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Alguém faça o favor de avisar a Capcom que não estamos mais em 1991…

Por em 22 de julho de 2011
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  • http://diesoftgames.blogspot.com/ DiegoCBarboza

    Na verdade o Marvel vs Capcom 3 também teve personagens por DLC, então a comparação com o Mortal Kombat não faz muito sentido.

    Agora, sobre esse caminhão de versões do mesmo jogo, eu comentei aqui em outro post do Meio Bit um dia desses: isso só acontece porque tem quem compre. Todo mundo reclama, chora pelos cantos, mas acaba comprando. Se não fosse assim, já teriam desistido dessa prática há tempos.

    Nessa história fica fácil entender o lado da Capcom, que vê uma maneira “simples e barata” de fazer mais dinheiro e ainda tem casos de sucesso com seus jogos anteriores para mostrar que esse modelo funciona.

    • delta2kbr

      @DiegoCBarboza, Para melhorar (ou piorar) o lado da Capcom, eles anunciaram a Jill e o Shuma-Gorath como DLC ANTES de lançarem o jogo. E o pior, há evidências que o DLC (ou pelo menos boa parte deles) JÁ ESTAVA no disco. Então na verdade você só está pagando para destravar conteúdo que você JÁ TEM.

      Eu sinceramente desisti. Eu era super fã da Capcom, mas ela anda fazendo mancada em cima de mancada. Por mais que eu tenha AMADO MvC3, isso é palhaçada, ainda mais com um jogo que lançou a CINCO meses.

    • maccrow

      @DiegoCBarboza, é exatamente isso Diego. Tem procura, vai ter demanda. Acho um absurdo esse tipo de venda. Pô, se eu comprei um jogo, quero-o completo. Senão dê uma versão do jogo gratuíta e depois ofereçam venda in-app (como o delicioso The Creeps do iPhone) e é um conteúdo que vale a pena.

      Agora, vender ROUPINHA ? Caraio, é jogo da Barbie agora ?

      Se eu puder experimentar um jogo antes de comprar (E faço isso sim), pode ter certeza que serei um pirata, mesmo com jogo a 0,99. Pois tanto lixo sendo empurrado, se não valorizar 0,99 uma vez, não valorizaria 0,99 sendo gasto 10x e a gente nem percebe.

    • http://cyberramses.wordpress.com CyberRamses

      @DiegoCBarboza, exato! A Capcom só faz isso até hoje por um único motivo: tem quem compre!

      Por mais que os fãs reclamem, o game vai vender que nem água e a Capcom vai encher os burros de grana, o que nos leva à pergunta: do ponto de vista de uma empresa (cuja função é dar lucro), por quê ela mudaria seu MO?

      • http://cyberramses.wordpress.com CyberRamses

        @CyberRamses, e olha, eu não concordo com tal atitude, mas não posso tirar a razão de uma empresa em fazer isso, se tem mercado para tal.

        Isso me lembra outra 3rd party que eu era fã e estou atravessado com ela: a Square-Enix. Quando ela lançou outra versão de Final Fantasy IV (o Complete Collection, para PSP), um dos produtores foi questionado do por quê insistiam em remakes desse game, ao invés de lançarem versões novas de FFV e VI, que muitos desejam há anos (em especial o VI). A resposta? “Enquanto vender, continuaremos fazendo”.

  • Marcelo13

    Enquanto tiver doido que compra o jogo pq mudou a cor da cueca do lutador acho que ela não tem motivo para mudar.

  • pik.bones

    Rodrigo Ghedin , você esqueceu de mencionar que no MK9 foi implementado um esquema de online-pass. Que também não deixa de ser uma forma estúpida de arrancar dinheiro dos gamers.

    Quanto a Capcom, eu possuo o SSFIV e o SSFIV-AE (que comprei via DLC), acho que ela sempre foi muito mercenária nesse aspecto de lançar versões atualizadas de jogos em intervalos tão curtos de tempo. Porém não acho que seja muito diferente dos Fifa, winning eleven, SmackDown Vs Raw, UFC, Fight Night que todo ano possuem uma versão nova full-retail.

