O que a internet teria a comemorar daqui a 40 anos?


Há quinze anos atrás, tive o meu primeiro contato com a internê: o PC pioneiro em casa era um 486 e o fax/modem dele rastejava a 2400 bits por segundo (ou ~0,3KiB/s). Uma velocidade até respeitável, considerando que, àquela época, a interface gráfica do BBS era puro texto.

Sinceramente, eu não sabia o que havia de tão especial naquele texto todo subindo no Windows 3.1 ou nos barulhos esquisitos de telefone vindos daquele PC, até porque eu não sabia distingüir aquele bocado de texto, do BBS, dos trabalhos de meu pai em programação (Cobol e Fortran). Pareciam a mesmíssima coisa, até eu ser apresentado a um shareware do Wolfenstein 3D.

Laguna_WolfensteinA_31out2009

Para mim, um moleque fascinado com o Atari e o Master System (Super Nintendo e Mega Drive só na locadora), aquilo era coisa de outro mundo, afinal o PC apenas se resumia à Paciência e Campo Minado, dois joguinhos que nunca me interessaram e pouco se distingüiam do que eu era acostumado a jogar até então.

Àquela época eu nunca havia visto um jogo tridimensional e, ainda por cima, “transportado” por outro meio diferente que não fossem os inúmeros disquetes emprestados.

Depois do Wolf3D, vieram outros sharewares, não só de jogos, mas de outros programas, sempre com a mesma expectativa: tinhamos que esperar mais de uma hora para que um arquivo com 1,39 MiB (geralmente comprimido em ARJ) chegasse ao destino, um HD com “fartos” 220MB, e funcionasse, claro.

Laguna_LivermoreFax_31out2009

Quantas vezes o download não chegava a falhar lá pelos 99%? E em quantas o modem simplesmente “caía”, o telefone tocava e o que atendíamos era um chiado horrível? Foram tantas as emoções, bixo…

Hoje, os downloads não são tão emocionantes, principalmente para quem tem uma boa conexão de acesso à internê: você simplesmente procura o conteúdo que quer no Google (ou outra ferramenta de busca), encontra os arquivos desejados numa bonita página de downloads, ora num servidor próprio, ora num Rapidshare da vida, e, dependendo do tamanho do arquivo, não dá tempo nem de tomar um banho venezuelaño, pois o arquivo solicitado já está em seu HD, pronto para o uso, seja ele qual for.

E tudo isso começou em 29 de outubro de 1969, com o estabelecimento dos dois primeiros nós do que hoje conhecemos como a internê, essa enorme teia, essa enorme rede global de computadores interconectados:

Laguna_Net4Birthday_31out2009

Naquele dia, um computador, do curso de Engenharia e Ciência Aplicada da Universidade de Los Angeles, foi programado para acessar, remotamente, um dos computadores do Stanford Research Institute, na cidade de Menlo Park.

Para tanto, o sistema tinha que enviar uma simples mensagem codificada, através de um modem com o tamanho próximo a um gabinete full-ATX, ao modem idêntico instalado no destino: a mensagem era “login”, mas a ligação caiu depois das duas primeiras letras e o acesso remoto não foi possível logo na primeira tentativa.

Laguna_fibrasoticas_31out2009

Lógico que, a partir da segunda e bem sucedida tentativa naquele mesmo dia, aquela primitiva rede de computadores, pertencente à ARPAnet, conseguiu enviar mais do que uma simples palavra codificada, afinal, se tal rede não pudesse fazer mais do que isso, não seríamos hoje mais de 1 bilhão de internautas no mundo, acessando 1 trilhão de páginas virtuais.

E tal popularidade da internê se deu graças à outros marcos, também dignos de serem comemorados ao longo desses 40 anos, colocados pelo Cony Sturm, do FayerWayer:

