Para analista, os jogos deveriam custar mais caro

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Peguem suas tochas e foices e esqueçam a Electronic Arts, pois a indústria de games acaba de conhecer um novo inimigo número 1. Seu nome? Evan Wingren. Funcionário da KeyBanc Capital Markets, o analista de mercado concedeu uma entrevista recentemente onde emitiu uma opinião que tem despertado a ira em muitos jogadores.

Ao falar sobre toda a polêmica em torno da EA, das microtransações e das famigeradas loot boxes, o sujeito afirmou que tudo não passa de um “risco transitório” e que alguns fatores acabaram gerando um debate exagerado.

Os jogadores não pagam demais por seu jogos, eles estão pagando pouco (e nós somos gamers)… Esta saga tem sido uma tempestade perfeita para o exagero, por envolver a EA, Star Wars, Reddit e certos jornalistas/veículos puristas que não gostam de microtransações.

Wingren então defendeu seu ponto de vista usando a TV e filmes como exemplo. Segundo ele, mesmo se pagarmos US$ 60 por um jogo e gastarmos mais US$ 20 todos os meses com microtransações, em um ano uma pessoa que dedica cerca de duas horas e meia por dia jogando acabaria tendo um custo de US$ 0,40 por hora, sendo que com a TV e com o aluguel de filme o custo seria de US$ 0,60 e US$ 0,80, respectivamente.

Sendo assim, hoje as editoras estariam cobrando pouco pelos seus jogos e por isso ele diz que tais empresas deveriam começar a pensar em elevar o preço. Por fim, ele fez a seguinte sugestão aos fãs da franquia Star Wars:

Apesar do inconveniente da narrativa popular da imprensa, se você gosta de Star Wars e joga videogames numa taxa média, estará muito melhor ignorando o filme e jogando o game, para obter o máximo do seu dinheiro.

Que o custo-benefício dos jogos pode ser melhor que o visto em outras mídias, acho que ninguém discorda, mas a discurso do Sr. Wingren é de uma pobreza intelectual tão grande que chego a achar que ele está apenas querendo chamar a atenção ao ser o diferentão. Oras, querer dizer que as pessoas deveriam deixar de ver o filme porque com o jogo elas gastariam menos é algo no mínimo ridículo, sem o menor cabimento.

Além disso, o que muitos tem criticado nem é o quanto temos gastado com os jogos, mesmo porque em boa parte deles as microtransações podem ser ignoradas, mas o fato de pagarmos um preço cheio por um lançamento e recebermos apenas uma parte do que deveria estar disponível a todos.

Como já disse em outros textos, eu não sou totalmente contra a prática das loot boxes, mas daí a defender que os jogos estão baratos e que as editoras deveriam começar a cobrar mais por eles, existe uma grande diferença.

Fonte: CNBC.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Grab your forks and torches!

    • SignaPoenae

      “Minha flecha é vermelha, pra saber quem eu matei”

    • Vin Diesel

      eu ja protesto sozinho a muito tempo jogando com piratas e nao comprando o que eles vendem, nem hardware nem software, mas a negada é cega e gasta até o que nao tem, quem nao quer clientes assim?

  • Douglas

    o REDDIT vai entrar em polvorosa com essa

  • Bruno

    Manda ele vim morar aqui no Brasil recebendo em reais que ele vai mudar de ideia.

  • Cortana ✔

    E que subam os preços!

    • EmuManíaco

      pode subir pra cem dolares. so compro quando ta abaixo dos vinte mesmo.

  • SLCopetti

    Analista ou acionista???

    • Majin-boo

      Ananista.

  • Diego Marco Trindade

    Uma vez escrevi aqui e veio uns orelhas falar “herp, é só não jogar”. O problema nunca é cobrar por micro transações, é que as micro trasações não são feitas pensando no jogador médio pra cima, é nos Kraken, é nos 0,15% dos jogadores que representam 50% dos lucros: https://www.forbes.com/sites/insertcoin/2014/03/01/why-its-scary-when-0-15-mobile-gamers-bring-in-50-of-the-revenue/#612145444065 .

