Siri responde por 25% das buscas do Wolfram Alpha
O Wolfram Alpha é aquele site de respostas (e não de buscas) que procura responder sua pergunta com fatos, não com links. Difere dos buscadores tradicionais por ser um site-fim, não intermediário. Claro, seu processamento de linguagem natural tem altos e baixos, em um dia ele é útil como a Cortana, em outros se parece com o computador da Coração de Ouro. Na média, é excelente.
Sua utilização pela SIRI é um passo lógico, nada mais natural que interligar uma interface de linguagem natural com um site em linguagem natural. Mesmo assim os valores reportados de uso são surpreendentes.
Lembrando que SIRI só está disponível para usuários do iPhone 4S, e fora dos EUA boa parte de seus recursos não funciona, e que mesmo assim só parte das consultas vai para o Wolfram Alpha, mesmo assim a App da Apple corresponde a 25% das consultas do site.
Nada mau para algo que haters juraram que ninguém usaria, que somente seria demonstrado em festas, como brinquedo de macfag, e homens de verdade usam o Google escrevendo em binário.
Ecossistema de Apps gerou quase 500 mil empregos, só nos EUA
Na última década o mundo não esteve lá muito bem das pernas em termos econômicos, principalmente os EUA. 11 de Setembro, Katrina, o derretimento das calotas polares de Wall Street, Bernie Madoff, 3 guerras, China batendo na porta cobrando o aluguel e Hilary dizendo que Obama saiu e não tem hora pra voltar…
Mesmo assim um setor cresceu MUITO, tenho praticamente surgido do zero em 2007, com o advento do iPhone: A área de desenvolvimento de Apps.
São 466 mil novos postos de trabalho, entre startups, pequenas softhouses e divisões mobile dentro dos estúdios mais tradicionais. E o mais interessante: 2/3 dessas posições estão fora do binômio NY/LA.
Enquanto a indústria de TI tradicional rastejava numa quase recessão, um monte de gente corria para aprender Objective-C e desenvolver apps para iPhone. Com a estabilização do Android como plataforma concorrente, os cursos de LOGO se encheram de alunos (not really) e milhares de Apps surgiam enriquecendo o ecossistema.
A explicação está no custo. O preço mais rasteiro para uma App de iPhone, ao menos nos primeiros anos no Brasil era de R$35 mil, e apps que qualquer programador decente faria em um dia. Eu, em 5. Por sorte esse modelo foi substituído por investidores E programadores isolados vivendo –e bem- de venda direta e publicidade.
O setor se tornou uma verdadeira meritocracia, onde os bons são recompensados por seu talento. No mundo do Blackberry por exemplo 13% dos desenvolvedores que distribuem seu trabalho na App Store da RIM ganham mais de US$100 mil por ano.
É uma volta aos primórdios da microinformática, quando indivíduos ainda faziam a diferença, jogos não custavam dezenas de milhões de dólares para ser feitos e uma boa idéia podia tomar o mundo. Minecraft está aí para provar que a Boa Idéia ainda vence.
Fonte: CN
Limitação da Siri no iPhone 4S: Quem diria, não era marketing
Quando a Apple avisou que Siri só funcionaria no iPhone 4S a chiadeira foi geral, e nem falo das patéticas “alternativas” para Android, como um sujeito que chegou a roubar o ícone da aplicação da Apple, criar uma App que redirecionava para os Comandos de Voz do Android e subir para o Market.
Ficou mesmo parecendo que a decisão de só disponibilizar Siri no 4S era algo arbitrário, afinal o iPad 2 tinha o mesmo processador A5, e as versões jailbreakadas rodavam Siri no iPhone 4, e até mesmo no 3GS.
Só que rodavam mal, o reconhecimento de voz era notoriamente ruim. Qual o mistério?
O truque é um chip da Audience, com uma tecnologia chamada EarSmart. Esse chip é um processador de áudio projetado para filtrar e melhorar voz humana. Ele utiliza engenharia reversa do processo natural de audição, dois microfones no celular e faz todo um trabalho de cancelamento de ruído.
Por isso a Siri escuta bem MESMO com o aparelho longe do rosto do usuário, calcanhar de Aquiles da maioria das tecnologias semelhantes.
A polêmica toda poderia ter sido evitada se a Apple tivesse explicado isso, mas quem disse que a Apple tem a menor preocupação em responder a um monte de blogueiros e jornalistas mimizentos?
