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Live unboxing: Novo Xbox360 Elite

Por: em 21/06/10 na(s) categoria(s): Análise, Análises, Games, Hardware, Meio Bit, Microsoft


Hoje, às 4 da tarde, teremos o unboxing (ou, “desencaixotamento”) ao vivo do novo Xbox360 Elite, já apelidado de slim, que foi apresentado na semana passada durante a keynote da Microsoft na E3.

Desta vez, farei um “real” unboxing: nem eu mesmo ainda abri a caixa da Amazon, que chegou têm 15 minutos aqui.

Lembrando, começa às 16h (horário de Brasília) e conto com a participação de todo mundo!
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Futuro nas Nuvens?


Se o seu sonho de infância era um dia poder trabalhar com a cabeça nas nuvens, pode ser que a sua hora chegue (mesmo que não exatamente como você imaginava).
Uma pesquisa recente feita pela Universidade de Elon com aproximadamente 900 experts em tecnologia/internet e analistas sociais apontou que até o ano de 2020 ‘os usuários da rede mundial viverão principalmente na nuvem (cloud)’.

Dos entrevistados, 71% predizem que trabalharemos primariamente através de soluções baseadas em web ou mobile apps iguais ao Facebook e ao Google Docs e que deixaremos em massa a instalação pontual de softwares em nossos desktops.

Não se trata de um forecast sobre a morte definitiva do desktop, ao menos não por enquanto. De acordo com o estudo, a maioria dos respondentes acredita que essa nova matriz será composta por um híbrido de cloud e desktops recheados de programas baseados na rede.

Essa questão sobre aplicações do tipo cloud foi levantada como parte de uma pesquisa contendo 10 questões que foi conduzida em conjunto com o Pew Research Center.

Mas nem todos concordam com isso. Alguns dos especialistas não levam a coisa tão a sério, baseando seus argumentos em questões como segurança e privacidade.

“Você não vai contar com a nuvem para confiabilidade, securança e privacidade” profetiza um dos respondentes, Barry Wellman, professor de sociologia e diretor do NetLab de pesquisas da Universidade de Toronto/Canada.

Um blogger corporativo prevê a formação de uma grande ‘onda de cloud-terrorismo’ fazendo com que as pessoas percam a confiança após grandes ataques às redes e sistemas do tipo cloud.

Craig Partridge, cientista-chefe da BBN Technologies anota:

‘Penso que a grande questão será a privacidade da informação. Como você vai realmente controlar o acesso de dados valiosos se eles estão na nuvem? Como você vai recuperar o seu próximo livro ou seus registros de negócio se a nuvem falhar?’

Será mesmo que para a grande massa o desktop vai se confinar apenas ao papel de Nossa Senhora dos Backups?

source: CNN Tech & Mashable

PDA Net: Tethering pelo Android sem usuário root

Por: em 10/06/10 na(s) categoria(s): Análise, Meio Bit


Estava procurando uma solução gratuita para fazer o tethering do meu celular, um Motorola Milestone, sem precisar do famoso usuário root. Procurando na Market do Android, terminei por achar a aplicação chamada PDA Net, que possui versão para iPhone também.

O app é gratuito por 30 dias, depois você precisa pagar para obter suporte ao protocolo HTTPS (e como eu uso direto o GMail e Google Apps, resolvi comprar). O valor foi aproximadamente R$ 36,00, em um só pagamento. Os testes que tive com o app foram sensacionais.

O programa às vezes não conectava. Não sei o problema era com a 3G ou com o app. Sei que bastava desconectar e conectar novamente, que funcionava direitinho. A única “chatice” é ter que baixar um programa e instalar no notebook (suporta Windows e Mac) e no smartphone.

Apresenta uma interface bastante simples, que mostra: a quantidade de conexões utilizadas no momento, quantidade de MBs usados para upload/download e a quantidade de bateria. Permite a conexão via USB ou Bluetooth (e apesar do meu Macbook ter Bluetooth, confesso que não cheguei a testá-lo). No computador, a instalação é bem simples. Basta baixar o arquivo, conectar o celular (será instalado o driver) e depois começar a utilização. Tanto no meu PC (Windows 7 Ultimate 64-bits) quanto no meu Macbook (Mac OS X 10.6.3) não foi necessário reiniciar.

A velocidade da internet estava excelente. Tanto que fiz um live pelo tinychat com mais de 8 câmeras ligadas ao mesmo tempo. Algumas vezes, ele sofria uma longa travada e depois de um segundo voltava ao normal. Ou então a internet caía (quando no medidor de bytes mostrou: 800MB de tráfego gerado :-D ). Ele manteve uma velocidade excelente, mesmo eu acessando a 3G do interior de Pernambuco (Gravatá, mais precisamente).

