Game designer critica jogos violentos

Por: em 04/11/09 na(s) categoria(s): Cultura Gamer, Miscelâneas


Talvez você não ligue o nome Masaya Matsuura a sua obra, porém, esse game designer japonês ficou mundialmente famoso ao criar um jogo musical onde a estrela era um cachorro que parecia ter sido feito de papel, o Parappa the Rapper.

Ao conversar sobre a indústria dos jogos com o site Joystiq, Matsuura foi questionado sobre qual problema envolvendo a criação de games que ele gostaria de resolver e a resposta foi a seguinte:

Reduzir a quantidade de jogos que envolvem ferir pessoas com facas ou armas.  O recente sucesso dos jogos musicais assim como os games para a família do Wii me fazem pensar. Indubitavelmente existem outras possibilidades por aí que ainda precisam ser descobertas.

Acho que ficou bastante claro que ele não defende a extinção dos jogos violentos, apenas que alguns criadores os deixem de fazer apenas porque vendem bem ou por explorar a violência gratuitamente.

dori_par_03.11.09

[via Destructoid]

  • Keyo

    Olhando essa imagem me deu vontade de procurar meu Parappa pra jogar no PSP. :D

  • http://www.wallck.com.br/ wallck

    Olhando essa imagem deu vontade de pegar meu Killer Instinct pra jogar.

  • JayShaman

    Não sou um grande fã de jogos violentos, mas prefiro eles a jogos musicais ou games família  :sick:

  • Cazu

    Eu até jogaria mais jogos de esporte, corrida e “casuais”, mas sinto que falta um pouco de sangue nesses jogos. }:)

  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    Acho que a temática dos jogos deve fluir naturalmente, mas concordo em dar espaço para jogos de estilos variados.

    O lance é que, nos EUA, existe uma cultura militarista muito forte, então jogos de tiro são uma receita de sucesso.

  • Mutyler

    parapa foi um ótimo titulo, realmente o estimulo desse tipo de jogo sem tanta “matança” podia inovar em algo pra industria, mais os grandes titulos no mercado hoje (na minha opnião) envolvem sangue, morte, tiros, espadas…

    E volta o nosso velho ditado “gosto é que nem XX cada um tem o seu”.