Um cidadão chamado Roy Prol criou uma animação singularmente grandiosa, simulando como seria a Terra se nosso planeta tivesse anéis como os de Saturno. Não creio que seja exata, os efeitos da gravidade lunar provavelmente desfariam a estrutura, mas como aproximação visual ficou muito, muito bonito.
Chato é que no final serve para lembrar que vivemos em um dos planetas mais sem-graça do ponto de vista astronômico. Só temos uma Lua, e das mais feias.
Bônus: Uma das cidades usadas na animação é o Rio de Janeiro
Fonte: Geekologie
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16 de dezembro de 2009, 18:24
Legal, ao menos até começar a tocar ave maria, desse ponto em diante se tornou meio insuportável.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 19:12
Pena que o Youtube não tem a opção mute.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 19:29
Abaixe o volume para zero.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 18:32
O problema não é o volume e sim a música inapropriada, sem volume a coisa perde a graça, com volume há a possibilidade de vomitar sobre o teclado.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 19:09
às vezes eu vomito quando leio comentários como esse…
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 19:56
Como não? É só clicar direto no botão do volume que ele “muta”
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:07
Desde quando não tem? É só clicar no botãozinho da caixa de som no player do youtube! O que a cegueira não faz.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:43
Vocês não vem sempre por aqui, vem?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:53
Meu sensor de sarcasmo estava desligado
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:23
Como o cara escolhe uma música dessa?!?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:30
Prefiro ela ao Danúbio Azul. Questão de gosto. Prefere funk?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:01
A questão não é a música ser ruim, é que não combinou.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:21
Ao menos, na sua opinião. Como admirador das obras de Gounod, eu gostei.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 23:09
É lógico que é na minha opinião!
dezembro 17th, 2009 @ 0:19
Essa não é a Ave Maria de Gounoud, que por sua vez era mera melodização da base harmônica do primeiro prelúdio dos “Prelúdios e Fugas para o Cravo bem Temperado” de Bach. Essa Ave Maria é de Schubert, que nada tem a ver com as letras que puseram em cima: originalmente era o lied “Ellen’s dritter Gesang”, que nada tem a ver com religião.
Portanto, regojizai-vos, ó ateus e atoas, pois já podem desfrutar de música divina sem medo de ferir seus dogmas sagrados.
pessoas precisam disassociar a abstrata arte dos sons da arte literária que sempre acaba chamando mais atenção… uma razão para eu desprezar canções em favor de música instrumental pura. Música pura não gera flames, pois cada um interpreta da maneira que quiser…
dezembro 17th, 2009 @ 2:50
:O … parece que alguém entende do assunto..
dezembro 17th, 2009 @ 14:51
OFF: já reparou que o pessoal tá meio clássico aqui no Meio Bit ultimamente?
____________________ <– isto é uma linha! =)
dezembro 17th, 2009 @ 15:46
A faixa etária do MB, numa média, é mais alta. Justifica?
dezembro 17th, 2009 @ 16:50
Não justifica porque curto música clássica desde os 11 anos, quando descobri uns LPs velhos do meu avô. É claro, adolescência chegou e também passei a ouvir toda aquela rebeldia sem causa e sem substância que falava direto aos hormônios. Felizmente, isso é temporário e não ouço mais esse lixo. Mas a verdadeira arte sonora, essa continua…
dezembro 17th, 2009 @ 17:12
Ok, mas vamos concordar que você foi/é uma excessão, não?
Infelizmente a molequada de hoje em dia provavelmente nunca escutou música clássica, e de qualdidade. Eu já ouvi algumas mas não tomei muuuito gosto. Não entendo muito de música e acabo escutando um pouco de tudo mesmo.
dezembro 17th, 2009 @ 17:23
Eu sou uma exceção porque quis ser um indivíduo ao invés de parte da comunidade borg. Quando se tira as amarras do que a sociedade impõe, se vê mais longe.
dezembro 17th, 2009 @ 23:23
O indivíduo que você almejava ser é somente um membro de uma comunidade borg mais elitista e mesquinha. Pense nisso com carinho.
dezembro 18th, 2009 @ 0:36
A maioria dos amantes de música clássica não partilha de meu apreço por animês, programação de computadores ou computação gráfica. Pense nisso com carinho.
dezembro 17th, 2009 @ 17:41
eu também tenho um gosto bem misturado. Não gosto de todas as músicas clássicas, e não é em todo ambiente que escuto também. Mas comecei a gostar quando tinha uns 8 anos, e apesar de já terem se passado quase 20 anos continuo escutando.
