Google revela imagens de satélite mostrando antes e depois do tsunami no Japão

Por: em 14/03/11 na(s) categoria(s): Google, Meio Bit, Miscelâneas


Aeroporto em Sendai, antes e depois do tsunami.

Aeroporto em Sendai, Japão, antes e depois do tsunami.

A Google liberou, nos seus serviços de mapas (Earth e Maps), imagens aéreas das áreas do Japão afetadas pelo tsunami pós-tremor ocorrido no último dia 11/3.

Segundo a gigante das buscas, o objetivo da liberação dessas imagens é ajudar equipes de ajuda humanitária que estão no local, em terra, a planejar suas ações, além de permitir a todos que estão acompanhando os eventos ter uma dimensão melhor da extensão dos estragos causados pela tragédia.

As imagens, providas pela parceira da Google GeoEye, podem ser visualizadas no Google Earth via esse arquivo KML ou direto no Google Maps (é necessária a instalação de um plugin no navegador). Em paralelo a essas duas formas interativas, a Google também colocou no ar uma galeria no Picasa Web Albums com diversas fotos “antes e depois” dos locais afetados.

Além das imagens, a Google também oferece um serviço de busca por sobreviventes à catástrofe e páginas, em inglês e japonês, com informações, notícias e links para doações à Cruz Vermelha do Japão.

  • arnoanderson

    Apesar de toda essa catástrofe é incrível a paciência, honestidade e o senso de organização que o povo japonês possui. Nenhuma notícia de saque, violência ou protesto.

    • http://tresvezesf.blogspot.com/ lets2rock

      @arnoanderson, Sem contar todas as estruturas que resistiram ao terremoto e o maremoto/tsunami.

  • anedox

    Que me dá pena as vítimas do terremoto e do tsunami, dá e muita. Agora eu quero dizer duas coisas:

    - Quem deu o direito de construir usinas nucleares num país, como o Japão, que tem terremoto toda hora? A saída é conhecida – geradores. Como disse o chefe dos protestos na Alemanha, “Não há nada que torne uma usina nuclear segura”.
    - O japonês entende muito é de lutas marciais e colocar a mulher como uma prostituta. Você já viu um japonês de bom humor? Eu não. Veja o filme “Escola do Riso” (japonês por sinal) e vai entender o meu ponto de vista.

    NOTA – Todos os países mandaram gente para o Haiti, para o Japão… nem tanto.

    • arnoanderson

      @anedox, Não fale bobagens, por favor. Geradores com que tipo de fonte de energia? Hidroelétrica, que é necessário represar e alagar grandes extensões de terras? Já olhou no mapa-mundi o tamanho da ILHA do Japão?
      Não seja eco-chato, a energia nuclear é uma forma tão segura quanto qualquer outra. Ou tu acha que ia acontecer o que se uma barragem de uma usina hidroelétrica fosse atingido por um terremoto?
      Quanto a sua opinião sobre o povo, acredito que seja melhor alguém deles argumentar contigo. Mas pelas suas observações, creio que o Japão que você conhece deve ser por aquele livro Xogum, do James Clavell.
      Ah: O Haiti é um povo fodido, com o perdão da palavra. Tu realmente acha que um país considerado uma das maiores potências do mundo vai deixar qualquer outro entrar e ajudar? Tu acha que China e Estados Unidos deixariam?

      • anedox

        @arnoanderson, você nunca ouviu falar em geradores movidos a gas, diesel, etc? A maioria dos países não tem potencial hidroelétrico e utilizam até lenha (certas regiões africanas) para gerar eletricidade. Até +/- 1950 nem se pensava em usina atômica.
        Quanto aos japoneses convivi 2 anos com eles na Liberdade em SP e 1 mês numa viagem que fiz a Tóquio a trabalho. Eles são educados para tirar vantagem em tudo (e, acredite, até na religião).

        Por que esse pouco caso com o Haiti, que foi sugado pelos franceses até virar o que, infelizmente, é.
        A China não sei se aceitaria ajuda, agora, os EUdaA e Japão, ah nisso você está certo, não pelo dinheiro que possuem mas por se acharem auto-suficientes. Em outras palavras – estão cag**do para o resto do mundo.

        • arnoanderson

          @anedox, se foi lá sabe que o Japão não possui grandes reservas de combustíveis fósseis. 1950? Gah! Lenha? Céus! É um país, não uma sala com lareira. A tribo africana Orantaitanbo não tem a demanda que um país industrializado tem.
          Não sejamos hipócritas. Se o Brasil fosse tão inteligente e rico quanto as outros países estáriamos cagando se outras superpotências nucleares estivessem se dando mal.