Morrer demais no Hellblade apagará o seu save — Update

Chegando hoje ao PC e ao PlayStation 4, um dos pontos principais do Hellblade: Senua’s Sacrifice é a psicose que atormenta a protagonista. Dedicados a representar a doença da melhor maneira possível, o pessoal da Ninja Theory chegou a conversar com especialistas no assunto, o que inclusive deu origem a um documentário e para nos colocar na pele da personagem, o estúdio tentou diversas estratégias.

Segundo relatos daqueles que já começaram a jogar, a parte sonora do jogo foi pensada para nos passar a sensação de estarmos experimentando as alucinações de Senua, com sussurros, gritos e todos os tipos de barulhos aterrorizantes surgindo por todos os cantos. Aliás, já vi muitas recomendações para o jogo ser encarado com fones de ouvido. Contudo, eles precisavam de mais e para isso o estúdio recorreu a uma ideia que já tem dividido opiniões.

Para nos fazer sentir quase tanto medo quanto a protagonista, a Ninja Theory implementou no Hellblade um sistema que apagará o nosso save caso morramos muitas vezes. Ou em outras palavras, eles adotaram a tática do permadeath, algo que não costumamos ver em jogos de ação e que na minha opinião, pode acrescentar muita imersão ao título.

A mecânica nos será apresentada já no início do jogo, quando entraremos numa batalha que não poderá ser vencida. Isso fará com que uma maldição se prenda ao braço de Senua e cada vez que morrermos ela aumentará um pouco. Então, se ela chegar até a cabeça, prepare-se para começar tudo de novo.

Em se tratando de um jogo cuja campanha dura entre seis e oito horas, isso pode até não ser um grande problema, mas a quantidade de vezes que poderemos morrer não é lá muito alta e embora alguns estejam criticando o estúdio por ter adotado essa ideia apenas para aumentar a vida útil do título, não acho que tal afirmação seja justa.

Tudo bem que eu ainda não estou jogando o Hellblade: Senua’s Sacrifice, logo posso estar me baseando apenas na minha esperança, mas acredito que esta tenha sido uma maneira muito interessante de nos fazer sentir as aflições da protagonista, o que tem sido vendido como a alma do game. Além disso, há quem defenda que as batalhas no jogo são bem tranquilas, então boa parte dos jogadores não deverá ter muito problemas nelas.

De qualquer forma, parabenizo a Ninja Theory por novamente tentar fugir um pouco do lugar comum, adotando uma ideia que, embora não seja inédita, não era esperada em um jogo deste porte, me deixando com ainda mais vontade de conhecer o Hellblade: Senua’s Sacrifice.

Update: de acordo com o pessoal do site PCGamesN, a promessa de que perderemos nosso save foi um blefe feito pela desenvolvedora. Segundo eles, mesmo depois de morrerem 50 vezes isso não aconteceu, como pode ser visto no vídeo abaixo. Porém, alguns usuários do NeoGAF afirmam que a mecânica de fato existe, mas que para ser acionada o jogador precisa morrer diversas vezes em vários checkpoint diferentes. Portanto, é bom você tomar cuidado enquanto estiver jogando.

Fonte: Eurogamer.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • KappaKeepo

    >200 reais
    >6 a 8h de campanha
    nos vemos na sale do steam ano que vem

    • Felipe

      Errroouuu, Hellblade está custando a metade do preço.

      • Julio da Gaita ✔

        que faustop! .)

    • Vinicius Vasques

      Custa R$91,00 em pré-venda na PSN xovem.

      • Jhonathan Vieira

        A Sony e seus preços inexplicáveis

    • KappaKeepo

      se for bom pago 60 conto no maximo XD

    • Então já pode comprar, está por R$ 56 no Steam 😉
      http://store.steampowered.com/app/414340/Hellblade_Senuas_Sacrifice/

      • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        #tapanacaradasociedade kkkkkk

      • KappaKeepo

        agora sim

        • E detalhe, não é promoção, o jogo saiu hoje 😉

  • Eu sou da ideia que nunca, jamais deve se ter um único save desde os anos 90. Mas na boa, essa de deletar o save por morrer demais foi sacanagem. Poderiam ter deixado o jogo sem save nenhum igual a moda antiga né.

