A Evolução do Twitter

Por: em 07/02/10 na(s) categoria(s): Software


O vídeo abaixo condensa a história do desenvolvimento do Twitter. Foi criado por Ben Sandofsky, e inicialmente divulgado no blog de engenharia da empresa. É um excelente exemplo do caos organizado que é o desenvolvimento de uma aplicação com milhões de usuários e exigências de performance/disponibilidades insanas.

Seguindo uma das Leis mais básicas da Ciência da Computação, que só perde para a Lei de Cardoso: “Informática não é uma ciência exata”, temos no vídeo a constatação que o trabalho aumenta na proporção que a mão-de-obra disponível aumenta, MAIS um coeficiente aleatório nunca menor que 1,5.

É danado de bonito de se ver.

Twitter Code Swarm from Ben Sandofsky on Vimeo.

Como o código está devidamente identificado na legenda, fica evidente o que muita gente alertou: Ruby on Rails não escala. <== flamebait.

Fonte: TechCrunch

  • http://oxenti.com GuZ

    Twitter é em ruby? Óia! Por isso que é coisa de um monte de Vagabundo .

    • SandroCeara

      TIRANOssauros não twitam,,,

  • juloliveira

    Engraçado.

    Eu não consegui visualizar pontos amarelo em Scala.

    Até onde sei, hoje o front-end do twitter é em RoR e o core em Scala.

    E sobre o flame, RoR escala mas não é bala de prata!

    []´s

  • Jeorane

    [quote=Cardoso] fica evidente o que muita gente alertou: Ruby on Rails não escala [/quote]

    Acho que quem não escala é o Rails, o framework, não o Ruby a linguagem.

    Infelizmente o framework leva o nome de “Ruby on Rails”, o que ajuda a sujar o nome da linguagem Ruby com essa história aí do Twitter.

    O Ruby  está sendo portado para o  .NET.

    Imaginem o Ruby com Entity Framework 4.0 ou com o Dynamic Data!

    Flamebait += 1

    • luizfelipestang

      Concordo com um ruby para .net, aquela maquina virtual dele é estranha, e não esta instalada em quase nenhum lugar, enquando que o framework ja tem uma base muito grande.

      Se for muito bem integrado com as ferramentas da Microsoft vai ser “fodastico”.

      Framebait += 2

      ps: don’t feed the trolls

      • http://oxenti.com GuZ

        Contanto que não rode em servidores Windows tanto faz.

        Flamebloat ++;

        • Jeorane

          Em breve será possível rodar ASP.NET em Servidores Não-Windows.

          Na verdade ja é.

          E não é “Flamebloat” é Flamebait.

          E não tem ponto e vírgula depois do ++.

          • http://www.brunobemfica.net BrunoTiger

            @Jeorane, Mono ainda não tem tudo o que o .NET framework tem. E se o incremento estiver fora dos parênteses do laço for, tem ponto e vírgula depois do ++ sim.

    • http://blog.srweb.com.br beta

      Será que o Ruby rodando no .NET fica ainda mais rápido que rodando da JVM? Porque a “semi” virtual machine do Ruby não ganha do Java interpretando ruby

  • http://www.ManiaBrasil.com Xexell

    Isso me faz pensar no tumblr, se é em Ruby tbm..

  • http://flavors.me/naio21 OMGWTFBBQ

    Palavra gay do dia: Ruby on Rails.