Motorola Defy™ Mini–Entry Level, pé-de-boi e a preço atraente
Normalmente o único argumento a favor de celulares que não vêm com software controlador de ICBMs, cafeteira e câmera de 200MP é o preço, mas pelo menos dessa vez a Motorola equilibrou bem a questão custo/benefício.
O Defy Mini não é nenhum Galaxy 5, mas também não é essa a idéia. Ele não quer ser o Tenente Comandante Data, quer ser o R2D2. Não é feito pra impressionar no palco, é feito pra aguentar no bolso de quem constrói o palco.
Vejamos as características do bicho:
- Tamanho: 109 x 58,5 x 12,6mm
- Peso: 107g
- Tela: 320×480, 256K Cores, 3.2 polegadas
- Gorilla Glass
- MicroSD de até 32GB
- 512MB de ROM, 512MB de RAM
- WIFI b/g/n
- Bluetooth 2.1
- microUSB
- Cãmera traseira 3MP, frontal VGA
- GPS
- CPU com clock de 600MHz
- Android 2.3.6
- Rádio FM
- 504h de stand by na bateria, 10h de conversação, não que alguém ainda use isso como parâmetro.
Fora isso ele é resistente a água e poeira (dentro do razoável). Tem uma trava física na traseira, mostrando que é pensado como telefone pra levar no bolso da calça. A Motorola tem alguns aparelhos lindos, mas como todo smartphone topo de linha custam o equivalente ao PIB de alguns países africanos. O Defy é uma solução mais em conta, resistente a um dia-a-dia mais agitado e tem preço sugerido de R$649,00. Disponível já nas melhores lojas do ramo.
App do Dia: Denúncia, o jogo mais quente do iOS não é um jogo!
Existem vários segredos publicamente conhecidos sobre como fazer um jogo de sucesso para celular, mas é raro achar quem aplique corretamente essas regrinhas, obtendo assim o resultado esperado: Sucesso Monumental.
É o caso do Draw Something, uma App de iPad, iPhone, iPod e Android que acertou EM CHEIO no gosto popular e em 5 semanas acumulou 30 milhões de downloads e mais de 14 milhões de usuários ativos.
A idéia é MUITO simples, ele é uma espécie de Imagem & Inação, pois é assíncrono. Você recebe uma palavra, desenha e seu parceiro (não adversário) tem que adivinhar. Se ele acertar, você ganha moedas. Na próxima rodada, a coisa se inverte e é a vez do parceiro (eu sei, isso ficou desnecessariamente gay).
Acabou. É isso. Só que é extremamente divertido.
Já pode tirar aquele peixe horroroso da orelha: Tradutor Universal para iOS.
A tradução automática está longe de ser perfeita, mas excetuando-se casos de má-fé, já é funcional para o dia-a-dia. Só não é muito prático ficar digitando, e se estamos na rua, tentando entender um estrangeiro, fica complicado. Como se digita “não expor ao Sol, não molhar e não dar comida após a meia-noite” em chinês?
O Vocre é uma App de tradução pensada em conversação, e que reconhece os problemas do reconhecimento de voz. O uso é bem interessante, a interface usa o acelerômetro para alternar entre os idiomas reconhecidos/traduzidos.
Os idiomas aliás são o ponto-alto do Vocre, nada menos que 23, com direito a português brasileiro E português português.
Depois que é feito o reconhecimento de voz, você pode editar o texto, o que é bem mais rápido que ficar tentando de novo até ele reconhecer 100%, coisa que nem nem sempre é possível.
Também há um modo tabletop, onde as duas partes acionam manualmente o gravador/tradutor.
Ah sim, além da tradução aparecer em texto, ela também é sintetizada em áudio, veja o vídeo demonstrativo e deliciosamente brega deles:
Eu preferia um phaser, mas ter um tradutor universal de bolso ainda é um excelente presente para um trekker. Esse com certeza não sai mais do meu iPhone.
Detalhe: O Vocre é gratuito, e pode ser baixado aqui do iTunes.
Boot to Gecko, futuro concorrente do Android, Made in Mozilla
Normalmente eu abriria o texto com algum comentário sarcástico tipo “tudo que o mundo precisa, outro sistema operacional mobile”, mas essa iniciativa de nome horroroso da Mozilla é diferente.
O Boot to Gecko sai do modelo tradicional e se vende como um sistema para telefones low-end, aqueles onde o Android costuma capengar e o iOS nem sonha em chegar perto. A idéia do B2G é criar, logo acima do SO uma camada HTML5 e trabalhar todas as apps nela.
Eles estão desenvolvendo APIs em Javascript para bluetooth, telefonia, streaming, acesso a câmera, etc, então os desenvolvedores poderão criar apps completas, indo muito além de besteirinhas rodando no browser.
Aqui um demo do bicho rodando:
Ainda é MUITO preliminar, amador mesmo, mas tem potencial. O consumidor quer smartphones mas o custo ainda é proibitivo, principalmente em países do 3o mundo. Um celular com preço de Nokia pé-de-boi com funcionalidade de smartphone venderia feito água.
Fonte: Cnet
Como calibrar o botão Home do iPhone 4 e 4S
Antes de iniciar o texto, queria dizer que é um enorme prazer iniciar minha contribuição para o Meio Bit. Me esforçarei ao máximo para trazer muitas novidades, sempre com o foco no mundo Mobile.
Para dar início aos trabalhos, resolvi escrever sobre uma dica que pode ser muito útil para a maioria dos usuários do iPhone 4 e do iPhone 4S. Já recebi inúmeras reclamações de usuários do celular mais desejado do mercado sobre o botão Home (imagem abaixo), aquele botãozinho do meio, que a Apple mesmo já chamou de o único botão do iPhone, embora ele ainda tenha os botões de volume, vibrar e Liga/Desliga.

