informações do Jovem Nerd.