Millennials sem-noção agora querem destruir os mercadinhos de rua

bodega-cat

No Brasil bodega, ou budega começou como sinônimo de restaurante, depois virou pejorativo e hoje é um termo genérico pra “coisa”. Nos EUA bodega é um armazém de secos e molhados, aquele lugar onde você vai para comprar farinha e charque, trocar dois dedos de prosa e tomar uma cerveja. É uma espécie de loja de conveniência com alma.

Americanos amam suas bodegas, em geral tocadas por imigrantes, e sempre com um gato. Bodega sem gato é poser. Por isso a extrema reação negativa a um app chamado Bodega, anunciado uns dias atrás e criado por dois ex-funcionários do Google.

Tudo porque como sempre eles criaram um serviço para resolver um problema inexistente, seguindo a já cansada linha “disruptiva”. Na linguagem dos “inovadores” lacradores não basta criar um bom produto, você tem que “disruptar” uma indústria, o que é marketing-speak para destruir.

Soa mesquinho, e é. No melhor estilo Google esse tipo de inovador não quer ser o melhor em alguma coisa, eles querem ser aquela coisa e a proposta, como descrita pelos próprios criadores, é destruir as bodegas, tornando-as coisa do passado. Como vão fazer isso?

Com isto:

bodega2

É um armário com 100 produtos mais vendidos em mercadinhos. A pessoa usa um app pra se identificar, pega os produtos, câmeras com Inteligência Artificial identificam o que foi escolhido e o valor é debitado do cartão de crédito da pessoa.

Tudo sem nenhum — argh — contato humano, sem você precisar descer e interagir com o casal de velhinhos da lojinha da esquina nem ter que olhar praquele gato xexelento. É a vitória da Misantropia.

E sim, eles “inventaram” uma máquina automática de vendas, uma absoluta não-novidade, cujo único efeito real será destruir um segmento do mercado que já está mal das pernas, agora que a Amazon vende de urânio a cotonetes e tem entrega em 1 h dependendo do produto.

Os comentários no blog dos caras estão deliciosos. o público está apontando de forma certeira a falta de conexão com a realidade dos Millennials do Vale do Silício. Eles acham inconveniente você descer até a esquina para comprar um pacote de toalha de papel, então a solução é exterminar as lojas de esquina e substitui-las por uma máquina.

Essa gente não tem noção de convivência, do que é fazer parte do bairro. Não conhecem os vizinhos, se incomodam quando alguém dá bom-dia na rua e só interagem por trás de telas, e acham que todo mundo é assim.

Principalmente, eles não entendem que as bodegas atendem muito mais do que millennials, elas são fonte de sustento para muita gente e servem a um público que muitas vezes não tem conta em banco, só algumas notas amassadas no bolso. Servem a idosos, que fazem da ida à bodega seu passeio matinal, servem até a crianças que passam para comprar doces voltando da escola.

Portando, fikadika crianças: criem suas startups pensando no que querem construir, não no que querem destruir. É um primeiro passo essencial.

Fonte: Mashable.

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz, Calcinhas no Espaço e Do Tempo Em Que A Pipa do Vovô Subia.

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  • elielcezar

    Aproveitem para acompanhar o dia-a-dia dos gatos de bodega em:

    Twitter: @bodegacats_

    Instagram: @bodegacatsofinstagram

    • up pela dica, que twitter tospter

    • Luiz Antonio

      Rsrs, legal os gatos ajudantes de bodega.

  • Não sei o que é pior, fazer uma máquina de guloseimas e vender como algo revolucionário é inovador, ou alguém considerar que isso é uma solução pra algo. Se não fosse coisa do Google ia imaginar que era da Apple, mas nesse caso ia se chamar IBodega

  • Gustavo Luizon

    Sou cliente e ando mais até alguns estabelecimentos só pq tem gatos

    • Maom

      Sou dependente e ando até bares mais longe só por causa das gatas.

  • Vou criar uma startup que se resumirá em fundar um espaço de interação social – mesmo que curta -, cuja função principal será de oferecer produtos diversos – com direito a consumi-los localmente – e que aceite vários tipos de pagamento.
    A vantagem deste tipo de estabelecimento será a questão da mobilidade (instalado em uma esquina próxima, por conveniência), inspirado em aplicativos que estimulam o usuário a sair de casa (como o Pokémon Go) e trocar experiências com outras pessoas, enquanto freqüentam um local em comum.

    …não, pera…

    • The Question

      Vai estar fadada ao fracasso

    • Julio da Gaita ✔

      vou criar uma startup pra instituir o PNCDF… opa, budega errada…rs

      • Felipe Braz

        Nesse caso poderia ser uma ONG

        • Julio da Gaita ✔

          com recurso federal, só pra ficar mais lacrador ainda…rs

          • Felipe Braz

            Ou uma religião, que é o tipo de negócio formal mais fácil de abrir no brasil. E já garantiríamos isenção de imposto.

            https://adrenaline.uol.com.br/2017/07/10/50416/abrir-uma-igreja-no-brasil-e-tao-facil-que-eu-registrei-uma-religiao-para-overwatch/

    • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

      Mais conhecido como bar com wi-fi

  • Julio da Gaita ✔

    que doidera cara, mas Cadosão acordou puto da vida, essa merda.. bodega nem vai dar em nada.

