Você está vendo os artigos na categoria “Celular”

Apple começa a vender na surdina o iPhone Made in Brasil


Apesar do nome, é aqui a fábrica da Foxconn. Foto da revista Mac+

O rumor de que a Apple fabricaria iProdutos no Brasil não é novo, e desde que o Gizmodo BR conseguiu fotos de um iPhone feito por aqui, a fabricação nacional é dada como certa.
Como o modelo fabricado aqui é o iPhone 4 de 8GB, supunha-se que ele começaria a ser vendido junto com o iPhone 4S. Para a surpresa de muitos, o 4S veio, mas nada do iPhone 4 feito no Brasil…

Eis que um dia desses, notei que na Apple Online Store os iPhone 4 estavam com o número do modelo brasileiro na URL.
Já tinha ouvido que os produtos fabricados aqui receberiam o sufixo “BR” ao contrário do “BZ” que é usado nos produtos importados para o mercado brasileiro. Outro vazamento, desta vez no MacMagazine, confirma essa teoria – lá o modelo consta como MD198BR.
Fiquei na dúvida se a Apple já estava vendendo os aparelhos fabricados no Brasil ou apenas se preparando para isso.

Com sorte, encontrei alguém que havia comprado um iPhone 4 na Apple Online Store brasileira (obrigado Gabriel!) e ele pode me confirmar que o aparelho foi fabricado no Brasil.
Além da traseira do aparelho, a caixa indica que ele foi fabricado pela “Foxconn Indústria de Eletrônicos LTDA”, em Jundiaí.

Agora, a única dúvida que resta é se o preço dos iPhones deve abaixar ou não. Custando os mesmos R$1799 do iPhone 4 de 16GB, o preço do iPhone 4 “econômico” de 8GB parece caro demais.

Consultamos a Apple, mas ainda não obtivemos resposta – o que até é compreensível, já que o contato foi feito em pleno Carnaval.

Samsung Galaxy S não receberá Android 4.0 (Ice Cream Sandwich)

Por: em 21/02/12 na(s) categoria(s): Celular, Meio Bit


Galaxy S não receberá atualização para o ICS

Sad Face e OH WAIT...

A Samsung liberou a lista dos aparelhos que receberão a atualização para o novo Android 4.0 de codinome Ice Cream Sandwich, alguns já possuem data definida, outros ainda não.

Quem comprou um Galaxy S vai precisar instalar de outra forma ou usar alguma ROM customizada, já que assim como o Samsung Galaxy Tab 7, ele não receberá atualização para o ICS.

Abaixo, a lista dos aparelhos que receberão atualização, os que já possuem data marcada, os que serão atualizados, mas sem previsão para lançamento e os que não serão atualizados.

Aparelhos Samsung que já possuem o Android 4.0

Samsung Galaxy Nexus (Versão Global)
Samsung Galaxy Nexus LTE
Samsung Nexus S
Samsung Galaxy Tab 2 (ainda não lançado)

Aparelhos Samsung que vão receber o Android 4.0 no primeiro trimestre de 2012

Samsung Galaxy Note (Versão Global)
Samsung Galaxy S II (Versão Global)

Aparelhos Samsung que vão receber o Android 4.0 (Sem data específica)

Samsung Nexus S 4G (provavelmente no primeiro trimestre)
Samsung Galaxy Note (AT&T)
Samsung Galaxy S II (T-Mobile)
Samsung Galaxy S II, Epic 4G Touch
Samsung Galaxy S II (AT&T)
Samsung Galaxy S II Skyrocket
Samsung Galaxy S II Skyrocket HD
Samsung Galaxy R
Samsung Galaxy Tab 10.1
Samsung Galaxy Tab 8.9
Samsung Galaxy Tab 7.7
Samsung Galaxy Tab 7.7 LTE
Samsung Galaxy Tab 7.0 Plus

Aparelhos Samsung que não vão receber o Android 4.0

Samsung Galaxy S
Samsung Galaxy S Captivate
Samsung Galaxy S Fascinate
Samsung Galaxy S Vibrant
Samsung Galaxy Tab 7

Com exceção do Nexus, S2 e do Note, o resto parecem ser apenas específicos para o mercado americano. Até com referência as operadoras que são “donas” dos smartphones no país.