    • Inquisidor

      me lembro de uma vez em 2002, estava jogando final fantasy tactis (ps1), meu save com quase 200h, estava fazendo aquela dungeon secreta que era toda escura que tinha items enterados no chão, vc matava alguem, a pessoa virava um cristal e iluminava o mapa, no ultimo andar tinha o boss que usava uma skill secreta chamada zodiac, se vc sobrevivesse vc ganhava a skill e tal, uma dor de cabeça desgraçada, consegui a skill e varios items bons, sai da dungeon, salvei e no meio do save caiu a eletricidade, nem dei bola, no outro dia trouxe uma colega para mostrar pra ele a skill secreta e deu save corrompido , me deu uma dor no coração, e o pior o memory card não conseguia deletar o save, com o tempo ele foi perdendo outros blockos e destruindo saves de jogos importantes, foi horrivel

      • 200h de FF Tactics! Acho que teria tido um infarto ao ver um memory card morrendo assim. Histórias como a sua são bem comuns.

      • Macedo

        se eu perdesse meu save de FFT eu ficaria mto p da vida… todos principais já fiz o esquema de baixar lv e subir de novo até o 99 para pegar 99 nas stats… acho que estou com umas 600h no port do PSP (mais 150 no emulador do pc mais 200 e pouco no port porco do ps3)… não sou de jogar mtos jogos, mas os que jogo são mtas horas…

        • Rodolfo da Silva Carvalho

          Não existe port de FFT para PS3. Existe a versão digital de PS1 para jogar no PS3 por meio de emulação.

          • Macedo

            é FFT e roda no PS3, mas é ctrl c ctrl v do fonte original PS1, por isso chamei de port porco… nem wide fica…

  • Joke’s on you: Se eu morro demais eu apago o jogo.

    • Julio da Gaita ✔

      NOOB DETECTED, mas eu concordo, jogo é pra divertir, não pra te deixar puto …rs

    • Alvaro Carneiro

      Você tem paciência demais primo. Eu nem compro o jogo.

  • ricms

    Logo alguém descobre um password que dá mais um continue…

    • Inquisidor

      no pc eu tenho certeza que vão usar o cheat engine para quebrar o jogo kk

  • Denyse

    Poderiam deixar essa de apagar save como um nível de dificuldade opcional.

    Esse tipo de medida pode acabar forçando jogadores a fazerem backups constantes do save ou algum tipo de trapaça, abandonando o jogo, ou até mesmo nem se arriscando p/ evitar frustrações, o que pode significar menos vendas.

    O problema não é um jogo ser difícil, Dark Souls é difícil e extremamente viciante. O problema é confundirem dificuldade com frustração. Eu pelo menos não conheço ninguém que ache emocionante a possibilidade de perder seu save, e pelo que vi nos comentários do fórum da Steam, a maioria também não se agradou muito da ideia…

    Imagina, a pessoa chega do trabalho tarde, tem outros afazeres, vida social, e tem pouco tempo p/ jogar, e quando está lá com suas 7 horas de jogo, perde tudo e tem que começar do zero tudo porque não é boa o suficiente. Pelo menos p/ mim parece bem frustrante.

    Acredito que um update seria bem vindo.

    • Pelo o que entendi da proposta do jogo, não é para ele ser uma passeio no parque, por isso concordo com a decisão do estúdio.

    • Vinicius Vasques

      Esse modelo de gameplay não é novidade, pra quem é gamer vindo dos 8 bits sempre foi assim, vidas, continues limitados, jogos sem save … Eu acho que é uma característica de gameplay bem interessante e não necessariamente pune o jogador ruim. Assim como na série Souls, ajuda você a enxergar a melhor estratégia, a aprender a jogar melhor e a valorizar ainda mais o jogo – só que sem a mamata de jogar eternamente para aumentar de nível e facilitar a vida para derrotar o inimigo.

