O bit.ly ainda não encontrou concorrente à altura, e a cada novo recurso anunciado, a distância dele para o segundo lugar, independente de quem esteja o ocupando, fica ainda maior.
Dessa vez, foi anunciada a versão Pro do bit.ly. Em suma, ela permite que publishers utilizem a sua mega infraestrutura com URLs próprias. O The New York Times, por exemplo, está usando o bit.ly com o domínio nyti.ms. A princípio, apenas grandes publishers foram convidados a participar do “beta”, sites do naipe do IGN, TechCrunch, MSN e o próprio The New York Times; com o tempo, espera-se que a abertura seja maior.
A maior vantagem desse serviço Pro é poder utilizar todo o poder do bit.ly de maneira mais confiável e transparente ao usuário. Especialmente aqueles que não conhecem encurtadores de URL (não leram meus primeiros posts no Meio Bit
), sentem-se intimidados a clicar em URLs estranhas, sem saber o real motivo do encurtamento ou para onde elas apontam. “Mascarar” a URL com algo mais próximo do endereço ao qual a versão encurtada aponta, aumenta a confiança do usuário, e não enfraquece a marca do site em questão.
Era possível fazer esse sistema sozinho, ou seja, cada site com seu próprio encurtador? Sim. Mas, como dito, o bit.ly está num nível invejável, com “trackeamento” em tempo real e sistema de proteção contra URLs maliciosas, só para ficar em dois recursos. Aproveitar-se dessa base diminui custos e agiliza as coisas.
Outro extra que os publishers terão com a versão Pro é um dashboard global, atualizado a cada 15 segundos. Dali será possível ver, de maneira bem fácil e direta, a quantidade, frequência e origem dos cliques.
Embora fechado para grandes parceiros inicialmente, o bit.ly está recebendo inscrições para o beta da modalidade Pro. Para isso, preencha este formulário, e cruze os dedos.
© Copyright 2006-2010
17 de dezembro de 2009, 10:26
Excelente novidade! Realmente um ponto fraco desses serviços é o usuário não conseguir saber para onde vai o link.
Já era possível adicionar a API do bit.ly em um domínio qualquer, basta ler a documentação no site.
Responder
17 de dezembro de 2009, 12:00
[off]
Só uma dica, quando se deseja marcar tempo, não se usa “A princípio”, mas sim “Em princípio”. Isso é um erro muito comum na escrita.
Responder
17 de dezembro de 2009, 13:28
Eu uso o twitterfox (cheguei atualizar pro echofon mas achei horrivel e consegui encontrar o twitterfox em algum site) e quando passo o mouse em cima de um link do bit.ly ele me mostra a url original.
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 17:25
Bom, vc achou uma boa solução pro problema. Mas o problema continua pra todos os usuários de I.E., Opera e Safari.
Responder
17 de dezembro de 2009, 13:46
Ótimo serviço para publicidade, tomara que funcione melhor que os insight do Youtube.
Responder
17 de dezembro de 2009, 15:31
Por padrão, não clico em links camuflados, somente se for em sites grandes e conhecidos, e ainda sim se estiver MUITO interessado. Se o link não é para ser passado, digo, geralmente é embutido na palavra, não há necessidade de encurtar. Twitter sim, mas, bem, não uso twitter, então…
Responder
dezembro 17th, 2009 @ 17:08
[2]
Responder
17 de dezembro de 2009, 17:30
Bom, pelo menos acho que um link com o domínio do próprio site seja mais tranquilo.
Inspira um pouco de confiança, e reforça a marca.
Nada melhor do que a URL original, mas os relatórios de cliques são bem úteis pros admins do site.
Responder