Review — Moto E4 Plus: uma super bateria que vem com um smartphone de entrada

Após dois anos de ausência a linha Moto E está de volta ao Brasil. O smartphone de entrada da Lenovo/Motorola, que nas suas primeiras versões não era mais do que o básico do básico (o primeiro modelo, de 2014 sequer tinha câmera frontal) evoluiu e se tornou um dispositivo mais atraente ao consumidor, principalmente em sua variante Moto E4 Plus com sua suculenta bateria de 5.000 mAh, que promete mais de um dia longe da tomada.

Ele é isso tudo que prometem? Acompanhem nossa análise e descubra.

Design

A primeira coisa que chama a atenção no Moto E4 Plus é seu peso: de modo a acomodar a avantajada bateria o smartphone se tornou grosso e pesado, com 198 g e 6,9 mm de espessura. Embora seja algo esperado é de se notar que normalmente aparelhos de entrada, voltados para consumidores com menor poder aquisitivo não tinham grandes características de performance e autonomia, eram pequenos e leves.

A Lenovo decidiu melhorar sua linha mais básica, promovendo o a linha Moto E a smartphones mid-low e deixando o novo Moto C Plus no lugar, este sim um aparelho absolutamente de entrada em todos os aspectos. Isso se reflete tanto no acabamento em alumínio do E4 Plus quanto na presença de um leitor de impressões digitais, recurso esse que geralmente é adicionado em dispositivos mid para cima. E por ter suporte a gestos ele elimina os botões virtuais e desocupa espaço no display.

Falando nisso, a tela LCD de 5,5 polegadas conta com resolução apenas HD, o que resulta em em uma densidade de pixels por polegada de meros 267 ppi. Ela é nítida, possui contraste e brilho apenas razoáveis e o ângulo de visão é decente, o que faz dela um display apenas… básico. É o mínimo tolerável para seu tamanho e porte, mas um Full HD não faria mal (embora muito provavelmente encarecesse o aparelhinho).

O acabamento metálico poroso e seu design curvo oferecem uma excelente pegada, a menos que você seja um desastrado completo não corre riscos de derruba-lo, o Moto E4 Plus dificilmente vai escorregar da sua mão. O alto-falante, posicionado na parte de baixo do aparelho é potente e o app Dolby Atmos, pré-instalado dá a entender que a Lenovo quis dar mais mais destaque ao som desta vez.

Performance

O Moto E4 Plus é equipado com um SoC da MediaTek, no caso o quad-core MT6737 que conta com uma CPU de 1,3 GHz e GPU Mali-T720 MP2. Embora o processador em si seja decente, a GPU é fraca e pede água na maioria dos games mais potentes. Ele também dá uma engasgada quando exigido muito em multitarefa, não chega a fechar aplicativos em segundo planos mas costuma dar algumas travadas ou “para para pensar”, demorando para responder às solicitações do usuário.

No geral os 2 GB de RAM e os 16 GB de espaço interno (expansível via Micro-SD até 128 GB) fazem um bom trabalho para dar conta de apps de redes sociais, navegadores como o Chrome e outras funcionalidades, desde que usado com moderação.

As funções Moto, sempre destaque nos dispositivos da Motorola foram bem capadas aqui. Os gestos para abrir a câmera ou ativar a lanterna dançaram, bem como as funções Moto Tela de proximidade devido a falta de sensores. Ainda é possível navegar só com um dedo utilizando o sensor biométrico ou utilizar só uma mão reduzindo a área do display, mas tais ausências são até compreensíveis visto que o E4 Plus é bem mais simples se comparado aos seus primos da linha Moto Z, como o mais recente Moto Z2 Play.

O Android presente é o 7.1.1 Nougat com alterações leves providas pela Motorola/Lenovo, como mudanças nos ícones e acréscimo de widgets, bem como um novo launcher. No entanto é bom avisar os interessados que por se tratar de um dispositivo com um chip da MediaTek, as chances dele não receber o Android O são grandes (smartphones nessa situação demoram muito mais para receber updates, quando recebem); a Motorola não diz mais nada sobre atualizar o Moto E4 Plus, portanto é bom ficar esperto. Na pior das hipóteses, nada que o LineageOS não resolva.