  • O estabelecimento do correio eletrônico, o e-mail, como uma das primeiras funções de comunicação da internê, no início da década de setenta;
  • O desenvolvimento do TCP/IP e sua posterior adoção em 1983 como protocolo padrão da ARPAnet;
  • A Wide World Web, que apareceu por volta de 1989 e seria a rede interconectada de documentos, do tipo hipertexto, que vemos hoje através dos browsers;
  • A popularização dos browsers no meio dos anos noventas, com os navegadores pioneiros Mosaic, Netscape e Internet Explorer;
  • Doom, um FPS tridimensional de enorme sucesso em downloads de sua versão shareware, possuía partidas multiplayer em rede local, recurso que evoluiria, mais tarde, para os MMOGs atuais;
  • O comércio e o modelo de negócios online trazidos com a Amazon (1995) e o eBay (1996);
  • O protocolo Wireless, em 1997;
  • Em 1998, o ainda mero mortal Google prometeu desbancar outras ferramentas de busca e cumpriu tal promessa até hoje, continuando a ser Deus líder em tal setor;
  • A “bolha das pontocom”, uma enorme crise que a internê enfrentou em 2000, com a falência, o estouro de diversas empresas online;
  • A enciclopédia colaborativa Wikipédia, online desde 2001;
  • MySpace (2002) e Facebook (2004), redes sociais pioneiras, que originaram coisas como o Orkut e o Twitter;
  • O YouTube, que desde 2005 vem aceitando vídeos, alguns “sem-noção”, das pessoas que tentam produzir o próprio conteúdo na chamada Web 2.0, onde o internauta passa de mero espectador à fonte de diversas informações, como muitos fotógrafos no Flickr;
  • Ano passado, 2008, a China se torna o país que possui mais internautas, mesmo com a dura censura chinesa;
  • E, para finalizar a enorme lista de marcos importantes na internê, temos o cloud computing, um conjunto de diversos serviços que possibilitam o armazenamento e o compartilhamento de arquivos na internê, uma nuvem que poderia disponibilizar tais documentos em qualquer lugar, desde que o usuário tenha uma boa conexão de acesso à rede, clube do qual ainda não faço parte.

Agora eu lhes pergunto, caros leitores do MeioBit, que novidades teríamos na internê quando ela completar os 80 anos?

  • Será que teremos algo como a Matrix, sem ser um fracasso como o Second Life?
  • A internê transmitirá ao vivo e em 3D a chegada dos terráqueos em Marte?
  • Poderemos nos teletransportar de um país a outro por e-mail?

Façam suas apostas, pois o futuro é dela, a internet. Ou não, caso o mundo acabe logo em 2012.

[Fontes: Mashable, PC World, FayerWayer, Yahoo!, ABC News e Telegraph.]

  • http://members.lycos.co.uk/metallizer/ metallizer

    nossa que modemzinho fuleiro que o seu pai tinha, na época eu tinha um rockwell de 9600 bps e já existiam os de 14400.

    Era muito importante ter um modem veloz na pois além do tempo de acesso mensal ser bem limitado a conta de telefone também ficava salgada.

  • Diavolul

    o que me deixa mais feliz é ver o prezado Laguna melhorando continuamente a qualidade de seus textos e controlando a LOC (Linkagem Obsessiva Compulsiva) sem precisar de medicação.  :D

    E quanto a internê acho que ela simplesmente deixará de existir. Simples assim, hoje vemos internet como uma ferramenta multi uso, mas para utilizá-la voce precisa de alguns pre requisitos como um equipamento que a reconheça, um meio de se comunicar, seja por voz, texto ou imagem, além da disponibilidade de sinal, seja por fios ou não. Resumindo, se formos parar pra pensar, vamos ver que precisamos de todo um aparato para usar a internet e se qualquer um desses aparatos estiver ausente ou não operacional então necas de conexão.

    No futuro imagino uma tendência a  eliminar esses aparatos, tornando a internet algo quase orgânico. Se voce for saudável não precisa de aparelhos para respirar, se não for deficiente físico pode andar com suas próprias pernas, então se voce for humano e estiver no pleno gozo das suas faculdades mentais a internet será para voce algo equiparado às suas funções biológicas, cada corpo de cada indivíduo será um ‘equipamento’ conectado, vão acabar as barreiras que separam o mundo físico do mundo virtual, até porque o conceito de ‘mundo físico’ que temos hoje vai cair por terra com o progresso das pesquisas em físca quântica e as dimensões paralelas.

    Vai ser um mundo bem interessante, pelo menos o mundo civilizado, nada disso se aplica ao mundo dos fanáticos religiosos do Oriente Médio nem ao mundo dos bolsões de pobreza de parte da Ásia e África, que mesmo daqui a 40 anos acredito que continuarão existindo.

    abcs

    • Rock Rickman

      No bom e velho português não pedante: A internet vai continuar existindo, mas vai usar meios físicos diferentes.