  • Maom

    Vamos criar um local para buscas e destruir o google. Um lugar que prese pela interação e tenha todas as enciclopédias, almanaques, e livros como Acredite Se Quiser e Guinnes Book. E também colocar um grande guru para interagir com as pessoas. Uma pessoa que saiba a resposta pra tudo, seja simpática e emane pessoalidade: https://uploads.disquscdn.com/images/baa2d8c90695c9bf0ab3cbd475574f1ccc410f437efcc70e3da0f073b1c6f85f.jpg

    • Vai falir a Barsa! Imagine colocar conteúdo pago de graça na internet? Que absurdo!

    • and the oscar goes to….

      • ALEMÃO

        tchammmmm goes to the BODEGA

    • Deilan Nunes

      Kkkk mas o google ja ta tentando fazer isso, se chama Google assistent

    • HAHAHAHAHAHA! voto em Maom para Bodegueiro-Mor aqui no MeioBit.

  • Gesonel o Mestre dos Disfarces

    “Essa gente não tem noção de convivência, do que é fazer parte do bairro. Não conhecem os vizinhos, se incomodam quando alguém dá bom-dia na rua e só interagem por trás de telas, e acham que todo mundo é assim.”

    Cardoso definiu muito bem os brasilienses.

    • Eu vi os curitibanos nessa descrição.

      • Gesonel o Mestre dos Disfarces

        Um amigo que mora em CTB me fez uma consideração nesse sentido. E não é nem pra atacar essas pessoas, Mas pra gente pensar sobre o meio que a gente vive.

        • Caipiroto, o Capeta Caipira 😈

          Passei um tempo em CTB, e teve uma época da vida que ia com frequência em Brasília, e te digo. Curitibano é a encarnação perfeita dessa descrição aí, bem mais que os brasilienses.

          • Campinas é assim… A NÃO SER nos bairros.. aí é um tal de gente que nunca te viu dar boa tarde, chega a ser irritante…..

            Só que aqui nem quem se conhece costuma se cumprimentar…

    • O povo da Barra da Tijuca é assim também 🙁

      • DanielBastos

        No caso da barra, por falta de opções. Tudo é longe e tudo depende de carro.

      • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        A geração que tem menos de 30 anos hoje é assim… (a idade pode variar mas no geral são os nascidos de 90 pra frente)

    • Jean

      Não só brasilienses, mas povo que mora em cidade grande, pelo menos as que eu conheço.
      Amo cidades pequenas por isso.

      • Gesonel o Mestre dos Disfarces

        Tem o lado bom da proximidade, mas o lado ruim das fofocas, hehehe!

    • Mirai Densetsu

      Também acho.

  • Diogo

    Portando, fikadika crianças: criem suas startups pensando no que querem construir, não no que querem destruir. É um primeiro passo essencial.

    Uber que o diga. Não, pera…

    • Roberto

      Bem ou mal, eles criaram (ou melhoraram) um serviço. A destruição dos taxis é por falta de adaptação mesmo.

      • gfg2

        Tá agora me diz exatamente onde está a diferença da proposta dos caras?
        Diz ai pra gente o que exatamente impede o bodegueiro de de adaptar.

    • Felipe Braz

      Nesse caso foi demérito dos próprios taxis. Não sei como é na sua cidade, mas por aqui, de uma forma geral, os carros eram imundos, motoristas mal educados, péssimos motoristas e as vezes bêbados.
      Dai vem um serviço que te atendem bem, carros novos e limpos e ainda por cima mais barato. Qual a escolha mais óbvia?

      OBS: Pra muita gente pode não ser levado em consideração, mas já dei 3 estrelas pra motorista que não usou cinto.

      • Goemon

        Já tive que descer do taxi para ajudar a empurrar kkk. Mas aqui o Uber tá uma desgraça. Carros sujos, não ligam ar condicionado, bancos apertados, motoristas doidos. HJ eu pego 99 taxi, os motoristas são os mesmos, mas é um pouco mais barato.

  • Ivan

    Eles criaram um tipo novo de serviço, cabe o livre mercado decidir se querem ou não, quem quer continuar indo nos mercadinhos que vá… Estranho um post contra uma inovação mesmo que seja aparentemente idiota.

    • Inovação?!

      • Ivan

        E não é?

        • Máquina de vendas de qualquer coisa no meio da rua com pagamento por aplicativo? Não, não é.

          • Ivan

            Já existia um daquele jeito? Se não é uma inovação.

          • Exercício: pega uma máquina de vendas de calcinhas usadas do Japão, tira as calcinhas e coloca os produtos da bodega. Qual a inovação?