Espero que, a Motorola, por sua vez, cumpra o prometido e lance a atualização do Droid RAZR para o Ice Cream Sandwich logo.

Com informações do Richard Max Tech.

LG Optimus Vu: socorro, querem colocar um tablet no meu ouvido!

Por: em 20/02/12 na(s) categoria(s): Celular, Meio Bit


A Samsung definiu seu Galaxy Note como um smartphone, assim fez a LG com o seu Optimus VU. Só tem um problema, se eu já acho a tela de 4,3 polegadas do Droid Razr gigante, imaginem um smartphone com tela de 5 polegadas. O LG Optimus Vu foi desenvolvido com foco em produtividade, ou seja, a idéia é que sirva como um tablet, mas que você possa literalmente levá-lo até o ouvido…

LG Optimus Vu

LG Optimus Vu

O LG Optimus Vu suporta tecnologia de conectividade LTE (existe alguma operadora que já pense em suportar isso no Brasil?), display com tecnologia IPS, processador de 1.5GHz dual-core, memória interna com capacidade para 32GB e bateria de 2,080 mAh, para suportar essa tela monstra.Ele ainda vem com uma funcionalidade chamada QuickClip, que permite ao usuário tirar capturas de tela e fazer anotações com um simples clique, e com a canetinha Rubberdium você pode fazer anotações direto na tela (convenhamos, as canetinhas eram o mal do século passado, quando um smartphone precisava delas para funcionar, porém para se escrever em uma tela, eu prefiro uma caneta ao meu dedo).

Ele vem ainda com câmera de 8MP com flash AF LED na parte traseira e câmera de 1,3MP na parte frontal para video-conferência. É um celular relativamente fino com dimensões de: 139.6 x 90.4 x 8.5mm. Ele será disponibilizado com o Android 2.3 (Gingerbread), mas eles já estão trabalhando para que ele suporte o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).

Só eu acho um exagero esses “smartphones” cada vez maiores? É uma idéia forçada de tentar lançar um intermediário entre um smartphone e um tablet, que não rola. Imagina você atendendo esse celular no meio da rua, no Brasil.

Não foi informada a data de lançamento ou o preço e se haverá disponibilidade no Brasil.

Com informações do Press Release da LG.

Ecossistema de Apps gerou quase 500 mil empregos, só nos EUA


Na última década o mundo não esteve lá muito bem das pernas em termos econômicos, principalmente os EUA. 11 de Setembro, Katrina, o derretimento das calotas polares de Wall Street, Bernie Madoff, 3 guerras, China batendo na porta cobrando o aluguel e Hilary dizendo que Obama saiu e não tem hora pra voltar…

Mesmo assim um setor cresceu MUITO, tenho praticamente surgido do zero em 2007, com o advento do iPhone: A área de desenvolvimento de Apps.

São 466 mil novos postos de trabalho, entre startups, pequenas softhouses e divisões mobile dentro dos estúdios mais tradicionais. E o mais interessante: 2/3 dessas posições estão fora do binômio NY/LA.

Enquanto a indústria de TI tradicional rastejava numa quase recessão, um monte de gente corria para aprender Objective-C e desenvolver apps para iPhone. Com a estabilização do Android como plataforma concorrente, os cursos de LOGO se encheram de alunos (not really) e milhares de Apps surgiam enriquecendo o ecossistema.

A explicação está no custo. O preço mais rasteiro para uma App de iPhone, ao menos nos primeiros anos no Brasil era de R$35 mil, e apps que qualquer programador decente faria em um dia. Eu, em 5. Por sorte esse modelo foi substituído por investidores E programadores isolados vivendo –e bem- de venda direta e publicidade.

O setor se tornou uma verdadeira meritocracia, onde os bons são recompensados por seu talento. No mundo do Blackberry por exemplo 13% dos desenvolvedores que distribuem seu trabalho na App Store da RIM ganham mais de US$100 mil por ano.

É uma volta aos primórdios da microinformática, quando indivíduos ainda faziam a diferença, jogos não custavam dezenas de milhões de dólares para ser feitos e uma boa idéia podia tomar o mundo. Minecraft está aí para provar que a Boa Idéia ainda vence.

