Mate a saudade do Nintendo 64 no seu Android com N64oid
Aproveitando o espaço deixado pela má safra de jogos para Android, alguns desenvolvedores têm apostado na emulação de consoles para preencher essa lacuna da plataforma. Novos e mais amadurecidos emuladores têm surgido no Android Market, com o porém de que eles são pagos e não estão entre os apps mais baratinhos.
O N64oid é novo e já está bem cotato por lá (4.5/5), embora apenas 18 usuários tenham, até agora, avaliado o app. O próprio desenvolvedor destaca que a emulação, embora apresente bom funcionamento geral, ainda está longe de ficar perfeita, mas promete atualizações constantes para o software.
iOS Killer do Dia: Wophone OS, made in chin-pare de rir, rapaz!
Parece piada mas de novo uma empresa chinesa age como se tivessem descoberto a pólvora: “para vencer precisamos deter controle sobre todas as fases do nosso business” Perfeito, mas não é pra todo mundo e nem é tão essencial, se você definir o que é seu business em termos melhores do que “tentar conquistar o mundo”.
Para a Unicom o business dela era ser uma operadora de telefonia. São inclusive distribuidores do iPhone na terra do outro lado da poça da terra do sol nascente. Insatisfeitos com a falta de restrições do iPhone (do ponto de vista chinês, claro) e com a falta de respeito demonstrada pela Apple, ao não ceder às exigências da empresa, decidiram… tcham tcham tcham…
Criar um sistema operacional próprio. Claro, facinho, se você tiver sido mordido por um pinguim radioativo, ou um panda, se sobrou algum. Pra Unicom deve ser também, pois estão desenvolvendo o Wophone OS desde 2008. Dizem que o sistema é baseado no kernel Linux 2.6 e não é um Android genérico, como o Ophone OS, da China Mobile.
O Wophone OS rodará em aparelhos 3G WCDMA, CDMA2000, TD-SCDMA, 4G LTE, Tablets, TVs, consoles de games e na bomba infusora de antipsicóticos usada pelo idealizador do projeto.
Dado que a expertise de uma operadora não costuma ser desenvolvimento de sistemas operacionais, e dado que o custo de criar um decente não é exatamente medido em narjaras turetas, algo me diz que alguém levará muita grana antes de declararem o projeto fracassado, varrerem para debaixo do tapete e rastejarem de volta para a Apple pedindo perdão, ou rastejarem para o Android pedindo uma chance, ou dizerem “oi, de onde teclas?” pra MicroNokia.
Fonte: Chinatechnews
Xoom: Rooteou? No upgrade for you!
Confesso que é divertido demonizar a Motorola nessa história do Xoom, ainda mais com a incrível sucessão de hahadas que a empresa vem fazendo, mas sejamos sinceros: A Apple não é exatamente a maior amiga dos Jailbreaks, e por mais que a Microsoft seja legal ao chamar o hacker do PS3 para trabalhar com o Windows Phone 7. todos sabemos que se ela estivesse em uma posição de monopólio agiria igual a Sony. Igual a Apple e Igual a Motorola.
Todo o discurso Open Source do Android é muito bonito no papel, mas está batendo de frente com uma realidade nova: Telefonia é fundamentalmente diferente do mercado de sistemas operacionais desktop. No último caso os fabricantes tem pouquíssima influência na gênese do sistema. A Dell pode sugerir ou até exigir várias coisas, mas não vai decidir quais protocolos o Internet Explorer vai suportar.
NENHUM fabricante de hardware pia no desenvolvimento do Linux. No máximo colaboram com drivers e especificações.
Já na telefonia o bicho pega. A Apple, como conta uma excelente e detalhada matéria da Wired sofreu na mão das operadoras, que impuseram um monte de exigências ao projeto do iPhone. Muitas foram rejeitas, outras acatadas. São as regras do jogo, quem quer trabalhar nesse mercado tem que aceitá-las.
Quando o Google entrou chegou a ser engraçado acompanhar a reação dos ingênuos que imaginavam um mundo de pôneis e unicórnios onde seus celulares seriam liiiiivres, poderiam fazer tudo, sem medo das restrições fascistas impostas pelas empresas malvadas como a Apple.
O problema é que as operadoras não aceitariam um Android livre como o desejado pelos entusiastas. Os fabricantes por sua vez, eternos sofredores da síndrome do Não Inventado Aqui odeiam a idéia do controle sobre o Android ficar inteiramente nas mãos do Google. Exigem e conseguem a inclusão de camadas e camadas de bloatware, crapware e motoblurcancerware.
Google exclui 21 apps do Android Market por suspeita de malware
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O Android é um sistema aberto e livre e isso pode se apresentar, obviamente, como uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que oferece liberdade de personalização do sistema ao usuário e cria uma efervescente comunidade de desenvolvimento, essa abertura pode dar ensejo a eventuais ações mal intencionadas, que precisam ser detectadas e bloqueadas de forma rápida e efetiva.
No mais recente episódio, percebeu-se que um distribuidor havia retirado 21 apps do Android Market, inserido um exploit em seus códigos e, depois, reenviado tais aplicativos. A parte mais assustadora da coisa é que até 200 mil downloads podem ter sido feitos antes da detecção do problema.
Resenha: Tiny Wings
Na noite de segunda-feira, bisbilhotando o site do OpenFeint, dei de cara com um joguinho para iOS que somente screenshots me fizeram comprá-lo imediatamente: trata-se do Tiny Wings. Desenvolvido pelo alemão Andreas Illiger, é sobre um passarinho de asas curtas que precisa escorregar por colinas para conseguir voar. Lembra do Angry Birds? Pois é, aparentemente os pássaros estão em alta nos games casuais.

Com um visual muitíssimo bem composto e ótimo uso das cores, do áudio e da tipografia, é fácil perceber que a arte do jogo é do mais alto nível. Mesmo que não fosse um bom jogo, eu o teria comprado apenas por causa das ilustrações. Porém, é bom não se deixar enganar pelas paisagens bonitinhas e personagens carismáticos. Tiny Wings é muito, MUITO difícil.

Jogos para Android e uma nova onda de fragmentação

Começaram a aparecer no Android Market os primeiros jogos voltados para dispositivos equipados com Tegra 2 e isso aconteceu de uma forma um tanto… inusitada.
Quando o Market não existia na Web, mas apenas como um app rodando no Android, não era possível listar nele apps incompatíveis com o seu dispositivo. O próprio sistema de buscas identificava o seu smartphone e filtrava os resultados, mostrando apenas o que fosse compatível com o seu hardware e com a versão do sistema operacional utilizada.