          • Rodrigo Medeiros

            O Lance de vender 100 produtos diferentes na mesma máquina seja a inovação. Na máquina do jornal tem apenas o jornal, na de calcinha vários tipos de calcinha : na proposta uma máquina expõem vários tipos de produtos diferentes e é cobrado um valor diferenciado para cada item ( os outros exemplos de máquinas tem um preço fixo por categoria )

          • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

            Isso sem contar a frescura da cobrança automática que colocaram aí, via câmeras, e que copiaram da Amazon…

          • Máquinas de “snack” (vende chocolate, refrigerante, biscoito – é biscoito po**a) vende um monte de produto diferente, com preços diferentes, com formas de pagamento diferentes (cartão, app, vale). Não é inovação.

          • Joao Godoy

            O cara ali acabou de falar, é só uma máquina de vendas de qualquer coisa no meio da rua com pagamento por aplicativo https://uploads.disquscdn.com/images/54a1142c6f5c6fcbe9b037efcabecd7c514d582ff2b0d1b13d8334881b73d2a8.jpg pegua uma pessas e poem um app, poem um foto moderna e pague de inovador.

          • Ivan

            Se não existia é inovação, não importa se misturou duas coisas que ja existiam.

          • Não. É uma renovação. Inovação é diferente.

          • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

            Se for assim iFood não é inovação, vc pode pegar aquele monte de papel na gaveta, escolher em qual pedir comida e pagar em dinheiro, não esquece de pedir troco pra 50 e torce pra estar aberto o local que vc quer…

          • iFood não é inovação, é conveniência. Não confundir. Ou o serviço agregador inovou os pratos dos restaurantes participantes ao ponto de serem muito mais saborosos quando solicitados pelo serviço em comparação aos solicitados pelo telefone? O bacon é opcional exclusivo do iFood? O que o iFood oferece de diferente sobre os produtos entregues que o transforma em inovação?

          • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

            “Mim não confundir nada”.
            Ele lista somente o que está aberto naquele horário, lista locais que eu não tenho cardápio em casa, eu não preciso ligar para saber o que tem ou não, os pratos indisponíveis não aparecem no app, eu posso pagar diretamente pelo app (acredite ou não alguns locais não tem máquina de cartão para enviar via motoboy), ele tem reviews dos locais, ele me informa quando o pedido foi recebido, e dependendo do local quando saiu para entrega.
            Ele funciona em qualquer cidade que eu estiver, se estiver viajando não preciso conhecer a cidade e os locais.
            Inovar é criar um aplicativo com todas essas funções, agregar facilidades, e consequentemente trazer conveniência…

          • Estou esperando você descrever a inovação. Até agora, só conveniência que já existia em vários serviços que não tinham um app.
            Juntar um monte de informação em um lugar só e permitir o pagamento é conveniência, não inovação.
            Ainda acho o Yakisoba do China in Box pedido pelo iFood tão bom quanto o pedido pelo telefone diretamente na loja. Sim, meu gosto para alimentos é duvidoso.
            É por essa visão que todos temos que a Bel Pesce ganha dinheiro fácil.

          • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

            Na minha visão, Inovar é resolver um problema, seja criando algo novo ou juntando o que já existe para fazer algo melhor que ainda não foi feito, consulte o dicionário.

          • Na minha visão a sua visão está limitada.
            Segundo o Priberam:

            i·no·va·ção
            (latim innovatio, -onis, renovação, alteração, inovação)
            substantivo feminino
            1. .Ato ou efeito de inovar.
            2. Aquilo que constitui algo de novo (ex.: trata-se de uma inovação técnica brevemente disponível no mercado; o concurso apresenta várias inovações em relação a edições anteriores). = NOVIDADE
            3. Desenvolvimento e uso de novos produtos, métodos ou conceitos (ex.: ambiente propício à inovação).
            Esperando para descobrir qual a novidade em vender qualquer coisa em máquinas de vendas no meio da rua com pagamento por app.

          • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

            Como disseram aí a novidade seria a cobrança automática pela câmera e a disponibilidade de vários itens diferentes que não costumam estar na mesma máquina, evitando a ida a locais diferentes, mas embora eu nem ache isso TÃO inovador.
            Mas eu continuo com a opinião que o iFood inova, e acho que você mudou a sua, pois não citou ele… e veja só: Desenvolvimento e uso de novos produtos, métodos ou conceitos, o tipo de serviço que o iFood oferece é um conceito novo, pedir comida por um aplicativo (não tendo que ligar), pagar via aplicativo (não ter que sacar ou pedir máquina), ter vários cardápios num aplicativo (não ter que colecionar papéis com preços desatualizados, de lugares fechados, etc).

          • Não citei mais o iFood porque eu já escrevi exatamente o que ele é: uma loja de conveniência. A comida solicitada por essa via não é mais saborosa do que ligando direto para o restaurante que tem site para consultar cardápio e preços. Se eu tenho smartphone com app para pedir a comida, tenho como abrir o site do restaurante e consultar essas informações. Aliás, em tempo: os restaurantes tem preço melhor porque não é preciso pagar a taxa de conveniência do iFood. Zero inovação. Página virada.