    • Fred Prateado

      @pik.bones, Eu sou a favor do Online Pass pra quem compra jogo usado ou baixa da internet. Eu mesmo baixei MK e jogo direto na LIVE, nada mais justo eu comprar ao menos o Online Pass pra poder jogar. Idem pra quem compra usado, pois as vezes paga-se menos da metade do valor das lojas, então nada mais justo tem que se pagar pelo passe também.

      • pik.bones

        @Fred Prateado, Eu entendo e respeito seu ponto de vista a respeito do Online pass, mas não concordo com a maneira que ele é implementado.

        Acho que para competir com o mercado de games usados, ao SoftHouses poderiam sim implementar um esquema de Online Pass. Mas um esquema que premiasse aqueles que compram o jogo novo. (Por exemplo, no SSFIV o Online Pass poderia liberar alguns costume packs, avatares, etc).
        O que eu não concordo é arrancarem uma funcionalidade inerente do game (no caso do MK9 os combates online) simplesmente por que eu resolvi comprar o jogo de segunda mão.
        Eu penso que do jeito que a coisa está implementada, é mais ou menos como eu ir numa loja comprar um disco de vinil antigo a ele vir com uma faixa riscada, entende?

        Mas como disse, respeito o seu ponto de vista.

        • Fred Prateado

          @pik.bones, Eu entendi o seu argumento e também respeito sua opinião. O pior é que esses Online Pass vieram pra ficar pelo jeito, pois as grandes produtoras quase todas ja aderiram a esse modelo de negócio. Apesar deles não terem divulgado nada ainda, eu tenho certeza absoluta que a Activision irá implementar o Online Pass no Modern Warfare 3, podem esperar pra ver. Quanto a Capcom, ela vem trollando seus clientes a muitos anos, nada mais me surpreende vindo dela.

    • http://www.rodrigoghedin.com.br Rodrigo Ghedin

      @pik.bones, acho justo online pass. É uma forma da empresa lucrar com o mercado de usados, que é uma boa (na real, uma ótima) para o cliente, mas sufoca o mercado porque faz com que quem desenvolveu o game não tenha um tostão de retorno.

      []‘s!

      • pik.bones

        @Rodrigo Ghedin, como você disse, o Online Pass é uma forma da empresa lucrar com o mercado de usados, é também um modelo de negócios que veio pra ficar, disso não tenho dúvidas.
        Garanto que muitas editoras de livros gostariam de ter alguma solução semelhante com os sebos de usados, mas ninguém aceitaria comprar um livro com algumas folhas faltando.

    • Marcelo13

      @pik.bones, É bem diferente. Online Pass serve para minimizar o prejuízo que a empresa tem com a revenda de jogos usados, não me deixa feliz, porem é aceitável.

  • http://www.comodismo.com mts.abreu

    Nossa que artigo excelente, penso exatamente, título caça níquel semelhante as estratégias da EA de lançar expansões em intervalos menores de 1 ano ridiculo.

  • http://www.twitter.com/aerogabriel GabrielSO

    OK, como um jogador dedicado à comunidade de jogos de luta, em especial os citados Street Fighter e Marvel vs Capcom, tenho que amarrar alguns pontos aqui.

    1) Street Fighter IV foi feito como um “experimento”, já que o gênero de jogos de luta estava decadente na época em que ele foi lançado. Foi meio que um tiro no escuro da Capcom, tentar reviver uma franquia famosa de um gênero que estava muito parado e que não sofria grandes mudanças desde Street Fighter 3rd Strike e Marvel vs Capcom 2. De acordo com a Capcom, esse foi o motivo que fez com que ele não pudesse sofrer alterações tão drásticas como foi o Super Street Fighter IV, até porque…

    2) Aos olhos de alguém que não jogue muito, pode não parecer, mas Super Street Fighter IV é EXTREMAMENTE diferente de Street Fighter IV. Várias adições na mecânica, 10 personagens novos e mudanças drásticas no gameplay em relação ao primeiro (como a inclusão do Ultra 2 e da possibilidade de alguns Super/Ultras poderem ser executados no ar) fazem com que o jogo mereça o título de sequel, e valha o preço de um jogo novo. O Arcade Edition, que apesar de incluir 4 personagens novos e equilibrar os personagens antigos, não implementou mudança nenhuma em relação ao Super Street Fighter IV – e, por isso, foi SIM distribuído como DLC para as versões de PS3 e Xbox 360 de SSFIV.