      • Diavolul

        o comentário não foi pedante, voce que não soube ler direito, justamente porque eu deixei bem claro que não acredito que no futuro hajam meios físicos intermediários na conexão com a internet, por isso a comparação com algo orgânico. Não sei bem dizer como se daria isso mas para mim o ‘estar on line’ vai ser algo tão natural e biológico quanto respirar, independente de meios físicos que façam a interface entre o homem e a web.

        Entendeu agora ou quer que eu desenhe?

        abcs

        • Rock Rickman

                Primeiro você afirma que a internet simplesmente deixará de existir, para causar efeito, e depois afirma que a internet vai continuar existindo sendo algo quase orgânico. Essa linguagem rocambolesca é pedantismo sim, faz parecer que disse algo revelador quando não disse.

           

                Algo tão natural e biológico quanto respirar se dá por meios físicos. Meios físicos intermediários ou diretos são físicos do mesmo modo.

  • http://logicabrasileira.blogspot.com/ Nietzsche

    Com certeza vamos ver todo o tipo de “novas” tecnologias. Particularmente, acredito que as impressões em 3D serão revolucionárias.

    Mas o que eu realmente gostaria de comemorar seria uma maior educação dentro da rede, como, por exemplo, pessoas falando corretamente, e não fazendo perguntas como as que os usuário do Baixaki fazem. Exemplos:

    “Qual a diferença do Windows original para o pirata.”

    “Por que a embalagem do DVD é maior que a do CD se eles têm o mesmo tamanho.”

    Obs.: As perguntas foram “traduzidas” para o português correto.

    Ou seja, gostaria de ver uma evolução maior na parte social, mesmo dentro da internet. Até porque, imagine você com um teletransportador na sua casa sendo hackeado. Já temos problemas com e-mails.

    Gostaria de ver a extinção de comunidades do tipo “Tô mais avulso que bala de troco” no orkut. Ou então, poder abrir e-mails tranquilamente.

    No Brasil, Poderíamos comemorar os quarenta anos de uma lei que realmente pune empresas como a Telefônica ou comemorar uma internet de qualidade com empresas brasileiras grandes, oferecendo serviços bons, pagando impostos justos.

    Enfim, acho que precisamos de uma revolução social. Pois cada vez mais estamos atrelados à tecnologia e sem educação poderemos correr mais riscos do que os atuais. 

    Não quero “comemorar” algo como o primeiro assassinato virtual, ou atentados com bomba por e-mail e o pior, com certeza pior: Um miguxo orkuteano se teletransportando pra minha casa na hora do almoço por engano.

    • thiagovrsant

      Ah meu deus. Eu sinceramente espero que esses surtos elitistas que pipocam na rede hoje em dia acabem, pois, assim como no “mundo real” existem grupos e grupos. Na internet sempre existirá a mesma coisa e não é esse tipo de conceito (ou pré) do português “correto” que acabará com tais situações. A internet apenas representa o mundo em que ela se encontra, então meu caro, pouco provável que isso acabe, pois em 40 anos não creio que nossa educação melhore grande coisa.

      Quanto ao artigo do Max: “conhecemos hoje como internê”? Você conhece como “internê”! Eu conheço como internet mesmo.

      Aposto na teoria do Diavolul (mesmo sendo uma aposta razoavelmente segura, pois é bem vaga e subjetiva). Web 2.0 ou clouding, são apenas evoluções naturais e correntes, é o meio de algo, não o fim.

      Ah sim, lembrando que, se a Telefônica comprar a GVT, eu desisto da internet.

      Abraços.

      • http://logicabrasileira.blogspot.com/ Nietzsche

        Português correto é conceito mesmo. Julgar quem usa o correto como um elitista, aí sim é preconceito.

        Sem contar o morde e assopra né… No primeiro parágrafo reclama da minha implicância com quem não usa o português corretamente e logo em seguida critíca o uso do termo “internê”.

        Vai entender…

  • http://www.sisrelax.com.br Garou

    Adorei a historia.

    Bem, eu espero que esteja consolidada a conversão das mídias, um momento em que pra assistir ‘TV’ com WIFI e assim a internet, assim poderia então escolher os ‘canais favoritos’ e assim assisti-los em algo mais que FULL HD. Canais os quais na verdade disponibilizariam acesso a mídias ‘ao vivo’ e/ou o ‘storage’ deles.

    Sei lá, se eu pensar em algo mais escrevo depois XP

  • S41N7

    “Internê” agora é a forma cool de chamar a Internet?

     

    Como diria um amigo meu, viado: Meu cooool!