            No mais, nada de inovador em vender qualquer coisa que seja em uma máquina de vendas na rua com cobrança por aplicativo.

            Mas eu posso tentar pagar de inovador colocando para vender aspirina, neosaldina, tylenol, bisolvon, eno, epocler e sonrisal numa dessas máquinas no meio da rua com pagamento por app instaladas estrategicamente próximas de casas de show e clínicas, afinal, devem ser os mais vendidos das farmácias e não precisam de receita além de ter público alvo definido.

            Quem sabe criar a loja virtual “iDrugstore”, sem estoque algum (exemplo que já existe no ramo alimentício) onde posso combinar todas as bulas de remédio (que já existem), consultar preços em várias farmácias (que já existem), cobrar do cliente via app (que já existe) e deixar a farmácia que recebeu meu pedido redirecionado se virar com a entrega (que já existe). Talvez permitir que o usuário envie a receita médica de forma eletrônica (que já existe) e vender também os remédios controlados por esse tipo de documento. E ganho dinheiro cobrando uma taxa de conveniência em cima do trabalho alheio (que já existe) só porque tive a ideia “inovadora” de juntar tudo em um lugar e não chamar de “loja de conveniência”.

            Será que consigo receber o selo Bel Pesce de empreendedor e inovador do ano?

            Ou a inovação é a nova forma de ganhar dinheiro de outras pessoas cobrando mais caro pela conveniência… Mas isso já existe!

          • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

            Bel Pesce nem isso fez, cobrar por conveniência existe sim, mas pelo menos aonde costumo pedir via iFood o preço é o mesmo se pedir pelo telefone, já fiz o teste…

          • Isso é verdade. Vários estabelecimentos conveniados ao iFood cobram os mesmos preços dentro e fora da lojinha de conveniência e “ganham” a taxa de conveniência quando você pede direto. Acabei cometendo um erro ao generalizar porque vários dos restaurantes próximos da minha residência cobram preço diferente, mais barato, sendo assim mais honestos e tendo a minha preferência. O China in Box aqui perto de casa é um exemplo. Já falei que tenho gosto gastronômico duvidoso?

            Já quanto a Bel Pesce, você disse outra verdade. Não fez nada de revolucionário, inovador e ainda conseguiu a antipatia de todo mundo com uma tentativa babaca de arrancar dinheiro dos outros para vender hambúrguer gourmet.

          • Não confundir inovação com renovação. Coisas distintas, como já comentei abaixo.
            No máximo renovaram a forma de vender produtos de bodegas. Não inovaram nada.

          • Ivan

            Inovação não quer dizer criar algo inedito, uber foi uma inovação mas segundo a sua logica não é pq pegou algo parecido com taxi ou serviço privado de transporte e colocou um app no meio.

            https://dicionariodoaurelio.com/inovacao

          • E onde está o ineditismo em usar uma máquina de vendas para vender o que quer que seja? Só porque tem app?
            Uber é comodidade e não inovação. O mesmo que o iFood. Ou o Uber proporcionou ao cliente um meio totalmente novo de ir do ponto A ao B? Continua usando carro, preso em engarrafamento, consumindo combustível fóssil. Só colocou um app no meio.

          • gfg2

            Não confundir inovação com INVENÇÃO. Coisas completamente distintas. Inovar é exatamente vender de uma forma diferente produtos de bodega.

          • Esperando você me explicar onde está a inovação de usar uma máquina de vendas (que já existem há alguns anos) para vender produtos (que já existem há alguns anos) com pagamento por um app (que já existe há alguns anos).
            Para pensarmos: Nem toda invenção é uma inovação, mas toda inovação é uma invenção.
            O que os caras inventaram? Vender produtos de bodega em uma máquina de vendas com pagamento por app? Onde está a inovação?

          • gfg2

            Já existe uma maquina de vendas que vende produtos de bodega com pagamento por app?
            Se sim ele COPIARAM, se não eles INOVARAM, the end.

          • Sendo a resposta sim ou não, o que eles apresentaram não é uma inovação e isto sim é o fim.

          • gfg2

            Tarefa de casa. Pesquisar no dicionario o significado das seguintes palavras:
            Invenção.
            Renovação.
            Reinvenção.
            Inovação.

          • Tarefa para a vida: parar de defender o indefensável.

    • Guilherme Batista

      Ironia detected

  • Meganegão

    Não concordo. Isso não vai destruir nenhum armazém (no rio chamamos assim), é um produto de nicho e só vai atender esse público que nunca foi em um nem nunca vai frequentar. Aqui no Rio o que acabou com eles foram as redes de mini mercados.
    Agora eles existem apenas para a nobre causa de “amor, vou no armazém da esquina comprar macarrão” e duas horas depois voltar pra casa trocando as pernas e sem o macarrão.

    • ElGloriosoRangerRojo™

      Ou para aquela velha história do pai que sai comprar cigarro…

      • Marcelo Eiras

        Possivelmente pai de algum millenial engajado e lacrador.