      Meus exemplos favoritos são Castlevania e Battletoads de Nintendinho. Gameplay de umas 6 horas com 3 vidas e 3 continues onde a cada morte você voltava no nível zero ou no inicio do estágio. Isso nunca impediu de jogar até ter calos nos dedos e chegar ao final (embora a vida social fosse estudar, assistir sessão da tarde, fazer trilha de bike e jogar bola na rua).

      • Denyse

        Realmente os jogos daquela época eram feitos nesses estilo. Mas não por deixar mais legal, e sim por limitações da época.
        O que acontece, é que a maioria dos jogos, também eram relativamente curtos. A maior parte não se estendia por tanto tempo como o Battletoads. Então usavam bastante a dificuldade p/ compensar o tamanho da campanha. E claro, nem preciso dizer que a maioria dos jogadores não conseguia terminar esses jogos ultra difíceis, até tinha mais chance quando era dono do jogo, mas pegar em um fim de semana na locadora geralmente não dava tempo.

        Mas então Vinicius, a questão é que hoje os tempos são outros, não se trata apenas da geração estar acostumada com jogos mais fáceis — embora isso não deixe de ser verdade também — o problema é que hoje tem muito mais opções de entretenimento, muito mais facilidade a jogar novos jogos, seja por preços baratos na steam, promoções, free to play, ou mesmo pirataria. Sem falar que as pessoas hoje tem menos tempo. Como você falou, quando era criança/adolescente tinha tempo até p/ assistir sessão da tarde, geralmente era colégio e o resto do dia livre. Então se tinha muito mais disposição e vontade p/ começar a jogar do zero, e como eu disse, naquele tempo não se tinha tanta coisa p/ jogar, ou p/ fazer. Então acho que é bem mais difícil aceitar um jogo nesse estilo nos dias de hoje, ainda mais com 8 horas de duração.

        Outro ponto é que naquele tempo vídeo games eram vistos mais como entretenimento p/ crianças, tal como desenhos. E hoje está mais focado no público jovem/adulto. E Hellblade parece ser um jogo voltado p/ público mais maduro, logo, com menos tempo.

        Não estou dizendo que o modo como o jogo foi feito é um erro nem nada do tipo, só acho que seria interessante se esse tipo de medida fosse opcional. A franquia Souls te pune pelo fracasso, mas também te recompensa pelo sucesso, mesmo morrendo 30x em um chefe, se sente progredindo no jogo. Algo que não aparenta acontecer no Hellblade (pelo menos nesse especto de perder save), é apenas frustrante.
        Bom, de qualquer forma o jogo está sendo muito bem avaliado, essa é só a minha visão, certamente tem gente que gostou da ideia.

        PS: Se você terminou Battletoads e Castlevania, você é o cara! hahaha

        • Mas se a intenção do estúdio era nos fazer temer pela morte assim como a personagem, você não acha que oferecer esse opção de não apagar o save poderia diminuir a imersão?
          Não sei, mas acho muito legal quando empresas usam a mecânica do próprio jogo para incrementar a história.

        • Vinicius Vasques

          Concordo com quase tudo que você disse Denyse (só discordo um pouco sobre a série Souls premiar rs). Os tempos são outros, os jogadores são outros (e talvez os mesmos) e acho sim que colocar isso como uma opção é super viável e realmente acredito que deverá vir na primeira atualização do jogo para abranger o público e melhorar os reviews.

          E sim, terminei Battletoads, Castlevania, Ninja Gaiden, Megaman … em compensação sempre fui o ultimo escolhido no time da pelada kkk

          • Denyse

            Quando falei que a série Souls recompensa, me refiro a coisas do tipo, almas dos inimigos, dos chefes principalmente, espadas, armaduras,e outros itens que você vai adquirindo, atalhos que você vai liberando, você consegue aos poucos ir evoluindo o personagem, sem falar na satisfação de finalmente derrotar o maldito chefe e seguir adiante. Esse tipo de coisa é de certa forma recompensadora. Mesmo que as vezes possa se perder as almas, é diferente de perder todo o progresso e voltar p/ o começo hahaha.