    3) Por que exatamente um DLC que vem no disco do jogo é canalhice? O que justifica pagar pelo conteúdo agora não é o conteúdo em si, mas o fato de que ele está sendo transferido pela internet? Você pode argumentar que o conteúdo já estava pronto no momento do lançamento do jogo e que poderia muito bem ter sido lançado junto com ele, mas sinto lhe dizer que isso é o padrão do mercado. Empresas de games hoje em dia produzem DLCs em paralelo com o jogo, de forma que, quando o jogo for lançado, os DLCs já estarão prontos – ou pelo menos em fase avançada de produção.

    4) Quanto ao Ultimate Marvel vs Capcom 3, não posso opinar até ver o jogo em ação. Aí sim posso julgar se ele vale ou não o preço que estão cobrando por ele.

    A diferença desses jogos para os jogos de luta é que nem todas as pessoas têm o treinamento ou o conhecimento necessário para distinguir as diferenças das versões lançadas.
    Vejam bem: Sai um Call of Duty por ano e ninguém reclama, porque todos são bons. Sai um Assassin’s Creed por ano e ninguém reclama, porque todos são bons. Ninguém até hoje nunca propôs que o Assassin’s Creed Revelations seja um DLC completo de Assassin’s Creed Brotherhood. E o motivo é porque as diferenças entre um e outro são notáveis: nova história, novas armas, novos inimigos.

    A diferença entre as diferentes versões dos jogos de luta é muito mais sutil aos olhos destreinados, mas existe.

    Eu particularmente acho que o problema é de nomenclatura. Se fosse “Street Fighter 5″ ou “Marvel vs Capcom 4″ – o que dá a impressão de ser um novo jogo ao invés de apenas uma expansão – as pessoas não reclamariam tanto.

    • http://www.rodrigoghedin.com.br Rodrigo Ghedin

      @GabrielSO,

      1) Experimento de US$ 60? SFIV era um beta test e ninguém me avisou?

      2) É diferente, mas venhamos e convenhamos: não dava mesmo pra fazer essas mudanças por DLC? A mim, essa história de tecnicamente impossível não convence. Fosse dez anos atrás, vá lá; hoje, sem chance.

      3) DLC, acrônimo de Downloadable Content. Conteúdo baixável. DLC no disco é canalhice.

      []‘s!

  • Rhob

    Pra complementar, na plataforma de jogos da Apple (chupa Android!), é a mesma coisa.

    Comprei o SFIV, e comprei o SFIV:Volt, que é o mesmo jogo, com adição de personagens e modo online via wifi (o primeir só tinha via bluetooth).

    Tá certo que comprei ambos em promoções ($1.99 o primeiro e $0.99 o segundo), mas a falta de consideração com os ‘clientes’ é descaradamente assustadora…

    Outra coisa que me deixa p*** da vida é quando anunciam o jogo, e quando começa a PRÉ-venda, já anunciam DLC pra um mês depois do lançamento.

    WTF? Pagar por conteúdo que tá pronto antes do lançamento do jogo? Pq não incluiram isso no jogo então?

    Depois essas softhouses ficam chorando pelas migalhas “perdidas” pra pirataria… :/

    • http://regames.wordpress.com/ Fabio Sooner

      @Rhob, Não é só uma questão de chorar “migalhas” “perdidas” pra pirataria (aspas aqui e acolá: concordo que os pirateiros geralmente são aqueles que não comprariam o jogo original mesmo se tivessem dinheiro, mas ainda assim, o prejuízo daqueles *que comprariam* não é “migalha”, considerando o preço de um jogo original – que não é caro só aqui no Brasil, mesmo no exterior é o produto de entretenimento de massa mais caro que existe).