Fonte: CN

Ameaça Inexistente do Dia: QR Codes Maliciosos Malignos do Mal

Por: em 31/01/12 na(s) categoria(s): Celular, Mundo Estranho, Segurança


qrdomal2

QR do Mal - não escaneie

O QR Code é aquela solução à procura de um problema criada em 1994 e que ninguém usa. Aqui no MeioBit falamos disso pelo menos desde 2008 passando por 2010 e mais recentemente, 2011. Continua algo que só chama atenção em agências de propaganda descoladas que garantem ao cliente que o consumidor VAI parar diante do cartaz, ler as instruções, instalar a App no celular e então escanear o QR Code, para então ser levado a uma outra URL.

Faria sentido antes do TinyURL e do Migre.me. Hoje a realidade é que ninguém usa essa porcaria, quando em raríssimos momentos temos que fazê-lo, o resultado é decepcionante e o processo tedioso.

Então temos: Uma tecnologia que ninguém usa, pouca gente conhece e está disseminada em tudo que é celular. Prato cheio pra alarmismo. Melhor que celular causando câncer!

O resultado natural é descrito neste artigo da PC World, Segundo a AVG, fabricante de antivírus, Hackers do Mal adquiriram tecnologia para criar seus próprios códigos QR (não ria) e estariam utilizando os recursos para fazer com que os usuários incautos enviassem SMSs premium para números no exterior, e até acessassem URLs que baixariam arquivos maliciosos.

OK, vamos lá. O sujeito COMEÇA sem sequer ter noção do alvo. “celular” pode ser um Nokia 3310 ou um iPhone 4S. Nenhum vai enviar um SMS automaticamente sem você confirmar. NENHUM vai baixar um arquivo e instalar sem vários OKs.

Se for um iPhone você sequer conseguirá instalar algo fora da App Store. Um Android até vai mas vai chiar (com razão) pedindo um monte de permissões de acesso. Symbian, idem. Blackberry, quem se importa?

Não estou dizendo que não há riscos, há muita coisa maliciosa por aí e em 2006 passei por uma experiência curiosa, quando tentaram contaminar meu Nokia 6600 num bar, via Bluetooth. Só que de lá pra cá continua valendo a regra: Pro sujeito cair nesses golpes tem que ser muito mané, a não ser que seja algo baixado de uma fonte até então confiável, como as 100 Apps maliciosas que o Google removeu do Android Market em 2011.

O cenário tende a piorar, mas é complicado quando ameaças fantasmas desviam a atenção para problemas reais.

Contador Geiger no celular? Tem uma App pra isso™

Por: em 30/01/12 na(s) categoria(s): Celular, Ciência, Computação móvel


Radiação pode até ter efeitos secundários benéficos, como estimular a indústria da construção civil em Tóquio ou diminuir os casos de bullying envolvendo cientistas fracotes irritados, mas de um modo geral não é algo benéfico quando fora de controle, por isso qualquer dica para evitar exposição é bem-vinda.

Inclusive a App que está sendo desenvolvida pelo Helmholtz Research Center, de Munique. A idéia é muito simples: Tampando a lente de um celular (no caso, Android) você bloqueia os fótons de baixa energia, mas não os de alta, nem partículas realmente decididas. Quando essas partículas atingem o sensor, este reage normalmente, gerando a pequena carga elétrica que é decodificada como um pixel. Por uma fração de segundo, um ponto pisca na tela.

Medindo a frequência com que os pontos no sensor CMOS são excitados (uia!) e levando em conta a área de superfície do mesmo, é possível calcular, de forma aproximada a dose de radiação incidente. Claro, não é possível determinar o tipo de radiação, mas é um começo.

A App está sendo vendida meio que a sério, mas é mais uma curiosidade. Alguns vão achar caros os US$4,99 pedidos mas ainda está dentro da faixa de “extravagâncias eventuais” da maioria dos compradores de apps.

Por enquanto só está disponível no Android Market, mas versão para iOS já está em desenvolvimento.

Para fins de curiosidade, veja o vídeo acima, com uma fonte radioativa “a sério”, e compare com a exposição dos raios-x de aeroporto, neste vídeo aqui:

Fonte: LH