            Imagina estar no chefe final depois de 8 horas ou mais, e morrer e perder o save. Eu jogo o controle na TV hahaha. Se torna algo que não depende tanto de habilidade, e sim mais de paciência p/ jogar tudo de novo. Algo que muitos não iriam ter.

          • Zé Carioca

            A ideia é interessante/curiosa mas na prática vai servir mais pra irritar. Pra mim parece aquelas propostas hipsters igual à daquele jogo em que todos os jogadores tinham um número máximo de vidas compartilhado…

          • Macedo

            Agora imagina estar no chefe final depois de 8 horas ou mais, sabendo que não pode morrer senão perde tudo, e finalmente derrota o bastardo! isso é o que sentia quando zerava jogo do mega alugado (estou olhando pra vcs Shinobi, Mega Man, Contra e Decap Attack…)
            a sensação de recompensa e atenção/imersão dedicada ao jogo são MUITO maiores… sinto falta disso nos jogos atuais sabia? jogando o Witcher 3, mesmo no mais dificil, as vezes me jogo no meio dos inimigos pra ver de qual é…. dou load, e sigo viagem… pelo menos a história é boa, mas a sensação de recompensa é quase zero…

    • Yskar

      O jogo é relativamente curto, então esse tipo de função é interessante para aumentar a longevidade do jogo, e ainda são algumas mortes, eu inclusive tenho vários jogos no Steam com permadeath com apenas UMA morte, vai de gosto.

  • Medo era jogar arcade nos anos 80 com dinheiro pra apenas uma ficha com o troco do pão, sem pedir pra mãe o troco. Isso era adrenalina pura.

    • Humberto Machado

      Quem nunca?

    • Nícolas Wildner

      O permadeath era o DLC “chinela com prego” que podia ou não lhe acertar ao chegar em casa sem o troco.

    • EmuManíaco

      Minha mãe quebrou o vidro de uma maquina de Double Dragon 2 em um boteco de um turco próximo a minha casa. Ela falou que era responsabilidade dele não me deixar ficar por lá e que ja havia conversado sobre isso. O Turco ficou puto e proibiu ela de entrar na loja. No final continue jogando, ganhava fichas free e minha mãe passava p da vida na porta da loja. kkk

  • Xbox está de fora :'(

  • Andre Kittler

    Inventaram o conceito de “numero de vidas” em um video game!!
    A geração atual não vai gostar…. assim fica difícil, qual a graça daí?

    Devia ser opcional. Já no iniciar, “coloque sua idade”, acima de 30 (… 35?) ta livre para fazer isso.

  • Paçaro

    Eu cheguei à conclusão de que um jogo que tem um nível de dificuldade elevado é jogado de modo completamente diferente e com muito mais imersão.

    Horizon Zero Dawn, por exemplo. Se você joga no médio você é uma máquina de matar que vê um rebanho de algum bicho, se joga lá no meio e mata tudo. Sem medo. Já no Ultra Hard, como estou jogando, você pensa dez vezes antes de atacar um rebanho de três bichos porque sabe que se levar um coice na boca, vai morrer. Porque sabe que vai gastar uma porrada de recursos e munição.

    O jogo se torna mais estratégico e, acredito eu, mais próximo de como as pessoas se comportariam na realidade.

    • Bruno

      Jogar Metro: 2033 no modo hard é bem isso. Vc quer gastar o mínimo de balas possível, afinal, vc tem: 4 balas nessa arma, 17 na outra, 6 na pistola; e vc sabe que no fim da fase o dinheiro de troca são exatamente as balas.
      No entanto ainda tem uns 30 inimigos vivos… E que um tiro bem dado em vc é morte certa.

      • Paçaro

        Esse jogo no hard é excelente.