De qualquer forma, não sou fanático não, meu gosto é meio difícil de se prever…
EDIT: esse é um comentário comemorativo, de 747 Tibs. é um comentário Boing!
_________ <– my line! says the cyclop þ)
dezembro 17th, 2009 @ 22:18
Ouvir Mozart faz bem ao cérebro, já foi cientificamente provado, gosto dos clássicos, mas , também, dos Beatles, Rolling, Led, Pink, Gênesis etc.Não adianta o/a bigode querer, tõ fora, rsrs.
Mozart , sonata K448: http://www.youtube.com/watch?v=MMpS2QpK3LQ
dezembro 17th, 2009 @ 23:19
Isso me lembra meu sonho de tocar piano.
Impressionante como eles são bom nisso!
A música é muito boa mesmo, mas não pra todo ocasião, não da pra ficar ouvindo algo não cantado assim por muito tempo, é bom almoçar ouvindo isso como eu vô costuma fazer ou na hora de dormir.
dezembro 17th, 2009 @ 23:21
http://www.youtube.com/watch?v=d6YBiQTID_A
dezembro 17th, 2009 @ 9:41
Te amo cause comigo.
dezembro 17th, 2009 @ 16:52
Não, com ou sem bigode.
dezembro 17th, 2009 @ 11:57
Mas a música não deixa de ser um pé no saco por ser ou não católica.
dezembro 17th, 2009 @ 16:51
Você também não deixa de ser um pé no saco sendo ou não ateu.
dezembro 18th, 2009 @ 11:28
Não sou Ateu.
Bom, se vc gosta de músicas de velórios o problema não é meu, Garoa.
Eu prefiro outros clássicos como The Four Seasons – Mozart e algumas músicas do tchaikovsky, mas não fico querendo pagar de culto só porquê gosto de música clássica.
dezembro 18th, 2009 @ 18:33
pops eternos.
Verdadeira música de velório é a segunda sonata de Chopin, com sua famosa marcha fúnebre. Igualmente divina, mas impossível de ser apreciada pela legião de convalescente de ADD que a estressante vida moderna produz.
Não é parecer culto: é ser culto. Deixar de lado essa admiração moderna pela mediocridade e ficar pairando por cima da grande massa.
dezembro 19th, 2009 @ 15:22
eh eu sei.. mas essa parece música que TOCA em velório.
dezembro 19th, 2009 @ 17:42
Velório é apenas mais outra fantasia ritual criada pela sociedade.
dezembro 19th, 2009 @ 18:14
No meu ponto de vista, totalmente desncessário. É uma simple homenagem para alguém que morreu. E ponto. Dali 7 dias é lembrado os pontos altos da vida do individuo e depois esquecido (pela maioria).
dezembro 19th, 2009 @ 20:30
Refeições. Pense nisso com carinho.
dezembro 18th, 2009 @ 18:47
Só uma correção: As Quatro Estações é do Vivaldi e não do Mozart.
dezembro 19th, 2009 @ 15:24
Eh.. Sorry… troquei os nomes.
dezembro 16th, 2009 @ 20:37
A Ciência deve ser laica, abaixa a ave maria.
Se é pra botar figuras mitológicas bota a musica do saci pererê então
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:54
Então deveríamos tirar a trilha sonora de 2001 e da série Cosmos, não acha?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 22:59
A ciência sempre foi mitológica, vc só fala isso pq os mitos são melhores.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 3:49
Vai querer mudar o nome do planetas, fofinho?
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 15:17
já pensou? o planeta vermelho pode se chamar Caipora, vênus curupira, teríamos os Anéis do Boi-tá-tá…
_________ __________ <– segmentos de retas! =)
Responder
16 de dezembro de 2009, 18:27
Rio de Janeiro? Simularam os trombadinhas tentando roubar os anéis?
(desculpem, não resisti.)
Quando eu era pequeno eu imaginava morar em Saturno. Só por causa dos anéis. Sei lá eu queria olhar pro céu a noite e ver mais de uma lua, anéis ou outras coisas, para mim as estrelas eram pouco.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 18:57
E agora? Já se contetou com a lua e as estrelas?
Responder
16 de dezembro de 2009, 18:28
Muito boa a animação. O que não se faz com pitágoras e um pouco de boa vontade?
PS: Só eu lembrei do Halo?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:03
Eu me lembrei de Arthur Clarke.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:17
E você acabou de me sugerir o que ler nas férias.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:23
Fontes do Paraíso é uma excelente pedida. A Cidade e as Estrelas, também. Arthur Clarke rules!