O fato é que embora muitos pensem que o problema está no Hardware, no botão mesmo, e que assim o mesmo deve ser trocado ou o aparelho substituído por um novo, na esmagadora maioria das vezes o problema é de calibragem.
Para poupar o tempo dos usuários, que provavelmente enfrentariam filas e horas de espera, resolvi mostrar como calibrar o botão Home do iPhone é muito simples. Para calibrar agora mesmo, é só seguir os 3 passos abaixo:
- Abra o aplicativo de Previsão do tempo do seu iPhone

- Pressione o botão Liga/Desliga do seu iPhone até a tela escurecer e aparecer na parte superior o botão vermelho de desligar.

- Pressione e segure o botão Home até que a tela volte ao normal e a barra de desligar o iPhone desapareça.
- PRONTO! O botão Home já está calibrado.
Nokia força a amizade e anuncia celular com câmera de 41Megapixels
O Gilson já deve ter falado várias vezes sobre o mito dos Megapixels, de como não importa o tamanho dos megapixels e sim o tamanho do sensor, ruído, etc. Deve ter falado que fotografia é essencialmente luz e não adianta você enfiar dois bilhões de megapixels se a quantidade de luz captada é pífia, etc, etc.
Tudo que ele falou a Nokia não leu, e resolveu ir atrás do pessoal que compra TekPix.
O hardware, claro, é de primeira, afinal é Nokia, então o 808 Pure VIew vem com lentes Carl Zeiss, gravação de áudio com tecnologia Dolby, vídeo em FullHD, saída HDMI, 512MB de RAM, 16GB de armazenamento e um ESSENCIAL slot pra cartão MicroSD.
Junto um sensor cujo termo técnico é “boçal” capaz de captar imagens com 41Megapixels.
Isso dá, em termos de resolução, fotos de 7392 x 5544. Comprimido em PNG uma imagem dessas ocupa 16MB. Em RAW12, isso sobe pra 61.5MB. 10 fotos por CD-R, que tal?
Obviamente o celular não faz filmes a essa resolução. Isso vai bem além mesmo da capacidade da RED, o Rolls Royce das câmeras de cinema digital, que filma a 5K, 5120 x 2700, meros 13.8Megapixels.
Assim é seguro dizer que ou a Nokia fez mágica ou esses 41MP serão totalmente subutilizados, lembrando até os MPx que infestam o Mercado Livre.
Ah sim, pra piorar o aparelho roda Symbian Belle.
Sim, a Nokia ainda insiste no sistema operacional morto e enterrado, mesmo já tendo se tornado a maior vendedora de Windows Phone do mercado.
O Nokia 808 Pure VIew custará por volta de €450, em Maio, quando chegar às lojas. Até lá será interessante ver os testes e como os 41Megapixels se sustentam no mundo real.
Fonte: SG

