Criador do Braid diz que não vale a pena ter próximo jogo nos consoles

dori_wit_29.09.11

Muitas pessoas que gostaram do Braid aguardam com grande ansiedade a próxima criação de Jonathan Blow, mas a má notícia para aqueles que esperavam uma versão para o Playstation 3 ou Xbox 360 é que o game designer revelou que o hardware defasado dos consoles fez com que sua equipe desistisse da conversão do The Witness.

Gostamos do 360 e do PS3, mas as suas especificações já tem mais de cinco anos e em se tratando de computação isso é muito tempo. O tipo de truques que temos que fazer para ter esse jogo funcionando nessas plataformas dá tanto trabalho que neste ponto não vale a pena para nós fazer isso.

Para esse tipo de jogo eu gostaria que a nova geração de consoles já tivesse sido lançada, mesmo que isso significasse apenas processadores gráficos mais rápidos e mais memória RAM, porque ter mais memória poderia fazer uma enorme diferença em trazer um jogo assim para os consoles.

Agora, quer saber o que deixa o comentário de Blow ainda mais surpreendente? O fato de que além do PC há uma versão prometida para o iPad, o que segundo ele será possível porque até o lançamento do jogo, daqui há mais ou menos um ano e meio, uma versão mais poderosa do tablet já deverá estar no mercado. Ele também não descarta que o jogo apareça no Wii U, mas isso dependerá da quantidade de memória que o console da Nintendo terá.

[via VG247]

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Anônimo

    Putz, surpreendente o comentário mesmo, roda Crysis mas não o “sucessor” do Braid?

    • Não é que não roda. O problema é o trabalho extra para otimizar o jogo para rodar em um aparelho com menos memória.

      A Crytek, com dezenas de pessoas e muito mais dinheiro, demorou três anos para fazer uma versão de Crysis que rodasse nos consoles atuais. Imagina uma equipe de meia-dúzia de profissionais independentes… Ia levar anos, e provavelmente o retorno financeiro não compensaria.

      O que foi estranho à primeira vista é o fato de rodar em iPad. Mas ao mesmo tempo, hoje temos celulares com a mesma quantidade de memória RAM dos consoles (Xperia Play = 512 MB, PS3 = 256 sistema + 256 vídeo, Xbox 360 = 512), então não é inconcebível vir um iPad 3 com 1 GB de RAM. E como o sujeito citou especificamente memória…

      • Foi essa mesma atitude de Blow que impediu Braid de ser lançado para portáteis: ele não quis ter trabalho extra.

        Mas o iPad ter uma versão em detrimento dos consoles de mesa é um tapa na cara da Sony, Microsoft e possivelmente Nintendo também, caso não saia para Wii U, o que é bem provável (ele não é tão mais poderoso do que o PS3 ou o 360). E pior: pode abrir precedentes para outros desenvolvedores indies ou mesmo grandes, a EA já pensa assim.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

        • Bruno Pedrassani

          Eu já acho um papinho grosso de desenvolvedor porco. Por mais que Braid tenha sido bom, o que eu vejo cada vez mais é gerações de desenvolvedores acostumados com Java comendo memória a torto e direito simplesmente não otimizarem o código.

          Agora, realmente, ele fala do 360 e do PS3 mas lança pra iPad? iPad nem plataforma dedicada a jogo é(ou seja, muito menos recursos do que um PS3 ou 360 teria).

          É um direito dele escolher onde lançar, mas é decepcionante saber que por preguiça ele vai deixar uma fatia do mercado descoberta.

  • É só lançar no Steam, que eu e outras milhares de pessoas irão comprar no lançamento.

  • É só lançar no Steam, que eu e outras milhares de pessoas irão comprar no lançamento.

  • Em resumo: Como eu não quero me esforçar pra otimizar um jogo é melhor que saiam novos consoles ainda mais potentes, assim não me preocupo com a má qualidade do meu código.

  • Cristiano Dias

    Se não roda no PS3, certamente não vai rodar no meu PC também porque ele também tem 5 anos. Próximo…

  • Rodrigo Lopes

    Teremos que ver pra crer, mas acredito que se o jogo gerar lucro para os desenvolvedores no PC e no ipad (!) não duvido nada que os caras lancem, posteriormente, a versão do game para os consoles. Esse tipo de coisa vive acontecendo.
    É mais uma questão de escolher o que vai lucrar mais rápido.

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