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 15:32
Infelizmente a biblioteca não possui esses dois títulos, vou pegar “Um dia no século XXI” e “O berço dos super-humanos” pra começar.
Ah, ia esquecendo:
[quote=arnoanderson]PS: Só eu lembrei do Halo?[/quote]
[quote=Pryderi]Eu me lembrei de Arthur Clarke.[/quote]
Owned.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 0:21
Eu me lembrei de David Niven.
Responder
16 de dezembro de 2009, 18:43
Ah, a terra não é tão sem-graça assim… Afinal de contas vivemos a apenas dois planetas de distância de um reator nuclear de quase 1,4 milhões de quilômetros de diâmetro (informação da wiki!). Temos que valorizar o que é nosso, também.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 0:24
Pensei que fosse por causa da água e oxigênio. Que demente eu sou…
Responder
16 de dezembro de 2009, 18:48
A grama do vizinho é sempre mais verde. Cardoso, bota o teu pedido lá no Muro , assim no próximo Big Bang, quem sabe?
Rio é Rio.
Responder
16 de dezembro de 2009, 18:48
Ave Maria. WTF!
Responder
16 de dezembro de 2009, 18:55
Criativo, e bem produzido, inclusive o lado matematico da coisa.
Sou completamente leigo em astronomia e areas similiares, mas caso fosse possível o anel, ele chegaria a alterar como os raios solares chegariam na terra? Digo, fazendo uma sombra gigante durante uma parte do dia ou coisa do tipo?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 19:21
Exatamente o que eu ia comentar! Imagine? Iríamos das 2 da tarde para as 3 da noite e para as 5 da tarde denovo!
Outro detalhe é que a gente já teria acabado com as formas límpidas do anel com tanto lixo espacial…
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 19:40
Pois é.. :O
Pois é, comentaram desta questão do lixo aqui embaixo também, mas considerando que já tem váaarias lixo lá em cima, e de tamanhos consideraveis, por que não é visto daqui de baixo?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 19:59
Distância.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:37
Ok, mas então não faz sentido falar que o lixo espacial será visivel a olho nu, mesmo que seja uma grande quantidade?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:50
É grande mas não o bastante para tanto. Mesmo que fossem todos reunidos em uma única bola de lixo espacial, ainda assim seria quase imperceptível daqui de baixo.
dezembro 16th, 2009 @ 22:07
Os anéis possuem objetos com tamanhos da ordem de micrometros, a luz sofre dispersão quando passa por objetos destas dimensões. Graças a esse efeito a poeira suspensa no ar quando abrimos a janela e sacudimos o tapete, esse efeito se somaria a reflexão contribuindo para a luminosidade. Provavelmente os anéis teriam aspectos diferentes, é difícil imagina como realmente seria.
De todas as formas, a nossa casa é tão bonita !
dezembro 16th, 2009 @ 20:04
Sim: durante uma metade do ano, um hemisfério seria mais claro à noite enquanto o outro seria mais escuro de dia. Na outra metade, as situações se inverteriam. Isso por conta da inclinação da terra em relação ao plano de translação e ao seu “bamboleio” (numa época do ano o hemisfério sul está mais próximo do sol, na outra época é o norte)
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:47
Não entendi muito bem…
Por que uma noite mais clara se o sol estaria do outro claro?
Na noite os anéis não alterariam muito não, certo?
Eu acho que seria mais como disseram abaixo, durante uma parte da tarde seria escuro enquanto o anél estivesse entre o sol e a terra, não?
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 21:02
À noite eles funcionariam como um GRANDE espelho inclinado, refletindo boa parte da luz do sol que chega pelos lados do planeta de volta para o seu lado escuro, iluminando o hemisfério que estivesse à favor dessa inclinação, mais ou menos assim:
(clique para ampliar)
E de dia, a parte da sombra dos anéis ficaria na penumbra (mas não seria ao ponto de virar noite, pois eles não seriam densos o suficiente para gerar uma sombra opaca)
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 2:52
Eu percebi um “entendeu ou quer que desenha?” oculto nessa explicação.. hehehe, brincadeira..
Agoooora sim.. tudo esclarecido.. valeu..
Responder
16 de dezembro de 2009, 19:03
Legal, seria interessante se tambem tivessemos dois Sois e umas 3 luas, ai sim ficaria surreal hehe.
Mas não se preocupem com a quantidade de lixo espacial que andamos acumulando daqui algumas decadas a gente terá nosso anel.