A mídia especializada ainda não entendeu que a Apple NÃO está na defensiva, estão sentados em uma montanha de dinheiro e construindo sua própria versão da Nave da Destruição da Legião do Mal. Seu único foco é fabricar produtos que maravilhem seus consumidores, sem se preocupar com explicações e justificativas técnicas. Estão errados? Tenho US$100 bilhões mostrando que não.
Fonte: SG
Aponta estudo: Apps de iOS crasheiam mais do que Android. Lord iVader diz: NOOOOOOOOO!!!!!
A Crittercism, empresa especializada em monitoração de aplicações mobile estudou os dados de crashes durante a primeira quinzena de Dezembro, e descobriu um fator no mínimo inesperado: Dentre as aplicações mais populares nas plataformas iOS e Android, a média de falhas é relativamente alta:
No caso do iOS 0,51% das vezes em que os usuários chamaram uma aplicação, ela deu pau. Já no Android a estatística caiu para 0,15%.
As amostras envolveram 23 versões do iOS e 33 versões do Android, ou seja: Acharam gente rodando todo tipo de celular desatualizado, e isso é parte –parte- do problema.
O CEO da Crittercism, Andrew Levy apontou, além dos sistemas operacionais desatualizados, outras origens para as falhas: Servidores de Publicidade, sistemas de estatísticas de uso online e até mudança entre 3G e WIFI.
Ele também apontou como explicação para a performance inferior do iOS a recente migração para o iOS5, que muitas aplicações ainda não teriam assimilado corretamente.
Assim fica difícil. Dá pau porque a gente está desatualizado, e dá pau porque não está?
A verdade que nenhum macfag gosto de admitir publicamente é que há aplicações muito mal-comportadas no iOS, principalmente em aparelhos mais antigos. A App oficial do Twitter por exemplo adora dar pau em iPads antigos. Jogos então nem se fala. A App do WordPress levou muita gente a procurar tratamento contra depressão.
O segredo é que as Apps do iOS morrem uma morte graciosa, em silêncio. Isso é psicologicamente confortador, uma janela avisando “seu programa morreu” te dá uma pausa pra pensar no que perdeu. Voltar direto pro “desktop” pula essa parte.
Fonte: TR
Vergonha Alheia Made in Taiwan
Não deixam o coitado do Steve descansar em paz. Agora ele é invocado em um patético comercial de um patético tablet Android genérico chinês rodando versão 2.3.3.
Dizem os chineses que Steve Jobs fez grandes coisas e eles querem fazer também, e é uma homenagem, não estão se aproveitando da imagem do falecido. Então tá.
Pelo menos desviou a atenção da verdadeira vergonha, o Action Pad.
Fonte: TC
O maior segredo da Apple: A cara da Siri
Existem duas formas de fazer merchandising em TV: A boa e a da Globo. A da Globo é aquela cena onde os protagonistas da novela aleatoriamente decidem ir ao banco e ficam 20 minutos conversando com o gerente, que explica como o Itaú é lindo maravilhoso e multiplicará seu dinheiro, de forma bem didática afinal a protagonista rica e poderosa tem a mesma percepção mental que o espectador classe D e E de 25 a 45 anos, com 2o Grau incompleto.
A forma boa rende episódios como o Kinect em Smallville, o iPhone de House, o Photosynth em CSI ou o iPad em Modern Family.
Essa semana mais um case entrou para o roll dos bons merchãs: Em Big Bang Theory o Raj compra um iPhone 4S, e fica maravilhado com a Siri. Curiosamente sem o nome do aparelho nem o da Apple são citados em qualquer parte do episódio, mostrando um mínimo de respeito pelas capacidades intelectuais do espectador.
Há até uma gag onde Barry Kripke o sindicalista cientista rival do Sheldon reclama que Siri é uma porcaria, que o reconhecimento de voz não funciona. Claro, ele tem língua presa, mas é um merchã onde um consumidor mostra com todas as letras uma limitação do produto.
Raj vai se apaixonando pela Siri, afinal é uma “mulher” com quem ele pode falar sóbrio, que tem todas as respostas e é atenciosa. Depois de um double date sensacional, ele dorme e tem um sonho onde encontra… Siri.
Incorporada pela totosa Becky O’Donohue, Siri se tornou mais interessante ainda. Pena que a fobia social de Raj falou mais alto, veja, e repare no detalhe que Siri usa algo muito parecido com… Surface:
AVISO: Este post contém spoilers do último episódio de Big Bang Theory. Se você ainda não assistiu, por favor pule.