    A EA e muitas desenvolvedoras mobile estão mirando em pessoas que jogam compulsivamente, que colocam montanhas de dinheiro em jogos (como aquele cara que desviou dinheiro da empresa para suprir o vício em Game of War, ou outro que botou $50k em Star Citizen antes do lançamento). Quem tem dinheiro gasta no que quiser, mas as empresas estão se aproveitando de gastadores compulsivos.

    Hoje jogo o Star Wars: Galaxy of Heroes, que também tem micro transações. Também gastei dinheiro lá, mas desde que tiraram a assinatura mensal, que dava cristais diários por um valor mais razoável, eu e diversos outros dolphin (gastadores mais “comedidos” de $5-$30 mensais) paramos. Mas como a matéria do Forbes mostra, nem nós somos o público-alvo da desenvolvedora.

    • Thiago

      Logo mais começarão a considerar jogos eletrônicos como cassinos e iniciarão as proibições se esse caminho perdurar… Ainda não aconteceu porque não chama muito a atenção, mas essa nova geração está caindo dentro nessa, desesperados por atenção, gastarão o que tem e o que não tem para suprir o vício em ser reconhecido como os melhores (e para manter essa posição, fazendo com que eles e outros gastem mais e mais).

      • Diego Marco Trindade

        https://www.engadget.com/2017/11/16/battlefront-ii-belgium-gambling-investigation/ Já estão investigando se as loot boxes são considerados como “jogos de azar”.

      • Gaius Baltar

        No Brasil jogos eletrônicos já são taxados como jogos de azar.

        • Kirk

          Vanguarda é outra coisa né.. kkk

    • Carlos Marin

      Pois é, eles só não podem esquecer que é o usuário médio quem povoa o servidor e assim mantém a popularidade para que os gastadores tenham onde gastar.

    • Nícolas Wildner

      Aqui o problema é que a EA já tinha um histórico de “ódio” da comunidade por conta do suporte merda, releases bugados, produtos não finalizados ou com histórias mais do mesmo como o Army Of Two 2, fiascos em franquias conhecidas como SimCity, Mass Effect, que geraram ódio até nos seus criadores.

      Eu mesmo reagi com canalizações de ódio quando comprei o Battlefield 3 na pré-venda, edição premium, e logo que a primeira expansão foi disponibilizada pro povo jogar(Back to Karkand) já havia propagandas no launcher da EA de pré-venda do BattleField 4 e ainda 4 FOCKING EXPANSÕES para serem lançadas no BF3.

      O episódio das microtransações foi só a gota d’água no copo.

      • Henrique Fockink

        Não use meu sobrenome sem pedir pemissão… Zueira, kkkkk.

      • tuneman

        eu tambem me decepcionei com BF3.
        Era bom, mas eu esperava mais do sucessor do excelente Bad Company 2

        • Nícolas Wildner

          Bad Company é vida(e ainda aguardo um sucessor dele). Nós ainda jogamos ele em LAN algumas vezes por ano.
          https://www.facebook.com/farraposlan/

          Criamos eu e um dos membros uma VM com os Servers(512MB ram, 1 vCPU e 20Gb de HD) de BFBC2 e BF3, um dhcp e voilá. Qualquer um com VirtualBox pode ser o server, sem ter que levar uma CPU pra jogar dedicado.

          Nos divertimos mais assim do que com partidas online.

  • Bruno Costa

    Concordo com ele, ué. Aumenta até o talo. Aumenta até ficar sem margem de manobra. Quando parar de vender e algumas empresas mais inteligentes começarem a cobrar mais barato e a vender, o mercado se regula. O preço só vai até onde o consumidor estiver disposto a pagar, coisa que a EA já está sentindo, tentando o que ele não está disposto a fazer.