Puts Rio de Janeiro denovo, os caras não tem noção daqui a pouco aparece algum astromo dizendo que este video esta errado e deve ser censurado por passar uma imagem errada do Rio.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:00
Dois sóis, 3 luas, vivendo num imenso planeta galileano, onde as forças gravitacionais nos fariam virar panquecas amassadas e bem tostadas. Maneiro!
Responder
16 de dezembro de 2009, 19:18
Grandes merdas, como se a gente fosse deixar de ficar no computador pra olhar para o céu. A realidade tem uma importância muito exagerada. }:)
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 20:02
Por isso que existem programas como o Stelarium. }:)
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 0:46
Embora primitivo, nada se compara a olhar para o céu com um telescópio ou binóculos. Não vai ver detalhes, mas pelo menos a ação é ao vivo e aviões, pássaros, meteoritos, satélites artificiais e outros agentes diversos podem causar agradáveis emoções bruscas…
Responder
16 de dezembro de 2009, 19:59
Eu queria saber como seria a solução da natureza para região de umbra.
Muito interessante o vídeo.
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 23:11
A mesma solução para a escuridão da noite, energia elétrica, fogo, enfim, luz.
Responder
16 de dezembro de 2009, 20:41
Como seriam as antigas mitologias com mais esse negócio no céu?
A Via Láctea é vista como uma mancha branca cortando o céu, e a mitologia grega diz que foi Hércules que pressionou o seio da deusa que o amamentava, derramando o leite e formando o “caminho lácteo”.
Provavelmente esse arco formado pelo anél seria a viga que sustenta os céus, ou talvez o caminho que vai do monte Olimpo ao inferno, por onde as almas transitam.
E o que dizer das antigas teorias geocêntricas? Os anéis no céu seriam a prova de que a Terra é o centro do universo.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 0:27
[quote=Fernando_Lorenzon]E o que dizer das antigas teorias geocêntricas? Os anéis no céu seriam a prova de que a Terra é o centro do universo.[/quote]
Mas o povo do geocentrismo estava correto!
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 0:27
Certamente seriam deuses mais grandiosos do que os Nórdicos, por terem uma ponte muito mais impressionante do que mero arco-íris.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 2:30
Foi a primeira coisa que pensei, de que maneira as religiões e mitologias ao longo da história da humanidade seriam influenciadas pela existência de um anel de gelo ou asteróides no céu…
Acho até possível que algumas religiões e culturas que conhecemos hoje não existiriam, e no seu lugar existiriam outras completamente diferentes. Antigamente o visual do firmamento exercia uma influência quase total na vida dos povos e culturas.
Vai saber como isso influenciaria o passado e o futuro da humanidade. Como admirador de Carl Sagan, adoro devanear sobre essas coisas. Acho bem possível que nosso mundo hoje fosse BEM diferente, de maneiras que não podemos nem imaginar. Talvez o iluminismo e a revolução industrial nem tivessem acontecido, e ainda estaríamos na idade das trevas… ou teriam acontecido séculos ou milênios mais cedo, e hoje a humanidade já estaria colonizando outros planetas (ou já teria se auto-destruído).
Tudo por causa de um simples objeto a mais no céu. A influência disso seria muito maior que as pessoas costumam inicialmente imaginar, vendo os exemplos do video, possivelmente nem exisitiria uma Paris, Nova York ou Rio de Janeiro na forma que conhecemos hoje.
Responder
16 de dezembro de 2009, 21:48
Manêeeeeeeeeeeeeeeeero
Pena que não temos anéis (no céu, né? rssrss)
Responder
16 de dezembro de 2009, 21:58
Show! Muito bem produzido e com um nível de realidade que nos faz acreditar ser posssível!
Fiquei sabendo que alguns Shakes dos Emirados Àrabes Unidos pretendem enviar pedras de seus desertos particulares para formar um anel assim que poderia ser visto como um atração turística e…
Responder
dezembro 16th, 2009 @ 23:32
Também fiquei sabendo… }:)
Responder
17 de dezembro de 2009, 00:49
E por pouco Saturno fica sem os anéis:
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 2:57
Gostei
Responder
17 de dezembro de 2009, 01:30
A Terra é colorida e linda e a nossa lua é prateada e linda.
Vá tomar seus remedinhos…
Responder
17 de dezembro de 2009, 03:04
Cara, essa não dá pra concordar!
Planeta sem graça!?
É o único que a gente conhece que tem vida.