      Uma coisa que pouca gente menciona é que o preço base de um game no lançamento hoje (60 obamas) continua o mesmo há mais de 10 anos. E isso desconsiderando casos como o do N64, que teve alguns jogos a 70 obamas (incluindo Ocarina of Time ou GoldenEye 007, não lembro qual agora). Nesse meio tempo, o orçamento médio de produção de um game começou a ir pra casa dos 50 milhões de dólares ou mais, quando no final dos anos 90 as “superproduções” custavam 1/5 disso.

      Isto é, são 10 anos de inflação e custos elevados à enésima potência sem nenhum repasse ao preço.

      E as empresas não fizeram isso porque são boazinhas, não. Elas sabem que o preço de um game já está no limite lá fora – e o valor de 60 obamas fica especialmente caro em relação às alternativas legais ou ilegais, como pirataria e mercado de usados. Não é à toa que elas estão tentando encontrar outras maneiras de ganhar dinheiro, como DLC e Online Pass… Que, não por acaso, não podem ser pirateados e reduzem o valor do usado, respectivamente.

      No fundo, no fundo, o povo gamer tem que parar de ser chorão. Se uma situação semelhante tivesse acontecido nas indústrias musical, cinematrográfica e de TV, a solução imediata seria aumentar o preço – vide o Netflix, que está para fazer justamente isso. A indústria de games pelo menos está procurando alternativas que não afetem o preço.

      E antes que reclamem que o custo do DLC pode ser visto como aumento de preço, dêem uma olhada no espelho e sejam sinceros: quantos DLCs são realmente cruciais para a experiência de jogo oferecida originalmente no disco? Teve o caso de Assassin’s Creed II, em que os dois DLCs são claramente epílogos que poderiam ter feito parte da narrativa principal, e esclareceriam coisas. E a reclamação quanto a isso foi tão grande que a Ubisoft adotou outra abordagem pros DLCs de AC: Brotherhood, liberou 3 de graça, e só cobrou por um que realmente não tem muito a ver com a trama principal (o do Leonardo da Vinci).

      Mesma coisa com Online Passes que tiram a possibilidade de multijogador. Primeiro, ainda existem vários jogos sem modo online, então não se pode considerá-lo uma funcionalidade essencial a não ser que o conceito do jogo gire sobre ele (como MAG ou MMOs). Segundo, ao comprar usado, você não está realizando uma transação comercial com o* fabricante daquela obra* – isto é, nem um centavo do seu dinheiro vai pra desenvolvedora – então não se pode exigir as funcionalidades oferecidas para quem comprou o jogo novo. Nesse caso, funciona a velha lei de mercado: não quer a versão sem online, não compra, não adianta exigir do fabricante quando você não está dando nada em troca a ele.

      Enfim, VAMO PARÁ DE MIMIMI, povo. XD

  • ruan correia

    muito bom o texto

    • www.melhortvlcd.com.br

      Excelente matéria parabéns!

  • ruan correia

    muito bom o texto

  • Claudio Fink Wildeisen

    O problema é que reclamamos, eles continuam fazendo isso, continuamos comprando e eles continuam faturando.

    • http://www.rodrigoghedin.com.br Rodrigo Ghedin

      “Nós” nada. Eu parei no primeiro Street Fighter IV (que comprei em pré-venda, ainda por cima).

      []‘s!

      • Claudio Fink Wildeisen

        Me sinto até mulher de malandro fazendo isso, comprei a versão original, comprei a versão super e o dlc da versão super :S. O MVC 3 não comprei ainda porque sabia que ia acontecer isso também. Fã só se ferra nessas horas!

      • Anônimo

        Também parei nele.

      • Afonsolap

        Tahh… então pq vc não abondona a capcom ja que ta puto com a empresa. É simples assim, em vez de reclamar, pare de comprar jogos da empresa, se vc for reclamar dos valores absurdos a qual compramos os games no brasil devido aos impostos vai adiantar alguma coisa ??

    • http://www.rodrigoghedin.com.br Rodrigo Ghedin

      “Nós” nada. Eu parei no primeiro Street Fighter IV (que comprei em pré-venda, ainda por cima).

      []‘s!