        • Mirai Densetsu

          Ser de direita deve ser chato, não é mesmo?

      • Nilton Pedrett Neto

        Ninguém mais fuma, em Salvador. :/

  • Luis

    quando eu era criança ia na vendinha e com 50 centavos voltava cheio de doce

    hoje não da mais, encheram de câmera
    fuck millennials

    • Saulo Benigno

      Você roubava?

    • Meganegão

      Kkkk. Lembro quando era criança. No mercado quando estávamos passando no caixa veio um segurança falando pro meu pai que era pra pagar um iogurte que o filho dele comeu, a cinta comeu, depois foi que se explicou que foi meu primo que estava conosco que comeu.

      • SignaPoenae

        Ah, a época em que se batia primeiro e perguntava depois! Já apanhei muito assim também, haha.
        Aposto que depois dessa você nunca comeu (tomou?) iogurte no mercado xD

      • jader p.borges kandor

        Ai voce tinha si ferrado mas que falta de sorte cara!!!Minha duas ex cunhada levou uma surra por causa da irma dela a coitada nao tinha aprontado nada apanhou de lambuja o pai dela pegou ela de couro com muito violencia e depois foi descobrir que bateu na filha errada as duas eram gemeas mas, ja nao podia fazer nada ela tava apanhada mesmo!!!!

    • cesar m

      Na minha época eu ia com 500.000 no bar e comprava 2 doces de abóbora e ganhava 3 chicletes de troco! https://uploads.disquscdn.com/images/e1314f9e1f9ef31457dcaa7dd4f5a96a99ecfd6a84522cf31950cf6155885fad.jpg

      • Luis

        Doce de abobora em formato de coração <3

        • EmuManíaco

          Te contar uma coisa. Milenais não comem doce de abóbora.

          • Bruno Henrique Biscouto

            Esse doce de abóbora é cancerígena segundo eles, que só comem doce de abóbora orgânica, com açúcar do imalaia. Obs esse doce em formato de coração só perdia para o que a minha vó fazia no cal virgem (sim esse cal de construção mesmo)

          • Nunca mais vi esses doces dentro dos balcões de vidro, abertos e expostos a poeira e todo tipo de bactéria. Aposto que era isso e aquele papelzinho que cheirava a jornal velho no qual eram servidos que davam aquele gostinho especial. Saudades das Tetas de Nega (Hoje em dia nem se pode falar isso na rua), da Maria Mole com bexiga colada em cima, os doces de amendoim e doce de leite que tinham tanto açúcar que fariam os diabéticos e “orgânicos” de hoje em dia surtar. E olha que tenho apenas 34…

          • ALEMÃO

            Putz tenho as mesmas lembranças mas sou um pouco mais velho 52

          • mord4z

            Nos meus 42 atuais me lembro de tudo isso, aqui onde moro ainda tem umas bodegas dessas, gosto de ir numa perto do bosque, lá tem esse balcão com vidro exibindo todos esses doces!

          • Bem-aventurado sou eu, então, que ainda conheço uma “nona” que, mesmo com 85 anos, ainda faz todo ano esse doce de abóbora usando cal virgem.

      • Mirai Densetsu

        Nessas horas que eu vejo que estou ficando velho.

    • Marcello Marques

      Da época em que o pai pedia pro filho de 6 anos comprar cerveja no bar (ou bodega) e ninguém falava nada!

      • Marcello Marques

        Não que eu ache isso certo, deixa eu explicar logo!!!

        • Thiago

          relaxa que aqui não tem lacradores politicamente corretos (quando tem tomam kick rapidão)

          • Mirai Densetsu

            Oi?

      • Contando que não fosse PRA CRIANÇA BEBER, não vejo problema nenhum.
        Ainda mais se o troco puder virar doce.

      • PugOfWar

        Eu ia comprar cigarros pra minha mãe hahaha

  • É como se um par de genéricos Dante e Randall que saíram do Google tivessem levado o slogan “Só porque eles te servem não quer dizer que gostem de você” para a Internet.

  • millennials

    Mesmo assim eu vou ter que sair de casa pra chegar até a máquina. Por mim o tio da budega e os dois “empreendedores” vão falir.

    Obs.: Cardoso eu sei que você me ama

    • André K

      “O Datilógrafo da AEB” repaginado?

      • O (ex)Datilógrafo da AEB

        Um absurdo, uma cópia barata.

  • cesar m

    Rapaz, da até saudade, quando criança eu frequentava a bar da Sra. Makotu uma velhinha japonesa de 180 anos, lá o gato foi comido pelos ratos! Eu ia lá quase todo dia comprar pão, aqueles bengala que ficava num cesto que todo mundo punha a mão, e leite de saquinho. Quando eu achava alguma moeda corria lá comprar uns docês, a Dona Makotu pegava com aquela mão suja e unhas de 5cm de dar inveja a tatu.