A característica principal do Moto E4 Plus no entanto é mesmo sua monstruosa bateria. Em condições normais de temperatura e pressão (4G, vídeos, streaming de música, redes sociais, navegação e games ocasionais) ela desceu de 100% às 7:00 para 63% às 23:59, uma marca absolutamente desconcertante. No dia seguinte ele resistiu até o fim do dia com uma confortável margem de 11%, considerando que ele ficou longe do conector de parede por 41 horas.

Se você forçar a barra e ficar o dia inteiro jogando e assistindo vídeos (como eu, rodando filmes em Full HD no VLC porque sou desses), a autonomia desce de 100% para 32%, mesmo com o brilho no talo. As chances de você drenar toda a bateria em apenas um dia são praticamente nulas, nesse sentido a Lenovo/Motorola fez um excelente trabalho.

Câmera

Mais uma vez um componente que se mantém na categoria “básico”. A câmera principal pode ter 13 megapixels e abertura f/2,0, mas mesmo em situações com bastante luz como cenas externas há uma perda considerável de detalhes, e o pouco alcance dinâmico deixa-as um tanto escuras (o HDR pode ajudar). Em ambientes internos ela ainda consegue segurar as pontas e oferecer fotos decentes, ainda que com um nível de ruído mais elevado. O pós-processamento da Motorola ajuda nessas horas, embora não faça milagres. E ah, desista de fotos noturnas.

A câmera selfie, com 5 MP e abertura f/2,2 é bem fraca. Quase não dá para evitar a presença de borrões nas imagens por conta da velocidade do obturador reduzida (para compensar a abertura pequena) mesmo em ambientes bem iluminados externos; nos internos você vai sofrer ainda mais e o resultado fica muito abaixo da uma qualidade considerada decente.

Resumindo, ambas câmeras são bem “meh”.

Para as versões originais destas e de outras fotos, acessem o álbum no Flickr.

Conclusão

O Moto E4 Plus é um aparelho voltado para quem deseja apenas um smartphone para acessar redes sociais, WhatsApp e não tem tanto interesse em tirar fotos (selfies principalmente), mas não deseja ficar dependente de tomadas e power banks. O grande problema é seu preço que não é de entrada: por R$ 949,00 o E4 Plus entra na categoria intermediária, se bem que desde o fim da Lei do Bem os preços em geral escalaram e muito. O Moto G, o outrora campeão da categoria hoje não sai por menos de R$ 999,00 na versão Moto G5 (com tudo melhor em relação ao E4 Plus, exceto a bateria por apenas R$ 50 a mais) enquanto o G5 Plus, mais potente custa R$ 1.499,00.

No entanto não existem mais boas opções de aparelhos “bons e baratos” no mercado brasileiro. O Moto E4 Plus é uma escolha para quem deseja um aparelho que dure mais de dois dias com uma carga com um um preço minimamente acessível, enquanto quem deseja qualidade por um valor similar vai fechar com o Moto G5. Depende do que você quer, performance ou autonomia.

Pontos fortes:

  • a bateria, óbvio;
  • acabamento em alumínio dá um ar de produto melhor acabado;
  • um aparelho de entrada com leitor de impressões digitais? Sim, quero;
  • Dual-SIM, sempre útil.

Pontos fracos:

  • a super bateria deixou o aparelho pesado;
  • display apenas HD;
  • hardware inferior que leva a algumas engasgadas.
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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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  • Segundo o título: Você compra a bateria, o smartphone pé-de-boi é o brinde 🙂

  • Germano

    Outro dia, so de curiosidade, resolvi olhar os aparelhos possiveis de achar no AliExpress, ja que tanto ouço falarem em importar mas como nao estou pensando em trocar de celular nem tinha ido olhar ainda. Nenhuma marca que eu conheça mas quando comecei a ver as specs…….. se aquilo for verdade meu proximo aparelho nao vai vir de nenhuma loja brasileira não.