      • Alberto Lima

        Joguei o The last of us na ultima dificuldade também e passei o jogo inteiro contando as balas

        • Eu já contava balas no normal, que dirá no hard

        • Bruno

          Esse eu queria ter jogado, mas ser pc master race tem suas desvantagens…

  • kenji

    Campanha de 6 a 8 horas, quer dizer que eu terminaria em 12 horas de jogo e 20 horas reais. Com esse bônus na dificuldade, pode dobrar essa meta.

  • Millenials.
    Metade reinventando coisas antigas e a outra metade chorando.

  • Felipe!

    Que seja opcional.
    Não gosto quando tentam decidir como eu gasto o meu tempo livre.

    • Anderson

      Você continua com o livre arbítrio de não comprar o jogo e fazer outra coisa com seu tempo livre.

  • Othermind

    Bom, a “morte permanente” já nao faz parte da maioria jogos acho que desde o play 1 ou 2.. Na época dos Snes e Mega.. eram 3, 4, 5 vidas.. morreu começa de novo.. Mas as desenvolvedoras dizem que a “vida contínua”, onde vc volta no inicio da fase ou check points, faz o jogador permanecer por mais tempo com o game “ativo”… Eu se ja joguei 10 horas (por exemplo) e perco Td.. nao começo de novo nem a pau…
    PS. Na teoria é bonito, mas na pratica eu jogaria o game na gaveta apos perder 5, 10 horas de jogo…

    • EmuManíaco

      vc nao quer jogos e sim filmes.

      • Othermind

        Talvez todo o mercado então esteja errado.. E esse jogo será a reviravolta.. Quem e sabe… Mas duvido.. Até o próximo Mario não será permanente..

  • Humberto Machado

    Mais um motivo pra comprar 🙂

    off:
    É só desativar o ad que as beldades russas voltam. https://uploads.disquscdn.com/images/21ff7991e7b211a25d1d95ce1b0a05f77c715b00c5803cb4dbb05482f9ef705a.png

    • Alguém aqui já teve sucesso em encontrar essas beldades russas, ou o anúncio é fake?

      • Humberto Machado

        Clica ae kkk

  • Nícolas Wildner

    Faltou um R ali @doriprata:disqus – “pemadeath” 🙂

  • EmuManíaco

    Quanto choro desnecessário e falta de boa vontade de entender a proposta de jogo. Quer historinha sem dificuldade? Prince of persia e Last o us tão aí pra vcs.

    • Grade, Tardigrade

      Não se esqueça de Beyond Two Souls, ou qualquer outro jogo da Quantic Dreams!

    • Just a Gamer

      Se você tivesse dito Uncharted tudo bem, mas The Last of Us não é tão mamão com açúcar assim.

  • Germano

    Me lembrou Shadow of The Beast – o antigo, do Mega Drive, não esse novo que fizeram agora. Jogo dificílimo, uma só vida, tornou-se quase lenda por conta disso… na época. Hoja acho que caiu no esquecimento.

    • Flávio Pedroza

      Nunca joguei, mas já ouvi falar. Tinha um problema com o refresh rate da versão para Mega Drive, que fazia o jogo rodar mais rápido. Por isso era tão difícil.

      • Germano

        E eu que ate aqui acreditava que a do Mega era a unica… grato por me fazer pesquisar com seu comentário.

  • phso

    Concordo com a os que disseram que isso deveria vir como opção e não obrigação. Não sou lá muito velho, mas peguei a época das fichas e continues, e sinceramente não sinto saudade. Eu nao sou fã de mortes permanentes e coisas afins, como esse save “auto-apagável”, tbm detesto essa onda de jogos fáceis demais que se tem atualmente, acho q tem q haver um meio termo. Pra mim tudo demais gera mais problema q diversão, e geralmente alcança mais um publico de nicho. Um jogo muito fácil é maçante de jogar, um jogo extremamente difícil ou punitivo, é muito frustrante e acaba afastando o jogador que não quer ter que passar a tarde toda repetindo a mesma seção do jogo ou voltar ao inicio com frequência. Mas é claro que existem aqueles q curtem a facilidade, pra curtir os jogos sem muitas dores de cabeça, e aqueles gostam de desafio extremo, e por isso, acho q a idéia é boa sim, mas nao deveria ser obrigação.