    • PCM

      O problema não é só aumentar até deixarem de comprar. Enquanto houver compradores compulsivos nesses cassinos disfarçados, microtransações irão existir indefinidamente.
      Como bem disse o Diego Marco logo acima, 99% podem boicotar o jogo, mas são necessários apenas 0,15% para garantir metade do lucro.
      Não é mais sobre a “Arte Eletrônica” (EA) de fazer jogos, é sobre viciar e extrair até a última moeda dos jogadores com tendências consumistas.

      • Bruno Costa

        Mas esse é o objetivo. Deixar as empresas que querem lucrar muito com poucas vendas venderem pra quem quiser pagar muito (o que serão bem poucos interessados se os preços continuarem subindo e todo o conteúdo passar a vir cobrado). Como é um público restrito, poucas empresas venderão. A concorrência terá que vender pra quem sobrou, o público que não está disposto a pagar caro por jogos incompletos. Todos saem ganhando. O que aconteceu com o Battlefront II é o maior exemplo disso, passou do limite que a maioria queria pagar e a EA teve que recuar ou aceitar perder todo esse público consumidor, enquanto outras empresas como a CD Projekt RED está disposta a não fazer isso.

      • Esses compradores compulsivos vão todos pra loja do Paulo Coelho se não conseguirem mais pagar pelos jogos.

      • EmuManíaco

        comprador compulsivo ou vai pra debaixo da ponte ou cadeia. to pouco me ferrando pra ele.

    • Algo que ninguém considera é que nunca os jogos custaram tão caro para produzir e nunca foram tão baratos. Era normal na época do PS1 os jogos como FF7 custarem 70-80 dólares.

  • Andre Kittler

    Por um lado beleza, os jogos antigamente eram +/- os mesmos 60 dólares de hoje (que valia mais pois desvalorizou) e, lado a lado, eram limitadíssimos devido a tecnologia (ok, eram divertido e blabla, isso não conta aqui).
    Hoje realmente, pagamos acho que ‘pouco’ por muito conteúdo. Sei que de minha parte nunca cheguei remotamente próximo as minhas 300 horas de Zelda em qualquer jogo, acho curto jogos de apenas 50 horas sendo que os Final Fantasy raramente chegavam próximo a isso.
    Mas no outro lado, o que esse infeliz ignorou, foi a escala do mercado. Somos mais numeros, vende a preço baixo e ganha na quantidade. Por isso que as empresas conseguem ser tão maiores hoje que em 1990.

    • Peguei uma Super Game Power dos anos 90 para ver qual era o preço do cartucho em relação ao salário mínimo. A questão é que em 1996 o salário mínimo era R$112, e Donkey Kong Country 3 custava pelo menos R$100, sendo preço normal cobrado no lançamento de R$150.

      Se fizermos conversão direta, um jogo hoje seria em torno de R$900. Claro que fazer isso não gera um resultado apurado, mas mesmo assim é assustador ver o quão mais barato os jogos ficaram nos anos 2000.

    • Evandro

      Hoje em dia é mais fácil desenvolver jogos do que antigamente. Computadores se tornaram mais baratos e mais potentes, cursos de TI se popularizaram, a mão de obra ficou mais disponível e a internet ta na área pra qualquer um aprender qualquer coisa, pipocou empresa de tecnologia pelo mundo todo. Tudo isso faz o preço da tecnologia ser bem mais barata do que a 25 anos atras.

  • Sobe o preço, vamos ver se continua vendendo.

  • 🦊 RaposaDoida 🦊

    Alguns jogos para o padrão americano comparado com o padrão brasileiro, podem até ser barato.
    Mas o problema está em você pagar full price em uma jogo que eles intencionalmente colocaram menos conteúdo.
    Eu não reclamo de microtransações em jogos free, como o Dota2 que por sinal é um exemplo de modelo que deu certo, mas agora você paga full price, e ainda pega um jogo capado, vai a M.

    • Henrique Fockink

      Dota2 deu muito certo, na minha opinião, por contar com microtransações exclusivamente cosméticas. Se alguém gastou 15 mil em skins, narradores e mapas, não terá vantagem alguma sobre quem tem a mesma experiência, mas não gastou 1 real.

  • César Rodrigues

    A não ser que você venda produtos com um logo de maçã mordida, o normal é que o preço se adapte ao mercado.