     

    :sick:

    • http://ceticismo.net Pryderi

      Não, é frescura mesmo. E isso vindo de alguém que fica lembrando que gigas não possui plural etc. Bem, internet não termina com acento circunflexo e a palavra sequer é francesa.

      • jbvsmo

        Eu pensei em falar isso, mas vão dizer que sempre implico com os escritos do Laguna.

        Para falar a verdade, ele deveria escrever: Interrede, pra ficar bem nacionalista.

        • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

          :O

          Olha, pessoal, a questão do tal termo polêmico é a seguinte: “internê” é o meu JEITINHO de apelidar carinhosamente a internet. Eu já tinha feito isso em outro tópico e ninguém havia comentado…

          ;)

          • thiagovrsant

            Olha que nem pra Xuxa houve condescendência com o JEITININHO, hein… =oP

          • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com/ Agronopolos

            gente para de reclamar

            o povo que é a lingua

            é ele que fala o que é certo ou naum

            ao contrario da academia brasileira diga

            principalmente com seu VOLP (vocabulario oficial da Lingua Portuguesa, sim atucanaram o Dicionario)

          • thiagovrsant

            Ow, eu concordo com você, to só pegando no pé do Laguna. =o)

          • S41N7

            Ah, então tá: se é um jeito carinhoso, então tudo bem…  :)

             

            (E eu tinha reparado no outro artigo – só não quis ser chato, mas acabei sendo neste. Mil desculpas!)

  • Rickd

    Meu chute é que a internet englobe todos os servicos de comunicacao: telefone, tv, radio, web, e passe a ser o tronco de tudo o que se comunica no planeta, e a velocidade é claro será no nivel de Tbp/s.

    Acho que nessa epoca havera uma grave crise psicosocial dos seres humanos pois tudo na rede sera instantaneo, universal sem problemas tecnicos e gargalos. Muitos aspectos serão levantados quanto ao mundo virtual/real e como isso vai modificar o comportamento humano.

    • http://ceticismo.net Pryderi

      Enquanto isso, ainda haverá gente morrendo de fome ou sequer com água e esgoto encanados.

  • TxaiDw

    Nossa.. Nem sei o que pensar!.

    acho que vamos estar em uma velocidade de conexao imaginavel com compartilhamentos em tempo real video-conferencias holograficas.

    Ótimo Post!

  • http://www.unfear.com.br unfear

    ops, duplicado…

    na internet do futuro isso não acontecerá

  • http://www.unfear.com.br unfear

    acho que faltou um item na sua lista que foi também muito importante, as ferramentas de busca em geral, eu vivi a época em que elas não existiam e elas mudaram tudo.

    Acho que ela irá interagir com a velocidade do pensamento, na verdade eu creio que ela irá conectar nossas mentes, o conhecimento de um será de todos e vice versa, como? teremos chips implantados em nosso corpo que irão permitir que nós comuniquemos com tudo que é tipo de dispositivo, inclusive estes chips poderão enviar informações ao nosso cerebro podendo alterar as informações recebidas pelo globo ocular gerando uma interface onde a gente poderá navegar e manupula as informações.

    qualquer semelhança com Hardwired é mera conicindencia.

     

  • http://www.ruyacquaviva.com/ Ruy Acquaviva

     

    SURROGATES…

     

     

  • Emerzon

    Google Earth em 3D em tempo real integrado com sistema de hologramas para videoconferencias… O_O

    Seu holograma podera estar em qualquer lugar do mundo :jawdrop:

     

    …preciso dormir

  • Rock Rickman

    No futuro, muito, mas muito (e quando eu digo muito é muito mesmo) a internet só vai ser acessada por computadores com Linux.

  • Rayane

    Daqui a 40 anos vamos nos lembrar com carinho de tantas coisas (inclusive telefônica }:) ). :P

    • rafael.lehmkuhl

      Errrr…não :P

    • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

      :) :D

      Diga isso para os atuais clientes do Speedy: nem em cem anos eles esquecerão do tormento que é a Telecômica hoje! }:)

      Se bem que os brasileiros têm fama de possuir péssima memória, tendo graves problemas de esquecimento ao votar em nossos representantes.

      :(

    • lets2rock

      Acho que a internet estará cheia de “pessoas” como essa que estou respodendo. Obviamente mais “evoluídos”. Se bem que eles já estão até fazendo piada…

      ;)

  • Slaker

    Daqui a 80 anos tudo será da Google!

    lembrando q pode levar menos tempo!