  • Manoel Jorge Ribeiro Neto

    Para quem já zerou Resident Evil 1 sem salvar no memory card (e com o Chris), isso é moleza!

    • Grade, Tardigrade

      Não existem mais gamers nesse nível hoje em dia!
      Zerar Silent Hill sem usar revista, foram poucos que conseguiram na época!

      • Manoel Jorge Ribeiro Neto

        Ainda lembro daquele maldito código do piano em SH. Eu tentei zerar Silent Hill sem revista, mas tive que recorrer a ela na época para esse “bendito” código :/ .

      • Just a Gamer

        Zerar Dark Souls 1 pela primeira vez sem olhar no Youtube também é para poucos.

  • Isso já foi desmentido
    https://www.pcgamesn.com/hellblade-senuas-sacrifice/hellblade-permadeath-bluff

    • Cocainum

      Eu assisti um gameplay e essa “advertência” aparece dentro do próprio jogo. Deviam ter acrescentado: “Rá! Pegadinha do Mallandro!”

      Fora essa trollada, o jogo é muito bonito e bastante interessante. Está na lista das próximas aquisições.

      • Grade, Tardigrade

        Não é trollada, não! Fiz esse teste ontem e, morrendo em partes diferentes do jogo a “escuridão” toma conta do corpo da Senua, te matando pra sempre. Se vc morre no mesmo lugar, a escuridão não aumenta.

        Em tempo… To gostando pra caralho do jogo, bonito, boa jogabilidade, excelente enredo. Pode gastar seu dinheiro nele, não vai se arrepender!

        • Cocainum

          Humm. Então só faltou explicarem melhor…

    • Dou uma e se for bom dou mais

      Que melhor maneira de fazer todo mundo ficar paranóico do que dizer que um jogo de ação vai ter permadeath copiando algo que aconteceu em 7 Deadly Sins (o anime).

  • Rafael Vasconcelos

    Blood necromancer no Diablo 3 hardcore. Boa sorte.

  • Isso poderia ser opcional, muita gente joga tendo pouco tempo para desfrutar os jogos (pessoal que trababalha seg – sab, estuda, etc). Imagina ter pouco tempo pra jogar e quando estiver perto do final o save é apagado? Nem todo mundo é adolescente que estuda de manhã, bate uma depois do almoço e joga o resto dia. HAHAHAHA

  • Just a Gamer

    O jogo é 100% online? Se não for, a intenção é boa mas não adiantará de nada. Bkp do save vai rolar solto nesse jogo aí.

  • Pazoca

    Comecei a jogar e estou achando o jogo sensacional em todos os sentidos! O conceito de morte permanente faz todo o sentido em relação à narrativa (principalmente agora que revelaram que essa morte permanente só acontece quando se morre em partes diferentes do jogo), já que o jogador passa a ter as mesmas tensões que a personagem, que evoluem com a história. Para um jogo que foi criado com foco na imersão total do jogador, nada mais justo.
    Os combates não são difíceis e essa dificuldade é passível de configuração, o que tira a ideia de “dark souls injusto”.

  • Breno Veras

    Por isso que DayZ funcionava. Depois de dias coletando armas e recursos, morrer para um player ou um zumbi era algo aterrorizante. Correr o risco de perder tudo me fazia sentir angústia como se estivesse numa tiroteio real! Sem falar no sistema de Arma 2 que não te indica onde está o inimigo. Isso só me deixava mais angustiado. Lembro-me de ouvir tiros próximos, deitar e ficar assim durante meia hora esperando reforços de amigos que estavam do outro lado do mapa. Era emocionante.

    Odeio jogos que ficam informando onde está o inimigo, pra onde você deve ir etc.

  • E se pusessem ao longo do jogo umas caixinhas de vida, tipo Sonic, ou cogumelos, tipo Mario?

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