    Vide os jogos de PC que despencaram os preços devido à grande quantidade de conteúdo oferecido.

    Vai lá, aumenta o preço e veja a Master Race crescer.

  • Tarcísio Medeiros

    O que ele fez foi ridículo. Comparar tempos de jogos com preço? Então se ele fosse da Ubisoft, quer dizer que ele venderia o primeiro Assassin’s Creed com o mesmo preço do mais novo se eles tivessem tempos de jogos iguais? Quer dizer que um jogo de corrida que tivesse sistema de corridas infinitas poderia ser cobrado valor infinito? Poupe-nos. Preços de jogos serem foram medidos por antiguidade e oferta e demanda. E sempre vai haver jogos menores (que não significa jogos ruins), mais baratos que jogos maiores.

    • Metalmacumba

      se fosse assim a maioria dos jogos de NES seriam os mais caros da história, por que o tempo pra terminar aquelas desgraças era gigante.
      pac-man então que é “infinito” nem se fale.

      • Pai De Santo

        Enduro, nem Bill Gates poderia bancar.

        Hehe

      • Felipe Rafael

        E o enduro?

  • Convidado

    “em um ano uma pessoa que dedica cerca de duas e horas e meia por dia”
    A premissa está deveras equivocada, estão dando voz para um fanfarão.

    A quantidade de pessoas que podem fazer isso é ínfima. Maioria dos jogos não tem esse conteúdo também. Duvido que esse comportamento reflita 1% do mercado.

    • Convidado

      Desta “geração”, entre o Steam, Switch e PS4 tenho uns 1.000 jogos, joguei de verdade uns 100.
      Terminei uns 50.
      Algum chegou nessa métrica de 2 horas e meia ao DIA por UM ANO? NENHUM.

      Bem longe disso….

      Nesta lógica maluca que não processa custo sobre retorno, jogos são muito mais caros que filme, na verdade. Inclusive pelo custo de entrada do console/PC que o cliente tem que arcar.

  • Lui Spin

    Enquanto tiver quem pague, vai ter quem cobre. É a regra do mercado.

    • 🦊 RaposaDoida 🦊

      Já começou a mudar, o Battlefront 2 teve uma queda de 50% nas vendas depois das denuncias, estamos no caminho certo, já tiraram as microtransações como forma de amenizar.

      • *Tiraram para ajustes.

      • EmuManíaco

        tiraram pq é um jogo com ip de outra empresa. pressao da disney.

      • Lui Spin

        Isso aí. É o mercado se auto regulando.

  • Metalmacumba

    Eu não sou contra micro transações desde que ela ofereça algo legal e interessante ou seja uma expansão.
    As expansões do RE VII são um exemplo disso. você consegue extrair muito mais jogo por um preço não tão salgado.
    Já outro exemplo maravilhoso é o left behind do the last of us. é praticamente um adendo tão grande à história que o valor dá pra ser considerado ínfimo.
    O do mario kart do WiiU na época também não era algo de todo ruim. se não me engano era 10 dólares e te liberava conteúdo pra caramba, como personagens e novos campeonatos.
    Outro também é o modo VR do dirt rally. demorou pelo menos um ano pra sair e a experiência é tão diferente que vale a pena. Não acho que o game tenha sido 100% projetado ou que o VR pack estivesse pronto no lançamento, senão teria sido lançado logo no lançamento do VR.

    Agora o que a EA e outros estúdios tem feito é o que chamo de “paymium” onde você paga pelo jogo e pra ser o top top da balada tem que pagar de novo.

  • Theuer

    Comparar TV com UM jogo é de uma desonestidade intelectual sem precedentes.
    Quer dizer que há um “Gameflix” onde você paga 30 mangos por mês e joga o que quiser do catálogo sem restrição alguma?

    Só mais um bobo falastrão.

  • Vinicius Santos

    esse analista aí é daqueles que vivem predizendo a falência da Nintendo, certeza.