  • Saulo Benigno

    Como funcionaria isso aqui no Brasil? A turma abriria e levaria tudo? Alias a turma levaria o armário todo 🙂

    • DanielBastos

      Estamos salvos. Viva!!!
      Não, pera…

    • Pai De Santo

      Aqui, na idade média, teria q ter segurança armado, acordo com o sindicato dos bodegueiros, propina pro fiscal, um atendente, pq brasileiro na sabe ler, e não saberia qual botão apertar…
      E aí por diante…

    • Rijanio

      Duvido que a galera do “botequim” da esquina ou da “bodega” da rua aderisse a isso. Uma bodega, como bem disse o Cardoso, não é só uma vendinha, é um espaço social e econômico onde se bebe, fofoca, paquera, e que é aberto a todas as faixas etárias, vai desde a vovó, até a molecada da escola comprar figurinhas colecionaveis, balinhas e pirulitos

  • worldchanger

    “É a vitória da Misantropia”. Até que enfim!

  • Germano

    “câmeras com Inteligência Artificial identificam o que foi escolhido e o valor é debitado do cartão “… mas nem ferrando eu arrisco até me aproximar da coisa!

  • Pedro

    Não posso deixar de apontar que a sua opinião em relação às introdução da Amazon Prime em Paris e o mal que isso causaria aos mercados locais foi completamente oposta aos argumentos desse artigo.

    Fico no aguardo do artigo “Cardoso x Cardoso: apoio ou não tecnologias que ameaçam o comércio local?”

    • gfg2

      Sem os xingamentos a a incompetência de ponto frio & cias no twitter, que seriam exterminadas por uma Amazon aqui.
      Pelo visto algum SJW o mordeu e acabou transmitindo bipolaridade.

      • Mirai Densetsu

        Não sei os SJWs de seu espantalho, mas os que eu conheço não são contra nenhuma das duas formas de negociar. Contanto que o negócio seja feito dentro dos limites da ética.

        A Amazon aqui não dominou o mercado porque copiou o atendimento das outras lojas tupiniquins e a sua margem de lucro.

        Mas o Ponto Frio não vai sobreviver por muito tempo.

        • gfg2

          É só citar sjw que já chega o snowflake se doendo todo.
          Pra variar tem zero interpretação de texto ou noção nenhuma do contexto.

          • Mirai Densetsu

            Depois os mimizentos são os sjw.

            Já começou o mimimi só porque chegou alguém que discorde de suas “verdades absolutas”.

    • Sophos Nsm

      como falei acima morrer cedo ou viver pra ver o cardoso se tornar ludita

    • Rodrigo

      Aqui o link http://meiobit.com/346536/amazon-prime-prefeita-de-paris-considera-como-competicao-desleal/

  • Roberto

    Inovador vai ser o dia que eu puder ver o horário da fornada pra sempre comprar pão quentinho…
    uma porra de uma tv de comida na rua serve pra porra nenhuma.

  • Marcoscs

    Computadores são uma tecnologia disruptiva para os pobres datilógrafos. Ciente disso, a Agência Espacial Brasileira criou todo um ecossistema para proteção dessa espécie ameaçada.

    • O (ex)Datilógrafo da AEB

      Vai nessa, fui demitido.

      • Marcoscs

        uhahuahhhhhuaauhuha, sorry

    • Mirai Densetsu

      Ué, mas o ministro do planejamento falou em demitir todos os datilógrafos.

  • Reinaldo Matos

    Isso pra mim parece mais uma maquina de snack metido a besta… E por sinal tem um aqui na empresa.
    Se seguir a mesma lógica daqui, acredito que não vingaria…

    O processo na máquina é muito maior do que “bolicho” (Nome de Bodega do RS), afinal, imagino que deve ter incluido além do preço da mercadoria, o preço da manutenção da máquina, e da empresa responsável pela máquina.

    Um exemplo…

    1 pacotinho de Pastelina custa na lojinha 2,00, enquanto nessa máquina custa 6,00

    • Nilton Pedrett Neto

      Morei um ano em POA e não sabia que aí (assim como na argentina) era Bolicho. A diferença é que em POA (pelo menos) não tem alma, nem conversa fiada e nem funcionários receptivos… parando para pensar, exatamente como em buenos aires.

      • Oberaldo Gilmentoo

        Buenos Aires não sei, não fui, mas qunto à parte de POA, concordo integralmente.

      • Reinaldo Matos

        Na verdade, mais o pessoal do interior que chama de bolicho ou bodega também…
        Aqui em Porto Alegre, se escuta muito pouco.

        Rapaz…. Se falar isso aqui, principalmente agora na epoca da Semana Farroupilha, tu arranja briga… hahaha… Mas concordo contigo…

        Também não sou do RS, porém, já fazem 18 anos que moro aqui, e tem mesmo essa questão da receptividade da capital, que apesar de dizerem que são receptivos, em sua maioria não são… Mas enfim…

    • Goodtimes

      Saudades de comer um pacote de Pastelina no recreio.

      • Reinaldo Matos

        E é bem bom…

  • Ao invés de você descer até a esquina para comprar um pacote de toalha de papel, agora você desce e vai até a esquina comprar um pacote de toalha de papel em uma máquina.