    • Panorama

      Eu diria que dentro de no máximo 08 anos viveremos uma ditadura feroz, comandada pelo google. em 8 anos, provavelmente já teremos nos livrado dela… =]

  • http://cognostech.posterous.com/ Ramon E. Ritter

    Lembrei agora de uns textos escritos nas décadas de sessenta e setenta sobre como viveria a humanidade no ano 2000. Fico curioso, entretanto, para ver qual será em 2049 a relevância de empresas como Microsoft, Google, IBM e Oracle… 

    • thE Masterkey Blaster

        Eu ia dizer o mesmo.

        Só pra acrescentar, muito do predito ficou exagerado para a tecnologia de hoje. Acho que previsões nesse sentido são muito subjetivas e sujeitas a falhas. Não acredito que mude muita coisa nas classes da sociedade, exceto a cultura como tem mudado nos últimos 40 anos (o que não resolveu de forma alguma os problemas sociais). O modo como o sistema é feito não permite a mudança. Mas talvez nos surpreendamos com algumas tecnologias novas. ahh sim, um submundo virtual/real mais integrado pode realmente fazer medo… (johny Mnemonic? vai saber…)

        Me lembrei também daquela matéria no fantástico, onde ao apontar algo como uma câmera para um prédio, automaticamente o aparelho fazia download de informações sobre o local e exibia na tela. (lembro que está em teste em alguns lugares mas esqueci o nome da tecnologia…)

  • Rock Rickman

     

     

    // Returns the quality of a Laguna’s article

    int getQuality(int linkedWords, int wordNumber){

              int quality = (((wordNumber-linkedWords)*100)/wordNumber);

              if (linkNumber > 0)

                        printf(“Laguna’s article can be better.\n number of links: %d.\n”, linkNumber);

              return quality;

    }

    • Luiz Felipph

      undefined linkNumber….

      ops! não compila =)

      :P

  • ramonrfa


    Poxa… Vcs implicam e brigam por (quase) qualquer coisa… Não vou entrar nessa não. Deixa eu ser produtivo.

    Vejam, este livro é muito bakana, a nível de ficção cientifica, e acredito que resuma boa parte do que será realidade daqui a 40 anos… Inclusive no meio corporativo.

     

    - “O mundo virtual”
    - Alexandre Bescher
    - Ediouro
    - ISBN: 8500930926

    Em resumo, ele trata sobre a forma que o Virtual “impregnou” o real, ou, tornou-se o real.

    Foco em comunicação, comportamento e sociedade na nova (novíssima??) sociedade tecnológica.

    Para quem assistiu ao anime “Evangelion”, notará certas similaridades com algumas tecnologias e analogias, mas, é bem sutil.

     

    Antes que comecem o “show” (e a chuva de trolls), deixo claro que:

    - Não imagino quem seja o autor disso, nem tive tempo ou curiosidade de pesquisar sobre.
    - Nem conhecia a editora deste livro, e ainda nem conheço… Talvez já tenho lido algum outro livro da mesma, mas nem atento muito para editoras…
    - Não trabalho em livrarias, sebos, bibliotecas ou assemelhados e nem estudo algo ligado. Ao contrário, sou formando em Marketing e consultor de Marketing para as MPEs nas horas livres, trabalho (oficial) no administrativo de uma empresa de máquinas pesadas.
    - Leio muito, estava sem nada para ler, fui à biblioteca da facul e peguei este livro, que julguei interessante após ler a síntese, na contra-capa.
    - Sim, sou entusiasta por tecnologia (não sou o único aqui, né?!).
    - Nada de pedantismo, afinal: “Só sei que nada sei” (Sócrates).

  • http://bilgi.com.br/mr moi.robles

    Até lá o Governo já terá levado o Orkut e o MSN para todos.

  • criscmaia

    Como nao tenho nada a acrescentar aos comentarios somente adicionei aos meus favoritos para acompanhar futuros comentarios, mas nao achei o link para acessar meus favoritos, fica aqui um comentarios desnecessario. :P

     

    Aproveitando: Parabens pelo post Laguna, cada dia melhor. Este ficou mais claro e com otimos links, continue assim :)

  • Pingback: GPU Wars, Episódio 1: “ATi e a Irmandade do fotograma bidimensional” « Meio Bit

  • http://twitter.com/vitprado Vitor Prado

    Terráqueo em Marte foi forte… FAZER O QUE LÁ?? haushuahushas