  • Desculpe a ignorância porque não estou inserido nesse mundo de games com micro transações e, por isso, fiquei com a seguinte dúvida:
    O jogo que você compra pelo preço full vem “capado” ou vem do tipo “impossível concluir a aventura sem realizar as micro transações”? Pergunto porque, se trata-se de uma aventura com começo, meio e fim, vendida a um preço X, não vejo sentido na crítica do Dori Prata porque entendo que quem pagou pelo jogo pagou por “esta aventura”. se a micro transações abrem espaço para “outras” aventuras, bom… Seriam tipo um Pack extra, não?

    • As micro-transações são ruins por supostamente desbalancearem o multi-player. O jogo comprado a preço full não vem capado de nada. Inclusive agora tem a campanha single-player.

      Ainda assim, o grosso das microtransações servem para destravar personagens novos que não são necessariamente mais fortes, apenas diferentes. As coisas que dão mais poder, como armas e power-ups, precisam ser destravadas jogando. Nesse caso não vejo isso como algo ruim.

  • Rodrigo Monteiro

    Na minha opinião, eles tem um modelo frankenstein que não agrada nem os players e nem os produtores…

    Deviam fazer escola com os jogos consagrados de PC como LOL, Dota, CS… eles conseguem ser de graça, não dar vantagem competitiva e se muito rentavel…

  • Fabio Otto Bernardeli

    procurem o nome desse analista no google, vão ver que ele é acionista da EA… palhaçada

  • Meganegão

    Simples, ele está calculando o preço da mesma forma que se calculava a mais de 100 anos atrás, depois disso a economia evoluiu muito.

  • Jorge Dondeo

    Não sou muito fã de comportamento de manada, essa parada de todo mundo gritando e cuspindo, e achei interessante o ponto dele, nunca tinha feito essa análise de horas x diversão. Fiquei aqui calculando as centenas de horas que gastei com Battlefield 4 (612 para ser exato), comprei o jogo por 150 reais (olha que Brasil é mais caro) e mais 90 pelo passe de temporada, para ter esse mesmo tempo de diversão, com teatro ou cinema, seria por baixo uns 5000 reais.

    Sei que não e simples assim, mas é um caso a se pensar.

  • Douglas do Espirito Santo

    O salário mínimo no Brasil é baixo,concordo,mas ele renderia mais se você não pagasse impostos pesados no remédio,cesta básica,transporte subsidiados e em qualquer coisa que você compre,imagine em games que é considerado ,além de jogo de azar,mas também supérfluo ,(nada comprado com nosso dinheiro deveria ser considerado supérfluo,não é mesmo governo?)
    Imposto cobrado separadamente e único só quando adquirir o produto nem passa pela a cabeça dos políticos,não importa se é o Dom Pedro,da república pós monarquia ,do ditador fascista Getúlio,do regime militar,do socialismo fabiano do PSDB /Fernando Henrique ou socialismo do PT/Lula/Dilma,todos tem em comum a fome do confisco,quero dizer impostos,que sempre acabam em desperdício e roubo.

  • Douglas do Espirito Santo

    Eu não sei deveriam calcular o custo benefício horas/jogo e horas/filmes/série/música,quando você adquire um produto independe quantas horas ele vai ser usado,aposto que muitas pessoas já assistiram suas fitas ,dvds,ou blu-rays de Star wars,De volta para o futuro,stc…,mais vezes que dedicou a maioria dos jogos.

  • Nil Obermüller Schaupp

    Se cobrar mais eu não compro, vejo o exemplo do MK XI e Injustice 2, cara, chegar a 300 reais o jogo é um absurdo, não pago mesmo.
    Espero até baixar o preço, não tenho pressa.

  • André Gomes

    Tem uma frase que resume toda essa “indignação” na matéria: “…mas o fato de pagarmos um preço cheio por um lançamento e recebermos apenas uma parte do que deveria estar disponível a todos”

  • Julio Verner

    Pode aumentar, podem baixar, só não podem adotar o VM Protect como em Assasin’s Creed Egito… To sem pressa e sei que quebram essa merda até querer jogar…

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