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A orquestra de vegetais


Para quem anda meio tristinho com o fato de levar um nabo direto, o mundo não se acabará e você ainda pode surpreender à todos com genialidade e talento.

Estes insanos ultra-criativos dos videos abaixo são os músicos da “The Vegetable Orchestra“. O grupo, nascido em Viena, Áustria em 1998, faz concertos incríveis pelo mundo todo.

As músicas que o grupo procura desenvolver são fusões de free jazz, noise, dub, eletrônica e beats experimentais, house e música contemporânea.

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Batman vs. Wolverine? Na França e com a ajuda do Blender, aconteceu!


A Atomic Production é um pequeno estúdio de Bourdeax, na França. Seu fundador, Piere Desgranges, sabe-se lá por qual motivo decidiu que faria um curta com o morcegão. Com baixo orçamento e provavelmente sem o aval da DC, começou a produzir Batman: Delivrance.

Para embolar ainda mais o meio de campo, no curta Batman troca uns sopapos com… Wolverine, da Marvel! Nada, nada, o esperto Piere pegou os personagens mais carismáticos de cada editora para fazer seu filme e chamar a atenção. Conseguiu!

Batman contra Wolverine. Quem vencerá!?

Batman contra Wolverine. Quem vencerá!?

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As mil e uma criaturas do monstro do Stop Motion: Ray Harryhausen


Harryhausen 3

Esta pequena jóia de vídeo (abaixo) cataloga todo o trabalho do grande maestro de Stop Motion Ray Harryhausen e todas as suas bestas, monstros, criaturas míticas e maravilhosas invenções.

O vídeo descreve cronologicamente todos os trabalhos do mestre, desde Mighty Joe Young até Fúria de Titãs. Um presente para quem tem mais de 30 e para todo o resto também.

Em tempos de CGI e 3D, vale muito a reverência para um gênio que fez muita gente sonhar com as mãos de sua imaginação artesanalmente materializada no quadro-a-quadro.

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Livro Fotografia de Retratos de Bill Hurter

Por: em 04/07/11 na(s) categoria(s): Áudio Vídeo Fotografia, Resenhas


Essa semana estou em contagem regressiva. No sábado começa o primeiro curso de Nu Artístico e Sensualidade da região do Pontal do Paranapanema. O evento está sob minha responsabilidade e vou tentar passar um pouco dos 10 anos de experiência que possuo na área para meus alunos. Mas, esse não é motivo desse texto. Ao começar a montar a aula comecei a ler um livro recém adquirido e que ainda não tinha resenhado por aqui. Como a fotografia de nu não deixa de ser um retrato, nada melhor do que ler o manual Fotografia de Retratos do fotógrafo Bill Hurter para ter inspiração e relembrar alguns conceitos básicos.

O livro foi lançado no Brasil pela Editora Photos e trabalha de uma maneira bem ampla com o tema de retratos. Já tratamos do tema aqui no Meio Bit em algumas ocasiões e até fizemos um desafio fotográfico de retratos, mas se você quer aprender o básico sem gastar muito, então o seu caminho é esse manual. A leitura é muito simples  e o livro é recheado de diversas fotos exemplificando as dicas que estão sendo dadas. O legal é que as fotos possuem o exif completo em sua legenda mostrando para o fotógrafo como o equipamento estava regulado. O único probleminha são alguns erros de concordância, provavelmente por conta da tradução, porém não comprometem a leitura e a absorção da informação.

Gostei muito do fato do livro ser uma mistura entre o lado técnico da construção de um retrato e o lado artístico. Vejo muitos cursos e workshops onde o instrutor sempre foca mais em um dos aspectos. Eu acredito que a técnica é tão importante quanto o olhar. Por isso que sempre tento misturar os dois na medida certa em minhas aulas. O primeiro capítulo é sobre Equipamentos e Técnicas Básicas, e podemos notar que é bem introdutório mesmo, mas com informações muito importantes. Aqui são tratados temas relacionados a câmera ideal, distância focal, fotometria, luzes e modificadores de luz. O segundo capítulo é direcionado às Boas Técnicas de Trabalho Digital. Se você nunca se interessou ou entendeu para que servem os espaços de cor, os formatos de arquivo, os metadados ou a questão da latitude de exposição, então está na hora de ler esse capítulo. Porém, o melhor é tocar em um assunto que pouca gente conhece ou ouviu falar. Estou me referindo ao índice de exposição de cada câmera. De quebra, veja de maneira descomplicada para que serve um cartão cinza 18%.

O terceiro e o quarto capítulo são dedicados a poses e composição dos retratos. Muito legal ver as soluções para posicionar as modelos e a melhor maneira de dirigir a cena. De quebra ainda temos um pouco sobre regra dos terços e a Proporção Áurea, coisa que pouca gente consegue entender. Logo depois entramos em três capítulos que possuem por objetivo tratar da iluminação. Embora existam preferências entre estúdio e luz natural, as variações dentro dessas duas modalidades são gigantescas. Aqui aprendemos a iluminação básica de retratos, as variações de iluminação e a iluminação externa. Fechando o livro temos os capítulos sobre técnicas corretivas, técnicas de retoque com o Photoshop e Impressões Finais, para você que vai passar sua imagem para o papel.

Em alguns pontos o livro realmente nos trás uma linguagem bem básica, bem didática, mas a importância das informações é inquestionável. Ótimo para quem quer começar a aprender composição e, principalmente, direção de modelos, uma coisa que deixa muito iniciante na fotografia com cabelo arrepiado. O livro Fotografia de Retratos de Bill Hurter já está em sua segunda edição e se encontra a venda no site da Editora Photos. O valor do investimento é de R$ 89,00.