  • André K
  • Melhor descrição: loja de conveniência com alma.

    Quando era criança, viajava pro interior da Paraíba, onde meu avô tinha uma bUdega, que era a coisa mais maravilhosa da vida pra mim, um lugar com milhões (MILHÕES!) de coisas para explorar, comer, cheirar… Ficava na esquina da rua principal e era, sem dúvida, o local mais movimentado da cidade. Ficar naquela budega durante todo o dia, nas minhas férias do colégio é talvez a minha melhor lembrança de infância.

    O poeta paraibano Jessier Quirino tem um ótimo poema sobre o assunto, descreve com maestria esse lugar que está entrando em extinção mesmo nas cidades menores, o nome do poema é “Parafuso de cabo de serrote” e assim se chama pra mostrar que até isso, um item dificílimo de se achar, poderia ser encontrado na budega, recomendo assistir: https://www.youtube.com/watch?v=CqaNSfDUjE8

    • Rodrigo Cavalcante da Silva

      Nobre conterrâneo, excelente descrição e referência ao nosso poeta! Qual era a cidade da budega?

      • Poço de José de Moura, duas cidades depois de onde Judas perdeu as botas, lá não venta porque o vento faz a curva bem antes.

        • Rodrigo Cavalcante da Silva

          Deve ser mesmo, não sou versado em interior mas essa nunca ouvi falar mesmo… Saudações, conterrâneo!

  • Manoel Jorge Ribeiro Neto

    Aqui onde moro é budega (com u mesmo). Quando eu era criança, todo bairro de minha cidade tinha pelo menos uma (só na minha rua tinha umas quatro). Eram bons tempos, em que eu comprava confeitos e pão (tinham uma delas que vendia um pão doce delicioso) na volta do colégio. Atualmente, elas praticamente sumiram, sendo substituídas por supermercados. Das quatro que tinham na minha rua, hoje só há uma (que certamente acabará quando os donos dela irem para o saco).

  • filipe

    outra mania dos millennials, transformar algo simples como uma “vending machine” normal em algo super glamurizado e cheio de motivações e ativismos e blablabla… é só uma bosta de uma “vending machine”, como já tem aos montes por ai.

    • Mirai Densetsu

      Sabe que millenials são assim por causa dos baby boomers, né?

      • Oberaldo Gilmentoo

        Os BB são os avós que mimaram os millenials?

        • Mirai Densetsu

          Os BB são, na verdade, os PAIS dos millenials.

          E os millenials preferem experiências a bens de valor porque eles simplesmente não tem dinheiro. Afinal, o mercado tava no meio de uma crise imensa quando eles começaram a trabalhar. Resultado? Os contratos de trabalho contemplam mais responsabilidades (e mais trabalho) por menos dinheiro. Tipo aqueles contratos PJ que pagam 1500.

          Fora que as pessoas que causaram a crise E as que oferecem contratos cada vez menos vantajosos em geral são BB.

          E as empresas que não se adaptaram a clientes com menos dinheiro e tempo disponível faliram.

          E quem tem tempo de ir a uma bodega hoje em dia em um mundo com chefes querendo funcionários sempre conectados?

  • cesar m

    Off topic. Estava pensando aqui, uma boa fake news que “ainda” não saiu, pelo menos eu não vi, será a de que a melhor Coreia criou a máquina de furacão, pois foi só o baixinho ameaçar os EUA com dor e sofrimento que desandou a chegar furacão por lá.

  • Giuliano Cardoso

    Cardoso alinhado com a galera do Tumblr e ainda criticando esse terrível avanço tecnológico capitalista. Quem diria que veríamos isso?

  • Mirai Densetsu

    Ah, c’mon. É só mais uma máquina de vendas que é um pouco mais conveniente do que aquela máquina que teima em recusar a nota que você tem na carteira.

    E isso é bom pra por em metrôs ou em outros lugares onde passam muitas pessoas que estejam voltando pra casa.

  • Nilton Pedrett Neto

    Vcs precisam criar um prêmio para o post com melhores comentários do ano. Minha indicação (e voto) vai para este.

  • Christian

    Está aí, realmente me identifiquei com o artigo. Costumo frequentar um mercadinho aqui perto de casa, mesmo pagando mais caro por itens que poderia encontrar num supermercado, apenas para ter a oportunidade de “prosear” com as demais pessoas que frequentam o local, assim como com os familiares do proprietário.
    Para ser perfeito, só está faltando o gato mesmo.

  • Rolando

    Eles nunca devem ter ouvido falar do Japão que tem maquinas de venda automática até em estradas desertas mas que também está cheio de lojas pequenas.

  • Rafael Lopes

    Muito mimimi por algo tao bobo.. Quem quiser usar usa, fim.

    • Mirai Densetsu

      Exato. Ainda mais quando existem meios de pagamento via NFC.

      O Cardoso foi meio ludista nessa matéria.

      • Oberaldo Gilmentoo

        Uma boa parte das matérias dele é ludista. E um monte de gente gosta de ler as ranzinzices dele.