  • http://intoleravel.com.br Blog Intolerável

    Ótima crítica! Perfeito!
    Não poderia ter dito melhor…
    Eu mesmo não comprei o Street Fighter IV por não ter gostado mto… mas as melhorias que vieram no Super me levaram à adquirí-lo, tive a sorte de não gastar o dinheiro no anterior mas também levei o azar de lançarem o AE desta maneira… não só eu como MTOs outros clientes da CAPCOM, é claro… isto é uma tremenda falta de respeito ao cliente, não sei q estratégia de marketing de merda eles criaram, mas isto está irritando mta gente. Eu mesmo, apesar de ter gostado do AE me recuso a gastar meu dinheiro em um produto distribuído desta maneira.

    • fee

      Lançar jogos novos é falta de respeito porque? Você adquiriu seu jogo e usufruiu/usufrui dele. Se eles lançarem novos jogos, você precisa compra-los, nada mais junto! Já imaginou se todos pensassem que as empresas TEM de oferecer os novos jogos (mesmo que com pouca coisa alterada) como se fossem DLC’s? Isso é, você compra um e tem direito aos outros? Nossa, se fosse assim, eu gostaria de ter comprado o primeiro NFS, na época que era 50pila, e poder usar de todos os outros títulos da série, afinal, continua tendo carros não é? Poderia ser um DLC alguns títulos da série.

      • Anônimo

        Respeito sua opinião, mas eu concordo com o texto e o Intolerável aí acima. A questão não é obrigar a empresa a fazer nada, apenas mais razoável se quiser manter sua clientela. Poxa, o MvC3 foi lançado a menos de seis meses e já tá sendo anunciada a próxima versão!
        Eu curti muito o Street Fighter IV, mas quando vi que seria essa palhaçada de várias versões de novo, já deixei pra lá. Arcade edition que se dane.

        • fee

          E porque não reclamar de CoD por exemplo? A alguns anos o jogo mantém EXATAMENTE a MESMA fórmula! A capcom traz coisas novas, cod é a mesma imitação, e o povo compra e ainda acha o melhor jogo do ano.

          • Anônimo

            Eu reclamo!! Por isso não compro call of duty!

            Em 25/07/2011, às 22:59, “Disqus” escreveu:

  • fee

    Não sei se estou certo ou errado, mas não concordo com o texto. Você comprou o jogo, ponto Eles são obrigados a atualiza-lo para te dar uma experiencia decente, isso é, para te dar o que você pagou para ter. Até onde eu sei, eles não são obrigados a lançar DLC’s nem nada do tipo, o fazem por que quer. Logo, seguindo a minha linha de pensamento, esse texto inteiro é sem sentido. Claro, apenas minha opinião.

  • http://www.webprincipiante.com/ Rafael Avelino

    Quando tem mais interesse financeiro acontece isto! Está complicado acompanhar,jogos sendo lançados em um curto espaço de tempo assim nenhum bolso aguenta! rs

  • Dark Fulgore

    “Street Fighter III não fez metade do sucesso que seu predecessor”

    Antes da série SFIII já tinha a série Alpha rolando e a série SFIII teve 3 variações: New Generation, Second Impact e 3rd Strike.
    3rd Strike não fez sucesso aqui no Brasil, porque ele é jogado há 12 anos já, principalmente no Japão, que jogam com o mesmo fervor até hoje. Nos USA eles abandonaram o 3rd Strike depois do lançamento do SFIV.
    O Super Turbo no Japão ainda é bastante jogado e com campeonatos ativos ainda.

    Tirando Super Turbo e 3rd Strike, só consigo pensar em Starcraft 1 que foi jogado por bastante tempo competitivamente.
    Falar que a série SFIII não fez tanto sucesso é mostrar que não conhece do assunto, sendo que Super Turbo e 3rd Strike estão fortes até hoje, sendo 3rd Strike mais ainda.

    “mesmo numa época em que jogos de luta já não têm o prestígio e a popularidade de outrora.”

    Nossa mãe, você tá muito equivocado, amigo. Muito mesmo.

    • http://twitter.com/marcosrdd Marcos Damasceno

      Sem contar que o que você mais acha no youtube são vídeos de torneios desses jogos desprestigiados.