    • Antonio Menezes

      Eu peguei um Redmi note 3 e um colega meno o Zuk Z2 (lenovo). Ambos ficaram satisfeitos com a compra, dado as specs dos celulares e o custo deles.

      Hoje estou com um Z Play pela câmera e tela (IPS vs LCD do redmi), mas para quem não liga muito para isso, importar é sempre uma boa, só é chato a demora para chegar mesmo.

    • Nilton Pedrett Neto

      Comprei 2 zuk z2 e não poderia estar mais satisfeito… Fora a camera mediana, o aparelho dá de pau em qualquer s7 da vida.

      • Claudio Torres

        Parece robusto. A experiência com a customização da Lenovo é boa?

        • Nilton Pedrett Neto

          Cara… sinceramente eu nem percebo a camada da Lenovo. O problema são os spywares chineses… mas … no dia a dia, nunca tive um problema.

    • Luís Eduardo

      Estava pensando isso. Meu Moto X2 ainda supre muito bem o que preciso, mas quando mudar, vai ser via Gearbest…

    • ElGloriosoRangerRojo™

      Eu fico pulando na cadeira olhando os celulares na GearBest. Tem muito aparelho lá que vale a pena trazer pelo preço que cobram e pagar o imposto de importação ainda. Dá pra pegar um celular com câmera 10/10, 6gb de RAM e 128gb de armazenamento pagando muito menos que os cerca de 4 mil reais de um iPhone ou S8…

      Preciso trocar a bateria do meu pra dar uma sobrevida, porque ele ainda está perfeito pro meu uso diário. Preciso resistir à tentação! hahahah

  • alvaro lordelo

    Gogoni faz um review do oukitel k6000plus, outro fato interessante é que o Gogoni posta suas fotos e o Cardoso ainda é um mistério, ninguém sabe o que é, se é homem ou mulher 🙂

    • Lembro de ter visto uma foto do Cardoso num artigo dele no Contraditorium, muito tempo atrás, cujo título era justamente “quem é o Cardoso?”, mas nem se ainda existe o texto.

      • alvaro lordelo

        Eu tô achando que é um pseudônimo do gogoni e ainda pra expor seus pensamentos contrastantes.
        Fica a dica, may be @cardoso would be the same as @gogoni

    • Rodrigo de Melo

      Tem fotos do Cardoso em artigos no blog dele. Ele já deu até entrevista em vídeo.

  • jairo

    Observando specs x preço eu não compraria.

  • Germano

    Incluir la: Pontos fracos: preço.

  • “a super bateria deixou o aparelho pesado” acho que isso esta mais para característica do que defeito. Com asus zenfone 3 com câmera e processador muito melhor por 999, leitor biométrico. Não vejo como um celular desses se dar bem no mercado.

  • Amanhã chega o meu Redmi 4X com 3GB de RAm, que comprei por 700 Bananers… e uma bateria de 4100mAh…

    Motonovo, Lemoto… ah isso aí… nunca mais…

    …e será meu primeiro Android… aposentando o WP…

  • Well Dias

    Realmente o preço não é um ponto positivo. Mas mesmo assim é o celular ideal para mim. Já tive dois celulares top, e me senti um completo idiota por ter gastador tanto para ter coisas que não me importam no celular. Por isso, hoje em dia só compro celular de entrada.

  • jacob

    Se querem celular custo-benefício de entrada sem precisar importar, pesquisem o TP-Link Neffos C5 ou Y5. Me agradeçam depois. Quanto a esse Moto E4, “meh” é mais do que suficiente pra descrever.

    • SignaPoenae

      Me interessei. Conhece algum review bom do aparelho?

      *** Edit ***
      Você se referia a esse aparelho aqui : http://www.neffos.com.br/product/details/C5 ?

      Só o “android 5.1 altamente personalizado” já me fez desistir dele, mas obrigado pela recomendação.

      • EmuManíaco

        tp-link é um bom fabricante, mas isso daí é uma bomba. Se é pra comprar chines só xiaomi mesmo.

        • jacob

          Eu não diria que é bomba, é um mero aparelho de entrada. A câmera passa longe de ser boa, a tela e bateria não são das melhores, mas tem o conjunto 2GB RAM/16GB ROM que por si só já o torna mais atrativo do que qualquer celular de entrada disponível no Brasil.

