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Warhammer 40,000: Space Marine – Análise

Por: em 26/01/12 na(s) categoria(s): Análises, Computadores, Games, Microsoft, Sony


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A franquia Warhammer 40,000 nasceu nos tabuleiros na década de 80 e desde então conquistou uma imensidão de fãs ao misturar a ficção-científica com fantasia e nos videogames ela ficou mais conhecida por alguns jogos de estratégia desenvolvidos pela competente Relic Entertainment. Foi então que a THQ, visando expandir o público alvo, deu à Relic a missão de criar um título focado na ação, nascendo então o Warhammer 40,000: Space Marine.

Distribuído no Brasil pela Arvato Games com versões para o Xbox 360, Playstation 3 e PC, a primeira impressão ao iniciarmos a campanha principal é de estarmos diante de um capítulo da série Gears of War, com a câmera em terceira pessoa seguindo o protagonista e uma grande quantidade de inimigos surgindo a todo estante no cenário bastante destruído, mas ao contrário dos jogos da Epic Games, aqui grande parte das batalhas acontecem a curta distância, com o jogador conseguindo desferir uma razoável sequência de golpes caso julgue ser a melhor solução.

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Salada de Frutas: O jogo que não funciona

Por: em 20/12/11 na(s) categoria(s): Análises, Celular, Jogos


Procurando joguinhos bacanas na App Store Brasil (sim, existem, mas ficam escondidos pelo nome de “Entretenimento”), encontrei um que parecia ser uma imitação do Fruit Ninja. Se parecia ser, esperava que fosse bom. O jogo Salada de Frutas custa US$0,99, até peço desculpas por ter errado no vídeo o valor (citei que era US$1,99).

O problema é que o jogo simplesmente não funciona. Nas duas primeiras tentativas, a tela de início carregava e depois ficava uma tela preta. Para tentar “remediar” vi que o iPhone estava mudo, coloquei o som ativo e ele magicamente funcionou. Fui jogar, as frutas apareciam na tela e… e… cadê a lâmina? Não é mentira, gravei tudo em um vídeo (e peço desculpas pela minha voz, além de gripado ela não é muito boa…).

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Battlefield 3 – Análise

Por: em 14/12/11 na(s) categoria(s): Análises, Computadores, Games, Microsoft, Sony


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Desde que foi mostrado pela primeira vez, a minha expectativa pelo Battlefield 3 foi do mais alto patamar até um quase total desinteresse. Isso aconteceu porque a partir do momento em que o jogo foi lançado vi algumas análises criticando a sua campanha principal e várias pessoas reclamando da sua falta de originalidade, mas ainda assim resolvi arriscar e posso dizer que valeu a pena.

Apesar de contar com um modo singleplayer curto e com enredo batido, gostei da maneira como a história foi contada, em flashbacks, além de apresentar algumas reviravoltas  e embora os momentos marcantes sejam menos impactantes do que os vistos na série Modern Warfare, eles estão presentes, como na missão em que estamos a bordo de um F/A-18 Hornet, ao vermos dezenas de paraquedistas russos saltando sobre um descampado ou mesmo o trecho final.

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[Resenha] Rocksmith: a evolução dos games musicais

Por: em 12/12/11 na(s) categoria(s): Análises, Games, Microsoft, Sony


Sequer sabe segurar um violão direito, ou mesmo posicionar os dedos nos trastes. Os dedos curtos e grossos não ajudam. Como quase todo amante de música, já sonhou interpretar os sucessos de seus astros favoritos, mas numa loja de instrumentos musicais se sente a pessoa mais idiota e ignorante do mundo. Um dia, foi lá com uma pequena caixa embaixo do braço, comprou uma Eagle usada, algumas palhetas, nenhum amplificador, e foi pra casa ligar o Xbox. Duas horas depois já se sentia o Slash e tocava de verdade.

É essa a sensação de quem joga Rocksmith e não sabe nada de guitarra. Lançado no fim do mês passado, o disco do jogo vem acompanhado de um cabo USB para conectar o instrumento ao console, e apesar de conquistar os corações dos amadores, muito provavelmente também será apreciado pelos Pros. Com uma curva de aprendizado adaptada ao ritmo de cada guitarrista, inexistência dos tradicionais níveis de dificuldade, e um repertório variado indo do indie ao clássico (mas ainda com poucos DLCs), o jogo da Ubisoft já se tornou um favorito na minha estante, e será responsável pelo fim da minha frustração por não ter aprendido nenhum instrumento musical, frustração esta que também é a de vários nerds.

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Confirmado: Usar o XBox 360 com a nova dashboard é muito melhor

Por: em 07/12/11 na(s) categoria(s): Análises, Games, Microsoft, Microsoft


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Desconsiderando as mudanças no design do próprio aparelho, quantas vezes uma fabricante pode reinventar seu console? Quando há alguns anos a Microsoft fez profundas mudanças da dashboard do Xbox 360, parecia que o aparelho seguiria com aquela interface até o fim, mas com a chegada do Kinect a empresa de Redmond percebeu que a Metro se encaixaria muito melhor com a utilização sem joystick e liberou ontem uma atualização que novamente altera bastante a forma como usamos o videogame.

Após utilizar a nova dashboard por alguns minutos, tanto com o controle quanto com o Kinect, confesso que a sensação inicial é estranha. Não porque o sistema não funcione corretamente, pelo contrário. O problema é que se trata de um interface muito diferente, mas com uma utilização extremamente mais intuitiva, o que acontece também devido ao design mais sóbrio que o anterior.

Por falar em visual, impressiona o trabalho realizado pela Microsoft. A nova cara do Xbox 360 é belíssima e extremamente agradável, eliminando topo tipo de artifício desnecessário e agora as informações ficaram muito mais fáceis de serem encontradas.

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Halo: Combat Evolved Anniversary – Análise

Por: em 28/11/11 na(s) categoria(s): Análises, Games, Microsoft


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Numa época em que muitas desenvolvedoras descobriram que lançar coletâneas com versões remasterizadas de alguns de seus títulos pode ser uma ótima oportunidade de lucrar um pouco mais com franquias famosas, Halo: Combat Evolved Anniversary surgiu como mais um remake que poderia não trazer nada mais do que gráficos menos borrados, mas depois de terminá-lo pude comprovar que ele possui muito mais do que isso.

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