    • http://twitter.com/RodKenobi Rodrigo Santos

      Vocês o entenderam errado. O fato do jogo ter um nicho de jogadores mega engajados não faz dele um mega sucesso no mercado geral. Vejam os números de vendas para PS3 e Xbox 360, os jogos top são FPS, alguns RPG, alguns diferentes disso. Na época do SF2 os jogos de luta reinavam. Não é mais assim. O autor está corretíssimo.

      • Anônimo

        Exatamente!

    • Thiago

      Deixa de bobagem, Fulgore! Ele tá falando de moni, cash, bufunfa, vendas!
      E depois te surro mais de Boxer. :)

  • Anônimo

    Só vou comprar o SFIV arcade edition numa promoção do Steam que saia por $5 ou $10 dólares.

    • http://twitter.com/aerogabriel Gabriel Simonetti

      Então pode esperar sentado porque nem o vanilla SF4 chegou a esse preço…

  • http://www.facebook.com/grimuza Luiz Grimuza

    Desde quando cobrar por um produto que você desenvolveu com suor e invertimentos é canalhice?
    No Brasil (e no mundo também) as pessoas são interessantes. São capazes de dar 1 dolar pra um mendigo na rua mas reclamam de pagar 1 dolar por um jogo na App Store…
    Viviam dizendo que se o cd de música custasse 10 reais não fariam cópias pois pagar 30 reais por causa de 3 ou 4 músicas era um absurdo… mas hoje em dia você pode comprar apenas a música que você gosta e todo mundo continua ai baixando de graça… ISSO SIM é canalhice e hipocrisia.

    Tem gente que acha que os outros tem que trabalhar de graça… aposto que o senhor não trabalha de graça, senhor Rodrigo Ghedin. Ou trabalha?

    • Anônimo

      Não acho que seja canalhice cobrar pelos DLCs, longe disso. Acho que o Rodrigo também não, mas ele que fale por si.
      A questão do Bioshock 2, linkada no texto, foi diferente: o conteúdo do DLC já estava no disco! Ou seja, você pagou por aquele disco e depois lhe cobram por algo que já está lá! Foi uma estratégia no mínimo duvidosa.
      Para os novos Street Fighters e Marvel vs Capcom, acho que a estratégia é semelhante. Não quero que trabalhem de graça, só que façam duma forma mais amigável ao consumidor. O jogo-base está pronto, são só ajustes: porque não um DLC? Isso sim eu acho “canalhice”.

      • http://www.facebook.com/grimuza Luiz Grimuza

        Você pagou pelo conteúdo que a desenvolvedora te vendeu e não pelo disco. O disco é apenas a mídia usada para entregar o produto que você comprou.
        O fato de a desenvolvedora já ter feito o primeiro DLC para estar disponível junto com o lançamento do pacote básico do jogo eter incluido este DLC no mesmo disco não significa que a desenvolvedora deveria dar o primeiro DLC de graça ou incluir o mesmo no pacote básico. Sinta-se feliz por poder destravar o DLC sem ter esperar pelo download.

        Agora ajustes e correções de bug devem ser de graça pois é uma correção de um produto já pago. Devem considerar esse tipo de coisa como se fosse um produto defeituoso vindo para o concerto, ainda no prazo de garantia.

        Pelo menos essa é a minha opinião.

        • http://www.rodrigoghedin.com.br Rodrigo Ghedin

          Não mesmo, o disco é meu, ora. Aposto que se ele quebrar ou for riscado a 2K não o substituirá, ou seja, o prejuízo é meu.

          E tem outra: DLC, Downloadable Content. Inserir conteúdo bloqueado no disco não pode nem ser classificado como DLC…

          []‘s!

          • http://www.facebook.com/grimuza Luiz Grimuza

            Poderia ser classificado como um conteúdo a ser destravado por dinheiro? Como uma expansão ou qualquer outra coisa que algum jogo tipo farmville vende? Ou classificado como conteúdo novo pago, como os jogos free2play estão inserindo agora? Por exemplo o Team Fortress 2…

            Se tirasse o nome DLC e chamassem de outro nome, você acharia menos canalhice?