      • jacob

        Eu dei um desses (o Y5) de presente pra minha mãe há uns 3 meses, até agora tá funcionando bem e é bem responsivo. Se vai durar, só o tempo dirá, mas até agora só tenho visto avaliações positivas dele.

  • Pra quem quer um smartphone com uma bateria boa de verdade e que não deixa nada a dever nas outras categorias, compre o Galaxy A9 e seja feliz, atualmente o menor preço é R$ 1.439. Por esse valor você leva:

    Tamanho da tela: Tela de 6 polegadas (1080 x 1920 pixel)
    Resolução da câmera traseira: 16 megapixels
    Recurso: 4G LTE
    Memória interna: 32 GB (Micro SD Até 256 GB em bandeja própria)
    Número de chips: 2 chips
    Chipset: Qualcomm Snapdragon 652 MSM8976
    Processador: Quad-core 1.8 GHz Cortex-A72 + Quad-core 1.4 GHz Cortex-A53
    GPU: Adreno 510
    RAM: 4gb
    Bateria de 5.000 mAh

    • Por R$ 970 eu peguei um Xiaomi Mi Max, que é um aparelho com o mesmo Snapdragon 652, porém é Octa-core e não quad-core como o Galaxy A9, tem 3GB de RAM (suficiente para o Android 6 ou 7 rodar sem engasgos), tela de 6.44″, biometria, 64 GB de armazenamento (contra os 32GB do A9), slot híbrido (aceita SIM Card ou um cartão SD de até 256 GB) e bateria de 4850mAh (dura tranquilamente mais de 1 dia).

      • Claudio Torres

        Comprou aonde?

        • GearBest. Poderia ter saído mais barato se eu não fosse ansioso e pagasse para enviar pela DHL (chegou em exatos 7 dias na porta da minha casa, já com os impostos calculados).

          • Ivan

            Como fez pra escapar do buraco negro de Curitiba?

          • Se você paga pra enviar pela DHL, FedEx ou UPS, eles já fazem o desembaraço aduaneiro, então a encomenda é liberada em menos de 1 dia. No meu caso demorou exatos 7 dias, da postagem pela GearBest na China até a DHL entregar na porta da minha casa. Inclusive a DHL pagou o imposto pra mim e me cobrou depois (levaram uma máquina de cartão). Comodidade maior não existe, porém se paga caro por isso.

          • Ivan

            Legal saber disso, quanto foi esse frete?

          • Eu paguei um frete total de US$ 71,68, porém na encomenda tinham 2 celulares Xiaomi Mi Max, 1 drone de US$ 52 e umas bugigangas pequenas pra mulher.
            A minha sorte é que a Receita Federal taxou em R$ 200 tudo, em teoria era pra ser taxado em US$ 376, pois o pedido total foi de US$ 628.

          • Ivan

            Ficou carinho mesmo o frete, mas bem melhor que esperar 6 meses pra chegar, comprei uma action cam chegou no Brasil em 10 dias e mais 6 meses pra entregarem.

          • Bob

            Sempre fugi do envio via DHL por medo da taxa passar do “padrão” de R$200. No caso você é informado antes da entrega o valor dos impostos ou tem a mesma surpresa de quando tem que ir retirar nos Correios no caso do envio demorado?

            Caso seja um padrão taxarem dessa forma acredito que valha o risco em encomendas de mais de 1 item.

          • Eu não fui informado antes não. O entregador chegou em casa com a encomenda, uma máquina de cartão e me informou a taxa de imposto.

          • EmuManíaco

            desculpe. pagou quanto de imposto? to de olho no mesmo modelo

          • Nessa encomenda eu paguei R$ 200 de imposto, já intermediado pela DHL. Mas tenho percebido que a Receita Federal tá taxando todo celular em R$ 200.

          • EmuManíaco

            valeu devo comprar.

      • O A9 é octacore, mas claro que esses aparelhos chineses vão ser mais baratos, no entanto tem todos os defeitos que um aparelho importado apresentam, como falta de assistência técnica e etc.