E a lua não é assim uma coisa bonita (artisticamente, sei lá…).
Mas e o eclipse total?
Também é o único lugar que a gente conhece em que isso é possível: o tamanho da lua e do sol em proporção exata as distâncias, e tem alguém aqui pra ver! Uau!
E mais, de todas essas bolas que eu ouvi falar que flutua por aí sobre o casco da tartaruga, a lua é a única que não gira! Até o sol gira.
Como se ela quisesse esconder algo nas costas. Uma base alienígena
?
Sem graça nada.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 3:51
Ahh, girar ela gira, sim, só que o tempo de rotação dela é igual ao de translação. Ou seja, ela está em “acoplamento de maré” (tidal locking). Se o Sol não engolir o planeta antes, um dia a Terra chega lá, em relação ao mesmo
E antes disso acontecer (se der tempo de acontecer), ela e a Lua ficarão sempre com a mesma cara voltadas uma para a outra.
Responder
17 de dezembro de 2009, 03:43
“Chato é que no final serve para lembrar que vivemos em um dos planetas mais sem-graça do ponto de vista astronômico. Só temos uma Lua, e das mais feias.”
Que nada, comparado com Fobos e Deimos até que a lua é bonita. Os satélites de Marte mais parecem duas laranjas de final de feira, a bunda do Marcos Chiesa depois se sentar num formigueiro ou a cara da Geyse Arraimunda.
Responder
17 de dezembro de 2009, 10:16
Se tivesse aneis teria um video , mostrando como seria maravilhosa a terra sem aneis…
E a Terra astronomicamente falando, sim e um planetinha sem graça, com sua lua e sua estrela, mas biologicamente falando nao e sem graca assim… Eu queria viver em venus quando crianca (e mais sem graca ainda, mas perdi a vontade pq e bem quentinho (venus e mais quente q mercurio para quem nao sabe))… Prefiria que tivesse sei la mais uns 3 satélites naturais (se possivel uma parecida Europa e uma Titã, que sao bemmmm interressantes …
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 21:19
E as tempestades de ácido sulfúrico também são legais para quem quer fazer uma esfoliaçãozinha…
Responder
17 de dezembro de 2009, 12:16
Muito legal o vídeo… achei fantástico, apesar do erro aos 2:30 min (Madri – Espanha), onde uma nuvem está atrás do anel (no centro da imagem), mas vá lá, ficou muito bacana.
Netuno também tem anéis, mas os de Saturno são mais vistosos.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 12:24
Todos os quatro gasosos possuem anéis, mas o povo só conhece os de Saturno. Até porque os anéis dos outros três são uma merrequinha de nada, comparado com os dele, ao ponto de serem praticamente invisíveis nos telescópios mais simples
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 16:56
Vai ver já foram absorvidos durante a formação de suas luas.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 17:53
hmm, aí não sei, mas acho que não é bem por aí. De acordo coma física envolvida, os anéis se formam justamente pela DESINTEGRAÇÃO de um satélite que cai numa zona gravitacinoal específica (um cometa, ou um asteróide que foi capturado pela gravidade do planeta). É o tal “Limite de Roche” mencionado no final do vídeo. Se ele não tiver uma força interna suficiente para resistir a isso, ou se tiver uma densidade abaixo de um dado limite, ele se desmancha aos poucos até sobrar só o pó, e daí formam-se anéis com o material resultante.
Responder
18 de dezembro de 2009, 02:36
Aproveitando o gancho de montagens com o Planeta terra, segue um video básico do NYC’s Hayden Planetarium.
http://www.youtube.com/watch?v=17jymDn0W6U&feature=player_embedded
Vi no Gizmodo.
Responder
18 de dezembro de 2009, 19:57
“Chato é que no final serve para lembrar que vivemos em um dos planetas mais sem-graça do ponto de vista astronômico.”
Sua noção de graça é o inverso de todos. O único planeta com vida e consequentemente com uma grande biodidiversidade (e gastamos bilhões por anos pra procurar planeta igual), heretogeneo ao extremo nas características, com atividade eletromagnética e magmática, etc, etc, etc… mas será q um monte de planeta morto, feio, com gases e gases ou pedras e pedras ou ainda mares de algum hidrocarboneto tóxico, ou seja, milhões de planetas mortos e iguais, esses então que tem mais graça?
Responder
dezembro 19th, 2009 @ 6:13
Ele falou do ponto de vista astronômico, não biológico.
Responder
5 de fevereiro de 2010, 13:33
video muito bom …
Responder