          • http://twitter.com/aerogabriel Gabriel Simonetti

            Exatamente a minha crítica, o problema aqui parece ser de nomenclatura e nada mais do que isso.

          • http://twitter.com/aerogabriel Gabriel Simonetti

            Exatamente a minha crítica, o problema aqui parece ser de nomenclatura e nada mais do que isso.

        • Anônimo

          Podemos concordar em discordar então. :)

  • Thiago

    Não concordo, mas também não é muito diferente de um PES ou FIFA.

  • Glass Persephone

    É isso mesmo o que você escreveu, essa estratégia não é exclusiva da capcom.

  • http://twitter.com/aerogabriel Gabriel Simonetti

    Super Street Fighter IV tem 10 personagens novos além da inclusão de um segundo Ultra para cada personagem do jogo. Saiu por $40.

    Arcade Edition tem 4 personagens novos e algumas mudanças de equilíbrio (que foram feitas baseando-se na existência desses personagens). O jogo sai por $40 se você não tiver o SSFIV; se você já tiver, o DLC sai por $15.

    O autor está reclamando de ambos, e coloca como contraponto o Mortal Kombat e considera um ponto positivo ele cobrar $5 por personagem. Só que se o Street Fighter seguisse esse esquema, o DLC de SSFIV não sairia por menos de $50 e o Arcade Edition sairia por $20.

    Qual é o problema aqui?
    Nomenclatura? É o peso de ter que comprar uma mídia nova?

    • Glass Persephone

      Isso sem contar que até agora já foram anunciados 12 novos personagens pro Ultimate MVC3 (Ghost Rider, Dr Strange, Nova, Rocket Raccoon, Hawkeye, Iron Fist, Strider, Firebrand, Vergil, Frank West, Phoenix Wright, Nemesis).

      Seguindo a logica do Autor desse post, seria melhor pagar (12 x 4,99) 59,88USD do que os 39USD que será o preço da nova versão do jogo.

  • Rogerio

    Vendo Super Nintendo em ótimo estado de conservação e funcionamento.
    Contém:
    01 Video Game Super Nintendo sem riscos e funcionando
    02 Controles originais e funcionando
    01 Fonte de alimentação funcionando
    01 Conector de Vídeo, para entrada de cabo coaxial da TV funcionando
    12 Fitas sendo:
    01 – Mega Man X2
    02 – Donkey Kong Country
    03 – Donkey Kong Country II
    04 – Super Mario World
    05 – Super Mario All Stars
    06 – Tartarugas Ninja ( Tournament Fighters)
    07 – Street Fighter II
    08 – Battletoads
    09 – Samurai Spiritis – Funciona de vezes em quando
    10 – Zelda – The Legendo f Zelda – Funciona de vezes em quando
    11 – Power Rangers The Fighting Edition – Funciona de vezes em quando
    12 – Senna – Funciona de vezes em quando
    Contato: Rogério – [email protected] – SP – Capital
    Valor: R$ 150,00

  • Anônimo

    É um modelo diferente, mas aposto que a Capcom irá se sustentar com ele, em termos de jogos de lutas há poucas alternativas, praticamente soh MK e Soul Calibur, enquanto nenhuma empresa injetar grana na SNK a Capcom vai ter muito espaço entre jogadores ‘fight hardcore’.

  • Vercettistate

    É a mesma história dos carros aqui no Brasil. Tem bobo pra comprar tem doido pra superfaturar e/ou sacanear.

  • Reinaldo

    Bem feito nerd!
    Aprenda a sair das filas de lojas de games para comprar lançamentos e vá procurar um trabalho!

  • Jeferson Taborda

    Dias desse pensava justamente nisso: qual a diferença entre um Super Street Fighter II e o atual Street IV? Gráficos? Parece não haver nada de criatividade…
    Geralmente quando eu jogo com a galera, só roda luta das antiga: The king 2002; Tekken 3, até o Ultimate Mortal Kombate…
    Ta certo que estou achando muito interessante o Mortal 9, inclusive pela jogabilidade. Mas jogo de luta bom parece ser mesmo os clássicos… minha opinião,
    parabéns pelo post.