        • Eu não considero ausência de assistência técnica um defeito, pois não compro eletrônico com a expectativa de ir pra assistência (isso é coisa de fabricante brasileira). Todos os celulares importados que eu tive até hoje, absolutamente NENHUM deu defeito e com média de uso intenso de 2 anos.

          • Eu não compro carro com air bag esperando usar, mas sempre é bom ter.

          • Essa comparação é inadequada, porque airbag é um item de segurança. Assistência técnica oficial pode até não existir, mas você consegue assistência boa sem ser a oficial, fora que a chance de você precisar de assistência em boas marcas é muito raro. Do total de vendas dos tops da Xiaomi ou até mesmo Samsung, quantos precisam de assistência técnica? Te garanto que são muito poucos. Até hoje eu nunca precisei de uma e já tive vários celulares (eu trabalho com desenvolvimento mobile e chego até a comprar alguns modelos pra testar aplicativos).

          • Ivan

            Ninguem compra um seguro esperando usar, é a mesma coisa com assistencia, é melhor ter quando precisar do que não ter.

          • Germano

            Sem mencionar que assistencia técnica por estas bandas são uma “belesma” … especialmente se for pela garantia….

      • SignaPoenae

        Importou ou comprou no Huesil mesmo?

    • EmuManíaco

      bem que tava na hora de um a9 2017

  • DiMais

    tem bem cara de celular de ‘firma’, coisa pra largar nas mãos de funcionários e não ouvir desculpas de que ficou sem bateria no meio do dia.. realmente pra uso comum o custo x benefício do G5 é muito mais atraente, principalmente pela construção.

  • tuneman

    “não existem mais boas opções de aparelhos “bons e baratos” no mercado brasileiro”

    e queridinho do Gatry, o LG X Power?

    • DumbSloth87

      Mano, a LG já fode com os high-end (eu sempre tive sorte, mas a galera mete o pau) imagina os mais fulerinho.

      • tuneman

        os dois tem quase as mesmas specs.

        • DumbSloth87

          specs não dizem muita coisa sobre um aparelho, além disso a LG consegue zuar com o Android de um jeito que só é comparável a Samsung de uns anos atrás.

    • Rafael Correia

      Eu adorei o LG X Power. Só me roubaram ele hauhaeuaehuaeh
      Por mais que seja heavy user em PC no telefone só ouço música, assisto YouTube e navego em redes sociais. Então foi mais que suficiente.

      • tuneman

        Pois é, e veja a data de lançamento de cada aparelho. Com isso percebe-se como a Motorola está lançando aparelhos defasados

        • Rafael Correia

          De fato. Mas o preço tá muito próximo… o X Power por volta de 600 enquanto o E4 por volta de 700. E entendo o aumento no segundo devido à bateria.
          Considerando o preço não acho que daria pra colocar muito mais coisa. Ainda vem com desbloqueio por touch e giroscópio, coisas que o X Power não tem.

  • SignaPoenae

    To com vontade de dar um desses pro meu velho. Bateria excelente e leitor de impressão digital, pois quem viu algum senhor de idade tentando destravar o telefone ligando os pontos sabem o quão frustante é isso.

    Além disso, é possivel encontrar na faixa dos 800 pilas, coisa que um celular mais barato vai dar dor de cabeça em pouco tempo, e um mais caro é um desperdício ( considerando pra quê eu quero o telefone).

  • Germano

    Quase off topic mas…. tenho visto muitos de uma marca chamada Blu por ai, que alias nao e chinesa mas americana. Alguem recomenda?

  • Cássio Amaral

    Só de ser MediaTek já não vale a pena.

  • Marcelo Zibell

    Eu tenho ódio de ir em restaurante e pegar colheres com o cabo retorcido igual ao da foto.

  • Rafael Correia

    Ele já tá por volta de 700 reais na internet.
    Pra mim que gostou demais do LG X Power, posso pegar o E4 Plus sem medo?

  • Victor Assis

    Melhor um Redmi Note 4x, sim ou com certeza? A menos que não queira esperar chegar…

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