Ricoh compra Pentax em negócio milionário

Por: em 01/07/11 na(s) categoria(s): Áudio Vídeo Fotografia, Notícias


Parem as prensas, novidades chegando ao mundo da fotografia. Em um anúncio surpreendente a Ricoh, fabricante de câmeras compactas, torna pública a compra da divisão de imagem da Hoya, ou seja, eles estão levando para casa a Pentax. O negócio envolve a quantia de 10 bilhões de yens, ou 125 milhões de dólares. A Pentax é uma das empresas mais tradicionais dentro do ramo fotográfico, mas vem perdendo mercado progressivamente dentro do mundo da fotografia digital. Isso é um grande mistério, já que as câmeras fabricadas pela empresa são de grande qualidade.

A Ricoh é uma empresa que aposta em câmeras compactas, mas não possui a tecnologia necessária para entrar no mundo das câmeras com lentes intercambiáveis. Assim como a Sony fez com a Minolta, agora eles estão adquirindo esse conhecimento com a compra da Pentax. No pacote estão levando todo o Know-How tecnológico e as instalações (como a fábrica do Vietnã). A Hoya por sua vez vai manter as outras linhas da Pentax, como os equipamentos médicos. Comparando a produtividade e tamanho das duas empresas, basta dizer que em 2010 a Ricoh produziu 500.000 câmeras enquanto a Pentax bateu a casa de 1,63 milhões de câmeras no mesmo período.

A Ricoh vem passando por um grande processo de reestruturação nos últimos meses. Cortaram quase 10% da mão de obra e conseguiram sair do vermelho para o azul no último trimestre. Agora que está sobrando dinheiro decidiram dar mais um passo em seus planos de conquista global (não resisti à brincadeira). Outra grande vantagem ao comprar a Pentax é se apoderar de seus esquemas de distribuição de mercadorias na Europa e no Ocidente como um todo. Quem sabe agora tenhamos campanhas de marketing e distribuição mundial dos produtos da Pentax, afinal de contas eles serão o carro chefe da nova empresa. Adoraria ver as câmeras e assistência técnica de forma constante no Brasil.

Olympus Pen EP3, EPL3 e EPM1


O pessoal que gerencia a Olympus é meio maluco. Sei que eles possuem um bom produto em mãos e que a série Pen digital tem o apelo de ser a continuação de uma câmera clássica, mas lançar três equipamentos com grandes similaridades de uma só vez me parece um pouco ousado. Talvez esse seja um reflexo da concorrência não declarada com a Panasonic. As duas empresas se uniram para criar o sistema micro-quatro-terços tendo como base o sistema quatro-terços que a Olympus já usava em suas câmeras reflex. Depois que as câmeras começaram a chegar ao mercado notamos que os equipamentos da Panasonic possuíam um apelo popular muito mais forte, além de qualidade e uma variedade bem maior. A Olympus agora está na terceira geração de suas câmeras mirrorless e parece que só agora as coisas estão entrando nos trilhos.

Hoje tivemos o anuncio de três modelos. Estamos falando das Olympus Pen EP3, Pen EPL3 e Pen EPM1. Aqui temos muitas similaridades entre essas três câmeras. Todas se utilizam do mesmo sensor CMOS de 12 megapixels e estão equipadas com o novo sistema de autofocus rápido que a Olympus desenvolveu para corrigir a principal crítica que foi feita a suas câmeras. Segundo testes que já foram feitos em alguns sites gringos, a velocidade do foco fica em torno de 0,1 e 0,5 segundos. Claro que vai depender muito da cena que está sendo fotografada.

A Pen EP3 ainda apresenta algumas novidades. Agora temos um flash incorporado, além da sapata hotshoe para flash externo, luz auxiliar de autofocus e a sensibilidade ISO chegando a 12.800. Também temos que lembrar que a câmera está preparada para fazer vídeos em alta definição Full HD com 29 minutos de duração. Fechando o pacote, temos que falar do visor OLED móvel sensível ao toque de 3 polegadas com 640 mil pixels de resolução. A câmera também vem equipada com uma versão estendida dos filtros artísticos e estabilização de imagem no sensor, sendo compatível com todas as lentes da empresa. A única crítica que encontrei ao equipamento até agora foi que a quantidade de fotos por segundo executadas no modo contínuo é menor que nos dois modelos mais inferiores. Ela é capaz de fazer 3,5 fotos por segundo, mesmo usando o processador dual core TruePic VI.

Já a Pen EPL3 é muito parecida com a irmã maior, mas com algumas diferenças que, em minha opinião, são apenas superficiais. Em um quesito ela é superior. Ela consegue fazer 5.5 fotos por segundo, utilizando o mesmo processador e mesmo sensor. Essa ninguém entendeu. No resto, ela possui um visor LCD fixo com resolução de 430 mil pixels, menor velocidade de sincronismo de flash (1/160 contra 1/180), não possui flash incorporado, apenas a sapata para flash externo e apenas quatro filtros artísticos. E as diferenças acabam por ai. Talvez seja vantajoso adquirir esse equipamento dependendo dos preços de cada uma das câmeras.

E por fim temos a Pen EPM1 que se assemelha muito a uma câmera compacta. O corpo dela é bem pequeno e possui poucos botões de comando externos. O LCD é de 4 polegadas e não é articulado. Também não possui o botão de controle de modos de foto na parte superior. Porém, ela mantem o mesmo sensor das irmãs maiores, faz 4,1 fotos por segundo no modo contínuo e possui 6 filtros artísticos.

Infelizmente, a única que possui preço anunciado é a Pen EP3 que chega em agosto com a nova lente 14-42mm II R custando US$ 899,00. Ou seja, continua um equipamento caro.