  • Othermind

    Na boa.. essa geração ta precisando de um choque de realidade… uma guerrinha ja ajudava…

    • Mirai Densetsu

      Tem uma na Síria. Porque não vai se alistar?

      • Othermind

        Essa geracao não consegue compreender der texto Tb.. RS soh entende oq encaixa na narrativa.. Só por Deus.. Vcs são a pior geração… Rsrs

        • Rodrigo Cavalcante da Silva

          Eu culpo o Merthiolate não arder mais…

          • Othermind

            Olha… faz sentido.. hehehehe

        • Mirai Densetsu

          Quantos 50 anos VC tem?

          Se você não é millenial, ou é muito jovem ou é muito velho.

          • Othermind

            Se vc reconhecer meu avatar sabe a minha idade.. se nao reconhecer vc é millenial… heheh

          • Eu reconheço seu avatar e tenho 32. Então vc tem pelo menos isso… hehehehhe

          • Othermind

            hehehehe =)

          • Mirai Densetsu

            Old millenials reconheceriam de boa.

          • Mirai Densetsu

            Ah, tem gente que ainda é jovem demais para ser millenial.

            Mas millenials, a grosso modo, são todas as pessoas nascidas nas décadas de 1980 e 1990. Depois disso é a geração z.

  • Well Dias

    Isso já existe a muito tempo e se chama jidouhanbaiki no Japão.

  • Abdenego Santos

    ué, essas maquininhas já existiam por ai no Japão não??? Não tou vendo nenhuma disruptura, será que a maquina vai entender quando eu quiser 2 reais de pão doce, com uma fatia de queijo e uma grapete?

  • Diego

    “Não conhecem os vizinhos, se incomodam quando alguém dá bom-dia na rua…”
    Bem-vindo à República de Curitiba.

  • Meninão Bobo

    Sou do interior e isso me lembro o ultimo armazém RAIZ que a cidade tinha o nome era Armazem do Nego Terra, vendia de tudo era como um secos e molhados só que seco o velho morreu e acabou… Saiu até uma reportagem na época. Vivo querendo abrir um desse estilo em SP mas acho que não sobreviverei nem 2 meses 🙁

    Malditos Hipermercados que acabaram com… Mercadinhos, Quitanda, Padarias, Farmácias, PetShop e até Floricultura.

    Onde isso vai parar?

  • Que bonitinho o Cardoso SJW ludista

  • Juaum

    Como está chato esse momento atual, onde as empresas de tecnologia fazem de tudo para se impor.

  • Guzats

    A gente só vai na budega (aqui chamado de fiteiro) pra conversar com o dono é fazer carinho no gato.

    • Rodrigo Cavalcante da Silva

      Fiteiro pra nós na Paraíba é algo parecido com bancas de jornal, só que voltado a doces, biscoitos e cigarros…

  • Fernando Silva

    Aqui na Europa eles se chamam Kiosk e em sua totalidade pertencem aos turcos.

  • ted
  • Myron David

    No nordeste, pelo menos nos interiores, as bodegas resistem.

    Abaixo, o melhor funcionário da bodega do meu vô.

    https://uploads.disquscdn.com/images/4aacc0783402fdea16d07b3c03d0d7316577215e8f68793281db4ac0a77070eb.jpg

  • elliot

    Vai kgar cara. Abrace a mudanca ou definhe.

  • Poxa, lembro agora da bodega da sônia, no cruzamento da mariano com a 3 de febrero lá em rosário. bom pra comprar docinhos e cerveja.

  • Deilan Nunes

    Porém em cidades e grandes e em alguns prédios pode servir para jovens, ja que a maioria realmente não gosta de interagir com outros humanos, mas as bodegas ainda tem seu público de nocho sim

  • Sophos Nsm

    morrer cedo ou viver pra ver o cardoso se tornar ludita.

  • Mauricio Montel

    O melhor do blog dos caras ´que não tem uma forma de mostrar que vc não gostou do post deles, só uma forma positiva
    “Clapping shows how much you appreciated Paul McDonald’s story.”
    se tivesse uma coisa tipo
    “shout shows how you dislike Paul McDonald’s story” e uma só pessoa clicasse, o millenial ia correr pra debaixo da cama e chorar em posição fetal
    Quem vai repor os produtos orgânicos veganos lá, o imigrante saído do emprego de uma das bodegas que eles fecharam ?

  • mord4z

    “Eles acham inconveniente você descer até a esquina para comprar um pacote de toalha de papel” mas vão curtir ter que caminhar até a máquina? Ué, se o problema não é ir até o local e sim interagir com as pessoas do local basta entrar e não falar com ninguém.

  • Julio Verner

    Ou seja, Millennials são os gordos suspensos em cadeiras flutuantes de Wall-E. Logo vem a Startup da Árvore de Pizza(de calabresa com mussarella).

  • Daniel Agl

    Como assim “gato xexelento”? Ele é o dono do local!!

  • Millennials de merda.

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