Ele está disponível para os seguintes smartphones: Android, Palm Treo 650/680/700p/755p/Centro, Windows MobileiPhone, Blackberry.

Nota: 8

O Negócio é proteger o Negócio

Por: em 09/06/10 na(s) categoria(s): Análise, Apple e Mac, Indústria


É comum lermos e ouvirmos dizer que a Apple não é uma empresa de hardware, que não vende aparelhos, que não vende sistemas operacionais, que vende uma experiência no lugar de tudo isso. Claro, desde de que o usuário sinta que está mesmo passando por uma experiência, o discurso de marketing pode até se confirmar, tal qual as expectativas e as direções da marca.

O início dessa ‘experiência’ fatalmente começa quando alguém (normalmente o próprio Steve Jobs) clica pela primeira vez o botão de seu contole remoto e começa a Apple Keynote da vez na WWDC. Tudo começa com uma caixa preta, um período de silêncio, muitos desenvolvedores juntos em frente à tela e… boom! Filas e cotoveladas pelas as Apple Stores do mundo. Recordes são batidos, prateleiras são esvaziadas.

Digam o que quiserem, mas no mundo abarrotado de smartphones, netbooks e todos os gadgets-copies do universo de hoje, a Apple pode. iPode.

Mas e a experiência? Do que ela é realmente feita? De proteção, passos calculados e olho no usuário. Continue lendo »

Safari 5, sim salabim… saiu

Por: em 08/06/10 na(s) categoria(s): Análise, Apple e Mac, Software


Bem, tudo afinal se confirmou e os rumores desta vez se provaram verdadeiros. Os tais ‘documentos’ citados pelo MacGeneration estavam bem próximos daquilo que a apple anunciou hoje sobre o Safari 5 (já disponível), logo após a WWDC.

Safari Reader. O objetivo deste novo adicional é remover quaisquer distrações como anúncios e pseudo-decoradores de páginas que não deveriam estar ali quando estamos a ler artigos online. O mote ‘somente a história, e nada além da história’ é tão honesto quanto funcional.

De facto, a página fica mesmo ‘clean’. Particularmente, me agrada. Pode não agradar quem curte uma bagunça visual durante a leitura, mas a meta é devidamente atendida. Os botões em alpha costumeiramente bacanas do já usual leitor de .pdf on-page permanecem na página, e quando chamados no Safari Reader com o movimento do mouse oferecem a possibilidade de se enviar a página por email (O velho Command + i), imprimir e opções de zoom. Na versão Reader, a página vem apenas com o texto em questão e eventuais imagens. Bem limpa, como se propõe.

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GeForce GTX 465: “vai que é tua”, nVidia!

Por: em 07/06/10 na(s) categoria(s): Análise, Computadores, Hardware, Indústria


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Após meses de muita especulação, chegam ao varejo as primeiras placas de vídeo equipadas com o processador gráfico dedicado GeForce GTX 465. Tal GPU dedicada será o mais barato chip baseado na microarquitetura Gráficos Fermi 100, pelo menos enquanto aguardamos as placas de vídeo baseadas nos chips GF104, GF106 e GF108 da nVidia.

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O processador gráfico GeForce GTX 465 será baseado no chip GF102, onde teríamos um GPC e um outro SM adicional desativados, quando comparamos tal chip ao projeto original do Fermi.

É um belo ‘sacrifício’, em nome do reaproveitamento de chips defeituosos (do GF100 original) e conseqüente desconto nos precinhos “camaradas” das respectivas placas de vídeo, estas por volta dos 279 dólares no Ocidente (ou € 279,00 no velho continente).

Apenas para termos idéia do que tal perda representaria no ponto de vista do desempenho, relembremos o seguinte:

Laguna_GForceGTX465_07jun2010

Cada Cluster de Processamento Gráfico (GPC) do Fermi possui 4 unidades de Múltiplo Processamento em Fluxo Gráfico (SM) e é associado diretamente a no máximo um canal e meio de memória (interface de 96 bits). Por sua vez, cada SM possui 32 CUDA cores (ALUs), 4 texturizadores (TMUs) e 3 rasterizadores (ROPs).

Na microarquitetura Fermi, os 4 TMUs formam, em conjunto com uma unidade tesseladora, o chamado motor polimórfico (PE), responsável por toda a geometria executada via hardware em cada SM. Algo análogo ocorre com o motor de rasterização (RE), também presente em cada SM e que engloba os 3 ROPs do SM.

Resumindo: o Fermi original possui 4 GPCs e 16 SMs, o que, em teoria, nos daria um processador gráfico dedicado ao DirectX 11 com 512 ALUs, 64 TMUs, 48 ROPs e interface de memória 384 bits. Na prática, temos os dados abaixo para a GeForce GTX 465:

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